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  • Serafins
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    • manifesto o que havemos de ser. Sabemos que, quando ele for manifestado, seremos semelhantes a ele, porque o veremos assim como ele é.” — 1 João 3:2.

  • Seraías
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    • SERAÍAS

      [Jeová prevalece, persiste, é príncipe].

      1. O oficial intendente do Rei Zedequias; filho de Nerias, e irmão de Baruque. (Jer. 32:12; 51:59) No quarto ano de Zedequias, 614 AEC, Seraías acompanhou Zedequias na ida para Babilônia. Jeremias lhe tinha fornecido um rolo que continha denúncias proféticas contra a cidade de Babilônia, instruindo-o que o lesse junto ao rio Eufrates, e então amarrasse uma pedra no rolo e o lançasse no rio, ilustrando assim que seria permanecente a queda de Babilônia. (Jer. 51:59-64) Seraías provavelmente transmitiu algumas das idéias da profecia aos israelitas que já eram cativos ali.

      2. O principal sacerdote quando Babilônia destruiu Jerusalém em 607 ÁEC. Embora Seraías fosse morto por ordem de Nabucodonosor, Jeozadaque, seu filho, foi poupado e levado como cativo para Babilônia. (2 Reis 25:18-21; Jer. 52:24-27) Por meio de Jeozadaque, filho de Seraías, prosseguiu a linhagem do sumo sacerdócio, que provinha de Arão, Jesua, filho de Jeozadaque, detendo este cargo quando os judeus foram libertados e voltaram. (1 Crô. 6:14, 15; Esd. 3:2) Seraías também é chamado de “pai” de Esdras, mas, em vista dos 139 anos decorridos entre a morte de Seraías e a volta de Esdras, houve entre eles, provavelmente, pelo menos duas gerações cujos nomes não são citados, um tipo de omissão que é comum nas genealogias bíblicas. — Esd. 7:1.

      3. Um dos chefes militares que ficaram em Judá, depois da deportação geral feita para Babilônia; filho de Tanumete. Seraías e os outros de sua categoria apoiaram a nomeação de Gedalias como governador, avisaram-no da ameaça de Ismael contra sua vida, e, mais tarde, empenharam-se em vingar a morte dele. Temendo, contudo, os babilônios, Seraías e os outros chefes conduziram os judeus remanescentes para o Egito. — 2 Reis 25:23, 26; Jer. 40:8, 13-16; 41:11-18; 43:4-7.

  • Serapilheira
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    • SERAPILHEIRA

      Veja SACO (SERAPILHEIRA).

  • Sérgio Paulo
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    • SÉRGIO PAULO

      O procônsul de Chipre, quando Paulo esteve em visita ali, em sua primeira viagem missionária, por volta de 47 EC. Lucas está correto ao chamá-lo de “procônsul”, uma vez que a administração de Chipre se achava, naquela época, sob a jurisdição do Senado romano, em vez de a do imperador. Chipre era anteriormente uma província imperial, mas, em 22 AEC, foi colocada por Augusto debaixo do controle do Senado. Nesta ilha, encontrou-se uma inscrição, que data de c. 55 EC, que inclui as palavras “no pro-consulado de Paulo”.

      O nome também foi encontrado em outras partes do mundo romano, para exemplificar, como o do curador do Tibre, debaixo de Cláudio César, mas não se tem certeza de qualquer ligação destas outras pessoas com o Sérgio Paulo mencionado na Bíblia.

      Sérgio Paulo morava em Pafos, na costa O da ilha. Era um “homem inteligente”, e procurando ouvir fervorosamente a palavra de Deus, convocou Barnabé e Paulo à sua presença. Ao falarem a tal homem, Elimas (Barjesus), um feiticeiro judeu, “começou a opor-se a eles, buscando desviar da fé o procônsul”. Paulo, contudo, cheio de espírito santo, disse a este opositor das boas novas que ele, Elimas, seria afligido de cegueira temporária. E ele o foi. Ao observar esta poderosa obra do espírito de Deus, o procônsul tornou-se crente, “pois ficou assombrado com o ensino de Jeová”. — Atos 13:6-12.

  • Serpente, Cobra
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    • SERPENTE, COBRA

      [Heb. , nahhásh, tannín, tsépha‘, tsiph‘ohní; gr. , óphis].

      O termo “serpente” descreve um réptil comprido, escamoso e ápode. As serpentes se arrastam sobre o ventre ou a caixa torácica, e, devido à proximidade de sua cabeça junto ao solo, sua língua dardejante parece estar lambendo o pó. (Gên. 3:14) Na Palestina já foram encontradas cerca de trinta e seis espécies de cobras.

      A palavra hebraica nahhásh é, evidentemente, um termo genérico ou de aplicação geral, referindo-se a todas as cobras ou criaturas serpentiformes, sendo amiúde empregado junto com outros vocábulos hebraicos para indicar determinada espécie de cobra. (Sal. 58:4; 140:3; Pro. 23:32) Assim, assemelha-se a tribo de Dã, de início, simplesmente a uma “serpente [nahhásh]”, e, daí, especificamente, a uma “cobra cornuda [shephiphón]” que fica à beira da estrada e ataca os inimigos de Israel. (Gên. 49:17) Este termo hebraico corresponde ao grego óphis, que também é genérico. Ao passo que muitas cobras existentes na Palestina, atualmente, sejam de espécies não-venenosas, as referências bíblicas às cobras relacionam-se mormente com as que são perigosas ou venenosas.

      As palavras hebraicas tsépha‘ e tsiph’óhní são entendidas pelos lexicógrafos como referindo-se a cobras venenosas, a pronúncia hebraica talvez se assemelhando ao estridente silvo emitido por tais cobras quando alguém se aproxima delas. Ambas podem referir-se a alguma variedade de víbora, mas sua identificação é incerta.

      No relato a respeito da conversão do bastão de Moisés numa cobra (Êxo. 7:9-13), emprega-se a palavra hebraica tannín, referindo-se, como é evidente, a uma “cobra grande”, em vista do emprego desta palavra em outros textos como descrevendo uma monstruosa criatura marinha. (Gên. 1:21; Jó 7:12; Sal. 74:13; 148:7; Isa. 27:1; 51:9) Outros textos em que o termo se aplica claramente a cobras

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