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  • Cultive o espírito de abnegação
    A Sentinela — 1979 | 1.° de fevereiro
    • usufruem as verdades bíblicas e o companheirismo cristão, em associação com as mais de 40.000 congregações das Testemunhas de Jeová, em toda a terra, são beneficiados pelos sacrifícios feitos por servos leais de Deus mais cedo, nos tempos modernos. Lá, em fins dos 1800 e na primeira parte dos 1900, muitas pessoas abnegadas trabalharam arduamente para ensinar a outros as verdades bíblicas e lançar o alicerce para a hodierna organização visível de Jeová, da qual recebemos agora as verdades sobre Jeová, bem como muitos outros benefícios

      13. Que sacrifícios fazem muitos para servir mais plenamente a Jeová?

      13 Agora mesmo, em toda a terra, muitas dezenas de milhares de homens e mulheres devotados fazem sacrifícios incomuns para servir a Deus. Alguns sacrificaram literalmente lares e bens, para poderem trabalhar por tempo integral nos interesses de Jeová, na obra missionária, em lares de Betel ou como representantes viajantes, servindo congregações. Outros fazem sacrifícios para se empenhar no serviço de pioneiro especial, regular ou auxiliar, para que possam instruir mais plenamente os outros sobre a iminente nova ordem de Jeová.

      14. Como encara Jeová aqueles, cujo serviço a ele é mais restrito por causa de sua situação?

      14 Entretanto, nem todos os que estão devotados a Jeová estão livres de responsabilidades, a ponto de se poderem empenhar em tal serviço por tempo integral. Muitos têm de lutar arduamente, no meio dum sistema econômico difícil, para ganhar o sustento para sua família, reconhecendo que, se não fizessem isso, seriam ‘piores do que alguém sem fé’. (1 Tim. 5:8) Os pais cristãos também têm as responsabilidades que resultam de terem filhos. Compreendem que precisam sacrificar parte do que eles prefeririam fazer, a fim de poderem gastar tempo em criar os filhos “na disciplina e na regulação mental de Jeová“. (Efé. 6:4) Também, há alguns que, por causa de saúde fraca, idade avançada ou outras limitações, podem oferecer muito pouco no serviço direto a Jeová. Neste respeito, são similares à viúva necessitada, que pôde oferecer no templo de Deus apenas “duas pequenas moedas de muito pouco valor” (Luc. 21:1-4) Contudo, todos os que fazem o que podem para ajudar outros a aprender sobre Jeová certamente fazem sacrifícios que lhe agradam. Ele os ama pela sua disposição de suportarem condições difíceis, e, ainda assim, fazerem alguma oferta de serviço a ele, conforme sua situação permite. — Tia. 5:11.

      EXAMINE-SE

      15. Que perguntas convém que façamos a nós mesmos?

      15 Tem um espírito abnegado? Ou tende a pensar mais em si mesmo? Serve a Jeová do melhor modo que sua situação lhe permite? Por que não se examina, para ver se o seu serviço cristão a Deus pode ser melhorado?

      16. Como podemos ‘comprar o tempo oportuno’? (Leia Romanos 10:9, 10.)

      16 Por exemplo, poderia devotar mais tempo à leitura pessoal da Bíblia? Se tiver família, realiza com ela palestras regulares sobre a Bíblia? Poderia usar mais do seu tempo de folga para visitar as pessoas de sua vizinhança, para falar-lhes sobre as “boas novas”? Ou poderia devotar algum tempo para ajudar os doentes, os idosos ou outros, por prestar-lhes atos cristãos de bondade e amor? Talvez possa comparar o tempo que gasta, digamos, em recreação, tal como ver televisão, com o tempo que gasta em servir a Jeová, num ou noutro campo da atividade dele. Há equilíbrio? — Efé. 5:15.

      17. Por que é importante que os pais examinem o que pedem que seus filhos façam?

      17 É pai, ou mãe? Examine sua relação com os seus filhos. Reconheça que o melhor tempo para os seus filhos aprenderem o proceder abnegado é a infância. Dê aos seus filhos algum trabalho útil a fazer, na sua casa. Faça-os compreender que a vida não consiste só em brincar, mas que envolve trabalho e sacrifício. Pode ser que, na sua própria infância, tenha tido roupa de segunda qualidade, pouca recreação ou insuficiente alimento bom Talvez ache que não deseja que seu filho fique privado assim como você ficou. Mas, por outro lado, dar ao seu filho tudo o que ele quer talvez lhe custe a vida! Pode fazer com que pense que a vida é fácil, que as coisas surgem de modo fácil, que fazer a vontade de Jeová é fácil, e, por isso, mais tarde, talvez não esteja disposto a fazer sacrifícios para Jeová. Você, como adulto, já sabe que a vida não é fácil, que as coisas não vêm fácil e que fazer a vontade de Jeová não necessariamente é fácil. Por isso, ajude seus filhos a obter um conceito equilibrado sobre a vida. Ensine-lhes que, embora haja tempo para recreação, precisa também haver tempo para trabalho, para estudo bíblico e para sacrifícios. Discipline seus filhos e suas filhas num proceder de abnegação razoável. Os frutos desta disciplina poderão muito bem ser uma das coisas mais valiosas que possam herdar de você. (Efé. 6:4; Heb. 12:11) E o seu próprio bom exemplo será o melhor reforço para as instruções verbais que lhes transmite.

      18. Se não pudermos devotar mais de nosso tempo para servir a Jeová, que melhoras poderemos ainda assim fazer?

      18 Quer seja casado, quer solteiro, pode ser que uma auto-análise honesta mostre que está gastando todo o tempo que razoavelmente pode no serviço dos interesses do Reino. Há mais alguma coisa que possa fazer? Sim, há. Poderá empenhar-se em se tornar cristão melhor, aprendendo a demonstrar em medida mais plena os frutos do espírito de Deus, que são “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio”. (Gál. 5:22, 23) Outrossim, poderá esforçar-se a melhorar a qualidade de seu serviço a Deus.

      19. Por que devemos querer cultivar o espírito de abnegação? (Leia Hebreus 6:11; 1 Coríntios 15:58.)

      19 No futuro, na nova ordem de Deus, quão satisfatório será poder olhar para trás e saber que, quando realmente importava, neste tempo de urgência, você ‘pôs mãos à obra’ fez os necessários sacrifícios e fez a sua parte para servir a Jeová. Sim, esteja disposto a pôr de lado os interesses pessoais em favor dos interesses de Jeová, tendo em mente as emocionantes recompensas à frente. Cultive o espírito do salmista, que disse: “De bom grado vou oferecer sacrifício a ti. Elogiarei o teu nome, ó Jeová, porque é bom.” — Sal. 54:6

  • Sexo sem casamento — por que magoa
    A Sentinela — 1979 | 1.° de fevereiro
    • Sexo sem casamento — por que magoa

      A ATRAÇÃO sexual pode ser muito forte. O Criador implantou-a, evidentemente, nos humanos, a fim de contribuir para tornar o casamento um vínculo agradável que une.

      Alguns talvez zombem da idéia de que é prejudicial participar em intimidadas sexuais sem ser casado. Talvez se perguntem que dano isso causa aos seus corpos, quando se entregam a esses desejos fora do vínculo matrimonial. Mas, será que eles não se esquecem do que são no íntimo de seu corpo, em si mesmos? Não possuem personalidade, mente racional e um coração que anseia o verdadeiro amor e segurança? As feridas internas, causadas pelo abandono por parte de alguém a quem se amou temporariamente, podem sangrar por muitos anos. Também, podem desenvolver-se insensibilidades, e estas tampouco promovem a saúde e a felicidade. As pessoas estão começando a reconhecer cada vez mais que o uso dos órgãos sexuais fora do casamento não traz nenhuma verdadeira satisfação e alegria.

      O ANSEIO PELO AMOR MARITAL

      A esposa não sofre apenas uma mudança física, durante seu primeiro contato sexual, mas também uma alteração na sua personalidade. Enquanto ainda virgem, ela provavelmente desejava ter um namorado, alguém com quem falar e em que se “estribar”. Após ter tido relações sexuais, porém,

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