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Como sabemos que se aproximaA Sentinela — 1969 | 1.° de maio
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Eles se defrontam com a destruição eterna. Nós nos confrontamos com o livramento eterno. Então, por que não nos erguermos e levantarmos a cabeça em esperança, elevando também a nossa voz, ao continuarmos a proclamar o reino de Deus? — Mar. 13:10.
21. Por causa de que outras coisas, conforme mencionadas no aviso de Jesus, não devemos deixar pender a cabeça?
21 Nunca devemos ficar abatidos, especialmente agora, nem deixar a cabeça pender e inclinar em sonolência e torpor, por nos gratificarmos demais com as nações mundanas nos seus esforços de esquecer e desconsiderar as coisas que ocorrem desde 1914. Visto que agora já é tão tarde e já se avançou tanto na corrente dos assuntos mundiais, dentre todos os tempos é este o de nos mantermos atentos ao que está acontecendo no avanço veloz do mundo para o seu inevitável clímax, e então agir como cristãos observantes, entendidos. Não nos atrevemos desconsiderar aquilo que Jesus incluiu na sua profecia como aviso: “Mas, prestai atenção a vós mesmos, para que os vossos corações nunca fiquem sobrecarregados com o excesso no comer, e com a imoderação no beber, e com as ansiedades da vida, e aquele dia venha sobre vós instantâneamente como um laço. Pois virá sobre todos os que moram na face de toda a terra. Portanto, mantende-vos despertos, fazendo todo o tempo súplica para que sejais bem sucedidos em escapar de todas estas coisas que estão destinadas a ocorrer, e em ficar em pé diante do Filho do homem.” — Luc. 21:34-36.
22. (a) O que significará ser apanhado para os que o são por aquele dia enlaçador? (b) Que condição do coração devemos evitar?
22 Arma-se um laço para apanhar a sua vítima numa fração de segundo, antes que possa escapar. Portanto, vir este dia repentinamente sobre nós, num instante, como um laço, significa ser apanhado além de qualquer chance de nos livrarmos, e significa morte para nós. Este dia enlaçador se aproxima rapidamente “sobre todos os que moram na face de toda a terra”, tão certamente como o dia segue a noite. Todos nós forçosamente entraremos naquele dia, visto que chegará repentinamente sobre toda a terra, não havendo morador na terra fora do seu alcance. Todos nós teremos de encará-lo. Mas como? Por fazermos o que fizeram as pessoas nos dias antes do dilúvio de Noé, comendo e bebendo em excesso, e entregando-nos às “ansiedades da vida”, inclusive às ansiedades com a busca de prazeres? Isto é o que a classe do “escravo mau” faz. (Mat. 24:38, 39, 48-51) Não são as coisas em que devemos fixar o coração, sobrecarregando nosso coração com estas coisas e deixando-o engordar, engrossar e ficar insensível à chamada de Cristo ao serviço do Reino. Neste tempo em que se determina o destino, precisamos prestar atenção a nós mesmos, a fim de evitar tal condição do coração.
23. A fim de sermos “bem sucedidos em escapar de todas estas coisas”, que atitude mental devemos manter e com a ajuda de quê?
23 É o tempo de mantermos nossos poderes e nossas faculdades plenamente despertas e ativas no serviço de Deus, é o tempo de fazermos súplica, porque não o podemos fazer na nossa própria força. Sem a ajuda de Deus, não podemos ser bem sucedidos. Só assim podemos escapar de partilharmos a angústia, o temor e a expectativa temível das nações mundanas e de sermos enlaçados na destruição com elas no Armagedom.
24. Nosso propósito, junto com nossa forte súplica, é fazermos o quê, e o que nos trará o cumprimento deste propósito?
24 O que nos esforçamos em fazer de todo o nosso coração é ficar de pé diante do Filho do homem, que vem “com poder e grande glória” para executar o julgamento divino neste sistema de coisas e nos seus apoiadores. (que toda a cristandade, a antitípica Jerusalém e Judéia, caia condenada na destruição diante deste Filho do homem, a quem ela hipocritamente afirma servir. Nosso propósito, junto com nossa forte súplica, é ficar de pé aprovado diante do Filho do homem, como seus verdadeiros seguidores, que nos mantivemos eretos, de cabeça levantada, constantemente despertos e nunca olhando para trás, para a cristandade e Babilônia, a Grande, da qual fugimos. Erguidos na plena dignidade de nosso serviço como servos livres do Deus Altíssimo, manteremos nossas cabeças levantadas, proclamando obedientemente o reino de nosso Pai celestial, Jeová Deus, e servindo seus interesses. (Rom. 14:4) Este proceder ativo e fiel nos trará em breve a grandiosa recompensa de sermos livrados deste sistema iníquo de coisas para a nova ordem bendita de Deus, para adorarmos e servirmos a ele ali no seu imperecível templo para todo o sempre.
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Que proveito tirou de sua Assembléia “Boas Novas”?A Sentinela — 1969 | 1.° de maio
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Que proveito tirou de sua Assembléia “Boas Novas”?
As testemunhas de Jeová, jovens e idosas gostam de se reunir em assembléias, assim como ordenado em Hebreus 10:24, 25. Esta é a razão por que centenas de milhares delas viajaram muitos quilômetros para assistir a uma das Assembléias de Distrito “Boas Novas Para Todas as Nações”. Elas foram realizadas em mais de 120 cidades, em mais de vinte e cinco países, contando-se só o hemisfério setentrional, durante julho e agosto do ano passado. E quão grandes foram as multidões que vieram! Em quase cada país, a assistência foi de 10 a 30 por cento acima daquela do ano anterior, num total de 928.756.
As testemunhas que não tinham liberdade de se reunir em grandes números em suas próprias terras viajaram a países onde podiam reunir-se. Uns 5.000 viajaram da Espanha até Toulouse, na França, assim como fizeram também mais de 600 testemunhas portuguesas. Mais de 2.000 da Iugoslávia estiveram na assembléia de Villach, na Áustria, e acima de 500 da Grécia usufruíram uma assembléia em Ulm, na Alemanha. Todas estas assembléias, naturalmente, foram realizadas no próprio idioma delas.
Quão bem os jovens estiveram representados nestas assembléias! A imprensa pública, vez após vez, comentou este fato e observou que não havia ‘gerações em conflito’ entre as Testemunhas. Assim, o B. T. (um dos maiores diários da Dinamarca), publicou uma entrevista com várias Testemunhas jovens, apresentando seu conceito sobre a Bíblia, a moral, o casamento, a maneira de se vestir e outras coisas. Declarou nas suas observações introdutórias:
“Não se trata de um assunto para gente velha — há muitos casais mais jovens e jovens solteiros, moços, adolescentes e crianças. Todos escutam com atenção e confiança os discursos e as explicações bíblicas dadas pelos mais velhos. Não há rebelião da juventude entre as testemunhas de Jeová. O que as mantém unidas
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