BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • O que significa a desassociação
    A Sentinela — 1963 | 15 de novembro
    • humilde e, durante certo período, prove seu profundo desejo de harmonizar-se com a Palavra de Deus. Contudo, mesmo depois de ser aceito, a sua posição jamais será a mesma. Êle rompera algo precioso que lhe fôra confiado e não mais poderá receber a superintendência da congregação. Por isso perde irrevogavelmente sobre a terra os privilégios de servo.

      O princípio aqui é similar ao caso de Ruben, o primogênito de Jacó. Visto que cometeu imoralidade incestuosa com a concubina de seu pai, Ruben perdeu o direito de primogênito. Não foi alistado como tal na genealogia, nem a tribo dele exerceu o privilégio de liderança na nação de Israel, quer no govêrno quer no sacerdócio. (Gên. 49:3, 4; 1 Crô. 5:1) Hoje, similarmente, os servos excomungados da organização visível de Jeová estão para sempre desqualificados para a posição de superintendente entre o povo de Jeová. Se uma pessoa reaceita tinha estado a dirigir estudos bíblicos com um grupo isolado e tal grupo fôr então organizado em congregação, outro irmão dedicado será designado como servo. Contudo, até que se forme a congregação e são precisos servos, ela pode continuar dirigindo estudo com o grupo, visto que pode participar no ministério de campo, publicando as boas novas do Reino.

      A ATITUDE DOS DA CONGREGAÇÃO

      Sob o sistema de leis de Jeová para o antigo Israel, o povo da congregação executava a sentença de morte sobre os que a mereciam. Lemos em Deuteronômio 17:6, 7: “Por depoimento de duas ou três testemunhas será morto o que houver de morrer; por depoimento de uma só testemunha não morrerá. A mão das testemunhas será a primeira contra ele, para matá-lo; e depois a mão de todo o povo: assim eliminarás o mal do meio de ti.” — ALA.

      Na congregação cristã se acha um princípio similar de cooperação e participação. Embora o errante não seja executado, sua excomunhão é observada e atuada por toda a congregação. A norma bíblica é descrita em 1 Coríntios 5:11: “Eu vos escrevo agora para que cesseis de ter convivência com qualquer que se chame irmão, que for fornicador, ou ganancioso, ou idólatra, ou injuriador, ou beberrão, ou extorsor, nem sequer comendo com tal homem.”

      Por conseguinte, os membros da congregação não se associarão com o desassociado, quer no Salão do Reino ou em qualquer outra parte. Não conversarão com êle nem lhe darão qualquer atenção. Se o desassociado tentar falar com outros na congregação, êles se afastarão dele. Assim êle sentirá plenamente o significado do seu pecado. De outro modo, se comunicar-se livremente com o ofensor, êle poderá achar que a sua transgressão não foi lá tão terrível. Se acontecer que alguém em visita a congregação ou numa grande assembléia não souber que a pessoa foi desassociada e quiser falar com a tal, outros irmãos que virem isto o informarão com tato da situação. Também, o desassociado que desejar fazer o que é correto, deveria informar a quaisquer que inocentemente se aproximassem dêle e não deveriam ficar conversando.

      Há ainda outra coisa em que os da congregação precisam cooperar com a comissão, na responsabilidade da desassociação. Em 2 João 11 torna-se claro o que é isto: “Pois, quem o cumprimenta é partícipe das suas obras iníquas.” Sim, a atitude para com o desassociado da congregação reflete a atitude para com os princípios justos de Jeová. Desconsiderando alguém a desassociação e continuando a associar-se com a pessoa desassociada, demonstra péssima atitude para com as leis de Jeová. Deveras, mostra que apóia o ofensor e acha que as leis justas de Jeová não são importantes. A seriedade de o não apoiar o processo de desassociação pode ser observada em ser a pessoa chamada de “partícipe” nas obras iníquas do desassociado. Deveras, o que deliberadamente não apóia a decisão da congregação coloca-se em perigo de desassociação por continuar associando com o desassociado. Sendo classificado na mesma categoria do desassociado, um “partícipe”, então é razoável que a mesma ação seja tomada contra o dissidente. Êle também pode ser afastado do favor de Jeová e da sua organização visível.

      E o que dizer caso o desassociado e um membro da congregação trabalhem no mesmo lugar num serviço secular? Podem associar-se então, visto que o trabalho pode requerer que se comuniquem entre si? Também neste caso é questão de se reconhecer que a situação mudou para com o desassociado. Embora seja permitido que conversem ao ponto necessário para executar o trabalho, não é apropriado que se associem no sentido de se comunicarem livremente, sem considerar a situação. Só as questões necessárias de negócio devem ser discutidas, nunca assuntos espirituais nem qualquer outra questão que não entre na categoria de assuntos necessários relacionados com o trabalho secular. Se a associação requerida fôr muito freqüente e íntima, o cristão poderá considerar mudar de emprego, a fim de não violar a sua consciência.

      Todavia, qual é a posição dos ligados por laços sanguíneos com o desassociado? Que princípios estão envolvidos na liderança e na educação dos filhos em casa? Como é que, com o tempo, se torna possível a readmissão? Além disso, com tais sérias conseqüências envolvidas, deve alguém não confessar o seu malfeito, caso não se possa saber de outro modo? E, finalmente, como pode alguém proteger-se contra algo que o pode conduzir à desassociação? Para informação sôbre estas questões vitais, aguardemos as próximas edições da revista A Sentinela.

  • A rabdomancia e a PES
    A Sentinela — 1963 | 15 de novembro
    • A Rabdomancia e a PES

      AO LER o artigo “Proteger-se Contra as ‘Forças Espirituais do Mal’”, na Sentinela de 15 de novembro de 1962, em inglês (1.° de abril de 1963, em português), o presidente da Sociedade Americana de Rabdomantes, Inc., escreveu uma carta desaprovando a conclusão a que se chegou no artigo; a saber, que por estar relacionada com percepção extra-sensorial ou espiritismo os cristãos fariam bem em se abster da rabdomancia ou a busca de água ou minerais por adivinhação. Não obstante, o presidente da Sociedade Americana de Rabdomantes, Inc., apresentou o ponto de vista dessa sociedade quanto a como funciona a rabdomancia. Escreveu: “O argumento do artigo talvez seja bem explicado. Concordamos com a teoria de que a rabdomancia seja uma forma de PES e que o empenho em qualquer forma de PES pode conduzir à ‘possessão’ ou a envolver-se com ‘fôrças espirituais iníquas’ a menos que precauções apropriadas sejam tomadas. . . . Preferimos abordar o assunto positivamente, avisando dos perigos as pessoas interessadas na rabdomancia.”

      Mesmo que a sociedade americana de rabdomancia creia sinceramente que os rabdomantes possam tomar precauções para evitar a “possessão” e que advenha muito bem mediante as formas de PES, o que os cristãos devem lembrar-se é que qualquer forma de rabdomancia ou espiritismo é condenada por Deus por causa de sua própria natureza. Não são os santos anjos que estão por trás da PES mas os anjos iníquos ou criaturas espirituais malignas, cujo objetivo é desencaminhar a humanidade. Abster-se da PES em todas as suas formas não só é uma precaução bíblica correta, mas também é obediência a Deus. — Apo. 21:8.

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar