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Sobrevêm-nos um dilúvio de epidemias!Despertai! — 1984 | 22 de maio
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à colunista e conselheira Ann Landers. Em resposta a outra carta, a colunista disse: “De nada adianta dizer a uma jovem de 18 anos, que já fez dois abortos, que a palavra ‘não’ é a forma mais segura de evitar filhos.”
Escolas da Imoralidade
Onde será que tais jovens (e seus pais) aprendem este tipo de comportamento? Naturalmente, aprendem uns dos outros. São também passíveis de sugestões vindas de fora. Em 1980, apenas 4,6 por cento dos filmes exibidos nos Estados Unidos eram classificados como G, isto é, apropriados para jovens desacompanhados dum adulto. Devido à imoralidade ou à violência explícitas, mais de 55 por cento foram classificados, quer como R (impróprio para menores de 17 anos, a menos que acompanhados dum adulto), quer como X (proibidos expressamente para pessoas com 17 anos ou menos). [No Brasil a idade classificatória é de 16 e 18 anos.]
Seria melhor deixar os filhos em casa vendo televisão? Ao atingir os 15 anos, o telespectador jovem mediano já presenciou 13.400 pessoas sofrerem uma morte violenta no vídeo. E agora, com maior disponibilidade da TV por cabo, em alguns países, os jovens em casa podem assistir a filmes pornográficos.
Em alguns barzinhos de Los Angeles e São Francisco, EUA, a diversão inclui não só garçonetes topless e dançarinas sem nada embaixo, mas artistas nus que atingem o clímax de seu número com sexo ao vivo no palco. Em alguns casos, convidam-se os freqüentadores a tomar parte.
Caso se queiram mais idéias, há um montão de revistas e livrinhos vendidos nas bancas e livrarias que sugerem todos os tipos de experiências sexuais. Há livros que incluem desinformações como as seguintes: “Tem muita sorte de poder ter uma vida sexual ativa quando a ciência médica consegue vencer rapidamente a doença venérea. . . . Corra ao seu ginecologista e ajeite as coisas.”
Será que a epidemia de imoralidade realmente cobra um preço tão leve assim? Procure dar uma espiada rápida em qualquer posto médico nas adjacências.
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Uma epidemia de homossexuaisDespertai! — 1984 | 22 de maio
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Uma epidemia de homossexuais
EM 1970, o dr. Charles W. Socarides, da Faculdade de Medicina Albert Einstein, de Nova Iorque, EUA, avisou que o homossexualismo era uma epidemia que se espalhava mais rápido do que as quatro principais moléstias.
Nove anos depois, as autoridades eleitorais em São Francisco da Califórnia calculavam que cerca de 30 por cento dos votantes daquela cidade eram gays. Há autoridades eleitas que admitem abertamente ser gays. Há clubes políticos gays, igrejas gays, sinagogas gays e um serviço para encontros gays.
Já em 1982, os homossexuais desfilavam pelas ruas e afirmavam constituir 25 por cento dos votantes em Atlanta, Geórgia. O Instituto de Pesquisas Sexuais, dos EUA, calcula que 10 por cento da população dos Estados Unidos seja composta de gays. “Homens e mulheres homossexuais estão saindo, como nunca antes, do esconderijo, para viver abertamente”, afirma a revista Time. “Estão passando a dominar áreas das grandes cidades como se fossem suas glebas, operando bares e até mesmo fundando igrejas em cidadezinhas conservadoras, e estabelecendo uma rede nacional de organizações para oferecer orientações e companhia para aqueles gays — ainda a ampla maioria — que continuam a ocultar sua orientação sexual.”
Já houve época em que as autoridades que cuidam da saúde mental tratavam o homossexualismo como se fosse doença. Mas, não sustentava o próprio Freud que o comportamento homossexual “não pode ser classificado como doença”? Em 1973, a Junta de Curadores da Associação Americana de Psiquiatria decidiu que “o homossexualismo . . . em si não constitui, necessariamente, um distúrbio psiquiátrico”.
Os cristãos do primeiro século não encaravam o homossexualismo como algo normal, tal como olhos azuis ou pele escura. Consideravam-no como cultivo de “ignominiosos apetites sexuais” quando mulheres homossexuais ‘trocavam o uso natural de si mesmas por outro contrário à natureza’, e os varões homossexuais ‘praticavam o que é obsceno’ uns com os outros. — Romanos 1:26, 27.
Todavia, como outros apetites impuros e desejos prejudiciais, as tendências homossexuais podem ser controladas e até mesmo vencidas, a pessoa se despojando delas como parte de sua velha personalidade. Na congregação de Corinto havia alguns que tinham sido homossexuais, bem como outros que tinham sido ladrões, gananciosos, extorsores, beberrões, adúlteros e idólatras. Entretanto, todos estes haviam mudado. Tinham sido “lavados . . . santificados . . . declarados justos”. — 1 Coríntios 6:9-11; Colossenses 3:5-11.
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O uso indevido de crianças — a epidemia resultanteDespertai! — 1984 | 22 de maio
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O uso indevido de crianças — a epidemia resultante
A CONSTANTE obsessão com sexo e mais sexo leva a outros anseios anormais. Uma das práticas mais depravadas que surge rastejando diante de nossos olhos é o uso sexual indevido de crianças. Quão ampla é tal prática? Ninguém realmente sabe, mas um informe de 1982 sobre o uso indevido de crianças nos Estados Unidos calcula que, pelo menos, 1,5 milhão de casos não são comunicados ou não são levados a sério.
O uso sexual indevido de crianças pode variar desde a
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