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  • Doenças e moléstias — cessarão alguma vez?

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  • Doenças e moléstias — cessarão alguma vez?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1974
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  • AINDA EXISTEM MOLÉSTIAS ANTIGAS
  • POR QUE A MEDICINA NÃO ACABOU COM AS Moléstias
  • OUTROS MOTIVOS DA CONTINUAÇÃO DAS MOLÉSTIAS
  • “MELHORAMENTOS” MODERNOS CAUSAM DOENÇAS
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1974
w74 1/9 pp. 513-518

Doenças e moléstias — cessarão alguma vez?

DOENÇAS e moléstias têm acompanhado a humanidade durante toda a história. Cada civilização tem tentado aliviar ou eliminar o sofrimento humano. Mas o êxito tem sido limitado.

Mesmo hoje, para onde podemos olhar sem ver a aflição causada pelas doenças e moléstias? Cada um conhece pelo menos algumas pessoas que sofrem, mesmo que ele pessoalmente não sofra. Os homens ainda perguntam: Será que as doenças e as moléstias cessarão alguma vez?

Há centenas de anos atrás, Jesus Cristo mostrou que podíamos esperar que as moléstias continuassem até um período de tempo que ele chamou de “terminação do sistema de coisas”. Ele disse: “Haverá . . . num lugar após outro, pestilências e escassez de víveres.” (Mat. 24:3-7; Luc. 21:10, 11) A palavra “pestilências” é traduzida “surtos de moléstias” no Novo Testamento em Inglês Básico e “epidemias” na Bíblia na Linguagem de Hoje e em outras.

Conforme já se mostrou muitas vezes nesta revista, a humanidade entrou na “terminação do sistema de coisas” no ano 1914. Portanto, grande parte das doenças que vemos são cumprimento de suas palavras. No entanto, alguns questionam a profecia de Jesus e seu cumprimento moderno. De que modo?

Alguns se perguntam: O que há de tão incomum nesta predição, Não houve sempre pestilências ou moléstias? É verdade que a difusão de moléstias e de sofrimentos não é nada de novo. Mas hoje, de maneira frustradora, persistem até mesmo com a medicina mais excelente, com as melhores escolas de medicina e hospitais disponíveis. O conhecimento da saúde e da medicina é disseminado até as partes mais remotas da terra. Contudo, as moléstias grassam. Este fato ajuda a assinalar o tempo atual como um tempo peculiar na história.

Por outro lado, alguns perguntam: Não venceu a medicina a maioria das moléstias? Neste caso, as palavras de Jesus não se cumpriram. Portanto, para reconhecer claramente sua exatidão, examinemos os fatos e vejamos se a ciência está acabando com as moléstias.

AINDA EXISTEM MOLÉSTIAS ANTIGAS

Tome a cólera, uma moléstia secular. Desapareceu? De modo algum. No início da década de 1960, começou na Indonésia o que alguns chamaram de “pandemia” — uma epidemia mundial — de cólera, que se espalhou através de grande parte da Ásia. Em 1971, quatorze nações (um terço destas nações com casos de cólera) relataram a moléstia pela primeira vez.

A cólera é relativamente nova na África. Contudo, durante 1971 e 1972, observaram-se oficialmente uns 80.000 casos naquele continente, dos quais 20.000 acabaram na morte. Tão recente como meados do ano passado, uma epidemia de cólera atingiu a Itália e relatou-se um caso nos Estados Unidos. Os esforços de conter a cólera em toda a terra tiveram apenas limitado êxito.

A malária é outro padecimento antigo. Ainda está ativa? Periodicamente, algum médico ou alguma organização prevê um mundo livre da malária. Por exemplo, em 1961, a Organização Mundial de Saúde (OMS) gabou-se duma “série completa de remédios eficientes no tratamento de todos os estágios” da malária. Quão eficientes eram tais “remédios eficientes”? No mesmo ano, houve um aumento dramático na malária! Isto acabou com o que certo professor de medicina chamou de “período de satisfação complacente” para com a moléstia.

Num período de quatro meses, começando em fins de 1971, o número dos casos em Sri Lanka mais do que dobrou, chegando a 20.000. A malária está deveras ativa. Malária, tracoma e esquistossomíase (doença dos caramujos) afligem agora oitocentos milhões de pessoas nos países empobrecidos do mundo. Depois há varíola, tuberculose, difteria, febre reumática, poliomielite e gripe — todas ainda mortíferas. O homem não acabou com as moléstias!

Então, por que persistem as doenças, apesar do progresso da medicina? Há diversos motivos.

POR QUE A MEDICINA NÃO ACABOU COM AS Moléstias

Em primeiro lugar, a medicina não pode eliminar completamente todos os microrganismos que causam moléstias. São demais para o homem tentar controlar. Mas não foram diversas moléstias erradicadas com vacinas? Sim, houve certos triunfos. Mas, note o que Peter Farb diz em Ecology (1970):

“Há agora vacinas que protegem contra poliomielite, sarampo, varíola, tétano, cólera e numerosas outras moléstias temidas. No entanto, estas vitórias são na maior parte ilusões. Não levam em conta que os próprios microrganismos são capazes de extraordinariamente rápidas . . . mudanças, resultando em novas variedades resistentes às drogas mais potentes do homem.”

Os germes desenvolvem novas variedades resistentes às drogas. Por exemplo, variedades mais fortes de gonorréia, malária, tuberculose e sigelíase podem resistir a bem conhecidos antibióticos.

O México está combatendo vigorosamente o que pode ser “o maior surto de febre tifóide ocorrido em qualquer parte do mundo já por várias décadas”. Embora haja remédios para lidar com o tifo, esta variedade específica não tem correspondido ao tratamento.

OUTROS MOTIVOS DA CONTINUAÇÃO DAS MOLÉSTIAS

Deve ser lembrado que as doenças e as moléstias não são apenas problemas “médicos”. Há também questões tais como a boa nutrição. Os que não se alimentam corretamente têm mais probabilidade de contrair sérias doenças. Um bilhão de pessoas em toda a terra pode estar sofrendo subnutrição ou fome. Mais de 20 por cento das crianças nascidas a tais pessoas morrem antes dos cinco anos de idade. Sua vida, pelas atuais médias da medicina, será vinte anos mais curta do que a da criança nascida num dos países mais abastados.

As doenças têm também raízes sociais e ambientais. Diz-se que as moléstias não são inteiramente erráticas. Em outras palavras, há motivos para seu aparecimento. Condições de vida miseráveis e apertadas, com água impura e pouco isolamento, produzem moléstias rapidamente. Estas proliferam em tais condições, uma vez começadas.

Essas circunstâncias miseráveis amiúde são causadas pela guerra. As guerras, nos últimos sessenta anos, tiveram alcance internacional. Transtornaram-se as normas normais da vida em regiões enormes. As moléstias, então, aparecem, espalham-se e intensificam-se, anulando o trabalho árduo de muitos médicos. Estes são apenas alguns dos motivos pelos quais os homens não acabaram com as moléstias.

“MELHORAMENTOS” MODERNOS CAUSAM DOENÇAS

No entanto, é surpreendente que algumas dos progressos feitos pelo homem realmente agravaram as doenças e moléstias. Mostram adicionalmente a exatidão da profecia de Jesus sobre os “surtos de moléstias” em nosso tempo.

Há regiões em que moléstias infecciosas, tais como a malária e a cólera, parecem estar sob controle, pelo menos por agora. Não há guerras ativas e há suficiente alimento nutritivo. Mas ainda há doenças e moléstias. Por quê?

Estas coisas aparentemente boas vêm acompanhadas pela moderna sociedade industrial com suas pressões e tensões. Ataques cardíacos e problemas digestivos causam muitíssimas vítimas. A poluição enche o ar, contribuindo para males respiratórios e o câncer. E que dizer da obesidade? Um em cinco homens e uma em quatro mulheres, nos Estados Unidos, têm excesso de peso e são o alvo principal de certas moléstias matadouras, inclusive a diabetes.

Outra coisa: Os aparentes bons êxitos da ciência criaram certa complacência em milhares de pessoas. Surgiu uma aura de excesso de confiança na medicina. O Dr. John J. Witte, do Centro de Controle de Moléstias, em Atlanta, Geórgia (EUA), cita um exemplo: “Estou certo de que há muitos pais jovens que estão muito menos aterrorizados pela devastação causada pela paralisia infantil do que os pais de há uma década atrás, porque não passaram por uma epidemia, nem viram casos de paralisia infantil.” Em resultado, diz ele, “a paralisia infantil poderá espalhar-se significativamente se for introduzida em certas regiões”.

O potencial de epidemias maciças, não só de paralisia infantil, mas de outras moléstias aparentemente vencidas nos “países adiantados” é bem real. Por isso lemos: “Uma só mudança catastrófica nas normas de vida estadunidenses tornaria mais uma vez a tuberculose uma ameaça a milhões de pessoas em toda a nação.” — Health and Disease, Time, Inc. (1965).

CESSARÃO AS DOENÇAS E AS MOLÉSTIAS?

Não importa como se examine a questão, podemos ver que as palavras de Jesus se cumpriram. As moléstias persistem apesar de — às vezes por causa de — todo o trabalho médico dedicado e diligente em sentido contrário. Há pouco motivo para verdadeiro otimismo, de que os homens solucionem completamente os problemas de saúde do homem. Mas, significa isso que nunca cessarão?

Muitos se resignaram àquela atitude, pensando assim como René J. Dubos, que escreveu em Miragem da Saúde (Mirage of Health): “Livramento completo e duradouro das moléstias é apenas um sonho.” Mas não é um sonho impossível. Temos uma base sólida para crer que as doenças realmente cessarão!

Não é razoável aguardarmos de Deus, o Criador do homem, a solução duradoura de nossos problemas de saúde? Quem conhece melhor a constituição do homem? Ele promete na Bíblia que, por meio de Jesus Cristo, o atual sistema iníquo, mundial, de coisas será destruído, e isso em breve. Depois disso, o reino de Jesus terá de reger “até que Deus lhe tenha posto todos os inimigos debaixo dos seus pés. Como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada”. (1 Cor. 15:25, 26) Se a morte há de desaparecer, não cessariam também as condições que levam à morte, tais como as doenças e o envelhecimento? É evidente que sim.

Que Deus se importa o bastante para acabar com as doenças e moléstias e que ele fará isso foi ilustrado pela Lei que deu ao seu povo de Israel na antiguidade. Quando obedeciam à Lei, sua vida era prolongada e eram preservados contra muitas moléstias e padecimentos das nações vizinhas. (Êxo. 15:22-26; 23:25; Lev. 26:14, 16, 25; Deu. 28:15, 20) Mas a desobediência ou o pecado contra aquela Lei levou a doenças desnecessárias.

Assim há uma relação entre a violação da lei de Deus (pecado) e as doenças. A profecia em Isaías 33:24, que teve cumprimento no Israel antigo, enfatiza esta relação. Diz: “Nenhum residente dirá: ‘Estou doente.’” Como é que alguém, lá naquele tempo, podia fazer tal afirmação? O versículo responde: “O povo que mora na terra serão os a quem se perdoa sen erro.” Quando eram novamente obedientes a Deus, resultava o que se podia chamar de ‘saúde espiritual’. E esta trazia os benefícios da saúde física que Jeová prometeu. (Compare isso também com o Salmo 103:1-5.) O mesmo se dá hoje.

Os que seguem as leis piedosas que proíbem a imoralidade sexual, por exemplo, não sofrem doenças venéreas. Os que mantêm seus corpos livres dos cigarros não se expõem deliberadamente às formas horrendas de câncer, não é verdade? A obediência a Deus significa verdadeiros benefícios de saúde agora mesmo. — Mat. 5:27, 28; 2 Cor. 7:1.

Mas, mesmo quando alguém procura levar uma vida reta, finalmente morre. Por quê? Porque os homens são imperfeitos de nascença; herdaram o pecado. (Rom. 5:12) E não têm virtualmente nenhum controle sobre esta forma de pecado. Quando Jesus esteve na terra, mostrou sua autoridade sobre todo o pecado por dar ou restabelecer a saúde milagrosamente. Lemos a respeito de ele curar um paralítico: “‘Filho, teus pecados estão perdoados . . . Eu te digo: Levanta-te, apanha a tua maca e vai para a tua casa.’ Com isso, este se levantou e apanhou imediatamente a sua maca.” — Mar. 2:5-12; Mat. 9:1-5.

Certamente, se Jesus, morando numa pequena parte da terra, pôde perdoar o pecado e restabelecer a saúde literal, ele pode fazer ainda mais ao governar desde o céu. Todo o pecado será eliminado. Haverá cura em todo o mundo.

Agora, a pessoa sábia obedecerá às leis de Deus. Tentará manter a sua saúde. Mas sabe que, afinal, o fim certo dos padecimentos virá da parte de Deus no seu novo sistema de coisas. Por que não estuda com as testemunhas de Jeová e verifica como também poderá estar vivo quando “nenhum residente dirá: ‘Estou doente’”? — Isa. 33:24; Rev. 21:1-4.

[Foto na página 517]

Pode imaginar quanto mais agradável será a vida quando não houver mais doenças e moléstias?

[Gráfico na página 515]

(Para o texto formatado, veja a publicação)

AUMENTO DAS MOLÉSTIAS 1960-1969 E.U.A.

13%. . . POPULAÇÃO

21%. . . MOLÉSTIA CARDÍACA

49%. . . CÂNCER PULMONAR

200%. . . DOENÇAS VENÉREAS

[Capa na página 513]

[Endereço da filial]

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