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  • Um alerta geral de terremoto! O que deve fazer?
    Despertai! — 1977 | 22 de agosto
    • resultasse verdadeira? Que passos poderia dar?

      Poderia fazer arranjos para que sua família dormisse ao ar livre. Se dispuser de equipamento de campismo, tal como uma tenda, sacos de dormir, lanternas portáteis ou um fogão, poderia fazer bom uso deles. Caso tenha carro, talvez possa deixá-lo fora da garagem, na entrada ou rua. Seria prudente colocar alguma água potável em vasilhames, num lugar seguro. Também, alguns alimentos enlatados ou em embalagens poderiam ser colocados onde fossem acessíveis, caso sua moradia desabasse. Seria sábio se evitasse chegar perto ou entrar em prédios grandes. Se mora numa casa, sabe onde desligar o gás e a eletricidade, a fim de reduzir os riscos de incêndio provocados por fios partidos ou canos soltos?

      Se mora onde não é improvável que haja desastroso terremoto, vale a pena tomar precauções, mesmo que um terremoto assole sem aviso. Poderia ter equipamento e suprimentos de emergência num lugar acessível, caso sua casa desabe. Junto com sua família, poderia planejar rotas alternativas de fuga de sua casa ou apartamento, caso as saídas usuais fiquem bloqueadas. Poderia sempre manter uma lanterna num lugar facilmente acessível.

      Conforme Jesus Cristo predisse, pode-se esperar que continue a haver terremotos destrutivos, ‘num lugar após outro”, até que o atual “sistema de coisas” chegue a seu fim. (Mat. 24:3, 7) No ínterim, caso a previsão dum terremoto se torne realidade, seria sábio que levasse a sério tais avisos. Até mesmo agora, se mora numa zona ameaçada, será prudente planejar o que faria caso um grande terremoto assole sem aviso. A Bíblia afirma: “Argucioso é aquele que tem visto a calamidade e passa a esconder-se.” — Pro. 22:3.

  • “Haverá grandes terremotos”
    Despertai! — 1977 | 22 de agosto
    • “Haverá grandes terremotos”

      ESTAMOS no ano 33 de nossa era Comum. Em que lugar? Em Jerusalém. Um dos discípulos de Jesus Cristo acabara de falar, de modo admirado, sobre os excelentes prédios da área do templo daquela antiga cidade. Mas, em resposta, Jesus declarou: “Observas estes grandes edifícios? De modo algum ficará aqui pedra sobre pedra sem ser derrubada.” — Mar. 13:1, 2.

      Com tal declaração em mente, os apóstolos de Jesus, Pedro, Tiago, João e André, mais tarde se aproximaram de Cristo, no Monte das Oliveiras. “Dize-nos”, perguntaram, “quando serão estas coisas e qual será o sinal quando todas estas coisas estão destinadas a chegar a uma terminação?” Conforme Jesus então explicou, tal “sinal” teria certo número de caraterísticas. Citando uma delas, disse Cristo: “Haverá terremotos num lugar após outro.” Ou, conforme expressou o escritor evangélico, Lucas: “Haverá grandes terremotos.” — Mar. 13:3-8; Luc. 21:11.

      E Assim Aconteceu

      Terremotos, grandes e pequenos, deveras ocorreram antes da destruição de Jerusalém e de seu templo pelos romanos em 70 E. C. Um “grande terremoto” ocorreu na vizinhança de Jerusalém no dia da ressurreição de Jesus, quando um anjo desceu do céu e rolou a pedra que estava na frente do túmulo de Cristo. (Mat. 28:1, 2) Um bom número de anos depois, enquanto o apóstolo Paulo e seu colega, Silas, estavam presos em Filipos, suas orações e cânticos de louvor a Deus foram respondidos por meio dum “grande terremoto”. Abriu as portas da prisão e soltou todos os grilhões dos prisioneiros. Esta ocorrência levou à conversão do carcereiro e de sua família ao cristianismo. — Atos 16:25-34.

      Todavia, outros terremotos ocorreram antes da destruição de Jerusalém e de seu templo em 70 E. C. Escreveu o famoso comentarista bíblico, Albert Barnes: “Muitos deles são mencionados como precedendo a destruição de Jerusalém. Tácito menciona um, no reinado de Cláudio, em Roma; e afirma que, no reinado de Nero, as cidades de Laodicéia, Hierápolis, e Colossos, foram destruídas; e a festejada Pompéia foi sobrepujada, e quase que destruída, por um terremoto, Anais, 15, 22. Outros são mencionados como ocorrendo em Esmirna, Mileto, Quios e Samos.”

      Não É História Passada

      Seguramente, então, ocorreram “grandes terremotos” antes de 70 E. C. Mas, será tudo o que está envolvido na profecia de Cristo? Deveras que não. As palavras proféticas de Jesus a respeito de terremotos têm significado especial para as pessoas do século vinte. Isto se torna evidente pela natureza da pergunta que Jesus estava respondendo. O escritor evangélico, Mateus, expressa a indagação do seguinte modo: “Dize-nos: Quando sucederão estas coisas e qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?” — Mat. 24:3.

      Concordemente, Jesus respondeu, tendo em mente a sua futura presença. Visto que tal presença estaria ligada à “terminação do sistema de coisas” que existia naquele tempo, sua resposta também apontava para o futuro distante. (Mat. 13:24-30, 36-43) Assim, ao passo que os terremotos deveras precederam o fim do sistema judaico de coisas, lá em 70 E. C., era certo um cumprimento futuro, muito maior, relativo à previsão de Jesus: “Haverá grandes terremotos.”

      As Testemunhas de Jeová aprenderam, pelo estudo da Bíblia, que a presença de Jesus Cristo, como Rei celeste, e o “tempo do fim” do atual sistema de coisas, começaram em 1914 E. C. (Dan. 12:9) Mas, que dizer dos terremotos previstos?

      Interessante é que, num período de 1.059 anos (856 a 1914 E. C.), fontes fidedignas alistam apenas 24 grandes terremotos, havendo 1.972.952 mortos. Mas, compare isso com a acompanhante lista parcial que cita 43 casos de terremotos, em que 1.579.209 pessoas morreram durante

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