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  • ‘Tenha sempre bastante para fazer na obra do Senhor’
    Nosso Ministério do Reino — 1979 | fevereiro
    • como nos recorda que precisamos esforçar-nos “vigorosamente”, se havemos de merecer a bênção de Jeová. — Luc. 13:24.

      6 Mostrarmo-nos à altura do que se espera de nós significa que teremos de continuar ‘trabalhando arduamente e nos esforçando’. (1 Tim. 4:10) Entretanto, há grande recompensa no conhecimento de que Deus se agrada bem de tais esforços. Ter sempre bastante para fazer no serviço de Jeová pode ajudar-nos a ser contados entre os servos fiéis que ‘receberão muitas bênçãos’. — Pro. 28:20.

      7 Jesus Cristo deu notável exemplo de ter sempre bastante para fazer na obra designada a ele por Jeová. Se seguimos a liderança de Jesus, devemos igualmente estar plenamente absortos em fazer a vontade de Deus. Significa viver segundo a Declaração de Nossa Fé, tão enfaticamente apresentada na assembléia. Ao olharmos para o mundo, o que é que vemos? Vemos em toda a parte a violência e os frutos amargos que a regência de Satanás tem produzido; observamos a cegueira espiritual e a óbvia confusão da parte daqueles que fazem parte de Babilônia, a Grande; a frustração dos que se deixaram enlaçar pelo materialismo e a corrução resultante de se semear visando a carne. Ao observarmos estas coisas, todos nós devemos concordar de que o proceder mais sábio na vida é o de servir a Jeová Deus e de colocar os interesses do Reino em primeiro lugar em nossas vidas. Quão gratos devemos ser por termos a verdade, a esperança do Reino e pelo privilégio que temos de servir a Jeová Deus, nossos irmãos e aqueles que ainda estão procurando a verdade. Portanto, nunca devemos dar as costas Àquele que fez tanto por nós, que deu significado e objetivo à nossa vida. “Assim, não desistamos de fazer aquilo que é excelente, pois ceifaremos na época devida, se não desfalecermos.” — Gál. 6:9.

  • Os que ‘adquirem uma posição excelente’
    Nosso Ministério do Reino — 1979 | fevereiro
    • Os que ‘adquirem uma posição excelente’

      1 Com relação aos servos ministeriais, Paulo escreveu: “Pois os homens que ministram de maneira excelente estão adquirindo para si uma posição excelente e muita franqueza no falar na fé, em conexão com Cristo Jesus.” (1 Tim. 3:13) O apóstolo estava assim explanando não um pré-requisito para se ser servo ministerial, mas os benefícios de quando tal irmão ministra ou cumpre com seus deveres de maneira excelente.

      2 A Bíblia fixa padrões elevados para o servo ministerial. (1 Tim. 3:8-10, 12) Os irmãos recomendados assim devem estar à altura deles. Tornar-se servo ministerial não é coisa rotineira; não é como se cada varão adulto, batizado, devesse ter essa posição como uma espécie de título honorífico. Servos ministeriais devem ser homens exemplares, espirituais.

      3 Atos 6:1-6 ilustra como devem ser tais homens. (Despertai!, 8/9/77 p. 21) De modo a se concentrarem na Palavra, os apóstolos precisavam de ajuda para se desincumbirem de deveres que eram importantes, mas que podiam ser manejados por outros homens qualificados. Eles selecionaram homens “cheios de espírito e de sabedoria”. Conseqüentemente, seriam dignos da confiança da congregação. A seleção deles não era apenas para cuidarem de trabalhos servis ou para encorajá-los; era um privilégio, por meio do qual podiam trabalhar arduamente, servindo a congregação.

      4 Servos ministeriais atualmente, ajudam a cuidar de muitas obrigações necessárias que envolvem o Salão do Reino, distribuem suprimentos, e ajudam os anciãos a conservar registros e com as contas. Trabalham assim em benefício de seus irmãos e irmãs. Se se derem conta de que é isso que estão fazendo, serão conscienciosos ao se desincumbirem de suas responsabilidades. Em vez de aparecerem apenas casualmente para cuidar de tarefas designadas, serão fidedignos, semana após semana. É claro que, se algo além de controle interferir em sua pontualidade ou no manejo de sua designação, pode-se cogitar homens de calibre espiritual à altura para um arranjo substituto. Eles se preocuparão com que a congregação não fique em apuros. A congregação respeita e estima tais irmãos. — Luc. 16:10-12.

      5 Podem-se abrir mais portas para serviço. Embora sejam os anciãos que tenham a responsabilidade primária de se empenharem “no falar e no ensinar”, servos ministeriais habitados podem receber designações para discursos de instrução ou partes na reunião de serviço. (1 Tim. 5:17; 3:2) Podem até mesmo ser chamados para proferirem parte ou mesmo todo um discurso público. O progresso deles pode ser maior, se procurarem um ancião experiente ou o que tem o dom do ensino e pedirem sugestões, ou talvez buscarem conselho depois de proferir um discurso. Com freqüência, serão chamados para fazer a leitura da Sentinela ou, talvez, para dirigir um estudo de livro, quando as circunstâncias o exigirem. Obviamente, a preparação conscienciosa deve fazer parte de tais designações.

      6 O servo ministerial deve ter tanta participação no serviço de campo quanto sua situação razoavelmente permite, visto que se espera que seja um exemplo espiritual. Ele sabe que, assim, louva e agrada a Jeová. Também será um estímulo para os que trabalham com ele. Pode prover-lhes bom treinamento. Saberão que ele não é alguém que meramente se preocupa com detalhes, mas que é exemplar servo de Jeová em todos os aspectos.

      7 É fácil perceber, então, porque Paulo disse que tais homens “estão adquirindo . . . uma posição excelente”. Não é um avanço na hierarquia duma igreja como alguns sugerem. Antes, os servos ministeriais que “ministram de maneira excelente” estão certos da bênção de Jeová e de Jesus, e de que têm o respeito e o apoio da congregação inteira. Adquirem corretamente “muita franqueza no falar na fé, em conexão com Cristo Jesus”. Sendo coerentes com sua posição, são apreciados por seu serviço excelente; têm firmeza na fé e podem declará-la sem vacilação ou temor de censura.

  • Usufruamos o serviço organizado
    Nosso Ministério do Reino — 1979 | fevereiro
    • Usufruamos o serviço organizado

      1 Um princípio bíblico que devia significar muito para o grupo de estudo de livro e seu dirigente, é o declarado em 1 Coríntios 14:40: “Que todas as coisas ocorram decentemente e por arranjo.” Este princípio! quando aplicado, resulta em serviço alegre, produtivo.

      2 Como publicadores, apreciamos quando o dirigente segue este princípio. Uma coisa de que o grupo precisa é território. De modo que o dirigente deve planejar com antecedência como o território pode ser trabalhado melhor. Haverá território suficiente para o grupo? Se o território não é próximo, poderia o grupo reunir-se mais cedo ou mesmo no território? Por segurança, seria melhor para os publicadores trabalharem em grupos ou em pares? A divisão de designações pode ser feita “por arranjo”, com irmãos conduzindo grupos a diferentes partes do território. Deste modo, os publicadores não chamarão atenção por se reunirem todos numa esquina. O dirigente deve querer que as coisas ocorram “decentemente”.

      3 Quando se reúne seu grupo de estudo de livro de congregação para o serviço? Reúne-se no local do estudo de livro no domingo de manhã ou em outra hora? Estes são arranjos que são feitos localmente, mas é importante que todos saibam claramente quais são.

      4 Outra coisa que pode contribuir para um serviço organizado, eficiente, é o dirigente trabalhar conosco de porta em porta. À medida que observamos o modo como ele maneja o assunto às portas, ou em revisitas, é provável que possamos ver maneiras de como melhorar nosso próprio serviço. Nós apreciamos suas sugestões e observações. E não é verdade que palavras de elogio nos animam a ter mais zelo? Combinando com antecedência e trabalhando mesmo com um ou dois, cada semana, em poucos meses terá trabalhado com todo o grupo. Ele pode estar atento, também para incluir seus assistentes e outros talvez orientando-os com quem trabalhar, para que possam ajudar outros. Ele deve ser bom organizador, porque “quando não há orientação perita, o povo cai”. — Pro. 11:14.

      5 Está pessoalmente apoiando os arranjos de seu grupo? Se esperamos até sábado ou domingo de manhã para fazer nossa decisão, não pode o Adversário influenciar nossa decisão? Apegarmo-nos a um programa constante de serviço fará com que “as coisas ocorram decentemente e por arranjo”.

      6 Quando chega à primeira casa do território, está realmente preparado para bater na porta? E que dizer de sua pasta? Estão a Bíblia, as revistas e os livros bem arrumados? Tem lápis? Folhas de assinaturas? Mantém um registro de casa em casa para que possa revisitar os interessados? A organização planejada contribuirá para um dia de serviço mais alegre e produtivo.

      7 Jeová previu as necessidades das pessoas desta geração. O que mais necessitam é de ter a verdade. Ele nos deu o privilégio de declarar suas verdades à humanidade. Nosso contentamento e eficiência em fazer isso serão grandemente aumentados através do Serviço organizado em nossos grupos de estudo de livro, fazendo tudo “decentemente e por arranjo”.

  • Relatório de Novembro
    Nosso Ministério do Reino — 1979 | fevereiro
    • Relatório de Novembro

      Méd. Méd. Méd. Méd.

      Publ. Hrs. R.Av. Rev. E.B.

      Pion. E. 1.026 124,6 58,1 42,1 7,0

      Pion. R. 1.570 80,2 58,2 28,2 4,5

      Pion. A. 1.035 61,3 61,8 19,3 2,2

      Publ. 95.531 9,0 5,8 2,8 0,5

      Total 99.162

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