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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1975 | 1.° de outubro
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aqui, porém, é se o pagamento da multa é biblicamente aceitável ou não.
Na Bíblia mencionam-se multas, e elas eram usadas no pacto da Lei como forma de penalidade ou punição. (Deu. 22:19; veja Êxodo 21:29-32; Provérbios 19:19; 21:11.) Esdras 7:26 mostra que as autoridades persas alistavam a “multa de dinheiro” como forma de punição junto com o encarceramento, a banição e a morte. Nos tempos modernos, conforme diz a World Book Encyclopedia de 1973: “A multa muitas vezes é a punição duma contravenção (crime menor).”
Portanto, a multa não deve ser confundida com o esforço da parte do transgressor de “comprar” seu livramento do encarceramento. Não é como o suborno tal como o Governador Félix esperava obter do apóstolo Paulo e que Paulo não pagou. (Atos 24:26, 27) Portanto, o cristão pode encarar corretamente a multa que lhe é aplicada como forma de punição, e, embora não concorde que seja culpado duma transgressão, visto que agiu em harmonia com a Palavra de Deus, sua consciência talvez lhe permita pagar a multa em sujeição às autoridades superiores deste mundo. (Rom. 13:1, 2; 1 Ped. 2:13, 14) Embora seja verdade que, na mente de alguns observadores, nosso pagamento duma multa possa subentender o estigma da culpa, é também verdade que o encarceramento levaria o mesmo estigma, na mente da maioria dos observadores. Não nos preocupamos principalmente com o ponto de vista dos do mundo, mas sim com o de Deus. Quer paguemos uma multa, quer cumpramos uma sentença na prisão, tudo se deve à nossa insistência em ‘obedecer a Deus como governante antes que aos homens’. — Leia Atos 5:29, 32; Hebreus 10:34; Filipenses 3:8, 9.
A concessão duma opção de pagar uma multa ou ser encarcerado em geral mostra certa medida de misericórdia ou clemência judicial. Aqueles que são julgados como genuína ameaça para a comunidade costumam ser encarcerados, ao passo que se impõem multas como medida menos severa, que permite a continuação ininterrupta da vida familiar e do emprego da pessoa, a qual não é removida da família, nem da vida comunal por ser encarcerada. Não há nada nas Escrituras que proíba que o cristão se aproveite desta provisão mais leniente, nem exigem as Escrituras que adotemos um proceder que obrigue as autoridades a mostrar quão profunda pode ser sua oposição ao reino de Deus. (Em contraste, veja o conselho apostólico em Romanos 13:3, 4; Tito 3:1, 2; 1 Pedro 2:12-17; 3:13-16.) Quando se apresenta a opção de pagar uma multa ou de ser encarcerado, então o cristão talvez ache que poderá realizar mais para a promoção das boas novas por pagar a multa e manter sua liberdade de ação. É uma questão de decisão individual segundo a própria consciência e um critério cuidadoso, e quer alguém decida pagar a multa ou ache melhor sofrer o encarceramento, sua decisão não deve sofrer crítica dos outros na congregação.
Multas podem ser aplicadas por outros que não são autoridades governamentais; por exemplo, pelos sindicatos, nos casos em que a consciência do cristão não lhe permite empenhar-se em certas atividades sindicais que ele acha contrárias aos princípios bíblicos. Neste caso, também, talvez ache que pagar a multa simplesmente é sofrer uma penalidade injusta por ser cristão. — 1 Ped. 2:19, 20; 3:17; veja Provérbios 17:26.
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