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  • Por que o visitam as Testemunhas de Jeová repetidas vezes?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de novembro
    • As testemunhas de Jeová continuarão a visitar seu lar, porque têm perante Deus a obrigação de dar ao povo o aviso do que vem no futuro. Querem livrar a sua própria alma, e desejam de coração ajudar a quantos puderem para fazer o mesmo. Têm a sincera esperança de que sobreviva ao fim deste sistema de coisas para usufruir a vida real na terra, sob o governo messiânico de Deus.

  • Nossa recordação dos falecidos
    A Sentinela — 1972 | 1.° de novembro
    • Nossa recordação dos falecidos

      É DEUS QUEM LEVA NOSSOS ENTES QUERIDOS?

      O QUE DIZ SOBRE ISSO A PALAVRA DE DEUS?

      A MORTE do homem não é coisa natural, pois o homem não foi criado para morrer. Não era este o propósito de seu Criador para ele. Por isso, a morte causa tristeza pela perda sentida profundamente pelos parentes e amigos sobreviventes. Recordamos nossos entes queridos, sua personalidade, sua cordialidade, seu amor e suas esperanças, e isto nos entristece.

      Quando alguém morre, sofremos uma perda permanente? Deve a tristeza causada pela morte ser causa de profundo pesar e de desespero? As Escrituras respondem que os que crêem em Deus não devem ser “pesarosos como os demais que não têm esperança”. Por que não? Porque Deus fez uma provisão amorosa que nos consola grandemente. — 1 Tes. 4:13, 14; 2 Cor. 1:3, 4.

      Então, podemos dizer corretamente que Deus “levou” o falecido? Não, porque a morte é chamada de “inimigo” na Bíblia, e Deus não coopera com os inimigos da humanidade. Ao contrário, promete destruir tanto a morte como todos os outros inimigos do homem. — 1 Cor. 15:26.

      ORIGEM E DESTRUIÇÃO DA MORTE

      Como veio a existir a morte! Surgiu por motivo da própria desobediência do homem a Deus, para a qual o Diabo contribuiu. Adão rebelou-se contra Deus. Por isso, “por intermédio de um só homem entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado”. — Rom. 5:12; Gên. 2:17; 3:19.

      É natural sentir-se aflito com a condição dos falecidos. Onde é que estão! poderá perguntar. A Bíblia diz que estão no Seol ou Hades. Estas duas palavras, nas Escrituras Hebraicas e nas Gregas respectivamente, significam a mesma coisa: a sepultura comum da humanidade. Os que estão na Seol (Hades) estão realmente mortos, e não estão sofrendo. “Não estão cônscios de absolutamente nada.” “Não há trabalho, nem planejamento, nem conhecimento, nem sabedoria no Seol”, dizem as Escrituras. (Ecl. 9:5, 10; Gên. 42:38) O próprio Jesus esteve lá por partes de três dias. O apóstolo Pedro disse que Jesus esteve no Hades, mas não foi abandonado por Deus, porque Deus o ressuscitou. — Atos 2:31, 32.

      Jesus comparou a condição de seu amigo Lázaro na morte à inconsciência do sono. Disse aos seus discípulos: “Eu viajo para lá para o despertar do sono.” Quando seus discípulos não compreenderam, “Jesus disse-lhes francamente: ‘Lázaro morreu’”. Não há registro de que Lázaro descrevesse qualquer sensação de consciência durante os seus quatro dias no estado da morte. — João 11:11-14.

      A prometida destruição da morte, por meio do sacrifício resgatador de Jesus Cristo, oferece uma esperança a todos nós os que perdemos entes queridos. Naturalmente, requer mais do que apenas a destruição da morte para se ajudar os falecidos. Exige também trazê-los de volta e dar-lhes vida. Visto que o sacrifício de Cristo é “por todos”, precisa de algum modo beneficiar bilhões de humanos falecidos. (1 Tim. 2:5, 6) E beneficiará. Deus promete não só destruir a morte, mas também o Seol-Hades, a sepultura comum!

      Isto significa a destruição dos cemitérios. Como se fará isso, Por serem esvaziados dos mortos retidos implacavelmente na sepultura. Deus promete: “Da mão do Seol os remirei; da morte os recuperarei. Onde estão os teus aguilhões, ó morte? Onde está a tua qualidade destrutiva, ó Seol?” (Osé. 13:14; 1 Cor. 15:55) O apóstolo João, ao descrever sua visão, disse: “O mar entregou os mortos nele, e a morte e o Hades entregaram os mortos neles, e foram julgados individualmente segundo as suas ações. E a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo.” — Rev. 20:13, 14.

      A MEMÓRIA DE DEUS E A RESSURREIÇÃO

      Isto significa a ressurreição de nossos entes queridos dentre os mortos. Quanta bênção! Que esperança e consolo maravilhosos! Faz-se isso por meio da memória e do poder de Deus. Jó orou a Deus para que o escondesse no Seol e depois de um tempo se lembrasse dele. (Jó 14:13) Revelou assim que considerava os mortos a serem ressuscitados como não estando esquecidos e desaparecidos para sempre. Sem dúvida foi com tal entendimento que o malfeitor morto ao lado de Jesus pediu que fosse lembrado, quando Jesus entrasse no seu reino. — Luc. 23:42.

      Embora tenhamos sido entristecidos pela morte de alguns, pense em quanto mais Deus foi entristecido pelo estado lastimável da raça humana no pecado e na morte, já por quase 6.000 anos. (Lam. 3:33; Eze. 18:32) E quanto mais ele ama os falecidos e cuida deles é provado pela Sua lembrança deles nos mínimos pormenores e pela qualidade duradoura de sua recordação deles. Se nem mesmo um só pardal passa despercebido por Deus ou cai ao solo sem ser observado, ele certamente se lembra bem dos humanos que ressuscitará. — Mat. 10:29, 30; Luc. 12:6, 7.

      Em nosso caso, a recordação dos falecidos enfraquece aos poucos, mas isso não se dá com Deus. Entretanto, por muitos anos conseguimos recordar o suficiente as personalidades para nos lembrarmos de como eram e para desejarmos vê-las outra vez. Quanto mais se dá isso com Deus, que ama a humanidade tanto, que deu seu filho unigênito para prover a ressurreição dela. (João 3:16) Deus lembra-se de tudo, e ele pode fazer que a pessoa, a mesma personalidade, viva real e tangivelmente de novo nesta terra. Visto que Deus, se quiser, poderá saber antes do nascimento dum filho exatamente que características de personalidade terá — e a Bíblia nos fala de casos em que ele fez isso — quanto mais fácil é para Deus reconstruir o padrão de vida de tal pessoa depois de ela ter vivido e manifestado estas características. — Gên. 16:11, 12; 25:23.

      Jesus Cristo, demonstrou esta capacidade, de trazer alguém de volta dos mortos; com todas as suas características — sua plena identidade — quando ele chamou Lázaro para fora da sepultura. As células cerebrais de Lázaro certamente já se haviam então decomposto, e, de fato, seu próprio corpo à avançara bem no estado de decomposição. Sua irmã Marta disse: “Senhor, ele já deve estar cheirando, porque já faz quatro dias que está morto.” Portanto, isso exigiu a reconstrução da personalidade e do corpo para Lázaro ser trazido de volta. — João 11:39-44.

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