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  • Foi visitado recentemente pelo secretário do Rei?
    A Sentinela — 1972 | 15 de julho
    • templo], e ele começou a chamar o homem vestido de linho, sobre cujos quadris havia o tinteiro de secretário.” — Eze. 9:3; 10:2, ed. ingl. 1971.

      28 Assim, a glória de Jeová se mudou da plataforma que havia sobre as rodas, ao lado das quais estavam os quatro querubins, e ficou por cima do limiar do compartimento Santíssimo do templo de Jerusalém. Jeová estava então deveras no seu santo templo, e foi Ele quem disse ao “homem vestido de linho” o que devia fazer. Não foram os sacerdotes infiéis do templo poluído. Este homem devia entrar em ação em primeiro lugar, antes de os “seis homens” armados de armas maçadoras agirem. O que devia fazer antes daqueles seis executores? Jeová disse: “Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e tens de marcar com um sinal as testas dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as coisas detestáveis que se fazem no meio dela.” — Eze. 9:4.

      29. Por que não se mandou que o homem vestido de linho fizesse a marcação no templo, e por que foi enviado a ir pelo meio de Jerusalém?

      29 Jeová não disse àquele homem que passasse pelo templo e fizesse a marcação ali. Não havia ali testas para marcar, pois, mostrara-se ao profeta Ezequiel, durante a sua excursão de inspeção, que os adoradores ali no templo praticavam a adoração falsa, havendo algumas mulheres chorando o falso deus Tamuz, e não as coisas detestáveis que se faziam no templo e no meio de Jerusalém. (Eze. 8:13, 14) Por isso se mandou que o “homem vestido de linho” saísse para fora do templo e passasse “pelo meio de Jerusalém”. Jeová viu que na Jerusalém infiel havia os que ‘suspiravam e gemiam por causa de todas as coisas detestáveis’ que se faziam no meio dela.

      30. Como iria o homem vestido de linho achar as pessoas da espécie certa e por que motivo eram estas marcadas no lugar indicado?

      30 Como iria o “homem vestido de linho” achar tais pessoas que ‘suspiravam e gemiam’? Não só por ir à praça ou à feira, mas sim às casas das pessoas, indo de casa em casa. Deste modo poderia ouvir as expressões sinceras delas e decidir se deviam ou não ser marcadas na testa. De modo algum se tratava de uma operação rápida, mas, antes, exigia ir paciente e conscienciosamente de casa em casa ou de porta em porta e fazer uma inspeção honesta, sem parcialidade, mas marcando apenas os que sinceramente lamentavam todas as coisas detestáveis que outros faziam na cidade real. O “homem vestido de linho” não pediu que estes expusessem o peito, fazendo-lhes então um sinal sobre o coração. Não, mas ele colocou o sinal distintivo na testa deles, onde podia ser visto publicamente, tanto por amigos como por inimigos. Este sinal, e não a espécie de roupa que usavam junto com linguagem religiosa hipócrita, indicaria que eram adoradores de Jeová.

  • Terminação do trabalho do secretário do Rei
    A Sentinela — 1972 | 15 de julho
    • Terminação do trabalho do secretário do Rei

      1, 2. (a) Que perguntas surgem hoje sobre o “sinal”, e que pergunta preliminar precisamos fazer a nós mesmos quanto ao merecimento, e por quê? (b) Sobre que outras coisas detestáveis no país falou Jeová a Ezequiel?

      UMA pergunta vital para hoje é: Já foi marcado na testa pelo hodierno “homem vestido de linho”? Não se olhe no espelho para ver se tem um sinal literal na testa. Na visão de Ezequiel foi um sinal literal, mas não é tal coisa hoje em dia. Então, qual é o sinal e como é marcado como que na testa das pessoas? Uma pergunta preliminar é: Merece ser marcado na testa? Lá nos dias de Ezequiel, marcavam-se os que eram adoradores de Jeová. Sabemos isso porque os marcados eram leais a Jeová e criam na sua adoração pura, e por isso ‘suspiravam e gemiam’ por causa de todas as coisas detestáveis feitas na que devia ser a cidade santa de Jerusalém. Tais coisas detestáveis incluíam a idolatria no próprio templo de Jeová. Além disso, Jeová falou a Ezequiel sobre outras coisas detestáveis, dizendo:

      2 “O erro da casa de Israel e de Judá é muito, muito grande, e o país está cheio de derramamento de sangue e a cidade está cheia de deturpação; pois disseram: ‘Jeová deixou o país e Jeová não vê.’” — Eze. 9:9.

      3. Qual é o sinal atual, e o que indica ser ele posto figuradamente na testa?

      3 Visto que os marcados lá naquele tempo eram adoradores puros e leais de Jeová, deve perguntar-se: ‘Sou eu adorador verdadeiro e leal de Jeová?’ Poderá então procurar o sinal de identificação. Sim, o sinal simbólico hoje é aquilo que o marca ou identifica como adorador do Soberano Senhor Jeová. É posto figurativamente na sua testa, não para representar que se tenha posto conhecimento bíblico sobre Jeová Deus dentro de sua cabeça e gravado no seu cérebro. Muitos dentro e fora da cristandade leram a Bíblia de capa a capa diversas vezes, e apesar do conhecimento que têm na cabeça não foram marcados como adoradores de Jeová, que lamentam de coração as coisas que se fazem na cristandade em difamação de Jeová, tais como a fraudulência dela, seu derramamento de sangue, seu erro religioso, suas diversas formas de idolatrar coisas à parte de Jeová.

      4. Portanto, o que se exige além do mero conhecimento intelectual? Desde quando e por quem é feito o trabalho de marcação?

      4 Portanto, exige-se mais do que ter apenas conhecimento na cabeça. O que vale não é o que tem na cabeça, mas sim o que realmente é como personalidade. Isto se torna claramente visível e legível, como que estampado na sua testa, perante todos os que olham para a sua pessoa e a estudam. Esta personalidade, que tem o conhecimento bíblico por base, precisa ser desenvolvida em sua pessoa. E é nisso que entra o hodierno “homem vestido de linho”. Depois dos acontecimentos do já mencionado ano de 1931, este “homem” composto, a saber, os do restante ungido das testemunhas cristãs de Jeová, têm-se ocupado em marcar as testas dos merecedores.

      5. Com o decorrer do tempo, os do restante ungido vieram a reconhecer a necessidade de se fazer o quê? E o que começaram a fazer por volta de 1936, e por quê?

      5 É verdade que os deste restante ungido de cristãos dedicados e batizados têm ido de casa em casa, de porta em porta, de cidade e aldeia em cidade e aldeia, distribuindo literatura bíblica bem como proferindo discursos bíblicos da tribuna, com “entrada franca e não se faz coleta”. Mas exige mais do que apenas deixar as pessoas ler estas publicações como ajudas para o entendimento da Bíblia. Os leitores precisam de mais ajuda pessoal para compreenderem o que lêem e saberem como aplicar as coisas que lêem. Com o tempo, esta necessidade foi reconhecida mais plenamente, e no ano de 1936 começaram a fazer-se revisitas aos que aceitavam a literatura. Depois se estabeleceu um curso de estudos bíblicos domiciliares para os interessados, realizado pelos membros do restante ungido, fazendo-se com este fim aos interessados revisitas semanais ou mais freqüentes.

      6. Como se tem ajudado pessoas a discernir plenamente as coisas “detestáveis” na cristandade, e como estão sendo marcadas?

      6 Estes recém-interessados talvez já tenham ficado aborrecidos com o que observaram na cristandade. Mas quando se lhes abrem os olhos às verdades bíblicas concernentes à adoração pura do único Deus vivente e verdadeiro, elas compreendem com mais discernimento as “coisas detestáveis” realizadas pelos hipócritas religiosos na cristandade. Em vista disso, compreendem a necessidade de se retirarem e divorciarem de toda a participação na cristandade e de todo o apoio moral dado a ela na prática de suas “coisas detestáveis”. Os do restante ungido têm ajudado a tais pessoas leais a Jeová a aumentar em conhecimento e compreensão ao ponto de fazerem a sua decisão pessoal e se dedicarem a Jeová Deus mediante Jesus Cristo, seu Filho, simbolizando esta dedicação com a imersão em água. Por assim se tornarem “discípulos” do filho de Jeová, Jesus Cristo, são marcadas na sua testa — Mat. 28:19, 20.

      7. Quem devia ser marcado, conforme os do restante ungido compreenderam em 1935, e de que deviam tais revestir-se, que serviria de sinal na testa?

      7 No ano de 1935, os do restante ungido compreenderam, à base de Revelação, capítulo sete, versículos nove a dezessete, que uma “grande multidão”, de todas as nações, tribos, povos e línguas devia ser marcada na testa como os que publicamente estão de pé diante do trono de Deus e de seu Cordeiro sacrificado, Jesus Cristo, dizendo: “Devemos a salvação ao nossos Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro.” Falando-se simbolicamente, os desta “grande multidão” são identificados pelas “compridas vestes brancas”, pois, conforme diz Revelação 7:14: “Lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro.” Não somente gozam de reconhecimento aprovado “diante do trono de Deus”, mas também “prestam-lhe serviço sagrado, dia e noite, no seu templo”. Isto exige que obedeçam à ordem bíblica: “Revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não estejais planejando antecipadamente os desejos da carne.” (Rom. 13:14) Não é a personalidade semelhante à de Cristo, de que se revestem, um sinal de aprovação que os distingue abertamente como se estivessem claramente marcados na testa? Sim, realmente!

      8. Como se ajuda ativamente os desta “grande multidão” a demonstrar abertamente sua testa marcada, e o que explica que o número dos da “grande multidão” aumenta de ano em ano?

      8 Estes membros dedicados e batizados da “grande multidão” são adicionalmente ajudados a participar no trabalho de casa em casa, procurando ainda outros dos que “suspiram e gemem por causa de todas as coisas detestáveis” que se praticam dentro da cristandade. Participam assim na obra de marcação, sob a supervisão do restante ungido. Por fazerem isso, exibem abertamente o “sinal” simbólico na sua testa perante todo o mundo, dentro e fora da cristandade. Em resultado disso, muitos milhares de outros que buscam a adoração pura de Jeová Deus se mostram aptos para receber o “sinal” de identificação na facilmente vista testa. Por exemplo, só no ano de serviço de 1971 se fizeram 133.785.116 revisitas a interessados, no mundo todo, e 149.808 foram batizados em água, para simbolizar sua dedicação a Jeová Deus. Isto explica por que aumenta de ano em ano o número dos da “grande multidão”. Mas de que valor é este sinal de identificação?

      APROXIMA-SE O TRABALHO DE EXECUÇÃO FEITO PELOS “SEIS HOMENS”

      9. Que palavras de ordem proferidas a seguir por Jeová nos ajudam a compreender que o “sinal” é de valor?

      9 Se dermos valor à nossa vida terrestre, estaremos interessados no valor deste “sinal”. Aprendemos a apreciá-lo ao ouvirmos o que o Rei Jeová diz desde o seu trono, depois de dizer ao “homem vestido de linho” o que devia fazer. O profeta Ezequiel nos conta o que Jeová diz a seguir na visão: “E àqueles outros ele disse aos meus ouvidos: ‘Passai pela cidade, atrás dele, e golpeai. Não deixeis o vosso olho ter dó e não tenhais compaixão. Deveis matar o velho, o jovem e a virgem, e a criancinha, e as mulheres — para a ruína. Mas não vos aproximeis de nenhum homem em quem haja o sinal, e deveis principiar desde o meu santuário.’” — Eze. 9:5, 6.

      10. (a) Apesar da aparente crueldade, que ordem revela a misericórdia de Jeová? (b) Isto nos ajuda a reconhecer o que a respeito do “sinal”, e a quem apoiaremos por isso ativamente agora no seu trabalho?

      10 Parece cruel que Jeová diga: “Deveis matar o velho, o jovem, e a virgem, e a criancinha, e as mulheres — para a ruína”! Sim, mas pense na misericórdia divina revelada na ordem expressa de Jeová aos simbólicos “seis homens” armados com armas maçadoras: “Mas não vos aproximeis de nenhum homem em quem haja o sinal”! Agora, pois, reconhecemos que há um valor protetor neste sinal. Se nós, na vindoura “grande tribulação” sobre a cristandade e todo o resto deste sistema detestável de coisas, quisermos ser poupados pelos exércitos angélicos de Jeová, faremos esforços sinceros agora para adquirir o “sinal” para a nossa preservação. Procuraremos também ajudar outros a adquirir o “sinal”, para que possam fazer parte daquela “grande multidão” a respeito da qual se escreveu profeticamente: “Estes são os que saem da grande tribulação, e lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro.” (Rev. 7:14) Se reconhecermos que a obra de marcação se aproxima do fim e que em breve os “seis homens” simbólicos estarão esmagando as cabeças não marcadas, faremos empenho amoroso para apoiar a obra salvadora de vidas feita pelo secretário do Rei.

      11. (a) O que não devem presumir as pessoas não marcadas quanto ao tempo vindouro da execução, e por que não, segundo a história? (b) Que pergunta surge quanto aos nossos filhos que ainda não são suficientemente inteligentes?

      11 Não presumamos egotistamente que nós, se não tivermos a testa marcada, poderemos de algum modo passar despercebidos dos “seis homens” armados. Quando a antiga Jerusalém foi destruída pelos babilônios, em 607 A. E. C., então, segundo os fatos reais, tanto criancinhas, como virgens, mulheres, jovens e velhos foram destruídos. Caso as criancinhas não morressem de fome, nem de pestilência, nem às mãos dos cruéis soldados babilônicos, morriam às mãos impiedosas de suas próprias mães famintas, que as comiam como canibais. O profeta Jeremias, que se achava prisioneiro dentro de Jerusalém, até a sua queda diante dos sitiadores, nos conta isso. (Lam. 2:20, 21) Que dizer de seus filhos, hoje jovens demais para fazer uma dedicação inteligente e ser batizados em símbolo de se tornarem discípulos de Jesus Cristo? Talvez sejam jovens demais para receberem pessoalmente o sinal na testa.

      12. (a) Que perguntas devem os pais fazer a respeito de si mesmos e de seus filhos? (b) Que atitude presunçosa não devem assumir os pais quanto à misericórdia por causa de sua própria testa marcada?

      12 Mas foi pessoalmente marcado com o sinal da dedicação e da personalidade cristã? Esforça-se a fazer o que o apóstolo cristão Paulo admoesta aos pais, a saber, criar os filhos na disciplina e no conselho de autoridade de Jeová, e correspondem eles obedientemente aos seus esforços amorosos? (Efé. 6:1-4) Só se este for o caso poderá confiar no mérito do “sinal” na sua própria testa para abranger os seus filhos menores e para serem poupados misericordiosamente junto consigo na execução da destruição na vindoura “grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo”. (Mat. 24:21) O tempo de fazer isso é agora, no pouco tempo que resta antes de o hodierno “homem vestido de linho” terminar a sua marcação de todas as testas meritórias e os “seis homens” simbólicos começarem a usar as suas armas maçadoras em todas as testas não marcadas que encontrarem. Pais, querem que seus filhinhos sejam considerados “santos”, não “impuros”, por causa de sua própria testa marcada, no dia em que Jeová executar a vingança? Claro que devem querer. Mas não presumam que seus filhos, se forem bastante inteligentes para tomarem uma decisão e se dedicarem pessoalmente a Jeová, mediante Cristo, venham a estar sob o mérito de sua testa marcada.

      13. Em vista daqueles em quem os “seis homens” começaram a usar suas armas maçadoras, por que são as nossas relações religiosas outra coisa a ser vigiada?

      13 Outra coisa a vigiar agora são as nossas relações religiosas. Lembre-se de que os “seis homens” foram mandados a começar a quebrar cabeças partindo do santuário de Jeová, onde se encontravam os que tentaram misturar a adoração pura de Jeová com a adoração impura, pagã. Os “seis homens” não tiveram compaixão nem dó dos religiosos hipócritas, pois lemos a seguir: “De modo que principiaram com os homens idosos que estavam diante da casa. E ele lhes disse mais: ‘Aviltai a casa e enchei de mortos os pátios. Saí!’ E eles saíram e golpearam a cidade.” (Eze. 9:6, 7; 8:10-12) Mais tarde, tanto o templo como a cidade foram destruídos pelos babilônios. Portanto, se continuarmos a nos associar com aquela multidão religiosa hipócrita dentro da cristandade, podemos razoavelmente esperar ser marcados na testa pelo secretário do Rei e poupados no fim desastroso daqueles impenitentes adoradores falsos? De modo algum!

      14, 15. (a) Quão extensiva será a matança, e que impressão temível talvez se obtenha por este motivo? (b) O ponto de vista de quem devemos adotar e o que devemos pensar quanto aos mortos?

      14 O extermínio de vidas na cristandade e em todo o sistema mundial de coisas será tão extenso, que parecerá como se ninguém seria poupado ou escaparia. Mas não devemos pensar que Jeová irá longe demais com a sua execução de julgamento, nem devemos lamentar os executados pelos meios e instrumentos de Deus. Jeová Deus não é injusto, e nós o devemos respeitar por adotar o ponto de vista dele. A fim de nos ensinar esta lição, note o que Ezequiel passa a dizer-nos ao observar a matança:

      15 “E aconteceu que, enquanto golpeavam e eu ficava remanescendo, passei a lançar-me com a minha face por terra e a clamar e a dizer: ‘Ai! Senhor Jeová! Arruínas a todos os que restam de Israel, derramando o teu furor sobre Jerusalém? De modo que ele me disse: ‘O erro da casa de Israel e de Judá é muito, muito grande, e o país está cheio de derramamento de sangue e a cidade está cheia de deturpação; pois disseram: “Jeová deixou o país e Jeová não vê.” E também, no que se refere a mim, meu olho não terá dó, nem terei compaixão. Hei de trazer o procedimento deles sobre a sua própria cabeça.’” — Eze. 9:8-10.

      16. (a) Neste respeito, que atitude adotamos quanto a atribuir crueldade e injustiça a Deus? (b) O que dizem na realidade os que desconsideram e desafiam a Deus, e por que merecem que recaia sobre a sua própria cabeça o proceder deles?

      16 É isto uma crueldade excessiva da parte de Deus? É injusto que ele deixe os violadores das leis divinas colher os frutos de seus próprios atos e sofrer as conseqüências terríveis de seu próprio proceder escolhido? Em vindicação de Jeová Deus dizemos que não! Todos aqueles da humanidade que agora não são marcados na testa dizem na realidade: ‘Jeová abandonou a terra, e cabe agora a nós a obrigação de controlar a terra e de regê-la do modo como bem entendemos. Ele não vê o que estamos fazendo; é cego, sim, está morto, tanto quanto se refere a nós, e por isso podemos ficar impunes em tudo o que fazemos. Adiante com a adoração falsa! Adiante com o derramamento de sangue! Adiante com o erro de nosso proceder! Adiante com a fraudulência de nossos tratos!’ Os que assim desconsideram e desafiam a Jeová Deus merecem justamente que Ele faça recair sobre as cabeças não marcadas deles o seu próprio proceder. A visão dada a Ezequiel, conforme se cumpriu historicamente na antiga Jerusalém, em 609-607 A. E. C., garante que Ele agirá assim. Quando Seu “homem vestido de linho” os visitava, não prestavam atenção.

      RELATÓRIO FEITO SOBRE O TRABALHO TERMINADO

      17. (a) Qual é a reação sensata à visita feita pelo secretário do Rei agora que ele é reconhecível? (b) Até que ponto se realizará o trabalho do secretário, e que garantia temos disso baseada na visão de Ezequiel?

      17 Foi visitado recentemente pelo hodierno “homem vestido de linho”, pelo secretário do Rei reinante, Jeová? Poderá responder com inteligência, pois sabe agora como o pode identificar e reconhecer. A pergunta mais crítica é: Como o acolheu? O acolhimento sensato que conduz à vida eterna no novo sistema de coisas de Deus é deixar este secretário do Rei começar o trabalho de marcação na sua testa, falando-se biblicamente. A obra salvadora de vidas deste composto “homem vestido de linho” se aproxima agora de seu fim. Apesar da resistência a ela por parte dos religiosos hipócritas, o trabalho será executado até terminar segundo a vontade divina. O que o profeta Ezequiel viu na visão garante este término bem sucedido, pois, Ezequiel nos diz no fim desta visão: “E eis que o homem vestido de linho, sobre cujos quadris havia o tinteiro, trazia de volta a palavra, dizendo: ‘Fiz exatamente como me ordenaste.’” — Eze. 9:11.

      18. (a) Quando se cumprir esta fase final da visão de Ezequiel, de que terão motivos de alegrar-se os marcados na testa? (b) O que abrangerá e incluirá o relatório final feito pelo secretário do Rei?

      18 Isto indica que o hodierno “homem vestido de linho” será fiel na execução de sua comissão da parte do Soberano Senhor Jeová. Quão grata a humanidade pode ser por isso! Somente depois de ele ter marcado as últimas testas meritórias e de modo claro e indelével poderá relatar ao Rei: “Fiz exatamente como me ordenaste.” Quão gratos serão todos os tementes a Deus, marcados na testa, que o secretário do Rei os tenha visitado recentemente ou então desde aquele ano memorável de 1935! Quão gratos serão de que puderam fazer o bem a este secretário do Rei e assim mostrar a sua lealdade e devoção ao próprio Rei! Serão gratos de que tiveram o raro privilégio de apoiar o secretário do Rei e de ajudá-lo na obra de marcação feita por ele em escala mundial tão extensa. O relatório final, feito pelo secretário do Rei, abrangerá e incluirá o que fizeram os marcados na testa em seu apoio e auxílio.

      19. (a) Quando as pessoas caprinas sem marcação na testa forem esmagadas, onde estarão as semelhantes a ovelhas, e o que lhes será agradável de ouvir? (b) Por que se alegrará o homem vestido de linho de ouvir estas palavras dirigidas a tais?

      19 Dentro em breve, quando as pessoas caprinas, com testas obstinadas sem marcação, forem esmagadas na destruição pela força executora dos “seis homens” do Rei, os semelhantes a ovelhas, com testas marcadas, encontrar-se-ão à mão direita do Rei messiânico de Jeová, Jesus Cristo. Agradáveis aos seus ouvidos serão as palavras que o Cordeiro de Deus lhes dirigirá: “Vinde, vós os que tendes a bênção de meu Pai, herdai o reino preparado para vós desde a fundação do mundo.” Também o homem vestido de linho como secretário do Rei se alegrará de ouvir tais palavras dirigidas aos futuros herdeiros do domínio paradísico terrestre do reino de Cristo, pois assim saberá que seu trabalho com o “tinteiro de secretário” teve um êxito satisfatório e não foi em vão. — Mat. 25:31-46.

      [Foto na página 436]

      Os pais cristãos precisam criar seus filhos na disciplina de Jeová. Apenas quando estes reagirem obedientemente poderá aplicar-se aos filhos menores o mérito do “sinal” dos pais.

      [Foto na página 437]

      Pode alguém que continua a associar-se com os grupos hipocritamente religiosos da cristandade realmente esperar ser marcado pelo secretário do Rei?

  • Declaração a respeito do nome divino
    A Sentinela — 1972 | 15 de julho
    • Declaração a respeito do nome divino

      1. Em que ocasião em toda a terra, apresentou-se a Declaração a Respeito do Nome Divino para ser adotada, e por parte de quem?

      NÓS, homens e mulheres tementes a Deus, reunidos num congresso geral chamado Assembléia de Distrito “Nome Divino”, em ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐ , neste dia ‐‐‐‐‐ de ‐‐‐‐‐ de 1971, sentimo-nos induzidos a fazer a seguinte Declaração, baseada nas Escrituras Sagradas, aos povos de todas as raças, cores, nacionalidades e línguas:

      2. O que virá da parte Daquele que tem o Nome Divino, para quem é este nome importante e por quê?

      2 O NOME DIVINO é o nome pessoal Daquele de quem somente pode vir, terá de vir e virá uma nova ordem justa, adornada por um Paraíso pacífico em toda a terra, amplamente cheio de criaturas humanas perfeitas, morando juntas em amor e felicidade e em temor reverente do Nome Divino. O conhecimento deste nome é da mais elevada importância para todos os da humanidade. Por invocarem este nome em fé e confiança serão salvos do aniquilamento eterno, para usufruírem as bênçãos infindáveis procedentes do Divino, na sua nova ordem prometida.

      3. (a) Que desejo correto têm incontáveis milhares de pessoas de bom coração? (b) Como foram estas traídas pelos que as dominaram em sentido religioso?

      3 Atualmente, incontáveis milhares de pessoas de bom coração têm o desejo sincero de conhecer o nome divino e Aquele a quem pertence o nome, para que possam entrar numa relação harmoniosa com Ele e assim adorá-lo e servi-lo de modo inteligente e usufruir o seu favor amoroso. Estas pessoas com tais desejos corretos do coração foram traídas pelos seus líderes religiosos, que têm dominado sobre elas e as têm mantido em trevas espirituais, escondendo delas o Nome Divino e não lhes divulgando o poder salvador deste Nome. Tais líderes clericais no domínio religioso conhecido como cristandade possuem o livro sagrado, inspirado, que revela o Nome Divino, e este livro mostra a ligação indissolúvel entre este Nome e o propósito divino de livrar toda a humanidade do domínio escravizador da imperfeição humana, do erro humano e de todas as operações da morte.

  • Ciganos — Testemunhas de Jeová
    A Sentinela — 1972 | 15 de julho
    • Ciganos — Testemunhas de Jeová

      ● Na Tchecoslováquia, um ministro das testemunhas de Jeová atravessava de carro uma aldeia de ciganos, quando seu carro enguiçou. Ele precisava de ajuda; e um dos habitantes da aldeia estava disposto a ajudá-lo. Chegaram, então, várias pessoas para observar isso, e, enquanto o carro estava sendo consertado, o ministro procurava dar um testemunho da verdade da Palavra de Deus. Em vista daquilo que dizia, os ouvintes se aperceberam que ele era testemunha de Jeová. Perguntaram-lhe onde ele morava. Mencionou-lhes o nome duma cidade vizinha. Os ouvintes ficaram favoravelmente impressionados e disseram-lhe que todas as famílias de ciganos naquela cidade também eram testemunhas de Jeová, e que elas, desde que começaram a ler a Bíblia, tornaram-se pessoas muito boas.

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