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  • Como deuses falsos engodaram o antigo Israel
    A Sentinela — 1975 | 1.° de fevereiro
    • de reconhecer e agradar também o Baal local.

      Não reconhecendo que a experiência e o conhecimento da terra eram os motivos reais de qualquer êxito que os cananeus tinham, o israelita talvez permitisse que seu desejo de lucro material se tornasse um laço para ele. Querendo obter a melhor produção de sua terra, talvez se sentisse justificado em erigir um altar a Baal no seu campo e a colocar uma coluna sagrada ou um poste sagrado ao lado dele. Talvez raciocinasse: ‘Ora, ainda estou adorando a Jeová.’

      Outro fator responsável pelo envolvimento com os deuses falsos era o casamento com pessoas que não adoravam a Jeová. Até mesmo o sábio Rei Salomão se desviou da adoração verdadeira por se casar com mulheres que serviam a falsos deuses e deusas. (1 Reis 11:1-8) Não há indicação de que Salomão abandonasse inteiramente a adoração de Jeová e os sacrifícios no templo, no monte Moriá. Evidentemente praticava uma espécie de ecumenismo para agradar a suas esposas estrangeiras, mas isto desagradava a Jeová.

      Ainda outros foram enlaçados pela desenfreada luxúria sexual associada com a adoração falsa. Em Sitim, nas planícies de Moabe, milhares de israelitas cederam a esta tentação e se empenharam na adoração falsa. A Bíblia relata: “O povo principiou então a ter relações imorais com as filhas de Moabe. E as mulheres vieram chamar o povo aos sacrifícios dos seus deuses, e o povo começou a comer e a curvar-se diante dos seus deuses.” — Núm. 25:1, 2.

      Depois, as festividades religiosas, com seus grandes banquetes e bebedeiras, também agradavam aos amantes dos prazeres. Lemos em Amós 2:8: “Estenderam-se sobre vestes tomadas em penhor, ao lado de todo altar; e na casa de seus deuses bebem o vinho dos que foram multados.” A Bíblia nos diz sobre uma festividade religiosa em Siquém: “Saíram ao campo, como de costume, e se empenharam em colher as uvas dos seus vinhedos e em pisá-las, e se entregaram a uma exultação festiva, entrando depois na casa de seu deus, e comeram e beberam.” — Juí. 9:27.

      Além disso, a incerteza quanto ao futuro (por causa da falta de fé ou duma consciência culpada perante Jeová) induziu muitos a procurar a ajuda da religião falsa, esperando que talvez recebessem alguma garantia de que as coisas lhes iriam bem. Um caso disso foi o rei israelita Acazias, filho de Acabe e Jezabel. Ferido num acidente, enviou mensageiros para indagar de Baal-Zebube, deus de Ecrom, para saber se se restabeleceria. — 2 Reis 1:2, 3.

      UMA LIÇÃO A SER ACATADA

      Quando consideramos o que tem acontecido na cristandade, não nos deve surpreender que Israel foi enlaçado pela idolatria. Hoje em dia, na cristandade, pessoas educadas consultam adivinhos, metem-se no ocultismo, usam amuletos, e, em algumas partes do mundo, recorrem até mesmo a curandeiros na esperança de obter alívio duma doença. Ao mesmo tempo, iguais aos israelitas da antiguidade, afirmam servir o Deus da Bíblia. Além disso, abundam na cristandade a imoralidade sexual, o excesso no comer e beber, a desonestidade e outras obras da carne.

      Esta situação torna certo que os aderentes desordenados das igrejas da cristandade não escaparão da execução do julgamento de Deus. Jeová Deus não poupou o Israel infiel, e, sendo o imutável, ele se tornará novamente “testemunha veloz contra os feiticeiros, e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que agem fraudulentamente com o salário do assalariado, com a viúva e com o menino órfão de pai, e os que repelem o residente forasteiro, ao passo que não [o] temeram”. — Mal. 3:5, 6.

      Portanto, é urgente que todos os que buscam a aprovação de Deus evitem ser enlaçados pela idolatria ou por qualquer outra obra da carne pecaminosa. Se este for seu desejo, cultive ódio intenso ao que Deus condena, não deixando que sua mente pense muito nos desejos carnais. Fazendo isso, poderá escapar dos engodos mortíferos deste mundo. Conforme escreveu o apóstolo João: “Não estejais amando nem o mundo, nem as coisas do mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo o que há no mundo — o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a ostentação dos meios de vida da pessoa — não se origina do Pai, mas origina-se do mundo. Outrossim, o mundo está passando, e assim também o seu desejo, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” — 1 João 2:15-17.

      “Por fim, irmãos, todas as coisas que são verdadeiras, todas as que são de séria preocupação, todas as que são justas, todas as que são castas, todas as que são amáveis, todas as coisas de que se fala bem, toda virtude que há e toda coisa louvável que há, continuai a considerar tais coisas. . . . e o Deus de paz estará convosco.” — Fil. 4:8, 9.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1975 | 1.° de fevereiro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Na Bíblia, Êxodo 4:11 diz: “Quem designa o mudo, ou o surdo, ou o de vista clara, ou o cego? Não sou eu, Jeová?” Significa isso que Deus é responsável por cada caso de tais deficiências da surdez e da cegueira?

      Não, pois isso estaria em desacordo com toda a personalidade de Deus. A Bíblia nos diz: “Por coisas más, Deus não pode ser provado, nem prova ele a alguém.” (Tia. 1:13) Seus atos sempre têm um objetivo. Ele nunca traz uma calamidade sobre alguém sem bom motivo. Ele é a fonte de “toda boa dádiva e todo presente perfeito”. (Tia. 1:17) “Perfeita é a sua atuação, pois todos os seus caminhos são justiça. Deus de fidelidade e sem injustiça; justo e reto é ele.” — Deu. 32:4.

      Em harmonia com isso, vemos que foi pela própria escolha do primeiro casal humano, Adão e Eva, que eles perderam a perfeição e por isso a capacidade de ter filhos perfeitos. (Jó 14:4) Ao passo que seus descendentes se casavam, surgiam cada vez mais imperfeições entre os homens, inclusive defeitos físicos tais como a cegueira e a surdez. Visto que Jeová Deus permitiu que isso se desenvolvesse, ele podia dizer que ele mesmo havia ‘designado’ o mudo, o surdo e o cego. (Veja Romanos 8:20, 21.) Além disso, ele entende plenamente tais impedimentos e suas causas.

      Jeová Deus tampouco protegeu as pessoas contra as conseqüências tristes que a desobediência pode trazer ao organismo físico. A lei imutável de Deus é: “O que o homem semear, isso também ceifará.” (Gál. 6:7) Assim, os filhos resultantes de relações incestuosas podem nascer defeituosos; podem ser cegos, surdos e de outro modo sofrer impedimentos por nascença. Os que se entregam a imoralidades sexuais podem contrair uma doença venérea que pode resultar em ficarem cegos, surdos ou mesmo dementes. O mesmo pode acontecer às crianças dadas à luz por uma mulher que tem doença venérea.

      Quando está em harmonia com o seu propósito e seu modo de proceder, Jeová Deus pode fazer literalmente que pessoas fiquem cegas, surdas ou

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