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  • A união da família de Deus
    A Sentinela — 1964 | 15 de novembro
    • membro da congregação, a quem se disse que pregasse. Não estavam livres para pregar qualquer coisa. Foram todos convocados para pregar a verdade. Lògicamente, então, estavam circunscritos a regar a mesma mensagem, quer isto fôsse feito em Jerusalém, em Roma ou em Corinto. “Exorto-vos, agora, irmãos, . . . que todos faleis de acôrdo, e que não haja entre vós divisões, mas que estejais aptamente unidos na mesma mente e na mesma maneira de pensar.” (1 Cor. 1:10) Não havia lugar para movimentos contraditórios, como se dá hoje em dia, onde, na mesma igreja, há o grupo “positivo” e daí, há o grupo “liberal” que nem mesmo reconhece a morte sacrificial de Jesus e a sua ressurreição. O apóstolo Paulo escreveu a certo superintendente, Tito, que êste deveria ‘mostrar incorrupção em seu ensino’, e “palavras sadias que não podem ser condenadas”. (Tito 2:7, 8) Isto certamente foi escrito não só para o benefício de Tito, e de sua congregação, mas também para todos os superintendentes cristãos, de todos os tempos.

      14. Como devem ser tratadas as pessoas que promovem seitas?

      14 De modo que a união possa ser preservada e sejam evitadas seitas e separações, o apóstolo Paulo, homem que fazia parte do corpo governante daqueles tempos primitivos, escreveu em sua carta aos tessalonicenses: “Mas, se alguém não fôr obediente à nossa palavra por intermédio desta carta, tomai nota de tal, parai de associar-vos com êle, para que fique envergonhado.” (2 Tes. 3:14) Tal pessoa que não se mostrava disposta a aceitar o ensino inspirado do apóstolo não era companhia segura na congregação. Ela não seria permitida de ir à tribuna, de modo que pudesse apresentar as suas próprias opiniões, contrárias ao que o apóstolo havia escrito e ensinado. Não, ela deveria ser ignorada, de modo que tal pessoa pudesse ver quão desarrazoada era a sua atitude e, por meio de admoestação, pudesse eventualmente ser ajudada a tornar-se obediente. Por fazer isto, a congregação mantinha a união em suas fileiras e em sua relação para com as outras congregações e os irmãos que estavam na dianteira.

      15. Que base favorável à união gozam as pessoas que abandonam a religião babilônica?

      15 Hoje em dia, achamos a mesma ordem e os mesmos princípios nas restauradas congregações cristãs das testemunhas de Jeová. Nas poucas décadas passadas centenas de milhares de homens de boa vontade têm abandonado as suas igrejas da religião babilônica, das quais muitos vieram a fazer parte desde o nascimento. Aceitam a mensagem saudável do reino de Deus, fazem a sua dedicação a Jeová e se unem às congregações organizadas das testemunhas de Jeová. Quer tenham sido anteriormente católicos, protestantes, judeus, budistas, muçulmanos, aderentes de qualquer outra fé ou até mesmo ateus, estão agora unidos pelo denominador comum da verdade bíblica, na grande família de Deus, sob o reino de Deus. Encontraram uma união que jamais haviam conhecido antes.

      NENHUMA DITADURA

      16. O que é uma ditadura? Que perguntas têm sido feitas a respeito disso?

      16 Algumas pessoas que observam a íntima união mundial do povo de Deus têm perguntado se as testemunhas de Jeová vivem sob uma ditadura, visto que tôdas estão sujeitas a certos princípios. Pelo têrmo “ditadura” geralmente se entende, hoje em dia, a forma de govêrno que assume autoridade absoluta e domina pela fôrça e coerção. Milhões de pessoas, atualmente, vivem sob tal ditadura, e, em geral, êstes sistemas de govêrno encontram bom apoio das igrejas. Mas, quantas das pessoas que vivem sob uma ditadura estão satisfeitas com tal govêrno e estão contentes com êle? Quantas sofrem injustamente debaixo de uma ditadura? Quantas anseiam de se ver livres dela? A maioria das pessoas que vivem debaixo de tal forma de govêrno não desejaram êste modo de vida. Foi-lhes impôsto. Mas, não têm outra escolha a fazer do que aceitá-lo.

      17. Que contraste há entre o domínio de Deus e uma ditadura?

      17 O reino de Deus, todavia, não é ditadura e nem o é a Sociedade do Nôvo Mundo das testemunhas de Jeová. O ditador domina por compulsão; Jeová Deus apela para a livre e boa vontade das pessoas honestas. Deus não força ninguém a lhe servir. “Escolhei por vós mesmos hoje a quem servireis.” (Jos. 24:15) Êste sempre tem sido o princípio seguido por Jeová, e é o mesmo atualmente. Ninguém é obrigado a aceitar a organização teocrática que opera na família de Deus hoje em dia. É questão de livre arbítrio. Jeová atrai seus súditos por mostrar-lhes amor. E êle espera que seus súditos o amem sem reservas. (Mat. 22:37, 38) O domínio de Deus se baseia no amor, de alto a baixo. Êste não pode ser encontrado em nenhuma ditadura. O domínio de Deus baseia-se, ademais, na perfeita justiça, na perfeita sabedoria e no perfeito poder. Também isto não se pode encontrar em nenhum domínio ditatorial. Visto que Jeová é o Criador de tôdas as coisas, êle tem direito absoluto e indisputável à obediência e à devoção perfeitas de tôdas as suas criaturas. Nenhuma ditadura pode pretender ter êstes direitos.

      18, 19. (a) O que Deus deseja de nós? (b) Qual deve ser a nossa atitude como parte da família de Deus?

      18 O amor que um cristão tem a Deus e a Seu reino debaixo de Cristo é expresso na obediência que demonstra para com os mandamentos de Deus: “Pois o amor de Deus significa o seguinte: que observemos os seus mandamentos.” (1 João 5:3) A nossa obediência para com Deus não é forçada, mas é voluntária e alegre. Não é uma carga sob a qual gememos e sofremos. Disse o Rei do reino de Deus: “Meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” (Mat. 11:30) Há felicidade em se fazer a vontade de Deus, conforme foi expresso pelo salmista, nas palavras: “Feliz é o homem que teme a Jeová, em cujos mandamentos êle tem tido muito deleite.” — Sal. 122:1.

      19 Portanto, há uma tremenda diferença entre uma ditadura e a organização de Jeová. Incontável número de pessoas escapariam dos domínios ditatoriais, se o pudessem fazer. Por outro lado, vemos que dezenas de milhares de pessoas honestas fogem cada ano para o reino de Deus, porque têm aqui a promessa de vida interminável e de felicidade. São aceitos na união da família de Deus. “Oh! Quão bom e quão agradável é que os irmãos habitem juntos em união!” — Sal. 133:1.

  • Ensinando a verdade aos filhos
    A Sentinela — 1964 | 15 de novembro
    • Ensinando a verdade aos filhos

      ◆ Certa irmã, mãe de dez filhos, cujo marido é descrente, relata como seus esforços de instruir seus filhos têm sido abençoados: “Alguns dos meus filhos são fervorosos, sendo publicadores regulares e outros são bem pequeninos, mas mesmo assim faço oração na hora da refeição e considero o texto diário com êles. Faço também estudo com êles cada semana. Uma das maiores bênçãos que Jeová Deus tem me concedido é que meus filhinhos já vivem com a verdade no coração. Um certo dia meu espôso levou uma de nossas filhas para a feira, perto do mercado na cidade de Cabo. A hora do almôço êle decidiu comer um petisco, o muito conhecido sarapatel, que é feito de sangue. A menina, que estava com êle, é bem sabidinha e conhece o que é sarapatel e sabe que é feito com sangue. Sabem o que aconteceu? A menina disse ao pai quando êste lhe deu um prato de sarapatel: ‘Papai, esta comida contém sangue. Eu não posso comer esta comida porque Jeová não gosta que a gente coma sangue.’ Parece incrível, pois a menina tem apenas quatro anos.”

      Deveras, tal mãe ensina seus filhos ‘no caminho em que devem andar’. — Pro. 22:6.

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