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    A Sentinela — 1971 | 1.° de outubro
    • portorriquenho começou a dar testemunho a um estudante universitário enquanto ambos partilhavam o mesmo táxi. Este testemunho incidental encaminhou o jovem à estrada da vida. Hoje ele é servo numa congregação.

      Certo dia, uma senhora, ministro cristão, ouviu no seu emprego secular uma senhora dizer que o socialismo era a única resposta aos problemas do mundo. Isto ofereceu à Testemunha a oportunidade de falar à senhora sobre a esperança do Reino que possuía. Em pouco tempo, estas palestras no local de trabalho resultaram num estudo bíblico regular na casa dela. Em poucos meses, a senhora começou a dar testemunho aos outros, e hoje ela mesma é ministro cristão zeloso, e o mesmo se dá com seu marido.

      E depois houve o caso do homem católico romano, muito sincero, que era radialista. Havia passado quatro anos estudando matemática avançada numa universidade, mas no coração estava procurando a verdade bíblica. Certo dia ele foi ao escritório de um dos gerentes, lá onde trabalhava, fazendo algumas perguntas sobre certas declarações que este gerente supostamente havia feito. Acontece que o gerente era testemunha de Jeová, que havia dado um pouco de testemunho incidental mas que fora citado erroneamente. Ele teve prazer em dar a informação correta a este católico romano que buscava a verdade. Sugeriu-se que seria melhor se tratassem destas coisas em casa, em vez de durante a hora de serviço.

      Alguns dias depois, o homem veio visitá-lo outra vez, perguntando à Testemunha quando se podiam reunir para considerar estas coisas. Providenciou-se assim uma visita e se deixaram com o homem diversos compêndios bíblicos.

      Uma semana depois, este homem perguntou sobre assistir a uma das reuniões, mas visto que seu dia de trabalho começava às quatro horas da manhã, só pôde ficar para a primeira reunião, a Escola do Ministério Teocrático. Ele a achou tão interessante, os estudantes tão confiantes e entendidos, e o servo da escola tão instrutivo, que quase não podia acreditar no que ouvia. Quando se lhe perguntou se gostou da reunião, ele disse: “Nunca vi gente tão amistosa e confiante . . . até mesmo as crianças.”

      Perguntou quando seria a próxima reunião, e foi informado de que seria domingo de manhã. Visto que a esposa deste homem estava ausente por algumas semanas, a Testemunha o convidou ao almoço, depois da reunião. O resultado foi que palestraram das 14 às 23,30 horas, ocasião em que ele obteve mais compêndios bíblicos, bem como o Anuário das Testemunhas de Jeová. Assistiu às reuniões congregacionais de terça-feira e quinta-feira à noite, na semana seguinte, até mesmo participando nelas.

      No domingo seguinte, aconteceu quase a mesma coisa — reuniões e almoço, seguidos do estudo do livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna, das 14 às 23, 30 horas. Naquela quarta-feira, eles completaram o estudo do livro Verdade, após o qual ele perguntou: “O que me impede ser batizado?” Sugeriu-se que ele se dirigisse ao superintendente da congregação, o que fez. Em pouco tempo completou a leitura dos livros “Lâmpada Para o Meu Pé É a Tua Palavra” e Vida Eterna — na Liberdade dos Filhos de Deus. Em três semanas, desde que começou a estudar o livro Verdade — não seis meses — ele foi batizado!

      Este homem continua como zelosa testemunha cristã de Jeová, gastando em média de quarenta a sessenta horas por mês, na maior parte na pregação de porta em porta. Por causa do seu horário de trabalho secular, ele poder tomar a dianteira no testemunho dado no meio da semana. Quando a sua esposa se ausentou por algumas semanas, ele nem havia começado a estudar. Quando ela voltou, ele já era ministro cristão dedicado de Deus, esperando ser batizado. Isto foi quase demais para ela, mas levou só poucos estudos antes de ela começar a falar aos seus parentes sobre as coisas maravilhosas que havia aprendido da Bíblia. Sim, que bênçãos maravilhosas podem resultar do testemunho incidental!

      Portanto, se for ministro cristão, tome a sério o seu ministério. Procure entrar em contato com todos os que não estavam em casa quando tentou visitá-los pela primeira vez, ao ir de casa em casa com as boas novas. Faça revisitas sempre que as pessoas mostrarem interesse nos propósitos de Deus. E não desperceba as muitas oportunidades de dar testemunho incidental. Lembre-se de que aquele que semear generosamente, também ceifará generosamente. — 2 Cor. 9:6.

  • Governo mundial nas mãos do “Príncipe da Paz”
    A Sentinela — 1971 | 1.° de outubro
    • Governo mundial nas mãos do “Príncipe da Paz”

      POR QUE deveria interessar-se num governo mundial? São cada vez mais os que hoje se interessam nele. Por quê?

      O fator principal no caso de muitos é o medo. É verdade que já a lógica nos diz que a existência de dezenas de sistemas políticos divididos, e amiúde não cooperadores, causa ineficiência, desperdício e impedimentos desagradáveis. Por isso, alguns homens “começaram a sonhar com um governo mundial já no século de 1300”, segundo The World Book Encyclopedia (edição de 1970, Vol. 20, página 363) Mas foi o choque da Primeira Guerra Mundial que fez os homens pensar seriamente num governo mundial. A Liga das Nações formada no fim da guerra foi um passo nesta direção. Mas a Liga fracassou na Segunda Guerra Mundial. Os horrores daquela guerra e a perspectiva de uma guerra total modernizada induziram os governos a formar as Nações Unidas, em 1945.

      Desde então, os homens se viram confrontados com novos perigos. As fronteiras e divisas nacionais não oferecem proteção contra a crescente poluição do ar, da água e da terra. Uma crise econômica numa parte do mundo pode agora desfazer o entrelaçamento das muitas economias nacionais, causando pobreza e fome.

      Acolheria de bom grado um governo mundial que pudesse solucionar estes problemas e trazer paz duradoura e segurança genuína? Há qualquer motivo para se esperar tal governo?

      POR QUE OS HOMENS NÃO PRODUZIRAM UM GOVERNO MUNDIAL

      Nem a Liga das Nações, nem as Nações Unidas, têm sido governos mundiais. Por que não? Porque assim como o medo aproxima os homens a um governo mundial, também o medo os faz recuar de renunciar ao poder que tornaria tal governo possível. Cada nação desconfia das outras. Os homens temem que, não importa quem forme o governo mundial, mais cedo ou mais tarde os governantes se deixariam controlar por interesses egoístas.

      Conforme disse o artigo sobre “Governo Mundial” na Encyclopedia já citada: “Algumas das questões que precisam ser solucionadas incluem o problema de se encontrarem líderes para um governo mundial, o problema de impedir que se torne tirânico e o problema de se evitarem guerras civis, que amiúde são mais sangrentas do que as internacionais.”

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