De Nossos Leitores
A Questão da Amálgama
Senti-me atraído pelo artigo “Restaurações Insalubres?”. (22 de outubro de 1987) Exercendo a profissão de dentista já por 37 anos, e tendo feito dezenas de milhares de restaurações de amálgama (de prata), estou bem cônscio dos perigos do mercúrio, tanto para o paciente como para o dentista e seus colaboradores. Numa restauração bem feita de amálgama faz-se a remoção do máximo de mercúrio possível. . . Por combinar o mercúrio com uma liga composta na maior parte de prata, com menor quantidade de cobre, de estanho e de zinco, reduz-se enormemente sua toxidez, a qual tem sido considerada quase que desprezível. Ademais, até agora, o material alternativo disponível é muito mais custoso, ou não é tão durável.
A. R., D. D. S., Estados Unidos.
Primeiro de tudo, permita-nos dizer que não se tenciona que um item curto de “Observando o Mundo” abranja todos os aspectos dum assunto, mas que ele visa meramente apresentar algumas informações divulgadas que possam alertar uma pessoa que precise delas, de modo que possa examinar o assunto mais a fundo. Além disso, “Despertai!” não advoga nenhuma forma de tratamento como melhor que outra. Com toda a justiça, deve-se dizer que nem a Associação Médica Americana, nem a Administração Federal de Medicamentos (FDA), nem a Associação Americana de Odontologia apóiam a asserção de que as restaurações feitas com amálgama de prata apresentam qualquer perigo de toxidez para a pessoa não alérgica. Menos de 1 por cento da população, segundo se afirma, é alérgica ao mercúrio na pequena dose envolvida. Ao publicar aquele item, nós não estávamos recomendando que todos os leitores, sem examinar mais a fundo o assunto, corressem para substituir suas restaurações de amálgama. Antes, tal item foi publicado de modo que a rara pessoa (talvez nem mesmo uma pessoa em cada cem) que tem um problema de saúde cuja origem não pudesse ser estabelecida por qualquer outro meio disponível, fosse alertada para examinar a possibilidade de que suas restaurações de amálgama fossem uma fonte de toxidez, no caso de tal pessoa ser alérgica. — RED.
Mais Sábia que Pessoas de Sua Idade
Senti-me muito encorajada pelo artigo “É Mais Sábia que as Pessoas de Sua Idade”. (22 de outubro de 1987) Embora tenha a mesma idade que Lisa, fiquei imaginando, ao ler tal artigo, se eu poderia demonstrar minha fé de forma tão sublime como ela. Achei que cada uma de suas palavras mostrava sobrepujante confiança em Jeová. Quero imitar a fé daquela jovem. Aguardo ansiosamente a ressurreição dela.
M. S., Japão.
Achei que deveria pegar a caneta e escrever-lhes. Tenho 14 anos, e estou sempre me queixando. Certo dia, li o artigo sobre Lisa. Em todo o artigo, não encontrei uma queixa sequer. Eu gostaria de dizer a todos os jovens, como eu, que estão sempre resmungando, que Jeová sempre provê tudo de que realmente necessitamos, e que devemos ser gratos a ele. Tenho alguns problemas de saúde, e talvez perca a vista, mas não a vida. Um ‘bravo!’ para Lisa, pelo maravilhoso exemplo de integridade que deixou para todos nós!
C. F., França.
Escrevo para contar-lhes quão emocionada fiquei ao ler a história de Lisa. Simplesmente não consegui reter as lágrimas. Acho que muita gente, inclusive eu, fica desanimada quando tem de enfrentar dificuldades, mas daqui em diante sempre me lembrarei da coragem e da determinação que Lisa demonstrou em face de grandes adversidades.
V. L., Itália.