De Nossos Leitores
Perda dum Filho.
Há muito tempo já era para ter-lhes escrito. Os artigos sobre “Como Enfrentar a Perda dum Filho” (8 de agosto de 1987) foram um copo de água fresca num deserto árido. Infelizmente tive um aborto involuntário e ainda sofro por causa disso. Estes artigos apontam exatamente como se sentem as pessoas que sofrem tal perda. Não importa a idade do bebê ou quando se tem o nenê, ele é uma VIDA! Muitas pessoas me disseram tudo aquilo que se costuma falar, mas no momento não era o que eu desejava ouvir. Ainda sofro de depressão devido ao que passei, mas espero que, com a força que Jeová me tem sustentado, eu consiga superar isso.
D. V. C., Brasil.
Vício Solitário.
Muito obrigada pelo artigo “Como Posso Combater o Hábito da Masturbação?”. (8 de março de 1988) Antes de ler este artigo, eu tinha tal hábito. Logo que o artigo chegou, procurei combatê-lo por colocar em prática os quatro pontos mencionados na revista: (1) Rejeitar pensamentos eróticos, (2) Ter bons hábitos de estudo, (3) Orar no tempo certo, e (4) Conversar sobre tal problema com alguém maduro. Meu pai e outros também me ajudaram, e estou agora com consciência limpa diante de Jeová, o que é mais importante.
S. B., Brasil.
Limpeza.
Ao ler “Como Enfrentar o Desafio da Limpeza” (22 de setembro de 1988), isso me fez refletir sobre o modo como fui criada. Para dizer a verdade, eu vivia em condições anti-higiênicas e insalubres, tudo isso devido à ignorância e à falta de conhecimento. Depois de ler tal edição, simplesmente fiquei imaginando como consegui permanecer viva, apesar de todas aquelas condições insalubres. Também, agradeço-lhes a prestimosa lista de verificação nas páginas 10 e 11. Ela me ajudou a parar de deixar as coisas para outro dia. Logo em seguida, limpei os armários da cozinha, etc. Travei uma guerra contra as baratas e venci.
S. M., Sta. Lúcia, Índias Ocidentais.
Crianças Estão Morrendo.
Como médico, gostaria de expressar minha reação diante dos artigos sobre “Milhões de Crianças Estão Morrendo — O Que Poderia Salvá-las?”. (22 de setembro de 1988). Gostei das medidas propostas a fim de frear tal matança: melhor nutrição (dando-se primazia ao aleitamento materno) e melhor higiene. No entanto, os senhores citam as vacinas como uma das medidas tencionadas a salvar vidas. Evitam comprometer-se, declarando que Despertai! não recomenda determinado tipo de tratamento médico, em preferência a outro. Na minha opinião, publicarem os senhores tais informações equivale a tomarem partido. Não é perigoso colocar os interesses comunitários à frente dos interesses individuais? O número de complicações mórbidas, até mesmo fatais, prova que o homem se tem poluído com vacinas.
D. G., M.D., França.
Sempre achei que seus artigos são interessantes, e aprecio a sua análise dos assuntos. No entanto, na edição de 22 de setembro último, os senhores parecem estar pessimamente informados sobre a efetividade e os perigos das vacinas.
J. V., França.
Muitas coisas que as pessoas fazem para obter melhor saúde não são bem as desejáveis. Alguns tomam remédios que têm efeitos colaterais indesejáveis, crendo que os benefícios compensam os riscos. Há muitos que consideram as vacinas de forma similar. Nós consideramos que tomar vacinas é um assunto pessoal, embora a pessoa tenha de aceitar quaisquer conseqüências legais de sua decisão. — RED.