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A proclamação das boas novas produz frutos no mundo inteiroA Sentinela — 1974 | 15 de junho
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24. (a) Que outro fator fortaleceu os colossenses para se manterem aceitáveis a Deus, e o que tiveram de fazer neste respeito? (b) Por que viveram num tempo maravilhoso para desenvolverem fé, e, assim, por que se sentiram altamente favorecidos?
24 Há dezenove séculos atrás, quanta “esperança” tinham estes colossenses! Era um fator vital para ajudá-los a se manter aceitáveis a Deus, mediante Cristo; e por este forte motivo, o apóstolo Paulo lembrou àqueles cristãos colossenses que não fossem “deslocados da esperança daquelas boas novas que ouvistes e que foram pregadas em toda a criação debaixo do céu”. (Col. 1:22, 23) Os cristãos colossenses, muitos dos quais, sem dúvida, eram conversos das nações pagãs, viviam num tempo muito maravilhoso, quando particularidades secretas dos propósitos de Deus foram manifestadas pela primeira vez, tornando possível que os crentes tementes a Deus se aproveitassem de tal manifestação. Com toda a certeza, estes crentes colossenses devem ter-se sentido altamente favorecidos neste respeito, quando o apóstolo Paulo lhes escreveu e disse que ele fora feito ministro “para pregar plenamente a palavra de Deus, o segredo sagrado que estava escondido dos sistemas passados de coisas e das gerações passadas. Mas agora tem sido manifesto aos seus santos, a quem Deus se agradou de dar a saber quais são as riquezas gloriosas deste segredo sagrado entre as nações. É Cristo em união convosco, a esperança da sua glória.” — Col. 1:25-27.
25. O que significava a declaração de Paulo para com os crentes lá naquele tempo e que qualidades cristãs promovia tal esperança nos colossenses?
25 Isto significava que, pela primeira vez, existia tal arranjo sagrado como “Cristo em união” não só com os crentes judeus, mas também com crentes de todas as nações não-judaicas ou gentias, pagãs. Cristo estando então em união com todos estes fornecia a base para uma notável esperança, “a esperança da sua glória”. Portanto, esta esperança era sua participação com Cristo, o Messias, no seu reino celestial, para a bênção eterna de toda a humanidade. Que qualidades cristãs excelentes são assim produzidas por tal esperança! O apóstolo Paulo disse que o amor e a fé dos colossenses eram “por causa da esperança que está sendo reservada para vós nos céus”. (Col. 1:4, 5) Tal esperança maravilhosa existe hoje!
26. No tempo atual, qual é a esperança das testemunhas cristãs de Jeová quanto a uma regência, e para que fim?
26 Então, qual é a esperança das testemunhas cristãs de Jeová neste tempo de transformação social e confusão política do mundo? É a esperança de se tornar o rei ou a rainha da Inglaterra? É a de se tornar o presidente da República Francesa? É a de se tornar o primeiro-ministro da Alemanha Ocidental? É a de se tornar presidente do partido comunista da Rússia soviética? É a de tornar-se governador do Estado de Nova Iorque ou de qualquer outro estado dos Estados Unidos da América? Nada disso! A esperança das testemunhas cristãs não é ocupar tais cargos políticos em qualquer dos governos do mundo deste sistema condenado de coisas. Que os políticos da cristandade e do paganismo, que procuram cargos, ocupem tais cargos mundanos na terra, até o fim. As testemunhas de Jeová, que têm a vocação para cima, iguais aos colossenses do primeiro século, esperam obter um cargo governamental reservado para elas nos céus, em união com Jesus Cristo, o “Rei dos reis e Senhor dos senhores”. Neste reino celestial, servirão a Deus e ajudarão a abençoar toda a humanidade.
27. Quanto às Testemunhas que desejam viver na terra paradisíaca, qual é a sua esperança a respeito duma regência, e como virão a estar entre os que Deus preserva para a sua nova ordem?
27 Quanto às testemunhas cristãs de Jeová que desejam viver numa terra paradísica, pacífica e sem poluição, não têm a esperança de viver para sempre debaixo da bandeira estrelada dos Estados Unidos, nem sob a Foice e o Martelo, para todo o tempo futuro, nem sob o emblema de qualquer outra nação deste atual sistema de coisas. Sua esperança viver para sempre na terra, sob o reino celestial de Jeová Deus, o Soberano de todo o universo. Neste governo teocrático, Jesus Cristo e sua congregação glorificada regerão como reis e sacerdotes para o infindável bem-estar de toda a humanidade, viva e morta. Os que esperam um paraíso terrestre olham apenas para este Governo para livrá-los de todo o desgoverno da humanidade por Satanás, o Diabo, e todos os seus agentes, demoníacos e humanos. Por causa desta grandiosa esperança sobrepujante não têm nenhum desejo, nem ambição, de qualquer cargo político das nações terrenas. Não querem compartilhar na responsabilidade comunal pelos pecados e a corrução da política. Sabem que os que se mantêm limpos de tal aviltamento mundano serão os que Deus preservará para a sua Nova Ordem.
28. A quem se dá graças por tais “boas novas”, e que qualidades cristãs produziram para motivar os pregadores a prosseguir até o fim?
28 Graças a Jeová Deus, por meio de Jesus Cristo, por tais incomparáveis “boas novas”! Estas são as boas novas pregadas hoje a toda a criação debaixo do céu. A proclamação destas boas novas produz frutos e aumenta, por meio do poder vitorioso do Deus Todo-poderoso. Os que aceitam a semente destas boas novas, em conseqüência, cultivam no seu íntimo fé, esperança e amor, apesar de estarem num mundo afligido pela guerra. Apenas as verdadeiras “boas novas” podem produzir tais qualidades cristãs. Motivadas por estas qualidades, as testemunhas cristãs de Jeová continuarão a pregar as boas novas do reino messiânico de Deus em toda a criação debaixo do céu, até o fim desta sementeira frutífera.
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Curandeirismo — devem os cristãos procurar tais “curas”?A Sentinela — 1974 | 15 de junho
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Curandeirismo — devem os cristãos procurar tais “curas”?
EM GERAL, as pessoas da América do Norte e da Europa acham absurdas as superstições prevalecentes entre parte da população. Riem-se das crenças de que tocar em sapos produza verrugas, que dormir com a lua brilhando sobre o rosto possa tornar a pessoa lunática, e outras idéias similares. No entanto, muitas delas são igualmente supersticiosas em sentidos diferentes. Por exemplo, o medo do número “azarento” de treze impede que os hotéis tenham um décimo terceiro andar ou tal número de quarto. Além disso, muitas pessoas de destaque, até mesmo líderes políticos, consultam astrólogos e adivinhos.
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