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  • Sebate
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    • das chuvas pesadas, mas ainda é uma época de grandes precipitações pluviais. As temperaturas médias vão de c. 7, 2°C, em Jerusalém, a cerca de cinco graus centígrados a mais ao longo da costa do Mediterrâneo. As flores rosas e brancas da amendoeira são as primeiras a abrilhantar o panorama hibernal e a anunciar a aproximação da primavera setentrional.

  • Sebe
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    • SEBE

      Os pomares e os vinhedos eram comumente cercados por sebes compostas de plantas espinhosas, a fim de preservá-los de ladrões e das depredações causadas por animais. (Isa. 5:5) As Escrituras empregam a expressão ‘erguer uma sebe’ em sentido figurado para indicar a proteção dada. (Jó 1:10) Por outro lado, a expressão ‘cercar ao redor’ é utilizada para representar o levantamento de obstáculos ou barreiras, colocando um indivíduo, ou mesmo uma nação, numa situação desvalida ou abandonada, sem ter nenhuma saída. (Jó 3:23; Osé. 2:6; compare com Jó 19:8; Lamentações 3:7-9.) Com referência à corrupção moral que existia entre os israelitas dos seus dias, Miquéias escreveu que “o mais reto deles é pior do que uma sebe de espinhos”, isto é, espinhento, prejudicial e daninho. —  Miq. 7:4; veja Sarças, Sebe de Sarças.

  • Sebe De Sarças
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    • SEBE DE SARÇAS

      Veja SARÇAS, SEBE DE SARÇAS.

  • Sebna
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    • SEBNA

      Um oficial do Rei Ezequias. Em certa época, Sebna era o “mordomo . . . que está sobre a casa”, presumivelmente de Ezequias, uma posição influente. Jeová, contudo, orientou Isaías a denunciar Sebna, profetizando que ele seria ‘empurrado do seu posto’, pelo visto por causa do seu orgulho e por cobiçar a glória, o que se revelava por construir para si mesmo uma sepultura conspícua. Sua veste comprida, sua faixa e seu domínio, junto com “a chave da casa de Davi” foram dadas, em vez disso, ao ‘servo de Deus, Eliaquim’. — Isa. 22:15-24.

      Sebna não foi despojado de todos os privilégios, contudo, uma vez que, quando Senaqueribe ameaçou Jerusalém, em 732 AEC, e Eliaquim se tornara o mordomo, ou ecônomo, Sebna era o secretário real enviado junto com Eliaquim e o cronista, para falarem a Rabsaqué desde a muralha. Com as roupas retalhadas, eles relataram novamente a Ezequias o que tinha sido dito, e foram então a Isaias, para indagar a Jeová. — 2 Reis 18:18 a 19:7; Isa. 36:3 a 37:7.

  • Secretário
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    • SECRETÁRIO

      Geralmente um oficial designado, perito em escrever e em cuidar de registros. A palavra hebraica sophér pode ser vertida de vários modos, tais como “secretário”, “escriba” e “copista”.

      Em Israel, pelo menos às vezes havia um confiável oficial da corte, de alta categoria, chamado de o “secretário do rei”, ou de o “secretário”. (2 Crô. 24:11; 2 Reis 19:2) Não era simplesmente um escriba, como um que seria utilizado na simples feitura de documentos, ou um copista da Lei. (Juí. 5:14; Nee. 13:13; compare com 2 Samuel 8:15-18; 20:23-26; veja CRONISTA [ESCRIVÃO]; ESCRIBA.) Vez por outra, o secretário do rei cuidava dos assuntos financeiros (2 Reis 12:10, 11), e falava como representante do rei, numa condição similar a de um ‘ministro das relações exteriores’. (Isa. 36:2-4, 22; 37:2, 3) Sob a regência de Salomão, dois dos “príncipes” são citados nominalmente como secretários. — 1 Reis 4:2, 3; compare com 2 Crônicas 16:11; 34:13.

      Em aditamento ao “secretário do rei”, a Bíblia menciona o secretário da “casa de Jeová” (2 Reis 22:3), “do chefe do exército” (2 Reis 25:19; Jer. 52:25), e “dos levitas”. (1 Crô. 24:6) Baruque era um secretário-escriba de Jeremias. — Jer. 36:32.

  • Secretário, Tinteiro De
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    • SECRETÁRIO, TINTEIRO DE

      Veja CRONISTA, (ESCRIVÃO), TINTEIRO DE.

  • Seda
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    • SEDA

      Um produto de várias espécies de lagartas, e, em especial, do bicho-da-seda, que se alimenta de folhas da amoreira e emite um fluido que se endurece em filamentos, resultando na formação dum casulo. A seda é a mais forte das fibras naturais e tem sido empregada desde os tempos bíblicos para a fabricação de tecidos lindos e leves. Tecidos de seda, considerados pelos arqueólogos como tendo sido entretecidos há mais de 2.200 anos, foram encontrados nos túmulos existentes em um cemitério fenício do distrito de Melita, perto de Sabrata, Líbia.

      A sericicultura parece ter tido sua origem na China, e ter-se difundido dali para outras terras, tais como a índia. Os gregos chamavam a seda de serikón, assim ligando-a com os “seres” (geralmente identificados como os chineses). A seda é alistada na Escritura entre os artigos custosos comprados por “Babilônia, a Grande”. — Rev. 18:2, 11, 12.

  • Sedição
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    • SEDIÇÃO

      [Gr. , stásis, um levantar-se ou uma recusa de obedecer, tal como uma sublevação popular, uma insurreição, sedição, alvoroço (Mar. 15:7; Luc. 23:19, 25); ou, num sentido mais particular, dissensão, controvérsia, às vezes abrangendo a idéia de violência (Atos 15:2; 23:7, 10)].

      Sob a Lei Romana, era ofensa capital empenhar-se em sedição, ou promover ou tomar parte num motim. Assim, o escrivão da cidade alertava a turba amotinada em Éfeso sobre o perigo que corriam, ao dizer: “Nós estamos realmente em perigo de ser acusados de sedição pela questão de hoje, não existindo nem uma única causa que nos permita apresentar uma razão para esta turba desordenada.” (Atos 19:40) E a acusação de Tértulo perante o governador romano Félix de que Paulo estava ‘atiçando sedições entre todos os judeus’ era gravíssima. Se julgado culpado, Paulo teria sido punido com a morte. — Atos 24:5.

  • Sefelá
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    • SEFELÁ

      [baixada]. Designativo que geralmente é aplicado à região de colinas baixas existente entre a cordilheira central da Palestina e as planícies litorâneas da Filístia. (Deut. 1:7; Jos. 9:1; 10:40; 11:2; 12:8; Juí. 1:9; 2 Crô. 28:18; Obd. 19; Zac. 7:7) A Sefelá era uma das regiões do território consignado a Judá. (Jos. 15:33-44) Embora atinja uma altitude de c. 450 m, é uma “baixada” (compare com Jeremias 17:26; 32:44 ; 33:13, onde o termo shepheláh aparece no texto hebraico), quando comparada com a cordilheira central muito mais elevada. A Sefelá margeava o Negebe, ao S (Juí. 1:9), e os montes de Samaria (mais além da planície de Aijalom) ao N. — Jos. 11:16.

      Os vales que dividem os ondeados sopés das colinas desta região serviam como rotas naturais para se viajar na direção E-O. A Sefelá é fértil, e predomina ali um clima temperado. Antigamente, a região se notabilizava por seus muitos bosques de sicômoros e olivais. Também provia pastagem para rebanhos e manadas. — 1 Reis 10:27; 1 Crô. 27:28; 2 Crô. 1:15; 9:27; 26:10.

      A Sefelá associada com a “região montanhosa de Israel” (Jos. 11:16) é, talvez, a região colinosa situada entre os montes de Samaria e a planície de Sarom. Esta área é mais estreita e menos diferente das outras que a Sefelá de Judá. Não existe base para se encarar a distinção entre Judá e Israel, no capítulo 11 de Josué, como anacronismo. Uma nota de rodapé num comentário feito por C. F. Keil e F. Delitzsch observa: “A distinção . . . pode ser explicada sem dificuldades mesmo à base das circunstâncias existentes no próprio tempo de Josué. Judá e a dupla tribo de José (Efraim e Manassés) receberam por sorte a sua herança, antes de quaisquer das outras. Mas, ao passo que a tribo de Judá se dirigia para o território que lhe fora consignado no S, todas as demais tribos ainda permaneciam em Gilgal; e, mesmo num período posterior, quando Efraim e Manassés se achavam em suas possessões, todo o Israel, com a exceção de Judá, ainda se achava acampado em Silo. Ademais, as duas partes daquela nação achavam-se então separadas pelo território que, posteriormente, foi consignado à tribo de Benjamim, mas que, nessa época, não dispunha de nenhum dono; e, além disto, o altar, o tabernáculo, e a arca do pacto achavam-se no meio de José e das outras tribos que ainda estavam congregadas em Silo.” — Biblical Commentary on the Old Testament (Comentário Bíblico Sobre o Velho Testamento; Josué, Juízes, Rute), pp. 124, 125.

  • Segredo Sagrado
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    • SEGREDO SAGRADO

      [Gr., mystérion, de myéo, iniciar, instruir em coisas desconhecidas previamente; é empregado como termo técnico para as antigas religiões místicas. Por conseguinte, mystérion significa primariamente aquilo que é conhecido pelos iniciados]. Nas antigas religiões místicas que floresceram na época da primitiva congregação cristã, os que desejassem participar em celebrações místicas tinham de ser iniciados; aos não-iniciados se negava tanto o acesso às chamadas ações sagradas como o conhecimento delas. Os iniciados nelas se comprometiam, por um juramento de silêncio, a não revelar os segredos. No entanto, havia também um emprego secular, “cotidiano”, dessa palavra, tal como para um segredo particular, um segredo entre amigos, os segredos familiares, etc. O apóstolo Paulo emprega myéo neste último sentido, quando ele afirma: “Aprendi o segredo [literalmente: “Fui. iniciado nos segredos”] tanto de estar suprido como de ter fome, tanto de ter abundância como de sofrer carência.” — Fil. 4:12.

      O SEGREDO DE DEUS DIFERE DAS RELIGIÕES MÍSTICAS

      A respeito do termo grego mystérion, An Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento; Vol. III, p. 97), de W. E. Vine, explica: “No N. T. [Novo Testamento] ele denota, não o misterioso (como no caso da palavra em inglês, mysterious), mas aquilo que, estando fora do âmbito da apreensão natural desassistida, somente pode tornar-se conhecido pela revelação Divina, e é dado a conhecer dum modo e num tempo designados por Deus, e somente àqueles que são iluminados pelo Seu Espírito. No sentido comum, um mistério subentende conhecimento retido; seu significado bíblico é a verdade revelada. Por isso, os termos especialmente ligados ao assunto são ‘tornar conhecido’, ‘manifestado’, ‘revelado’, ‘pregado (proclamado)’, ‘entender’, ‘dispensação’.”

      Os segredos sagrados de Deus, e outros “mistérios” da Bíblia, tais como o a respeito de Babilônia, a Grande, são coisas, portanto, que não serão mantidas em segredo para sempre, mas deviam ser reveladas por Jeová Deus em seu próprio tempo aos que se voltam para ele e para aqueles a quem ele decide revelá-las. O apóstolo Paulo discute este aspecto dos assuntos em 1 Coríntios 2:6-16. Ali, ele menciona o “segredo sagrado” de Deus como “sabedoria escondida”, revelada por meio do espírito de Deus a seus servos cristãos; é algo que o espírito do mundo ou a sabedoria humana dos homens físicos não pode compreender, mas que é proferida e entendida por aqueles que ‘combinam assuntos espirituais com palavras espirituais’. Jesus Cristo, anteriormente, indicou a seus discípulos: “A vós tem sido dado o segredo sagrado [Gr., mystérion] do reino de Deus, mas, para os de fora, todas as coisas ocorrem em ilustrações, a fim de que, olhando, olhem mas não vejam, e, ouvindo, ouçam mas não compreendam o sentido disso, nem jamais se voltem e se lhes dê perdão.” — Mar. 4:11, 12; Mat. 13:11-13; Luc. 8:10.

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