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  • Fui operado a coração aberto
    Despertai! — 1977 | 8 de maio
    • Fui operado a coração aberto

      O LOCAL: O Hospital St. Vincents, em Melbourne, Austrália. A ocasião: vinte e quatro horas antes de minha operação a coração aberto. Ao ler a amorosa mensagem de um de meus filhos, lembro-me de ter pensado: “Sem a ajuda de Deus, jamais conseguirei sair vivo dessa atrapalhada.”

      Por várias ocasiões, no decorrer dos anos, sentia que minha saúde não era tão boa quanto devia ser, muito embora ninguém conseguisse indicar-me qual era a dificuldade. Em março de 1973, a firma para a qual trabalhava fez um arranjo para que todos os executivos fizessem exames médicos completos.

      Embora os exames deixassem de indicar quaisquer deficiências, eu estava longe de ficar satisfeito, porque não me sentia bem. Ficava sem fôlego sem ter feito muito esforço físico. Mas, à medida que as semanas passaram, aceitei isso como normal para uma pessoa da minha idade. Eu tinha 48 anos.

      Real Problema se Torna Óbvio

      Em dezembro de 1973, parti com a família para uma assembléia das Testemunhas de Jeová a ser realizada no Hipódromo Randwick, em Sídnei, na costa leste da Austrália. Ali havia amplo estacionamento para todos. No entanto, a distância até as cadeiras era grande, e notei que, cada dia, depois de estacionar meu carro, eu ficava sem fôlego e ficava para trás dos outros.

      Finda a assembléia, eu e minha esposa fomos de carro até um lugar chamado Baía de Jervis para visitar os genitores de minha esposa, que possuem casas de veraneio bem na praia. Certa manhã, depois de andar por vários quilômetros pela praia, como era meu hábito, mergulhei na rebentação. Mas, depois de curtas braçadas, compreendi que estava prestes a desfalecer. Só consegui sair da água e andar cambaleante pela praia até desmaiar.

      Quando recuperei os sentidos, estava sendo levado numa maca, nos ombros do meu filho e vários outros. Passou-me pela mente: os mortos não estão cônscios de nada, e ainda assim, por que consigo realmente ver todos esses que me carregam? Suponho que toda situação tenha seu lado humorístico.

      Fui levado de ambulância até o hospital mais próximo, onde me examinaram. Verificou-se que estava em bom estado, e me permitiram ir embora. No dia seguinte não passei mal, assim, decidi deixar de lado a caminhada pela praia e só nadar um pouco, de forma calma e descontraída. Com que resultado: A repetição do ocorrido no dia anterior. Eu e o motorista da ambulância passamos então a ser “velhos amigos”.

      Desta vez, no hospital, compreenderam ser óbvio que havia algo de errado. Mas, até poderem ser feitos exames completos, não se conseguiria identificar o mal. Sugeriram que eu fizesse esses exames logo que retornasse para casa na Austrália ocidental.

      Identificado o Problema

      Fizemos sem problemas a viagem de volta, minha esposa guiando na maior parte do tempo. Decidi consultar um especialista; não estando seguro de qual era meu problema, decidi-me por um cardiologista.

      Logo na primeira consulta este cirurgião perito, ao ouvir com seu estetoscópio, notou que havia uma válvula cardíaca defeituosa. Mas, para confirmar seu diagnóstico e para certificar-se de que não havia outras anormalidades, sofri pequena cirurgia, chamada de cateterismo cardíaco. Isto envolve o pernoite no hospital.

      Enfia-se um cateter na veia, à altura do cotovelo, e é forçado por dentro do braço até chegar à área do coração. Daí, um fluido ou corante foi liberado na corrente sangüínea. Em resultado disso, puderam filmar em vídeo-teipe minhas coronárias e a área do coração. Tais filmes podiam ser vistos por mim mesmo e a equipe em telas de TV montadas numa parede. Entendo que esse processo se tornou padrão.

      Comprovou-se que eu deveras possuía uma válvula aórtica defeituosa. Também, as duas artérias coronárias que nutrem o coração de sangue estavam bloqueadas — uma quase que inteiramente, a outra de modo parcial. Assim, decidiu-se que eu deveria imediatamente ser operado a coração aberto para corrigir isso.

      Tal coisa envolveria, primeiro, a substituição da válvula aórtica defeituosa por uma de plástico. É por meio desta válvula que o sangue é bombeado do ventrículo esquerdo do coração para a enorme aorta e daí para o corpo todo.

      O segundo processo envolveria remover uma parte da veia de minha perna e usá-la para formar duas pontes de enxertos das coronárias. Tais enxertos das artérias coronárias forneceriam novos canais para o fluxo de sangue, formando uma ponte nas áreas das coronárias em que havia bloqueio, devido ao acúmulo de gordura. Assim, o sangue poderia então fluir livremente para nutrir o coração de sangue vital, recém-oxigenado.

      Incidentalmente, ficarem as coronárias parcialmente bloqueadas com depósitos de gordura não é uma condição incomum entre as pessoas, hoje em dia. Isso é responsável por altíssima porcentagem de doenças cardíacas, inclusive muitos ataques do coração.a Entretanto fui feliz, porque meus avisos de dificuldade vieram em forma de perdas da visão, pelo que parece sem que houvesse nenhum dano real ao coração.

      Operação sem Sangue?

      Solicitei que se fizessem os arranjos necessários para a operação. No entanto, expliquei que não aceitaria nenhuma transfusão de sangue, visto que tomar sangue é contrário às minhas crenças baseadas na Bíblia. Meu médico pensou que eu talvez não dimensionasse a seriedade da situação, assim, como alternativa, sugeriu que se tirasse sangue de meu corpo, durante a semana seguinte, mais ou menos, que fosse estocado, e então usado durante a operação.

      Expliquei-lhe o ponto de vista de Deus sobre o uso do sangue, lendo para ele Deuteronômio 12:23, 24: “Apenas toma a firme resolução de não comer o sangue, porque o sangue é a alma e não deves comer a alma junto com a carne. Não o deves comer. Deves derramá-lo na terra como água.” Assim, disse-lhe, estocar sangue para uso em transfusões de sangue me é biblicamente objetável.

      Depois de o médico conferenciar com outros três colegas médicos sobre o assunto, decidiu-se que, naquelas circunstâncias, eles não estavam preparados para operar na Austrália ocidental. Sugeriram que procurasse um médico altamente habilitado na cidade de Melbourne, na Austrália oriental. Este senhor tinha feito operações a coração aberto em Testemunhas de Jeová sem usar sangue. No entanto, de modo a não me suscitar esperanças, foi-me explicado que os pormenores do meu caso seriam submetidos ao médico de Melbourne, antes de se fazer qualquer decisão. Pelo que parece, a substituição por uma válvula de plástico, as “pontes” duplas, além da remoção da veia da minha perna — tudo isso sem se usarem transfusões de sangue — foi considerado um pouco fora do comum.

      Naquele momento, as notícias eram só ruins. Inicialmente, o choque foi duplo. Primeiro, porque, pela primeira vez na minha vida, isto acontecia a mim, pessoalmente, e não a outrem. Em segundo lugar, a possibilidade duma morte súbita é uma experiência atemorizante e é preciso um pouco de tempo para acostumar-se a ela. Outrossim, poder invocar a Jeová, meu Deus, pedindo-lhe coragem e forças, era um grande conforto.

      Os diagnósticos, inclusive os vídeo-teipes dos raios-X do meu coração foram enviados ao médico em Melbourne. Alguns dias depois, fui avisado de que ele estava preparado para realizar a operação. Eu deveria estar em Melbourne em questão de quarenta e oito horas. Dentro de algumas horas depois de minha chegada, baixei ao hospital.

      O equipamento de cirurgia a coração aberto é tão caro que só um hospital em cada capital estadual, aqui na Austrália, está munido para realizar operações dessa natureza. No caso de Melbourne, é o Hospital de St. Vincents. Meu médico visitou a enfermaria na primeira noite e fez tudo a seu alcance para persuadir-me a esquecer minhas crenças sobre o sangue, dizendo-me que minhas possibilidades de sobrevivência eram bem reduzidas. Com efeito, fez o melhor que pôde para assustar-me, e foi bem sucedido!

      Eu podia sentir meus joelhos tremerem debaixo das cobertas. Quando ele saiu, tive a impressão que ele mudara de idéia quanto à operação, e eu também. Não sabia se devia pegar minhas roupas e ir embora, ou ficar e prosseguir com aquilo. Ser cristão realmente significou algo naquela noite; compreendi quanto realmente precisamos de Deus.

      O médico disse depois à minha esposa que ele pesara criteriosamente a situação. Pelo que parece, 30 por cento dos pacientes sofrem hemorragias internas depois de tal operação, e, se o sangue não for substituído, os resultados podem ser desastrosos. Fiquei encorajado, porém, quando li no jornal local que, nesse mesmo hospital, um paciente morrera naquele mesmo dia, tendo recebido o tipo errado de sangue. O senhor na cama ao lado me disse: “Estou agora preocupado em tomar sangue; parece ser um risco calculado.”

      Preparativos Para a Operação

      Foi decidido que eu passasse uma semana na enfermaria, antes da operação, de modo a me acostumar, a fazer outros exames, e aprender a fazer exercícios respiratórios. Depois da operação a coração aberto, o paciente sente dificuldades iniciais em respirar. Assim, é importante saber, de antemão, o que esperar, e como enfrentá-lo. Isto pode contribuir mais tarde para paz mental e o bem-estar da pessoa.

      Nessa semana anterior à operação, visitaram-me vários médicos que estariam envolvidos na operação. A cirurgia seria um esforço de equipe da parte de vários médicos altamente habilitados. Foi-me explicado que é necessário ter acesso à cavidade torácica, e isto é obtido pelo corte vertical do esterno. Faz-se tal coisa por meio duma serra circular portátil. Aconteceu, felizmente, que eu estava dormindo nessa hora, e não tive a oportunidade de examinar esses “instrumentos do ofício”.

      O médico responsável pela máquina de coração-pulmão artificial me avisou que tal máquina assumiria a função do meu coração e dos pulmões durante, aproximadamente, as duas horas da operação. Normalmente o sangue serve como volume de escorva. No entanto, no meu caso, seria substituído por uma solução salina. À medida que meu sangue fluísse do meu corpo através da máquina, seria oxigenado e resfriado a aproximadamente 29 graus centígrados. Daí, seria bombeado de novo no meu sistema circulatório. Isto permitiria que o cirurgião tivesse valioso tempo para operar meu coração, que deixaria de bater devido à baixa temperatura.

      Por fim, viria o momento crucial em que o trabalho termina e a temperatura do coração volta ao normal. Daí, as batidas do coração seriam restauradas por meio duma descarga elétrica, e eu voltaria de novo à atividade. Por fim, fechariam minha cavidade torácica.

      Vários dias antes da operação, o técnico da máquina me visitou, para que o conhecesse. Mencionou que seu próprio irmão é uma das Testemunhas de Jeová. Sabendo que não somos supersticiosos, ele comentou que eu seria a décima terceira Testemunha de Jeová que usaria tal máquina. Fazendo o máximo para me tranqüilizar, disse que fazia muito tempo desde que perderam um paciente. Apreciei a sua visita.

      No fim da semana, os médicos e as enfermeiras já se tinham ajustado à situação e eram mais do que bondosos para comigo. Com efeito, realizei várias palestras sobre a Bíblia com diversos deles. Refleti em quão bem recebida é a mensagem da Bíblia em um lugar como esse, em que é tão evidente o pleno impacto da miséria, da doença e da imperfeição humanas.

      Por fim, na última noite, depois de minha família ter deixado a enfermaria, senti grande conforto em orar. Devo ter dormido com a minha Bíblia na mão, pois, na manhã seguinte, ainda estava na minha cama quando recebi uma injeção para me fazer dormir. Essa foi a última coisa de que me lembro do dia 22 de fevereiro de 1974.

      Recuperação

      Despertei vários dias depois, na sala de tratamento intensivo, bastante atordoado. A primeira coisa de que me lembro foi de ver minha esposa aproximar-se de minha cama, sua roupa sendo completada com máscara, avental e touca. Só permitiram que ela ficasse alguns minutos, devido ao alto risco de infecção. Mas, lembro-me de que ela comentou: “Espero que você se tenha comportado bem.” Assegurei-lhe que eu não tinha outro jeito, com tubos e canos grudados pelo corpo todo.

      O médico solicitara que minha esposa não ficasse no hospital no dia da operação, prometendo que ele telefonaria imediatamente depois que esta terminasse, o que fez. Assegurou-lhe que eu passava bem. A inteira operação demorara cinco horas, e tinha sido feita com êxito sem sangue, o que, conforme disse o médico, “era um passo adiante em sua experiência”.

      O feito em si foi classificado, não como “grande” cirurgia, mas como cirurgia “maciça”. A equipe operatória tomou cuidados especiais, eu só perdendo cerca de meio litro de sangue durante a operação. Outro meio litro, mais ou menos, drenou pelos cateteres que saíam do tórax inferior, tendo sido deixados obviamente para este fim.

      No segundo dia depois da operação, eu aparentemente senti confusão mental. No entanto, isto só era temporário. Depois de ser levado de novo para a enfermaria dos recém-operados, no quarto dia, logo depois comecei a sentar-me e notar as coisas, embora ainda estivesse muito fraco, fisicamente.

      Duas semanas depois da operação, recebi alta. Daí, uma semana depois, antes de tomar o jato de volta para casa, fiz minha última visita ao cirurgião encarregado da equipe cirúrgica. Isto era para o exame e check-up usuais. O médico mostrou interesse no meu progresso, e disse que entraria em contato com meu médico local em Perth, Austrália ocidental. Deixei com ele uma Bíblia e o livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna, ele me garantindo que os leria.

      Embora ainda receba a pensão como enfermo, espero voltar de novo a trabalhar no futuro próximo. Minha saúde melhorou consideravelmente. Nado todo dia, jogo golfe e calculo que já andei por volta de 3.200 quilômetros desde que tive alta hospitalar.

      Refletindo, posso afirmar com sinceridade que os últimos dois anos foram os mais recompensadores da minha vida. Na verdade, a firma em que trabalhava por vinte anos me despediu, considerando que eu apresentava riscos para o futuro. Nessa ocasião eu estava doente demais para me aborrecer com isso. Mas, desde então tenho gozado uma abundância de experiências espiritualmente recompensadoras e vim a ter maior apreço por muitas coisas.

      Por exemplo, adquiri maior entendimento e compaixão pelos doentes, enfermos e idosos. Acima de tudo, porém, a vida agora tem propósito e significado mais reais do que antes. Não consigo achar palavras para expressar o amor que sinto por meu Deus, Jeová.

      Seis meses após a operação, consegui reiniciar meu testemunho de casa em casa, acompanhado de minha esposa. Quase que invariavelmente, um morador nos convidava a entrar, e tínhamos a oportunidade de sentar e considerar duma poltrona a finalidade de nossa visita. Falar a outros sobre nossa maravilhosa esperança, baseada na Bíblia, tem sido deveras edificante e recompensador.

      Embora, nas circunstâncias atuais, minha expectativa de vida seja reduzida, e, em sentido comercial, eu apresente riscos, o que continua a me fortalecer é o conhecimento seguro de que Deus propôs que os humanos usufruam a vida com saúde perfeita sob a regência de seu Reino. A promessa da Bíblia para os que hão finalmente de viver sob a regência de Deus é que ele “enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram”. (Rev. 21:4) — Contribuído.

      [Nota(s) de rodapé]

      a Veja o artigo “Ataque Cardíaco — Enfrentando Nossa Praga Moderna”, na Despertai! de 22 de janeiro de 1976.

      [Foto na página 20]

      Nado diariamente, e minha saúde melhorou consideravelmente.

  • A minhoca — um servo muito proveitoso
    Despertai! — 1977 | 8 de maio
    • A minhoca — um servo muito proveitoso

      A MINHOCA com certeza teria muita dificuldade em ganhar um concurso de popularidade. Por milhares de anos, o termo “minhoca” tem sido um termo de desprezo. Um antigo compositor disse certa vez: “Eu sou verme, e não homem, vitupério para os homens e desprezível para o povo.” (Sal. 22:6) No entanto, apesar da baixa estima em que é tida, a minhoca desempenha um papel altamente proveitoso na manutenção da vida neste planeta.

      Há mais de 1.800 diferentes variedades de minhocas. Algumas ficam à vontade nos Andes, numa altitude de cerca de 4.500 metros ou mais. Outras seguem sua rotina diária na lama que jaz até a 55 metros abaixo da superfície dum lago. Tais criaturas podem ser encontradas em montes de adubos compostos.

      As minhocas variam consideravelmente de tamanho. Uma espécie, quando contraída, mede cerca de 2,5 centímetros. Mas, daí há uma variedade australiana que, quando plenamente contraída, pode ter de 90 centímetros a 1,20 metros de comprimento. E, quando estendida, uma dessas enormes minhocas pode medir de 3 a 3,70 metros.

      Que dizer da cor? Talvez esteja bem familiarizado com a minhoca comum, de cor castanho-avermelhada. Mas, há também variedades verdes, púrpuras e branco-acinzentadas.

      Exame de Perto Duma Variedade Comum

      A minhoca comum mede cerca de 25 centímetros. Consiste em cerca de 120 (ou até 150) segmentos cilíndricos. Se perderem alguns destes segmentos, talvez por serem apanhados por uma ave, eles se regeneram. No entanto, tal regeneração tem limites. Assim, cortar a minhoca ao meio não resulta em duas minhocas separadas. Cada segmento, com a exceção do primeiro e do último, acha-se equipado de oito pêlos rijos conhecidos como “cerdas”. Por meio dessas cerdas a minhoca consegue agarrar-se bem ao solo através do qual se arrasta. Os músculos longitudinais dessa criatura a habilitam a contrair-se ou esticar-se. Com os músculos circulares, pode fazer seu corpo tubular encolher-se ou expandir-se. Cinco pares de corações fazem parte do sistema circulatório da minhoca.

      Diferente de muitas outras criaturas, as minhocas não têm olhos, nem ouvidos, e nem pulmões ou branquias. Como conseguem passar sem tais aparelhos valiosos? A pele acha-se suprida de células sensíveis à luz. Assim, quando exposta à luz brilhante, a minhoca rapidamente se

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