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“Amargo desapontamento”Despertai! — 1981 | 22 de abril
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“Amargo desapontamento”
Em 8 de dezembro de 1979, o periódico francês Journal des combattants alardeou seu desapontamento quanto à inabilidade da ONU em estabelecer a paz: “Havendo passado por medonha matança [em 1914], os homens — especialmente os combatentes dos lados opostos — decidiram criar uma espécie de ‘equipe internacional’, inspirada exclusivamente num espírito de paz, detendo o poder quase absoluto para resolver qualquer questão entre os povos. . . . A Liga das Nações (i. e., de todas as nações) nasceu, e não havia dúvida de que, com ela, a discórdia não mais seria capaz de levar os homens a se agredirem. . . . Vinte anos mais tarde, ai de nós, pela vontade de um indivíduo, a inteira estrutura desmoronou. . . . Depois de 1945, com a volta da paz, o coração dos homens criou novamente a idéia de uma organização internacional de paz. Assim, criaram a ONU. . . . Organizaram-se, também, forças armadas para evitar a repetição de tais cataclismos. Sua função era fazer cumprir as decisões tomadas em Nova Iorque. Esperar-se-ia ver uma pomba e uma folha de oliveira adornando as tropas das Nações Unidas. Infelizmente, porém, desde que a ONU foi estabelecida, o mundo sofreu mais conflitos armados do que jamais antes, muitos acontecendo ou aconteceram simultaneamente. Já vimos a Indochina, Argélia, Angola, o ex-Marrocos Espanhol, a Coréia, o conflito entre a Grécia e a Turquia, a África do Sul, Moçambique e Portugal. E, é triste dizê-lo, omitimos alguns. . . . Todos os que abominam a guerra estão mais [uma vez] amargamente desapontados pela clamorosa inutilidade desta nova organização pró-paz.”
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O sexo e sua saúdeDespertai! — 1981 | 22 de abril
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O sexo e sua saúde
Em Morte no Estilo Ocidental, o patologista britânico Dr. Malcolm Carruthers comenta a respeito do papel do sexo em relação a ataques cardíacos. Ele menciona que o adúltero ‘que tapeia duas pessoas ao mesmo tempo’ está “sempre tentando sem êxito estar em dois lugares ao mesmo tempo, e acabará sendo, provavelmente, o pivô de um cabo-de-guerra emocional entre duas mulheres descontentes”. O ‘esforço intenso e a excitação de experimentar o fruto proibido, em vez de a variedade doméstica’, expõe o homem ao perigo de um acidente das coronárias. Muitos homens morreram de ataques cardíacos que os fulminaram durante incursões adúlteras. O Dr. Carruthers contrasta isto com o potencial de benefícios físicos advindos das relações sexuais com o cônjuge.
Por fim, comenta a respeito da natureza insatisfatória da masturbação: “Os psiquiatras dizem que é basicamente um gesto agressivo contra si mesmo, geralmente induzido pela frustração, como sugere o termo ‘abuso de si’. Por conseguinte, é provável que seja relativamente elevada a taxa de liberação da noradrenalina, e sejam pouco utilizadas, na atividade muscular envolvida, as gorduras (glicérides) que aumentam, em conseqüência disso.” Ele destaca que, uma vez que tais gorduras no sangue obstruem as artérias, pode haver, ‘alguma verdade, afinal’, nos velhos ditados a respeito dos maus efeitos físicos da masturbação.
Seus comentários em geral apóiam a recomendação bíblica de que as pessoas solteiras devem cultivar o autodomínio. E que as pessoas casadas deveriam buscar alívio benéfico do desejo em honrosas relações maritais.
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