De Nossos Leitores
Dirigir com Segurança
Queiram aceitar nossos cumprimentos pelos recentes artigos sobre “Dirigir com Segurança”. (8 de janeiro de 1988) Seria muito apreciado se tivessem mencionado outros perigos, por exemplo, fumar ao dirigir, tomar várias drogas, e, em especial, as incluídas em alguns remédios receitados, sendo que todas elas reduzem o domínio que o motorista tem do veículo. Também, deveriam definitivamente advertir sobre outros fatores, tais como sono atrasado, refeições pesadas, com ou sem abundantes bebidas, brigas de família, filmes que mostram carros em disparada, visão ruim, e a falta de exercício.
R. G., França.
Ao passo que algumas das coisas acima mencionadas foram comentadas em nossos artigos, elas bem que merecem ser frisadas. Dirigir com segurança exige que o motorista se mantenha inteiramente alerta ao que acontece na estrada, habilitando-o a reagir prontamente a qualquer situação que possa surgir. — RED.
Ao passo que seus artigos promoveram a direção boa e segura de veículos, fiquei surpreso de os senhores não terem recomendado ‘usar o cinto’. Isso também deveria ser um bom hábito para se dirigir com segurança. Em seu artigo “Por Que Apertar Seu Cinto de Segurança?” (8 de junho de 1978, edição em inglês), os senhores citaram um informe canadense que concluía que ‘as probabilidades de sobrevivência dum motorista que usa cinto, numa colisão, são dez vezes maiores do que as do motorista sem cinto’, e um informe sueco que concluía que “o total de pessoas feridas, entre os que usam o cinto, era a metade do das pessoas sem cinto, em qualquer velocidade”.
C. S., Estados Unidos.
Concordamos plenamente sobre a importância vital de se usar cintos de segurança. Em muitos estados dos EUA, e em outros países, a lei exige tal uso, e todos nós, não importa onde vivamos, deveríamos adotar esta razoável medida de segurança, por respeito ao dom da vida. — RED.
Teologia da Libertação
Em sua edição sobre “A Teologia da Libertação” (8 de novembro de 1987), os senhores publicaram uma ilustração que difama a Igreja Católica, e me senti ofendido de ver a cruz representada sob a forma de metralhadoras. Isto desonra a cruz, na qual Jesus Cristo, nosso Salvador, foi crucificado.
J. V., Estados Unidos.
Mostrar metralhadoras em forma de cruz é um símbolo impressionante das derradeiras conseqüências da teologia da libertação, que afirma ser cristão usar, como último recurso, a violência para libertar os oprimidos. O que desonra a Cristo não é o termos imprimido este símbolo; em vez disso, o que o desonra são as ações daqueles que advogam a violência armada em nome de Cristo. Os métodos da teologia da libertação são contrários aos ensinos de Jesus. Declarou ele: “Meu reino não faz parte deste mundo. Se o meu reino fizesse parte deste mundo, meus assistentes teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, assim como é, o meu reino não é desta fonte.” (João 18:36) Ele ensinou a seus seguidores: “Todos os que tomarem a espada perecerão pela espada.” (Mateus 26:52) Ele advogou o respeito pelos governos existentes, declarando: “Portanto, pagai de volta a César as coisas de César, mas a Deus as coisas de Deus.” (Mateus 22:21) E ele ensinou a seus seguidores que se voltassem para o Reino de Deus, e não para os esforços humanos, para o alívio da opressão. (Mateus 6:9, 10; Salmo 72:1, 2, 4, 11-14) É por seguir a tais ensinos que honramos a Jesus Cristo. — RED.