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  • Mantenha-se atento com o “escravo fiel e discreto”
    A Sentinela — 1961 | 15 de janeiro
    • de boa vontade. Os ungidos, individualmente, são usados para servir nas oficinas gráficas da Sociedade, para escrever e publicar livros e revistas, e são enviados como oradores públicos; alguns viajam como servos de filial, de circuito e de distrito, outros continuam como fiéis superintendentes de congregação e dirigentes de estudo. Quase todos estes mais de quatorze mil do restante ainda relatados participam no campo, treinando regularmente os novatos no serviço de casa em casa e na obra de estudos bíblicos. Esforçam-se em ser exemplos fiéis para os homens de boa vontade quanto a que significa ser servo dedicado de Deus. Resistirão à tendência decorrente do envelhecimento e enfraquecimento em força física de se aposentar para deixar os outros, os homens de boa vontade, fazer o trabalho árduo. A aposentadoria poderia conduzir a procurarem apenas o conforto físico, e assim se tornariam materialistas. Até o dia da sua morte, estes filhos de Deus, fiéis, gerados do espírito e ungidos, cederão as suas “folhas” de cooperação no serviço para ajudar os da “grande multidão” à sua cura. Sim, confirma-se que estas “árvores” são os ungidos, porque mais tarde, na mesma profecia, são chamadas como sendo os membros da classe da “noiva”, os destinados a serem a noiva de Cristo, de 144.000, no céu. (Efé. 5:23) E assim é como “noiva” que continuam a dizer “vem” a todos os de boa vontade, para tomarem das ‘águas da vida’ que estão sendo canalizadas por intermédio da Sociedade Torre de Vigia do “escravo”. Quando ficam espiritualmente revigorados e curados, então, por sua vez, participam com o restante em dizer aos outros: “Vem!” Por isso, sob a direção divina, o programa educativo espiritual avança velozmente em proporções cada vez maiores. — Isa. 11:9.

      MILAGRE MODERNO

      5, 6. (a) Descreva o que ficou afetado pela corrente da verdade desde 1919 até 1931. (b) Que espécie de milagre aguardava a alguns?

      5 De 1919 a 1931, a corrente das águas da verdade afetou na maior parte apenas os do restante ungido. Mais dos ungidos estavam sendo chamados para preencher as vagas deixadas pelos rejeitados em 1917 e 1918. Estavam igualmente sendo revigorados e fortalecidos espiritualmente para uma obra, maior ainda na frente. Mas, especialmente por declararem fielmente os juízos de Jeová, estavam preparando o campo do mundo para uma gigantesca ceifa. Assim se verificou que, com exceção do restante desperto da classe do “escravo”, todos os outros da humanidade estavam espiritualmente adormecidos, até 1931. Encaminhavam-se fatalmente para a destruição no Armagedon. Por volta de 1931, os clérigos católicos, protestantes e judaicos estavam roncando num sono espiritual até mais profundo do que antes de 1914. Não havia nem um só vigia atento entre eles.

      6 Em Ezequiel, capítulo 47, descreve-se profeticamente um milagre hodierno. Segundo a amorosa presciência de Jeová, ele manobrou os assuntos terrestres de modo que uma “grande multidão” tivesse uma ressurreição espiritual. (Apo. 7:9; Col. 2:13) Era a vontade de Deus que o despertamento do restante na terra seguisse a ressurreição celestial dos ungidos, em 1918, que tinham morrido antes daquele tempo. (Apo. 11:18) Contudo, ainda havia multidões que se achavam presas numa situação semelhante à morte, dentro do velho mundo moribundo de Satanás, e que não faziam nada sobre a sua situação. Mas, por meio deste milagre moderno que começou depois de 1931, Jeová abriu gradualmente os seus olhos para a situação real das coisas, que a cristandade tinha sido por Deus e Cristo achada em falta, resultando na sua rejeição por ser culpada de fornicação espiritual com o mundo. (Tia. 4:4) Tais pessoas começaram a discernir o restante bem desperto do “escravo fiei e discreto” e o significado de sua obra de pregação. Quais são os pormenores deste milagre moderno?

      7. O que destaca Ezequiel 47:1-12 como tendo aplicação atual?

      7 Liguemos agora o aparelho de televisão da profecia bíblica no capítulo 47 de Ezequiel, para vermos o que se realizou ali em cumprimento nos tempos modernos. Começamos assim a ter uma visão ampliada das coisas que acabamos de considerar no capítulo 22 de Apocalipse. Novamente vemos um “rio” de água da verdade canalizado para a terra desde o templo espiritual de Jeová. As águas começaram a correr através do canal da classe do “escravo”, a partir da sua restauração em 1919. Note que se descreve o “rio” como dirigindo-se para o oriente, em direção a maior luz, indicando evidentemente que as publicações da Sociedade, contendo a verdade, progrediriam na luz da verdade com o passar dos anos, depois de 1919. Ezequiel faz uma inspeção periódica, cada mil côvados, ou cúbitos, da profundidade crescente deste rio, que no princípio atingia apenas os tornozelos, depois os joelhos, e, mais para cima, até os lombos, e, finalmente, o rio era tão profundo que se tinha de nadar para atravessá-lo. — Eze. 47:1-5.

      8. Que significa a inspeção dos vários estágios do rio hoje em dia?

      8 Assim também, nestes últimos dias de cumprimento, um exame periódico feito cada três anos mostra um crescente aumento na profundidade espiritual e na ,clareza das águas da verdade publicadas pela Sociedade Torre de Vigia. O riacho publicado em 1919 ia em 1922 apenas até os “artelhos”, falando-se figurativamente, depois aumentou em profundidade quanto à “espiritualidade e visão até 1925, seguido por uma grande corrente de nova luz publicada até 1928, o que foi superado até 1931 pela imensa torrente de esclarecimento bíblico. Todos os que desde 1931 têm estado ligados à Sociedade Torre de Vigia podem confirmar abundantemente que desde então as águas da verdade têm sido publicadas em tal quantidade e tão ràpidamente por meio da revista A Sentinela e de outras publicações da Torre de Vigia, que é preciso “nadar” figurativamente para se manter em dia com ela. Outrossim, de 1931 a 1945, as forças nazi-facistas e da Ação Católica verificaram que não podiam mais impedir este forte “rio” de verdade. Sim, as testemunhas de Jeová tinham sido tão fortalecidas pelas águas da verdade, que não podiam ser vencidas pela perseguição nem impedidas de publicar. — Apo. 12:15, 16.

      9, 10. (a) Leia e explique Ezequiel 47:7, 12. (b) Que representa o Mar Morto?

      9 A seguir vemos que também este “rio” tinha “árvores” em ambas as margens de sua corrente. Estas “árvores” dão cada mês novos frutos, e suas folhas são fornecidas como remédio. Isto é igual à cena de Apocalipse, já examinada, e se aplica individualmente aos do restante, que são como árvores, os quais fazem fielmente o seu serviço de pregação, junto com a organização-canal, para trazer cura espiritual às nações. (Eze. 47:7, 12) Mas, como se realiza o milagre moderno?

      10 Para onde dirigiria a vontade divina a formidável corrente desta água purificadora da verdade do Reino com os benefícios vitalizadores? A imagem televisada pela profecia bíblica nos mostra que Jeová Deus dirige este rio para o lado oriental (do lugar onde se achava antigamente a área do templo em Jerusalém) e diretamente para o Mar Morto. Ora, nenhum peixe jamais viveu no literal Mar Morto. Mas, observe agora o que aconteceu a este antitípico Mar Morto! O Mar Morto representa aqui aptamente a condição semelhante à morte que impediu multidões de pessoas de ver a luz espiritual durante este tempo do fim. Satanás as mantém seguras como prisioneiros. Mantém-nas em grandes trevas espirituais por meio da falsa religião. O Diabo mantém tais pessoas ocupadas com o materialismo, soterradas debaixo de propaganda e ocupadas com as coisas servis duma existência frenética. Toda a humanidade, exceto o atento “escravo fiel e discreto”, foi assim mantida num sono espiritual semelhante à morte, até 1931.a

      11. Descreva a cura que as águas do “rio” efetuam.

      11 Milagre dos milagres, Jeová orienta então esta corrente de águas da verdade pára. soltar a “grande multidão” de homens de boa vontade deste cativeiro semelhante ao Mar Morto. A partir de 1931, A Sentinela começou a mudar gradualmente seu toque de clarim para chamar os que não eram do grupo dos ungidos. Durante os anos esclareceu-se o cumprimento de uma profecia após outra, somando agora mais de quarenta e duas, todas elas confirmando que Jeová abriu a porta para uma vasta multidão, a fim de entrar nesta plenamente purificada e preparada sociedade do Novo Mundo das testemunhas de Jeová.b As águas da verdade proveram remédios no sentido de que a situação no cenário mundial e a situação de cada um individualmente foi mudada pela manobra de Jeová. Soltaram-se os grilhões religiosos; a luz lançada sobre a angústia mundial libertou os que meditavam nas verdades do Reino de suas anteriores restrições tradicionais. A situação tornou-se suportável. E assim, conforme Ezequiel indicou, grande número de “peixes” começou a viver. Nos quase trinta anos desde que se iniciou este milagre moderno chegou a ter até agora mais de 900.000 destes ‘peixes vivificados’ que se empenham ativamente com a classe do “escravo”. Eles saíram dum elemento sem vida, dum velho mundo morto nos seus pecados, e da ameaça de destruição no Armagedon, para se tornarem vivos para Deus. — Eze. 47:8, 9.

      12. Qual é o arranjo em funcionamento para manter vivos os “peixes” despertos?

      12 Agora que estes “peixes” chegaram a viver sob a mão miraculosa de Jeová, permite ele que procurem sozinhos o alimento? Não. Nosso aparelho de televisão mostra a seguir que Jeová estabeleceu uma organização de “pescadores” para fornecer o alimento. Isto está em oposição direta ao que geralmente se dá, pois os peixes costumam ser apanhados para se tornar alimento do homem. Mas nesta profecia, os peixes são pescados para ser alimentados e preservados vivos. “Junto a ele [o Mar Morto] se acharão pescadores; desde En-Gedi até En-Eglaim haverá lugar para se estenderem redes; o seu peixe . . . será . . . em multidão excessiva.” (Eze. 47:10, ALA) Isto nos faz imediatamente lembrar do que Jesus disse certa vez a seus discípulos: “Segui-me, e eu vos farei pescadores de homens.” (Mat. 4:19) Deveras, os pescadores com suas redes representam hoje aptamente o restante ungido com sua organização semelhante a uma rede, ainda basicamente ocupado na mesma pescaria espiritual que seus predecessores apostólicos. Por tais meios organizados prestam-se socorros em todas as partes da terra. Antes de 1931, apenas os do “pequeno rebanho” celestial estavam sendo servidos, mas agora, desde 1931, as operações de socorro são realizadas numa vasta escala global, para salvar centenas de milhares. Estes “peixes” vivificados são os mesmos que as “outras ovelhas” de Cristo Jesus. (João 10:16) Estas “outras ovelhas”; que dependem dos “frutos” e das “folhas” dos membros individuais do restante, que são semelhantes a árvores, estão sendo bem alimentadas para serene preservadas com vida através da tormenta do Armagedon e mais além.

      MANTENHA-SE ATENTO

      13. Descreva um modo de se manter atento ou desperto com a classe do “escravo”.

      13 Pode surgir a pergunta: ‘Como é possível manter-se atento com esta classe dó “escravo fiel e discreto” que avança tão rapidamente?’ Os membros deste grupo ungido estão anos na frente em madureza, em conhecimento bíblico, em experiência teocrática e em visão do propósito e da vontade divina de Jeová. Há várias coisas que se podem fazer para se manter atento e em dia. Primeiro, é preciso manter-se em dia com o “sustento no tempo apropriado” provido através do canal provado de Delis e publicado pela Sociedade Torre de Vigia. Ninguém se pode permitir perder mesmo uma só refeição espiritual. Em ‘adição ao estudo particular, é vital assistir aos estudos de congregação, cada semana. Se alguém falta às reuniões de estudo, pode começar a sofrer de inanição espiritual, permanecendo espiritualmente magro e fraco. Se persistir em tal alimentação descuidada, não terá bastante força para acompanhar a marcha rápida da sociedade do Novo Mundo. Os do restante ungido, como líderes, têm apenas uma determinação na frente deles, e esta é o prêmio da vida eterna por fazer a vontade de Jeová em vindicação de Sua soberania. Pertence às “outras ovelhas” desejando ser bastante forte para ser companheiro de viagem do restante neste avanço decidido para a vitória? Alimente-se com avidez, como se significasse a sua vida. Pois significa a sua vida.

      14, 15. Explique mais dois modos para se manter atento.

      14 Outra coisa é seguir a maneira teocrática de agir, o proceder e a orientação teocrática. Em Apocalipse está escrito: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Jeová Deus, o Todo-poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, Rei da eternidade.” (Apo. 15:3, NM) Não somos mais governados por métodos e processos democráticos. Tais métodos destacam a vontade dos homens. Depois de termos sido introduzidos na sociedade do Novo Mundo, estamos decididos a fazer a vontade divina. A vontade divina nos vem transmitida teocraticamente através da liderança do “escravo fiel e discreto”, provida por Deus.

      15 Em terceiro lugar, podemos manter-nos atentos por nos manter no lugar designado na organização. Os da “grande multidão” não devem questionar ou procurar alterar quaisquer designações feitas por intermédio do “escravo fiel e discreto”. Nem devem procurar fazer o trabalho designado a outro. Paulo escreveu: “Pois assim como em um só corpo temos muitos membros, mas os membros não têm todos a mesma função.” (Rom. 12:4, NM) Portanto, faça cada um o seu próprio serviço designado. Se o lugar de um é o de publicador de congregação, então seja diligente em fazer o serviço de pregação de modo eficiente, em harmonia com as instruções da Sociedade. Se for servo de congregação, então é seu dever agir concordemente. Se alguém fracassar, então os anjos, que têm a superintendência invisível, cuidarão que se façam por fira mudanças. Jesus disse: “O Filho do homem enviará os seus anjos, e elles ajuntarão do seu reino tudo o que serve de pedra ele tropeço e os que praticam a iniquidade.” — Mat. 13:41.

      16. Quais são os recursos que temos, e o que pode ser feito com eles?

      16 Outrossim, podemos manter-nos atentos pelas nossas contribuições de serviço e pelas contribuições financeiras à Sociedade Torre de Vigia. Jeová terei feito muito para nós através desta agência. O mínimo que podemos fazerem troca é mostrar nosso amor e nossa apreciação por contribuirmos com as nossas finanças e o nosso tempo para a expansão da obra global de pregação. O restante, no seu número pequeno, contribuiu milhões de dólares à obra da Sociedade antes de 1931. Agora, certamente os da “grande multidão” estão dispostos a fazer a sua parte em tornar a obra educativa da Sociedade hoje a atividade mais importante no mundo. Demos generosamente dos nossos recursos de tempo e de dinheiro. Jeová abençoou as contribuições dos seus ungidos nos primeiros estágios do trabalho; por isso podemos estar certos de que as contribuições das “outras ovelhas” na atualidade resultarão em bênção ainda maior para a humanidade justa. — Isa. 60:5; 61:5, 6.

      17, 18. (a) Por que são o amor e a lealdade necessários para se manter atento? (b) Como mostram o respeito e a obediência que a pessoa está atenta?

      17 Podemos mostrar-nos atentos por mostrar o nosso amor a todos e por procedermos com lealdade. A organização de Jeová no céu está caracterizada pelo amor. O amor é do mesmo modo a característica destacada da sociedade do Novo Mundo na terra. Isto é o que a distingue tão notavelmente do velho mundo. Esta é também a grande característica do progressista “escravo fiel e discreto”. Um dos primeiros membros daquele grupo escravo, o apóstolo Paulo, escreveu: “Rogo-vos . . . que andeis dignamente da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade da mente e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando diligentemente observar a unidade do espírito no laço unificador da paz.” — Efé. 4:1-3, NM.

      18 Por último, podemos manter-nos atentos por sermos respeitosos e obedientes. Sabemos que Jeová está usando hoje a Sociedade Torre de Vigia do “escravo fiel e discreto” como agência governante na terra. Ela merece nosso respeito e pleno apoio. Está escrito: “Lembrai-vos dos que vos governam, os quais vos falaram a palavra de Deus, e, ao contemplardes em que resulta seu comportamento, imitai-lhes a fé.” (Heb. 13:7, NM) Às vezes se ouve alguém imaturo fazer uma observação desdenhosa, falar de modo descuidado ou criticar diretamente as operações da Sociedade. Isto é uma flagrante falta de respeito para com os meios que Jeová usou tão notavelmente na realização da sua vontade neste tempo antes do Armagedon. Deveras, a Sociedade, conforme dirigida pelo espírito santo de Deus, merece o nosso profundo respeito e sincera obediência.

      19. Como provou o “escravo fiel e discreto” que ele está adiantado aos tempos?

      19 Sim, o “escravo fiel e discreto” estava atento à vinda de 1914. Em 1942, o “escravo fiel e discreto”, guiado pelo espírito infalível de Jeová, tornou conhecido que as democracias iriam ganhar a Segunda Guerra Mundial e que se estabeleceria uma organização de Nações Unidas.c Tal vigilância referia-se a eventos que três anos mais tarde se cumpriram infalivelmente. Na Assembléia Internacional da Vontade Divina em 1958 forneceu-se uma notável informação antecipada em relação com a profecia de Daniel sobre os eventos que ocorreriam no futuro imediato. Esta evidência de previsão espiritual acha-se registrada para nós na série de artigos publicados na Sentinela sob o título “Seja Feita a Tua Vontade na Terra”. O “escravo fiel e discreto” foi informado novamente com antecedência, para a orientação de todos os que amam a Deus. A sua atual segurança certamente depende de se ‘manter atento com o “escravo fiel e discreto”.

      20, 21. (a) Como se pode agora levar uma vida Inspiradora para um propósito fixo? (b) Que aplicação tem Mateus 25:21, e de que incentivo é isto?

      20 Mantenha-se atento para levar agora uma vida feliz que tenha um propósito inspirador. Fazer a vontade de Deus é empolgante, fascinante e fornece o maior dos incentivos. Não recaia na anterior condição do “Mar Morto”. Não fique como peixe morto, fedorento. Mas, permaneça vivo, espiritualmente sadio, como peixe antitípico de ‘cheiro suave do conhecimento de Cristo’, conforme escreveu Paulo. (2 Cor. 2:15, NM) Deixe que os que recusam ouvi-lo pregar permaneçam no mundo cego, seguindo a clérigos cegos, cuja lâmpada se apagou. Até mesmo morcegos cegos têm maiores poderes perceptivos do que os clérigos que estão espiritualmente adormecidos. Mas os da “grande multidão”, e quaisquer outros que desejam ser esclarecidos, devem seguir a classe do atento “escravo fiel e discreto” que mantém a sua lâmpada acesa, dia e noite. Sua felicidade agora e no futuro novo mundo depende de sua cooperação com o restante. Jesus disse a respeito dos seus irmãos espirituais, o restante: “Em verdade vos digo [os da ‘grande multidão’]: Ao ponto que o fizestes a um dos mínimos destes meus irmãos, a mim o fizestes.” — Mat. 25:40, NM.

      21 Mantenha-se desperto com o restante que se encontra agora num tempo de alegria e de ascendência. Jesus fez este elogio do “escravo fiel e discreto”: “Muito bem, escravo bom e fiel! Foste fiel nas poucas coisas. Nomear-te-ei sobre muitas coisas. Entra no gozo do teu senhor.” (Mat. 25:21, NM) Permaneça com o restante no seu serviço régio do Reino. Participe com ele nas alegrias do Reino, que trazem enorme força. Mantenha-se atento com o “escravo fiel e discreto”, debaixo de Cristo, a fim de viver para sempre.

  • Precisa pagar o dízimo?
    A Sentinela — 1961 | 15 de janeiro
    • Precisa pagar o dízimo?

      PAGAR o dízimo, que significa dar uma décima parte de sua renda com o objetivo de promover a adoração religiosa, foi um fator da vida diária no que se refere aos antigos israelitas. Não se sabe se as nações pagãs adotaram ou copiaram dos hebreus o costume de pagar dízimo. Eles tinham um sistema para prover o sustento dos seus sacerdotes e deuses. Não se chegou a saber com certeza se o seu sistema era semelhante ao dos judeus. É muito improvável que tenha sido semelhante.

      Os egiptólogos Sayce e Petrie lançaram bastante luz sobre o assunto. O Professor Sayce escreveu: “Embora se fizessem donativos em grande escala aos templos egípcios, não há nada para indicar que pagassem dízimos.” O Professor Flinders Petrie disse: “Eu não me lembro de nenhuma alusão ao dízimo. . . . O sistema egípcio das rendas sacerdotais era por meio de bens de raiz, e não por impostos ou dízimos.” Os professores Mahaffy e Grenfell eram ambos da opinião de que no Egito se reservava “uma sexta parte” para os templos e os deuses.

      Embora o Dr. Theophilus G. Pinches, anteriormente do Departamento Assírio do Museu Britânico, tivesse declarado que “há informação quase certa de que na Babilônia se pagavam dízimos aos templos dos deuses anterior a 2000 A. C.”, contudo, o Dr. Wallis Budge, do Museu Britânico, chegou à conclusão, baseada nos seus estudos de escritos cuneiformes originais, que tais dízimos eram mais da natureza de “ofertas voluntárias do que o pagamento literal duma décima parte como obrigação”.

      Havia outras classes de pessoas no vale do Eufrates e em outras partes, que ofereciam anualmente dádivas aos seus deuses. Os antigos gregos pagavam dízimos dos despojos de guerra a Apolo, e os romanos a Hércules. Isto se fazia parcialmente como questão de obrigação e parcialmente era voluntário. “A bem dizer”, explica H. W. Clarke no seu livro A História dos Dízimos, em inglês, estes dízimos “não eram a espécie de dízimos mencionados na lei mosaica. Eram apenas votos e ofertas arbitrárias; mas, não se pode tirar disso a conclusão de que se tratava de dízimos porque se dava uma décima parte. Os pagãos ofereciam às vezes mais e às vezes menos de um décimo”.

      A Bíblia contém a história mais antiga e mais fidedigna dos hábitos e dos costumes da raça humana. Encontramos ali a primeira menção de dízimo em Gênesis 14:20, onde se diz que Abraão deu a Melquisedec o dízimo ou o décimo dos despojos. Não há registro, porém, de que jamais oferecesse novamente dízimos ou que ordenasse aos seus descendentes que pagassem dízimos. Em Gênesis 28:20-22 lemos a respeito de Jacó, neto de Abraão, que votou a Jeová, se Deus lhe desse prosperidade e lhe concedesse uma viagem segura, que ‘certamente daria o dízimo’ dos seus bens a Deus. A declaração mostra que seu voto foi uma oferta voluntária e não obrigatória segundo algum mandamento de dízimo anteriormente especificado.

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