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    Nosso Ministério do Reino — 1979 | fevereiro
    • Carta da Filial

      Prezados Publicadores do Reino:

      Todos nós ficamos maravilhados, por receber mais uma provisão destinada ao entendimento e à difusão da mensagem do Reino. No passado, muitos haviam pedido informações sobre leituras gravadas de passagens bíblicas da Tradução do Novo Mundo. Ficamos contentes de saber que foram produzidas fitas cassete gravadas do Evangelho de João e que estavam então disponíveis para o nosso uso. Por que se escolheu o Evangelho de João? Porque é cheio das palavras confortantes de Jesus que acalentam o coração e que nos movem mais e mais para junto de Jeová. É compreensível, então, porque esta é a parte das Escrituras Gregas Cristãs mais amplamente distribuída.

      Como poderão ser usadas estas gravações? Todos nós, certamente, apreciaremos e tiraremos proveito de ouvir a Palavra de Deus lida com expressão e vigor. Os doentes, confinados ao leito ou ao hospital, irão especialmente apreciá-las. Pessoas cegas, bem como as que têm a habilidade limitada de leitura, poderão fazer bom uso delas. Sem dúvida, verificarão que as fitas podem ser usadas com bom êxito numa grande variedade de situações.

      Lembrem-se de que essas fitas têm direitos autorais reservados. Qualquer duplicação ou distribuição comercial, ou que vise o lucro, seria uma infração dos direitos autorais. Isso não necessariamente se aplicaria no caso de alguém fazer uma cópia para uso pessoal.

      As Boas Novas Segundo João gravadas em fitas cassete, é deveras uma provisão amorosa de Jeová. Usem esta provisão para aumentar seu apreço pela Bíblia.

      Deveras, o Congresso “Fé Vitoriosa” enriqueceu muito a nossa vida. Aumentou e aprofundou nosso apreço pelo privilégio de fazermos parte da única verdadeira fraternidade universal na face da terra, uma fraternidade unida em inquebrantável amor — amor a Deus e a seu Filho, à verdade, ao que é direito e uns aos outros. À medida que todos nós continuamos a ‘ter sempre bastante para fazer na obra do senhor’ será um modo de mantermos nossa união fraternal e fé vitoriosa. Assim como declarou Jesus, “nisto é glorificado o meu Pai, que persistais em dar muito fruto e vos mostreis meus discípulos”. — João 15:8.

      Enviamos-lhes nosso amor cristão.

      Seus irmãos,

      ESCRIT. DA SOCIEDADE, SÃO PAULO

  • ‘Tenha sempre bastante para fazer na obra do Senhor’
    Nosso Ministério do Reino — 1979 | fevereiro
    • ‘Tenha sempre bastante para fazer na obra do Senhor’

      1 Todos nós, diariamente, temos muito o que fazer. Cada dia nos confrontamos com muitas responsabilidades, todas elas competindo pelo nosso tempo. As necessidades da família e o trabalho secular, em si, já nos mantêm bem ocupados. Além do mais, gostaríamos de participar plenamente nas atividades da congregação, que incluem reuniões, estudo pessoal e participação na obra de pregação. Sentindo-nos incapazes de fazer justiça a cada responsabilidade, às vezes sentimo-nos desanimados.

      2 Ter um horário bem ocupado, contudo, não é novidade para os servos de Deus. O apóstolo Paulo deu a entender que tinha um horário bem ocupado quando falou da ansiedade pelas congregações que “de dia a dia me assedia”. (2 Cor. 11:28) Não obstante, ele sempre encarava as coisas de modo positivo, discernindo com apreço os benefícios subjacentes. Esse apreço o moveu a admoestar seus irmãos a ‘ter sempre bastante para fazer na obra do Senhor’. — 1 Cor. 15:58.

      3 Também é bom que encaremos as coisas dum modo positivo. Manter-se atarefado com a atividade do Reino serve de proteção. Existe perigo em estar ‘desocupado’. (1 Tim. 5:13) A inatividade é um campo fértil para as sementes da queixa e da displicência. Insta-se conosco para que fixemos nossas “mentes em manter obras excelentes”. (Tito 3:8) Aqueles que estão enfronhados em atividades proveitosas raramente têm tempo para dedicar-se a coisas infrutíferas, para abrigar ressentimentos, preocupar-se com seus enganos ou se envolver em conduta errada.

      4 Ter bastante para fazer também protege a congregação. Às vezes, pessoas que não têm a motivação correta se associam com a congregação. Mas quem não é sincero, ou tem a motivação errada não vai demorar-se muito onde há muita boa obra a fazer. Isto salvaguarda a congregação, colaborando para garantir que todos os que estão nela são dedicados de todo coração. Individualmente nos ajuda, também, a nos fortalecer espiritualmente, por exercermos e desenvolvermos nossa faculdade da razão e capacidade de raciocínio. — Heb. 5:14.

      5 Termos sempre bastante para fazer nos ensina algumas lições vitais. Designações para ajudar outros lembram-nos a pensar nos outros e em suas necessidades, à frente das nossas. A disposição de aceitar responsabilidades e obedecer a instruções nos ajuda a aprender o significado da humildade. Trabalhar lado a lado com outros fornece lições valiosas de paciência e amor fraternal. Apegarmo-nos a um trabalho até ao seu término ensina-nos a ser fiéis e a apreciar o valor da perseverança, bem como nos recorda que precisamos esforçar-nos “vigorosamente”, se havemos de merecer a bênção de Jeová. — Luc. 13:24.

      6 Mostrarmo-nos à altura do que se espera de nós significa que teremos de continuar ‘trabalhando arduamente e nos esforçando’. (1 Tim. 4:10) Entretanto, há grande recompensa no conhecimento de que Deus se agrada bem de tais esforços. Ter sempre bastante para fazer no serviço de Jeová pode ajudar-nos a ser contados entre os servos fiéis que ‘receberão muitas bênçãos’. — Pro. 28:20.

      7 Jesus Cristo deu notável exemplo de ter sempre bastante para fazer na obra designada a ele por Jeová. Se seguimos a liderança de Jesus, devemos igualmente estar plenamente absortos em fazer a vontade de Deus. Significa viver segundo a Declaração de Nossa Fé, tão enfaticamente apresentada na assembléia. Ao olharmos para o mundo, o que é que vemos? Vemos em toda a parte a violência e os frutos amargos que a regência de Satanás tem produzido; observamos a cegueira espiritual e a óbvia confusão da parte daqueles que fazem parte de Babilônia, a Grande; a frustração dos que se deixaram enlaçar pelo materialismo e a corrução resultante de se semear visando a carne. Ao observarmos estas coisas, todos nós devemos concordar de que o proceder mais sábio na vida é o de servir a Jeová Deus e de colocar os interesses do Reino em primeiro lugar em nossas vidas. Quão gratos devemos ser por termos a verdade, a esperança do Reino e pelo privilégio que temos de servir a Jeová Deus, nossos irmãos e aqueles que ainda estão procurando a verdade. Portanto, nunca devemos dar as costas Àquele que fez tanto por nós, que deu significado e objetivo à nossa vida. “Assim, não desistamos de fazer aquilo que é excelente, pois ceifaremos na época devida, se não desfalecermos.” — Gál. 6:9.

  • Os que ‘adquirem uma posição excelente’
    Nosso Ministério do Reino — 1979 | fevereiro
    • Os que ‘adquirem uma posição excelente’

      1 Com relação aos servos ministeriais, Paulo escreveu: “Pois os homens que ministram de maneira excelente estão adquirindo para si uma posição excelente e muita franqueza no falar na fé, em conexão com Cristo Jesus.” (1 Tim. 3:13) O apóstolo estava assim explanando não um pré-requisito para se ser servo ministerial, mas os benefícios de quando tal irmão ministra ou cumpre com seus deveres de maneira excelente.

      2 A Bíblia fixa padrões elevados para o servo ministerial. (1 Tim. 3:8-10, 12) Os irmãos recomendados assim devem estar à altura deles. Tornar-se servo ministerial não é coisa rotineira; não é como se cada varão adulto, batizado, devesse ter essa posição como uma espécie de título honorífico. Servos ministeriais devem ser homens exemplares, espirituais.

      3 Atos 6:1-6 ilustra como devem ser tais homens. (Despertai!, 8/9/77 p. 21) De modo a se concentrarem na Palavra, os apóstolos precisavam de ajuda para se desincumbirem de deveres que eram importantes, mas que podiam ser manejados por outros homens qualificados. Eles selecionaram homens “cheios de espírito e de sabedoria”. Conseqüentemente, seriam dignos da confiança da congregação. A seleção deles não era apenas para cuidarem de trabalhos servis ou para encorajá-los; era um privilégio, por meio do qual podiam trabalhar arduamente, servindo a congregação.

      4 Servos ministeriais atualmente, ajudam a cuidar de muitas obrigações necessárias que envolvem o Salão do Reino, distribuem suprimentos, e ajudam os anciãos a conservar registros e com as contas. Trabalham assim em benefício de seus irmãos e irmãs. Se se derem conta de que é isso que estão fazendo, serão conscienciosos ao se desincumbirem de suas responsabilidades. Em vez de

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