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    Anuário das Testemunhas de Jeová de 1974
    • Naturalmente, não havia banheiros e nuvens de mosquitos mantinham a pessoa acordada de noite. No dia seguinte, tiveram de caminhar outros dezesseis quilômetros para ir visitar mais irmãos, e para voltar. Mas comenta o irmão Saenz: “Sou grato por este privilégio de servir nosso Deus Todo-poderoso nestes lugares, porque os irmãos precisam de encorajamento para trabalhar arduamente, apesar das inconveniências.”

      Outro superintendente de circuito, irmão Reast, suportou dificuldades para chegar a um pequeno grupo isolado bem no interior, mas achou que sua presença entre eles resultou num intercâmbio de encorajamento. Também observou: “É preciso ver com seus próprios olhos quão pobres as pessoas podem ser. Ficar alguns dias com elas pode abrir as portas do coração duma pessoa. Realmente apreciarão tudo que Jeová nosso Deus, fará por elas no reinado milenar.”

      Agora há aumentos tanto no interior como na capital. Graças a que as estradas das montanhas, uma vez percorridas com dificuldade, têm sido substituídas por rodovias modernas, a maior parte da Guatemala se tornou parte do “campo” que é alcançado com a boa-nova. A artéria central ferroviária leste-oeste, e a frota de bimotores DC-3 não são mais essenciais como eram nos primeiros dias de expansão. Fitas de asfalto que cruzam a república agora atingem 20 das 22 capitais de departamentos, onde mais de cem ministros pioneiros especiais servem crescentes congregações ou iniciam a obra em povoados há muito isolados.

      SERVIR ONDE HÁ MAIS NECESSIDADE

      A chamada da Sociedade, em 1968, de ‘lançar as redes’ em ‘águas’ mais produtivas, resultou em mais de 400 cartas de indagação terem sido recebidas pela filial, vindas de irmãos nos Estados Unidos, Canadá e outros países que estavam interessados em servir onde havia mais necessidade. Dentro dos dois anos seguintes, muitos fizeram arranjos em seus assuntos e venderam casas, negócios e bens, libertando-se para aceitar a chamada de pregar em terras estrangeiras.

      Significou muito, tanto para os irmãos guatemaltecos como para os missionários, ver tais pessoas dispostas, que abandonaram muita coisa para servir onde há mais necessidade. Ao passo que alguns vieram e se foram rapidamente, outros têm feito um bom trabalho por um ano ou um ano e meio, antes de voltarem para seus lares anteriores. Naturalmente, aqueles que permanecem se tornam rapidamente parte integral do povo de Jeová aqui. Alguns vieram para cá dotados de experiências passadas nos campos missionários, porém muitos outros que jamais cursaram a Escola de Gileade nem serviram como missionários demonstram o espírito missionário. E nem sempre são os que possuem os recursos financeiros ou a saúde para fazer isso que se dirigem a áreas isoladas, onde pequenos grupos precisam de ajuda, e inteiras partes do território não têm sido trabalhadas regularmente. Lugares como Quezaltenango, Chimaltenango, Huehuetenango, El Rancho, Puerto Barrios e Livingston, que certa vez eram simples pontos no mapa, tornaram-se o lar destes irmãos e irmãs de outros países.

      AS BÊNÇÃOS CONTINUAM

      Em especial, estes últimos anos têm sido ricos em bênçãos de Jeová. (Pro. 10:22) Imagine só quase mil pessoas serem batizadas durante os últimos três anos! Os esforços unidos dos cristãos guatemaltecos e dos que vieram de outros países resultaram num bom testemunho por todo este país. Exemplificando: mais de 130.000 livros foram colocados em três anos e, ao mesmo tempo, os publicadores de congregação alcançam a média de mais de onze horas cada um no ministério de campo todo mês. Em agosto de 1972, o novo auge de louvadores de Jeová, isto é, 3.004, representou um aumento de 24 por cento em comparação com a média do ano anterior. Emocionante para nós, também, foi a assistência de mais de 8.700 pessoas na Comemoração da morte de Cristo em 29 de março de 1972.

      Não só a paz e a união continuam com o novo arranjo de organização para a supervisão das congregações pelos “anciãos” designados, mas estamos confiantes de que Jeová continuará a fazer com que as ‘coisas desejáveis entrem’, ao passo que ele faz ‘tremer as nações’. — Ageu 2:7.

  • Japão
    Anuário das Testemunhas de Jeová de 1974
    • Japão

      O JAPÃO é um país bem variado. Abrangendo quatro ilhas principais e muitas outras menores, seu solo montanhoso se estende por longo crescente desde a região nevada de Hokkaido, no norte, até a subtropical Kyushu, no oeste. Apenas 15 por cento da terra é suficientemente plana para ser cultivas da. Na maior parte, o povo se aglomera nas cidades e povoados costeiros. Arrozais dispostos em forma de terraços fornecem o arroz. Há também uma variedade de frutos da época e o oceano produz uma abundância de peixes, plantas marinhas e outros petiscos para a mesa. Em grande medida, o Japão é auto-suficiente quanto aos alimentos, muito embora a população agora já ultrapasse os 105 milhões.

      As pessoas, em geral, são de baixa estatura, laboriosas trabalhadeiras e orgulhosas de sua tradição japonesa. Uma única língua, com muito pouca variação de dialetos, é falada em todo o Japão. A escrita, para a qual se usam comumente

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