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  • O holocausto global — crescente preocupação com a sobrevivência
    Despertai! — 1985 | 8 de maio
    • O holocausto global — crescente preocupação com a sobrevivência

      EM 20 de novembro de 1983, uma dramatização para TV, chamada O Dia Seguinte, atraiu uma audiência recorde de cem milhões de americanos. Foi também, mais tarde, exibida em cinemas por todo o Brasil. De forma vívida — por vezes aterrorizadora — o filme obrigou sua enorme audiência a ponderar sobre os tenebrosos resultados de uma guerra nuclear. Muitos telespectadores e assistentes ainda retêm na memória lúgubres imagens visuais: nuvens de cogumelos chamejantes, mísseis nucleares cruzando o céu vespertino, corpos calcinados, homens e mulheres transformados em vapor e reduzidos a imagens de raios X, uma criança cegada pela bola de fogo nuclear, uma adolescente, — antes linda — que perdeu os cabelos e ficou coberta de queimaduras da radiação.

      Não surgiu, em resultado deste filme, nenhum movimento de protesto antinuclear em larga escala. Nem diminuíram as tensões entre as superpotências nucleares. Todavia, parece estar crescendo a preocupação quanto à sobrevivência num holocausto nuclear. As pessoas deveras parecem mais dispostas a discutir — e refletir sobre — esta perspectiva de gelar a espinha.

      Poucos anos atrás, porém, perguntou-se a um grupo casual de 50 pessoas nos Estados Unidos: “Acham que poderia haver uma guerra nuclear?” e: “O que faria se houvesse uma?” Os entrevistadores encontraram surpreendente relutância das pessoas até em discutir tais assuntos. Típica foi a resposta duma cabeleireira, que disse: “Não são coisas com que nos devemos preocupar; deixemos que os políticos se preocupem com isso.” Na maioria, as pessoas encararam a ameaça dum holocausto global utilizando o que os pesquisadores chamam de “bloqueio psíquico”, recusando-se totalmente a pensar sobre isso!

      À medida que aumentam as tensões mundiais, contudo, torna-se cada vez mais difícil realizar esta proeza de exercício emocional e simplesmente ignorar a ameaça. Afirma Jerome Frank, professor emérito de psiquiatria: “A possibilidade de o mundo poder ser destruído pelas armas nucleares está literalmente eliminando o futuro para muita gente. Há alarmante aumento de suicídios entre adolescentes, muitos dos quais acham não ter chance de oferecer qualquer contribuição à sociedade.”

      Há crescente número de pessoas, porém, que se recusam a ficar inertes e deixar-se consumir por sentimentos de desespero. Convencidas da inevitabilidade de um desastre global, afirmam só existir uma coisa sensata a fazer: Preparar-se para sobreviver! Assim, foram chamadas de “sobrevivencialistas”. Mas, quem são? Oferecem uma alternativa para a aniquilação?

  • Os sobrevivencialistas — estão preparados para o fim?
    Despertai! — 1985 | 8 de maio
    • Os sobrevivencialistas — estão preparados para o fim?

      “ESTOU mandando as pessoas saírem das cidades e mudar-se para cidadezinhas, porque a civilização em todo o mundo está condenada.” Assim avisou um defensor de um movimento crescente que é tanto curioso como assustador: os sobrevivencialistas! São, como seu nome sugere, pessoas decididas a sobreviver ao que julgam ser uma catástrofe global inevitável — seja ela nuclear, natural, social, seja econômica. Pouco lhes importa de onde venha o desastre, pois estão preparadas para qualquer eventualidade.

      Livros de títulos ominosos, tais como Life After Doomsday (A Vida Depois do Dia do Juízo) lhes fornecem “informações esclarecedoras sobre abrigos, estocagem de alimentos, técnicas médicas domésticas, psicologia de sobrevivência, e defesa dos abrigos”. Periódicos tais como Survive (Sobreviva) as mantêm atualizadas com os últimos dispositivos para sobrevivência: fuzis, alimentos liofilizados (congelados e secos), equipamento de combate e abrigos antinucleares pré-fabricados. Estes, porém, são só uma amostra de uma gama de produtos que criaram o que a revista U.S. News & World Report, há algum tempo, chamou de “Nova Indústria Próspera”. Alguns sobrevivencialistas sofisticados chegaram até a investir em condomínios subterrâneos, de modo a atravessar um ‘Armagedom nuclear’ com todo o conforto.

      Não se engane. Os sobrevivencialistas levam isso a sério. Na verdade, para muitos, suas manobras militares e exercício de tiro parecem uma fantasia macabra. A revista Life (Vida) recentemente noticiou a crescente popularidade do “National Survival Game” (Jogo Nacional da Sobrevivência). Nele, os competidores percorrem o matagal atirando pelotas inofensivas uns nos outros — um treino para a guerrilha depois do desastre nuclear. Até agora, “O Jogo já se espalhou por 38 estados [dos EUA]”, veiculou a Life.

      Brincadeira de criança? Talvez o seja, para alguns. Outros, porém, encaram tais manobras como negócio sério. Explica um sobrevivencialista: “Quando as coisas engrossarem, outros tentarão roubar de nós. . . . As pessoas estarão se matando por um pão.”

      Lunáticos ou Realistas?

      Muitos, todavia, sentem-se tentados a desprezar os sobrevivencialistas como loucos varridos de pai e mãe, mas outros talvez achem que não são, afinal de contas, tão irracionais assim. As ameaças de guerra nuclear e de superpopulação, com as fomes, os crimes e o colapso econômico resultantes, ou mesmo o colapso da ordem social, não são loucuras imaginadas por neuróticos. Estes problemas deixam perplexos e profundamente perturbados até mesmo os peritos. Por exemplo, segundo o jornal The Auckland Star, um grupo de pesquisa chamado ‘Worldwatch” recentemente publicou um estudo em que afirmava que “o mundo está à beira de uma crise econômica causada pela exaustão dos recursos naturais”.

      Diferente dos que praticam o “bloqueio psíquico”, os sobrevivencialistas tentam encarar estes temores. Embora provenham duma variedade de formações sociais e econômicas, e embora o movimento deles esteja fragmentado por diferentes filosofias e enfoques, acham-se unidos por este poderoso denominador comum — O MEDO. Acham que o “sistema” fracassou — que os governos, as forças policiais, os tribunais e os sistemas monetários simplesmente não estão à altura de equacionar os avolumantes problemas desta década. Por conseguinte, preferem depender deles próprios e confiar em que sua própria iniciativa e capacidade — bem aguçadas por meio de treinamento avançado — os salve quando ocorrer o desastre.

      Enfoque Prático?

      Será, contudo, que abrigos antinucleares, alimentos liofilizados, e reservas de ouro constituem enfoques práticos para a futura sobrevivência? Quão eficazes seriam em caso de ocorrer mesmo uma guerra nuclear? Um artigo intitulado “Conseqüências Biológicas a Longo Prazo da Guerra Nuclear”, publicado na revista Science (Ciência), começou dizendo: “Recentes estudos da guerra nuclear em ampla escala (5.000 a 10.000 megatons), calcularam que haveria 750 milhões de mortes imediatas somente causadas pelas explosões; um total de cerca de 1,1 bilhão de mortes devido aos efeitos combinados da explosão, do fogo, da radiação; e aproximadamente outros 1,1 bilhão de feridos que requereriam cuidados médicos. Assim, de 30 a 50 por cento da população humana total poderiam ser vítimas imediatas duma guerra nuclear.”

      Suponhamos, porém, que um abrigo estivesse localizado com tanta felicidade de forma a escapar deste aniquilamento imediato. A revista Newsweek predisse: “Mesmo nos melhores abrigos poderiam grassar doenças tais como o tifo e a cólera. A disposição final dos dejetos orgânicos seria primitiva; os cuidados médicos seriam insuficientes, e muitos corpos se decomporiam muito antes de poderem ser enterrados. A maioria dos abrigos seriam escuros, frios e não teriam comunicação com o exterior; um errático pulso eletromagnético resultante da explosão poderia destruir os transmissores de rádio. A superlotação, o pânico e a incerteza aumentariam as tensões. Os retardatários poderiam espalhar a contaminação, e o choque psicológico agudo seria contagioso nestes alojamentos apertados.” Todavia, este lúgubre cenário era de uma simples guerra nuclear limitada!

      Em seu livro Nuclear Madness (Loucura Nuclear), a dra. Helen Caldicott declara mais: “Os que sobrevivessem, em abrigos ou em remotas áreas rurais, voltariam para um mundo totalmente devastado, desprovido dos sistemas de sustentação da vida de que depende a espécie humana.” Os descendentes dos sobreviventes herdariam um legado assustador: “A exposição dos órgãos reprodutores à imensa dose de radiação liberada pelas explosões resultaria na esterilidade de muitos. O resultado seria crescente incidência de abortos espontâneos, de filhos deformados, e também maciço aumento de mutações, tanto dominantes como recessivas.” Por quanto tempo? Pelo “resto do tempo”, afirma a dra. Caldicott.

      Recente estudo intitulado “Inverno Nuclear: Conseqüências Globais de Explosões Nucleares Múltiplas” pinta um quadro ainda mais pessimista. Este informe conclui que a quantidade maciça de pó e de fumaça, gerada mesmo em caso duma guerra nuclear limitada “poderia exercer grande impacto sobre o clima — manifesto por significativo escurecimento da superfície por muitas semanas, temperaturas terrestres abaixo de zero, persistentes durante vários meses, grandes perturbações nos padrões globais de circulação, e mudanças dramáticas no clima local e nas taxas de precipitação pluviométrica — rigoroso ‘inverno nuclear’ em qualquer estação”. Num estudo acompanhante, uma equipe de cientistas chegou a esta conclusão de gelar a espinha: ‘A extinção de grande fração dos animais, das plantas e dos microorganismos da Terra parece possível, não se podendo excluir a extinção da própria espécie humana.’

      Não é de admirar que o novelista Nevil Shute imaginasse que, depois duma guerra nuclear, “os vivos invejariam os mortos”.

      “Ou Nós ou Eles”

      As probabilidades de o treinamento para sobrevivência dar resultado parecem assim ser tênues. Mas, mesmo se admitindo a possibilidade de que sejam exageradas as predições dos cientistas, o sobrevivencialismo ainda apresenta uma fraqueza fatal: Ao passo que a guerra nuclear possivelmente poria fim aos governos e aos exércitos como nós os conhecemos agora, não eliminaria a causa básica da guerra. Realisticamente, a Bíblia afirma: “Donde procedem as guerras e donde vêm as lutas entre vós? Não vêm disso, a saber, dos vossos desejos ardentes de prazer sensual, que travam um combate nos vossos membros?” (Tiago 4:1) Colocar os interesses egoístas da pessoa em primeiro lugar invariavelmente leva a contendas.

      Têm as ideologias que agora unem os sobrevivencialistas uma natureza tão altruísta que a ganância e o egoísmo não dominariam seu modo de pensar quando confrontados com a escassez gerada por uma catástrofe global? A revista The Christian Century (O Século Cristão) recentemente citou Jerry Younkins, porta-voz dum grupo de sobrevivencialistas “cristãos”, como tendo dito: “Somos cristãos primeiro, e sobrevivencialistas depois.” Com isto queria dizer que, quando o desastre assolar, eles (pelo menos de início) tentarão praticar os princípios cristãos. “Compartilharemos o que tivermos o máximo que pudermos”, prosseguiu. Mas, que dizer quando os suprimentos começarem a escassear? “Nós os mataremos”, afirmou o sr. Younkins. “É muito simples: Em tal situação, é uma questão de ou nós ou eles.

      Em tal clima de terror, estoques ocultos de alimento ou de ouro poderiam soletrar a sentença de morte dum sobrevivencialista.

      Antigos Sobrevivencialistas

      O sobrevivencialismo não é realmente algo novo. Com efeito, os sobrevivencialistas fazem-nos lembrar um grupo que existia no primeiro século de nossa Era Comum: os zelotes judeus. Ao se aproximar o fim da sétima década, a hostilidade entre os judeus e seus governantes romanos opressores chegava ao ponto de estourar. O fanatismo religioso, as catástrofes naturais, como terremotos, e a escassez de alimentos, tudo contribuiu para atiçar os temores de que tinha chegado o fim do existente sistema de coisas. (Mateus 24:6-8) Como sobrevivencialista da atualidade, alguns tentaram fortalecer-se para o futuro. Quando os exércitos romanos, sob o comando do general Céstio Galo, subiram contra Jerusalém, alguns zelotes judeus conseguiram capturar a cidade de Massada. Alojados em sua fortaleza rochosa de 400 metros de altitude, os zelotes dispunham duma série de armas e amplas reservas de alimentos e de água. A sobrevivência parecia garantida.

      Contudo, o general romano Tito destruiu Jerusalém, em 70 EC, deixando Massada como ponto focal do ataque romano. Por sete longos meses os zelotes resistiram. Mas, os engenheiros romanos tiveram êxito em construir enorme rampa que possibilitou o acesso de seus soldados à fortaleza. Sabendo que a captura significava uma existência miserável como escravos, os 960 homens, mulheres e crianças em Massada cometeram suicídio em massa. Seus esforços de sobreviver por se refugiarem numa fortaleza tremendamente armada, no topo dum monte, provaram-se fúteis.

      É interessante, porém, que havia um grupo de pessoas que sobreviveram a este holocausto sem empregar tais táticas de sobrevivência.

      [Destaque na página 13]

      ‘A extinção de grande fração dos animais, das plantas e dos microorganismos da Terra parece possível, não se podendo excluir a extinção da própria espécie humana.’

      [Destaque na página 13]

      Têm as ideologias dos sobrevivencialistas uma natureza tal que a ganância e o egoísmo não prevaleceriam numa época de escassez?

      [Foto na página 12]

      É a construção de abrigos antinucleares e a estocagem de alimentos e de ouro a forma correta de preparar-se para a sobrevivência?

      [Foto na página 14]

      Os esforços dos zelotes de armar-se para a sobrevivência em Massada não os salvaram.

  • A única forma de sobrevivência
    Despertai! — 1985 | 8 de maio
    • A única forma de sobrevivência

      “QUANDO virdes Jerusalém cercada por exércitos acampados, então sabei que se tem aproximado a desolação dela. Então, comecem a fugir para os montes os que estiverem na Judéia.” (Lucas 21:20, 21) Foi assim que Jesus Cristo instruiu a seus discípulos. E que aconteceria com os que desobedecessem às palavras de Cristo? Ele predisse: “Cairão pelo fio da espada e serão levados cativos para todas as nações; e Jerusalém será pisada pelas nações.” — Lucas 21:24.

      Os zelotes sentiriam repulsa pelas palavras de Jesus. Segundo o livro A History of the Jews (História dos Judeus), de Abram L. Sachar, os zelotes “eram extremistas que apelavam para tudo a fim de derrubar seus amos pagãos”. A idéia de fugir pareceria não só impraticável, mas, pior ainda, uma covardia! Assim, em 66 EC, a crueldade dos romanos incitou estes judeus a rebelar-se. Depois de os rebeldes judeus capturarem Massada, Roma correu para garantir Jerusalém. Jerusalém ficou então “cercada por exércitos acampados”. Mas, quando Céstio Galo, procônsul romano, inesperadamente retirou suas tropas, abriu-se a oportunidade para os moradores de Jerusalém seguirem o conselho de Jesus e fugirem. Afirma Eusébio, historiador do terceiro século: “No entanto, todo o corpo da igreja em Jerusalém, mandado por revelação divina, . . . mudou-se da cidade e passou a morar em certa cidade além do Jordão, chamada Pela.” Mas, que dizer dos que permaneceram em Jerusalém?

      Veio 70 EC, e os romanos voltaram, sob a liderança do general Tito. Decidido a conquistar a cidade, eles a cercaram. Flávio Josefo, ex-rebelde judeu que então servia aos romanos, rodeou as muralhas de Jerusalém, suplicando a seu povo que desistisse de sua luta inútil. “Compreendei”, clamou, “que lutais não só contra os romanos, mas também contra Deus”. Com que resultado? Em suas próprias palavras: “Todavia, embora Josefo, com lágrimas nos olhos, apelasse assim em altos brados a eles, os insurgentes nem cederam, nem julgaram seguro modificar seu proceder.” Em conseqüência, centenas de milhares morreram de fome e pela espada, e dezenas de milhares de outros foram arrastados a uma vida de escravidão! Todavia os cristãos, seguros em Pela, puderam refletir sobre a bênção de terem obedecido ao aviso de Cristo.

      A Sobrevivência Atual

      O que aconteceu em Jerusalém foi simples exemplo, em pequena escala, do que acontecerá em nossos tempos, em escala global. Mas, o que está em jogo desta feita é a existência, não apenas duma cidade, mas de um sistema de coisas mundial! — Mateus 24:21.

      É o próprio Deus quem trará esta calamidade global. Mas, por que motivo? De modo a “arruinar os que arruínam a terra”. (Revelação 11:18) Deus, “o Formador da terra e Aquele que a fez, . . . não a criou simplesmente para nada”, e Ele não permitirá que o homem a devaste, seja pela poluição, seja pela destruição nuclear. (Isaías 45:18) Mas, será necessária Sua intervenção para impedir o cataclismo de origem humana que os sobrevivencialistas receiam. Entretanto, Jesus disse ser possível sermos “bem sucedidos em escapar de todas estas coisas que estão destinadas a ocorrer”. — Lucas 21:36.

      Uma vez que os seguidores de Jesus atualmente estão espalhados por toda a Terra, ser-lhes-ia impossível fugir para algum local geográfico, como fugiram os cristãos do primeiro século. Hoje em dia, a sobrevivência dependerá da obediência ao conselho da Bíblia em Sofonias 2:2, 3: “Antes que venha sobre vós a ira ardente de Jeová, antes que venha sobre vós o dia da ira de Jeová, procurai a Jeová, todos os mansos da terra, que tendes praticado a Sua própria decisão judicial. Procurai a justiça, procurai a mansidão. Provavelmente sereis escondidos no dia da ira de Jeová.” E a Bíblia declara mais: “Todo aquele que invocar o nome de Jeová salvar-se-á.” — Joel 2:32.

      Na verdade, algumas traduções da Bíblia obscurecem o significado deste texto por traduzi-lo: “Aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (Almeida) Mas o texto na língua original mostra que se exige mais do que um apelo a um “Senhor” sem nome. Em muitas Bíblias, textos tais como o Salmo 83:18 mostram claramente que o nome pessoal desse “Senhor” é JEOVÁ. (Almeida; Versão Brasileira) Invocar seu nome significa mais do que usá-lo de modo cerimonial. A pessoa precisa ‘procurar’ ou buscar a Jeová por estudar a Bíblia e conhecê-lo como pessoa. (João 17:3) Este conhecimento move a pessoa de coração justo a respeitar a autoridade de Jeová como Soberano Universal, ajustar-se a seus padrões e imitar a Jesus em ‘manifestar o nome de Deus’ a outros. — João 17:6.

      Simplesmente freqüentar a igreja preferida, portanto, não é a vereda da sobrevivência. Como poderia ser, uma vez que as igrejas não só falham em empregar o nome pessoal de Deus, mas, amiúde, até mesmo desencorajam o seu uso e desdenham os mandamentos de Deus? Lembre-se de que o profeta Malaquias afirma que Deus possui “um livro de recordação” para aqueles que ‘temem a Jeová e para os que pensam em seu nome’. (Malaquias 3:16) Dentre todos os grupos religiosos que afirmam ser cristãos, qual é o que emprega livremente o nome de Deus, Jeová, que deposita plena confiança nele e em suas promessas e incentiva corajosamente seus membros a testemunhar sobre Ele? (Isaías 43:10) Sem dúvida, estes são os que ‘procuram a Jeová’. Instam com outros a juntar-se a eles em aprender qual é a única forma segura de sobrevivência ao vindouro holocausto global.

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