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  • Será que Deus realmente existe?
    Despertai! — 1986 | 22 de fevereiro
    • Será que Deus realmente existe?

      Mesmo antes de Netuno ser visto, sua existência já era indicada pela atração gravitacional que exercia sobre Urano. De forma similar, pode-se confirmar a existência de Deus?

      EXISTE realmente um Deus de paz? Para muitos, esta indagação devia ser mais precisa — será que Deus realmente existe?

      Milhões de ateus respondem Não! Os agnósticos expendem o conceito de que “qualquer realidade última (como Deus) é desconhecida e provavelmente incognoscível”. Todavia, mais de um bilhão e meio de pessoas religiosas afirmam que Deus existe, embora se mostrem profundamente divididas quanto às suas crenças sobre ele.

      Existe algum meio de se chegar a uma resposta satisfatória sobre essa questão? Por resposta satisfatória queremos referir-nos a uma condizente com nossa faculdade de raciocínio, bem como com nossas emoções.

      Quais, então, são alguns dos obstáculos para se crer em Deus? Temos um deles nas palavras de João, escritor bíblico: “Nenhum homem jamais viu a Deus.” (João 1:18) Milhões arrazoam que, visto não terem visto a Deus, ele não existe. “Ver para crer”, afirmam. Mas será isso estritamente lógico?

      Na realidade, todos nós cremos em coisas que jamais vimos. Por quê? Porque sabemos, pelas evidências circunstanciais e por dedução, que tais coisas têm de existir. Ilustrando: Quem já viu as ondas de rádio? Ou as ondas de televisão? Ou raios X? Todavia, sabemos que existem por causa dos efeitos produzidos num rádio, num televisor ou numa chapa de raios X.

      Similarmente, podemos empregar as evidências circunstanciais e a dedução para confirmar a existência de Deus?

      Seguir os Indícios

      Atualmente, consideramos corriqueiro o sistema solar. Todavia, há apenas 140 anos, o entendimento do homem a respeito dele era limitado. Naquele tempo, Netuno e Plutão — os dois planetas mais afastados da Terra e do Sol, não eram conhecidos. Todavia, suspeitava-se da existência de Netuno. Por quê? Por indícios — efeitos — que apontavam a existência dele.

      Explica a revista National Geographic: “Na década de 1840, um francês e um inglês, trabalhando em separado, concluíram que a atração gravitacional de um planeta desconhecido [e, até então não visto] forçava Urano a desviar-se de sua órbita predita.” Assim, o que fizeram? Calcularam onde deveria estar o planeta que faltava, “e Netuno foi encontrado após uma hora de busca”.

      Como em tantos outros casos, os astrônomos estudaram os efeitos, ou indícios, e então, pela pesquisa, encontraram a causa. Existem quaisquer efeitos que confirmem a existência de uma inteligência superior à do homem?

  • Podemos saber se Deus existe?
    Despertai! — 1986 | 22 de fevereiro
    • Podemos saber se Deus existe?

      EXISTE um indício notável da existência dum Criador que todos portamos conosco. Utilizamo-lo diariamente, em grau menor ou maior, e, todavia, tendemos a considerá-lo corriqueiro. Pesa cerca de 1 quilo e 400 gramas, tem o tamanho duma laranja grande, parece-se um tanto com uma noz-de-natal, e situa-se bem protegido no crânio. Sim, trata-se do cérebro humano.

      Todavia, essa descrição simples de forma alguma faz justiça a esta maravilha de design. O neurobiologista francês, Dr. Jean-Pierre Changeux, descreveu-o do seguinte modo: “O cérebro humano nos leva a pensar num gigantesco ajuntamento de dezenas de bilhões de teias de aranha neuronais intercruzadas, percorridas por miríades de impulsos elétricos, emitidos de tempos a tempos por rica gama de sinais químicos. A organização anatômica e química desta máquina é fantasticamente complicada.” — Neuronal Man (Homem Neuronal).

      Segundo o neurologista, Dr. Richard Restak, cada um dos até 100 bilhões de neurônios, ou células nervosas, do cérebro “talvez tenha mais de mil sinapses — pontos de contato entre as células nervosas. No caso de algumas células do interior do córtex cerebral, os totais podem aproximar-se das duzentas mil conexões.”

      O Dr. Changeux calcula que existe “algo em torno de 600 milhões de [sinapses] por milímetro cúbico”. Um milímetro cúbico tem cerca do tamanho da cabeça dum diminuto alfinete! Assim, quantas sinapses, ou regiões de contato, há num cérebro? O Dr. Restak responde: “Talvez haja de dez a cem trilhões de sinapses no cérebro, e cada uma opera como diminuta calculadora que tabula os sinais que chegam como impulsos elétricos.” O que significa isso? Como afirma Restak: “O número total de conexões no interior da ampla rede do sistema neuronal do cérebro é deveras astronômico.”

      Como se Transmitem as Informações?

      Mas isto não é o fim da história. Os neurônios do cérebro fazem conexões por meio de prolongamentos fibrosos chamados dendritos.

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