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  • Seol
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ed. 1962, Vol. 12, p. 27) afirma: “Visto que Seol, nos tempos do Antigo Testamento, se referia simplesmente à habitação dos mortos e não sugeria distinções morais, a palavra ‘inferno’, conforme entendida atualmente, não é uma tradução feliz.” Algumas traduções mais recentes, felizmente, em geral transliteram a palavra para o português simplesmente como “Seol” (Cheol, Sheol, Xeol, etc; veja IBB; NM; VB), ou explicam isso em notas de rodapé. (Exemplos: Al [Jó 17:16 e Salmo 139:8; BV [em Isaías]; CBC, MC e PIB, notas de Gênesis 37:35; Fi [nos Salmos]; So [Jó 11:8; 24:19].) Não existe nenhuma palavra portuguesa atualmente que transmita o sentido preciso do termo hebraico she’óhl. O significado da raiz da palavra, que goza de aceitação geral, é “inquirir, solicitar ou exigir”, e, de acordo com o hebraísta Gesenius, significa basicamente o “lugar oco” que pede ou exige tudo sem distinção, uma vez que recebe todos os mortos da humanidade dentro dele. Mais recentemente, o hebraísta L. Koehler favorece a ligação de she’óhl com uma raiz que significa “reduzir a ruínas”. [Journal of Semitic Studies (Revista de Estudos Semíticos), janeiro de 1956, pp. 19, 20]. Durante o reinado de mil anos de Jesus Cristo, o Seol é esvaziado e destruído. — Rev. 20:13, 14, onde Seol é chamado de “Hades“; veja HADES; INFERNO; SEPULCRO (SEPULTURA).

  • Sepulcro (Sepultura)
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SEPULCRO (SEPULTURA)

      A palavra portuguesa “sepulcro” (ou, “sepultura”) é em geral entendida como se aplicando a um buraco escavado na terra para ser utilizado como local de sepultamento, embora também se possa aplicar a qualquer lugar de enterro. Visto que um método comum de sepultamento entre os hebreus e outros povos orientais era através da utilização de uma caverna natural, ou um túmulo ou buraco escavado na rocha, a palavra “sepulcro” (ou “sepultura”) pode transmitir facilmente uma idéia inexata à mente do leitor ocidental dos relatos bíblicos. O termo mais amplo, e mais generalizado, “sepultura”, por conseguinte, talvez seja preferível como tradução do vocábulo hebraico qéver, a palavra comum empregada para designar um local de enterro, um sepulcro ou túmulo. (Gên. 23:7-9; Isa. 22:16) A palavra relacionada qevuráh, similarmente, pode referir-se a um sepulcro de terra ou a um túmulo escavado na rocha. — Gên. 35:20; Deut. 34:6.

      Em grego, a palavra comum para sepulcro é táphos (Mat. 28:1), relacionado com o verbo (thápto), que significa “enterrar”. (Mat. 8:21, 22) As palavras mnéma (Luc. 23:53) e mnemeíon (Luc. 23:55) referem-se a um túmulo ou a um túmulo memorial.

      Uma vez que tais vocábulos hebraicos e gregos se referem a um lugar singular de sepultamento, ou sepulcro, são amiúde empregados no plural, como se referindo a muitos de tais sepulcros. Por conseguinte, distinguem-se da palavra hebraica sheʼohlʹ e de seu equivalente grego, haídes, que se referem à sepultura comum de toda a humanidade, ou domínio da sepultura, e, assim sendo, são sempre empregadas no singular. Por este motivo, muitas traduções modernas não seguiram o costume da versão Almeida, em que as palavras sheʼohlʹ e haídes são traduzidas de forma variável por palavras tais como “inferno”, “sepulcro”, “sepultura”, “abismo”, mas, em vez disso, simplesmente transliteraram-nas para o português. — Veja HADES; SEOL.

      Sem embargo, uma vez que entrar alguém no Seol é representado como se dando através do sepultamento num sepulcro ou numa sepultura singular, as palavras que se referem a tais lugares de enterro são empregadas como termos paralelos, embora não equivalentes, a Seol. (Jó 17:1, 13-16; 21:13, 32, 33; Sal. 88:3-12) O sepulcro pode ser também representado por expressões figuradas tais como a “casa de longa duração” do homem, e, talvez, a “terra lá embaixo” (em contraste com a “terra dos viventes”), embora tais expressões possam bem referir-se ao Seol, o qual, representando o domínio da sepultura, é um termo de maior magnitude e amplitude. — Compare Eclesiastes 12:5-7 com Jó 17:13; e Ezequiel 32:24, 25 com Ezequiel 32:21.

      Em Romanos 3:13 o apóstolo Paulo cita o Salmo 5:9, assemelhando a garganta dos homens iníquos e astuciosos a “um sepulcro aberto”. Assim como um sepulcro aberto deve ser enchido com os mortos e com corrupção, sua garganta se abre para linguagem mortífera e corrupta. — Compare com Mateus 15:18-20.

      Embora o sepulcro seja assemelhado a uma cova da qual o homem deseja corretamente se ver livre, Jó traz à atenção o desespero das pessoas sofredoras que, não tendo clara esperança ou entendimento dos propósitos de seu Criador, procuram a morte e “exultam por terem achado uma sepultura”. (Jó 3:21, 22) Tal atitude se contrasta nitidamente com a dos homens que devotaram a vida ao serviço de seu Criador e que, confiantemente, abraçaram a promessa duma ressurreição. — Sal. 16:9-11; Atos 24:15; Fil. 1:21-26; 2 Tim. 4:6-8; Heb. 11:17-19.

  • Serafins
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SERAFINS

      [Heb. , seraphím]. Existem divergências de opinião da parte dos peritos quanto ao significado desta palavra. A raiz verbal da qual se deriva é saráph. De acordo com o prof. William Gesenius, esta raiz pode significar, basicamente, “sugar ou tragar, engolir, absorver”, e, por conseguinte, a respeito de fogo, “sugar, devorar”, isto é, “consumir, queimar”. Também, pode ter um significado diferente, no sentido de que pode relacionar-se com o significado árabe da palavra “ser nobre”. Certa palavra derivada desta raiz árabe significa, assim, “um nobre, príncipe”.

      Gesenius prossegue comentando o primeiro significado mencionado, referindo-se a Números 21:6 e Isaías 14:29; 30:6. Os primeiros dois textos mencionam “serpentes venenosas [nehhashím seraphím]”, e as conectam com uma “cobra ardente [saráph]” (Núm. 21:8), também mencionada em Isaías 30:6. Julga-se que estas são assim chamadas devido à inflamação ardente provocada por sua picada. Daí, referindo-se a Isaías 6:2, 6, Gesenius afirma a respeito dos serafins: “Uma ordem de anjos que assistem a Jeová, providos de seis asas. Os Rabinos, como Abulwalid e Kimchi, traduzem-na por ardentes, i.e., brilhantes anjos, . . . mas a palavra . . . possui o signif[icado] de queimar, e não de brilhar; e é, por conseguinte, melhor . . . entendê-la como príncipes, nobres do céu, que são também chamados, em outras partes, de [sarím].” Mais tarde, ele afirma a respeito do vocábulo hebraico seraphím, que, embora possa ser vertido serpentes aladas (em Isaías 6:2, 6, como alguns gostariam de fazê-lo), o sentido anterior, a saber, de príncipes, nobres, deve ser preferido, pois a palavra em outras partes é empregada apenas para uma serpente venenosa. — Hebrew and English Lexicon of the Old Testament (Léxico Hebraico e Inglês do Velho Testamento), pp. 977, 978.

      O profeta Isaías descreve para nós a sua visão (Isa. 6:1-7), dizendo: “No ano em que morreu o Rei Uzias, eu, no entanto, cheguei a ver Jeová sentado num trono enaltecido e elevado, e as orlas da sua veste enchiam o templo. Acima dele havia serafins de pé. Cada um tinha seis asas. Com duas cobria sua face, e com duas cobria seus pés, e com duas voava. E este clamou para aquele e disse: ‘Santo, santo, santo é Jeová dos exércitos. A plenitude de toda a terra é sua glória.’ . . . E eu passei a dizer: ‘Ai de mim! Pois, a bem dizer, fui silenciado, porque sou homem de lábios impuros e moro no meio de um povo de lábios impuros; pois os meus olhos viram o próprio Rei, Jeová dos exércitos!’ Em vista disto voou para mim um dos serafins, e na sua mão havia uma brasa viva que ele tirara do altar com uma tenaz. E ele passou a tocar-me a boca e a dizer: ‘Eis que isto tocou os teus lábios, e teu erro sumiu e o próprio pecado teu está expiado.’”

      Não se fornece nenhuma descrição da Pessoa Divina. Contudo, diz-se que as orlas de sua veste majestosa enchiam o templo, não deixando nenhum lugar para alguém ficar de pé ali. Seu trono não repousava no solo, mas, além de ser “enaltecido”, era “elevado”. Os serafins “de pé” pode significar “adejando”, por meio de um de seus pares de asas, assim como a nuvem estava ‘de pé’ ou pairava junto à entrada da tenda de Jeová no deserto. (Deut. 31:15) O prof. Franz Delitzsch comenta a respeito da posição dos serafins: “Os serafins não estariam, deveras, sobre a cabeça Daquele que estava sentado no trono, mas adejavam sobre o manto que pertencia Àquele, manto este que enchia o salão.” [Biblical Commentary on the Prophecies of Isaiah (Comentário Bíblico Sobre as Profecias de Isaías), p. 191] A Vulgata, em vez de dizer que “acima dele havia serafins de pé”, afirma que eles estavam de pé acima “disso” (pronome neutro, referindo-se a coisas, não a pessoas).

      POSSUEM ELEVADA CATEGORIA

      Estas poderosas criaturas celestes são anjos, evidentemente de elevadíssima posição no arranjo de Deus, uma vez que se mostra que servem ao trono de Deus. Os querubins vistos na visão de Ezequiel correspondiam aos batedores que acompanhavam o carro celeste de Deus. (Eze. 10:9-13) Esta idéia de posições de categoria ou autoridade nos céus está em harmonia com Colossenses 1:16, que fala de coisas “nos céus e na terra, as coisas visíveis e as coisas invisíveis, quer sejam tronos, quer senhorios, quer governos, quer autoridades”.

      SUA FUNÇÃO E SEU DEVER

      Não se menciona o número de serafins, mas eles clamavam uns para os outros, querendo-se evidentemente dizer que alguns estavam de cada um dos lados do trono e declaravam a santidade e a glória de Jeová num cântico antifônico, um deles (ou um grupo) repetindo depois do outro, ou respondendo ao outro com parte da declaração: “Santo, santo, santo é Jeová dos exércitos. A plenitude de toda a terra é sua glória.” (Compare com a leitura da Lei e a resposta do povo, em Deuteronômio 27:11-26.) Eles, com humildade e modéstia na presença do Supremo, cobriam os rostos com um de seus três pares de asas, e, achando-se num local santo, cobriam os pés com outro par, mostrando o devido respeito pelo Rei celeste.

      O clamor dos serafins a respeito da santidade de Deus mostra que têm que ver com que Sua santidade seja declarada, e Sua glória reconhecida em todas as partes do universo, incluindo a Terra. Um dos serafins tocou nos lábios de Isaías a fim de purificá-lo de seu pecado e de seu erro por meio duma brasa viva retirada do altar, medida esta que talvez nos forneça um indício de que seu trabalho abrange a purificação do pecado de entre o povo de Deus, tal purificação se baseando no sacrifício de Jesus Cristo sobre o altar de Deus.

      SUA FORMA VISIONÁRIA

      A descrição dos serafins como possuindo pés, asas, etc. tem de ser entendida como sendo simbólica, sua semelhança com a forma das criaturas terrestres sendo apenas representativa de capacidades que eles, serafins, possuem, ou de funções que executam, assim como Deus amiúde fala de si mesmo, de maneira simbólica, como possuindo olhos, ouvidos e outras características humanas. Mostrando que nenhum homem conhece a forma de Deus, afirma o apóstolo João: “Amados, agora somos filhos de Deus, mas ainda não está manifesto o que havemos de ser. Sabemos que, quando ele for manifestado, seremos semelhantes a ele, porque o veremos assim como ele é.” — 1 João 3:2.

  • Seraías
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SERAÍAS

      [Jeová prevalece, persiste, é príncipe].

      1. O oficial intendente do Rei Zedequias; filho de Nerias, e irmão de Baruque. (Jer. 32:12; 51:59) No quarto ano de Zedequias, 614 AEC, Seraías acompanhou Zedequias na ida para Babilônia. Jeremias lhe tinha fornecido um rolo que continha denúncias proféticas contra a cidade de Babilônia, instruindo-o que o lesse junto ao rio Eufrates, e então amarrasse uma pedra no rolo e o lançasse no rio, ilustrando assim que seria permanecente a queda de Babilônia. (Jer. 51:59-64) Seraías provavelmente transmitiu algumas das idéias da profecia aos israelitas que já eram cativos ali.

      2. O principal sacerdote quando Babilônia destruiu Jerusalém em 607 ÁEC. Embora Seraías fosse morto por ordem de Nabucodonosor, Jeozadaque, seu filho, foi poupado e levado como cativo para Babilônia. (2 Reis 25:18-21; Jer. 52:24-27) Por meio de Jeozadaque, filho de Seraías, prosseguiu a linhagem do sumo sacerdócio, que provinha de Arão, Jesua, filho de Jeozadaque, detendo este cargo quando os judeus foram libertados e voltaram. (1 Crô. 6:14, 15; Esd. 3:2) Seraías também é chamado de “pai” de Esdras, mas, em vista dos 139 anos decorridos entre a morte de Seraías e a volta de Esdras, houve entre eles, provavelmente, pelo menos duas gerações cujos nomes não são citados, um tipo de omissão que é comum nas genealogias bíblicas. — Esd. 7:1.

      3. Um dos chefes militares que ficaram em Judá, depois da deportação geral feita para Babilônia; filho de Tanumete. Seraías e os outros de sua categoria apoiaram a nomeação de Gedalias como governador, avisaram-no da ameaça de Ismael contra sua vida, e, mais tarde, empenharam-se em vingar a morte dele. Temendo, contudo, os babilônios, Seraías e os outros chefes conduziram os judeus remanescentes para o Egito. — 2 Reis 25:23, 26; Jer. 40:8, 13-16; 41:11-18; 43:4-7.

  • Serapilheira
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SERAPILHEIRA

      Veja SACO (SERAPILHEIRA).

  • Sérgio Paulo
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SÉRGIO PAULO

      O procônsul de Chipre, quando Paulo esteve em visita ali, em sua primeira viagem missionária, por volta de 47 EC. Lucas está correto ao chamá-lo de “procônsul”, uma vez que a administração de Chipre se achava, naquela época, sob a jurisdição do Senado romano, em vez de a do imperador. Chipre era anteriormente uma província imperial, mas, em 22 AEC, foi colocada por Augusto debaixo do controle do Senado. Nesta ilha, encontrou-se uma inscrição, que data de c. 55 EC, que inclui as palavras “no pro-consulado de Paulo”.

      O nome também foi encontrado em outras partes do mundo romano, para exemplificar, como o do curador do Tibre, debaixo de Cláudio César, mas não se tem certeza de qualquer ligação destas outras pessoas com o Sérgio Paulo mencionado na Bíblia.

      Sérgio Paulo morava em Pafos, na costa O da ilha. Era um “homem inteligente”, e procurando ouvir fervorosamente a palavra de Deus, convocou Barnabé e Paulo à sua presença. Ao falarem a tal homem, Elimas (Barjesus), um feiticeiro judeu, “começou a opor-se a eles, buscando desviar da fé o procônsul”. Paulo, contudo, cheio de espírito santo, disse a este opositor das boas novas que ele, Elimas, seria afligido de cegueira temporária. E ele o foi. Ao observar esta poderosa obra do espírito de Deus, o procônsul tornou-se crente, “pois ficou assombrado com o ensino de Jeová”. — Atos 13:6-12.

  • Serpente, Cobra
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • SERPENTE, COBRA

      [Heb. , nahhásh, tannín, tsépha‘, tsiph‘ohní; gr. , óphis].

      O termo “serpente” descreve um réptil comprido, escamoso e ápode. As serpentes se arrastam sobre o ventre ou a caixa torácica, e, devido à proximidade de sua cabeça junto ao solo, sua língua dardejante parece estar lambendo o pó. (Gên. 3:14) Na Palestina já foram encontradas cerca de trinta e seis espécies de cobras.

      A palavra hebraica nahhásh é, evidentemente, um termo genérico ou de aplicação geral, referindo-se a todas as cobras ou criaturas serpentiformes, sendo amiúde empregado junto com outros vocábulos hebraicos para indicar determinada espécie de cobra. (Sal. 58:4; 140:3; Pro. 23:32) Assim, assemelha-se a tribo de Dã, de início, simplesmente a uma “serpente [nahhásh]”, e, daí, especificamente, a uma “cobra cornuda [shephiphón]” que fica à beira da estrada e ataca os inimigos de Israel. (Gên. 49:17) Este termo hebraico corresponde ao grego óphis, que também é genérico. Ao passo que muitas cobras existentes na Palestina, atualmente, sejam de espécies não-venenosas, as referências bíblicas às cobras relacionam-se mormente com as que são perigosas ou venenosas.

      As palavras hebraicas tsépha‘ e tsiph’óhní são entendidas pelos lexicógrafos como referindo-se a cobras venenosas, a pronúncia hebraica talvez se assemelhando ao estridente silvo emitido por tais cobras quando alguém se aproxima delas. Ambas podem referir-se a alguma variedade de víbora, mas sua identificação é incerta.

      No relato a respeito da conversão do bastão de Moisés numa cobra (Êxo. 7:9-13), emprega-se a palavra hebraica tannín, referindo-se, como é evidente, a uma “cobra grande”, em vista do emprego desta palavra em outros textos como descrevendo uma monstruosa criatura marinha. (Gên. 1:21; Jó 7:12; Sal. 74:13; 148:7; Isa. 27:1; 51:9) Outros textos em que o termo se aplica claramente a cobras

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