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    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • incomuns que são aqui exibidas. Desde a vida movimentada citadina de Manila, até às tribos da Província Montanhosas, não se pode deixar de sentir o encanto magnético da vida simples, porém fascinante, das Filipinas.

  • Devem ser vegetarianos os que adoram a Deus?
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • Devem ser vegetarianos os que adoram a Deus?

      “VEGETARIANISMO: CRESCENTE FORMA DE VIDA, ESPECIALMENTE ENTRE OS JOVENS.” Assim rezava a manchete de página inteira do Times de Nova Iorque, de 21 de março de 1975. O artigo prosseguia dizendo que, nos dias atuais, os vegetarianos “possuem poderosos apoiadores do seu lado, inclusive o Dr. Jean Mayer, o nutricionista de Harvard.” O Times também observou que alguns vegetarianos “são membros de grupos religiosos, tais como os Adventistas do Sétimo Dia e os Hare Krishna, cujos membros se abstêm de carne.”

      Isto suscita algumas perguntas interessantes. Devem ser vegetarianos os que adoram a Deus? Caso devam, que tipo de vegetarianos devem ser? Que há muitas categorias de vegetarianos foi especialmente observado em agosto de 1975, no Congresso Mundial Vegetariano, realizado em Orono, Maine, EUA. Entre os presentes, havia “frugívoros . . . que só comem frutas; vegetaristas, que comem ovos, leite e queijo em adição à dieta vegetariana; vegans . . . que não usam nenhum alimento ou roupa do reino animal; higienistas naturais, que não usam sal, açúcar, farinha refinada, condimentos, e não crêem na combinação de frutas e legumes nas refeições; e vegetarianos jainas, da Índia, que não usam qualquer alimento que cresça debaixo do solo, tais como batatas e cenouras”, e também outros. (Times de Nova Iorque, 22 de agosto de (1975) A notícia prosseguiu dizendo que “ocasionalmente, os vegetarianos aqui presentes discutem entre si, usualmente com afabilidade, sobre qual é o ‘verdadeiro caminho”’.

      Ao passo que se vê que há muitas variações, em geral, como observa o Dr. Jean Mayer, o vegetarianismo é uma idéia “que tem três coisas imediatas a seu favor — a economia, a saúde e a compaixão”. O médico poderia ter acrescentado que, para alguns, é também uma questão de religião.

      O Fator Econômico

      O argumento à base da economia não pode ser rejeitado levianamente e tem dois aspectos. Primeiro, custa menos a pessoa viver com uma dieta vegetal do que com uma dieta que inclua carne, e, naturalmente, quanto maior for a parte da carne na dieta da pessoa, tanto maior a diferença de custos. Isto pode ser considerado forte argumento a favor da dieta vegetariana, visto que comemos para viver e não vivemos para comer. Mas, resta o fato de que nem sempre é conveniente viver com tal dieta. Por exemplo, as pessoas que moram no Ártico teriam de emigrar para zonas mais temperadas se desejassem ser vegetarianas. Ademais, há a questão do prazer derivado de comer.

      Segundo, há o motivo econômico maior relacionado à produção do próprio alimento. Assim, diz-se-nos que, no decorrer de um ano, 0,4 hectares de terra podem produzir cerca de 91 quilos de carne, mas dez vezes mais cereais e cem vezes mais na questão de batatas. Mas, tudo isso é parte dum sistema, e, ao passo que, se todas as pessoas se tornassem vegetarianas, haveria abundância de comida para todos, quanto bem podem realizar os verdadeiros adoradores, que só constituem pequeníssima fração da população mundial, por não comerem carne? Enquanto o mundo for governado por homens egoístas, sob o poder e a influência de Satanás, o Diabo, seu deus, não há probabilidade de qualquer distribuição eqüitativa de alimento. — 2 Cor. 4:4.

      O Fator Saúde

      Muitos se tornaram vegetarianos por causa do fator saúde. O Dr. Mayer, num artigo publicado no Daily News de Nova Iorque, de 14 de maio de 1975, disse que obteve tremendas respostas a um artigo prévio sobre o aumento do vegetarianismo, e ele assegurou ainda mais a seus leitores que “uma dieta vegetariana é nutritiva”. É reconhecido pela classe médica em geral que o argentino, o estadunidense e o canadense médios, em especial, comem carne demais. Mas, é discutível se todos passariam melhor por não comerem nenhuma carne. E há também a questão de quão prático isso seria, em vista dos hábitos alimentares da população em geral. O Dr. Mayer passou a mostrar como as pessoas perderam peso por se tornaram vegetarianas, pois, ao passo que talvez ingiram mais carboidratos, comem muito menos gordura, que tem duas vezes mais calorias que os carboidratos.

      No entanto, uma dieta estritamente vegetariana amiúde é deficiente em Vitamina B12, “essencial para impedir o tipo de anemia perniciosa que, por fim, causa a degeneração de partes do cérebro e da espinha dorsal”. E “uma dieta vegetariana pode também ser deficiente em vitamina D . . . Também pode ser carente de ferro, porque o suprimento melhor e mais prontamente disponível provém da carne, especialmente do fígado, de mariscos e de outros alimentos animais”. Concluiu o vegetariano Mayer: “Em geral, quanto mais restrita for qualquer dieta, tanto mais provável é que seja desequilibrada e deficiente em um ou outro nutriente. Esta regra se aplica às dietas vegetarianas, bem como às dietas esquisitas para a perda de peso”.

      Fatores Compassivo e Religioso

      No caso de não poucos vegetarianos, o argumento mais forte em favor de sua forma de vida é o que se baseia na compaixão pelos animais. Tais vegetarianos produzem e distribuem cartazes adesivos para carros, que rezam: “Ame os Animais — não os Coma”, e botões: “Seja Bondoso com os Animais — não os Coma”. Para apoiar sua posição, os vegetarianos apontam não só para homens tais como Buda, Platão, Sócrates, Pitágoras, Ovídio, Voltaire, Shaw e Schweitzer, mas também para homens de fama militar, como o Marechal-de-campo Montgomery e o Marechal-do-ar Lord Dowding (RAF, “Batalha da Inglaterra”).

      A questão da compaixão sem dúvida é a mais séria objeção a que se coma carne, mas é realmente sólida? Ou é sentimental demais? Acima de tudo, encontra tal posição algum apoio na Palavra de Deus, a Bíblia?

      Parece que este é outro caso em que a sabedoria inspirada, encontrada em Jeremias 10:23 e 8:9 se aplica: “Não é do homem terreno o seu caminho. Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” “Os sábios [deste mundo] . . . rejeitaram a própria palavra de Jeová, e que sabedoria é que eles têm? “A Palavra de Deus nos fornece o entendimento equilibrado do assunto, pois contém sabedoria divina. Assim, voltando-nos para esta fonte? o que aprendemos?

      Primeiro de tudo, ela mostra que a vida humana é sagrada e que quem deliberadamente tirar a vida de outra pessoa tem de perder sua própria vida. Na própria ocasião em que Deus, pela primeira vez, forneceu esta lei à humanidade, conforme representada por Noé e sua família de sobreviventes do dilúvio, Deus autorizou que se comesse carne. (Gên. 9:3-5) Em outras palavras, de um só fôlego, por assim dizer, ao proibir estritamente que se tirasse a vida humana e declarar o castigo de pena capital por isso, Deus autorizou a morte de animais para servirem de alimento.

      Esta distinção entre o homem e os animais, nós a encontramos por todas as Escrituras. Com efeito, desde os tempos mais remotos, animais eram oferecidos como sacrifícios, com a aprovação de Deus. (Gên. 4:2-5; 8:20, 21) Grande matança de animais estava envolvida nas muitas espécies de sacrifícios exigidos sob a lei de Moisés. E não exigia Deus que os israelitas comessem carne, de cordeiro ou cabrito, pelo menos uma vez cada ano na celebração da Páscoa, para não se dizer nada de comerem freqüentemente carne ao fazerem sacrifícios de comunhão? Em especial, os sacerdotes eram comedores de carne, visto que participavam do sacrifício de comunhão de cada pessoa. Indo um passo mais adiante, o próprio Deus é representado como participando simbolicamente em comer carne, uma vez que a porção que era queimada sobre o altar era representada como sendo quinhão Dele. — Êxo. 12:3-9; 34:25; Lev. 7:11-15.

      Em harmonia com o precedente, há o exemplo de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Não há dúvida quanto ao seu amor e compaixão pela humanidade. (Fil. 2:5-8) Ele revelou a vontade de Deus para nós e, ao mesmo tempo, serviu como nosso modelo. (1 Ped. 2:21) Será que objetou a que se comesse carne? Não, pois, como judeu fiel, comeu carne pelo menos em cada Páscoa. Mais do que isso, não sentia escrúpulos de pegar e comer peixes, pois, em duas ocasiões, fez com que seus discípulos apanhassem peixes ao ponto de encher uma grande rede. Também, em duas ocasiões, pelo menos, fez com que alguns peixes se multiplicassem milagrosamente, de modo a alimentar milhares de homens, mulheres e crianças. — Mar. 8:18-20; Luc. 5:4-6; João 21:6-11.

      A questão quanto a se comer carne surgiu entre os cristãos primitivos, mas não por compaixão pelos animais. Como judeus, era-lhes proibido comer certos tipos de carne, e tornou-se necessário mostrar-lhes que não estavam mais sob a lei de Moisés nestes assuntos. (Atos 15:19, 20) E havia também o problema de se comer carne oferecida a ídolos. Que os adoradores de Deus não deviam ser julgados à base de se comiam ou não carne é deixado bem claro pelo apóstolo Paulo: “Um homem tem fé para comer de tudo, mas o homem que é fraco come hortaliças. Quem come não menospreze ao que não come, e quem não come não julgue aquele que come.” Seja notado que o conselho e os exemplos bíblicos precedentes efetivamente refutam a posição dos que, à base religiosa, objetariam a que se coma carne. — Rom. 14:2, 3.

      Do precedente é claro que matar animais para servirem às necessidades humanas não é contrário à vontade de Deus. Sua Palavra, contudo, deveras encoraja a que se mostre consideração pelos animais. (Pro. 12:10) Mas, não exige que “amemos” os animais a ponto de colocá-los no mesmo nível que os humanos. Ora, enquanto Adão e Eva ainda estavam no jardim do Éden, Deus aparentemente fez com que animais fossem mortos para lhes prover uma cobertura. (Gên. 3:21-23) Em especial, parece falta de equilíbrio que certas pessoas façam campanhas enérgicas contra a matança de animais para alimento, ao passo que não têm objeção às guerras que derramam sangue e que causam indizível miséria, dificuldades, sofrimentos e morte a milhões de homens, mulheres e crianças, por meio de rifles, torpedos e bombas.

      À pergunta: ‘Devem ser vegetarianos os adoradores de Deus?’, a resposta tem de ser que se trata dum assunto individual, pessoal. Se a pessoa estiver convicta do valor disso, do ponto de vista do custo, da economia ou da saúde, e acha isso prático, poderá adotar um regime vegetariano. Mas, não pode encontrar apoio ético na Palavra de Deus para sua dieta restrita. Se se tornar envolvida nesse aspecto do vegetarianismo, está perdendo de vista o modo de Deus de encarar as coisas.

      O que importa hoje não é se a pessoa come carne ou não. Antes, é se adora ao verdadeiro Deus, Jeová, com espírito e verdade, do modo que Ele delineia em sua Palavra, a Bíblia Sagrada. Jesus Cristo ilustrou esse modo para nós. Ministrou as necessidades das pessoas, dos humanos, tanto em sentido material como espiritual, pois como ele disse: “O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová.” É o exemplo dele que todos os verdadeiros adoradores de Deus desejarão seguir. — Mat. 4:4; João 4:24.

  • Vestir-se de modo modesto e atraente
    Despertai! — 1977 | 8 de janeiro
    • Vestir-se de modo modesto e atraente

      DESDE o tempo em que Adão e Eva fizeram coberturas de folhas de figueira para si mesmos, no Jardim do Éden, as mulheres se preocupam com roupas. A mulher sábia reconhece que as roupas são uma extensão de si mesma e também um meio de expressão. Por suas roupas, ela pode melhorar sua aparência, ou pode chamar indevida atenção a si mesma, como se dissesse: “Olhem bem para mim!” Sim, as roupas duma mulher podem falar sobre ela antes que ela abra a boca. Então, o que suas roupas dizem a seu respeito?

      O dinheiro não é o fator determinante. Quando as roupas lhe caem bem, a linha é simples e o estilo se ajusta a seu físico, a mulher pode estar bem vestida. A mulher opulenta, que gasta grandes quantias num vestido, talvez não esteja tão bem vestida quanto a mulher que costura seu próprio vestido por menos, muito menos. Um traje pode ser custoso, mas, se for da cor errada para a pele e cabelo da mulher, pode prejudicar, ao invés de melhorar, sua aparência. Se destacar suas piores caraterísticas, no sentido físico, também, não lhe trará nenhum proveito.

      Nestes dias, quando muitas famílias sentem os apertos econômicos, o tipo de fazenda é também importantíssimo. Se o item precisar ser lavado a seco, em contraste com os tecidos de lavagem comum, o custo original será multiplicado nos

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