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  • Mostra-se preocupado?
    A Sentinela — 1981 | 1.° de novembro
    • atingir as partes mais distantes de seus territórios. Gastaram-se voluntariamente, bem como os seus recursos, para atingir este objetivo. (2 Cor. 12:15) Deus abençoou-os pela preocupação leal que mostraram para com a obra do Reino.

      QUEM SE MOSTRA HOJE PREOCUPADO?

      Que belo exemplo Jesus e esses primitivos cristãos nos deram para seguir neste século vinte! Em vista da sempre-crescente população nesta terra, a colheita é hoje muito maior do que foi no primeiro século. Em comparação com o vasto campo disponível para a pregação, os “trabalhadores” ainda são “poucos” em número. Portanto, torna-se novamente necessário rogar “ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita”. — Mat. 9:37, 38.

      Quem são hoje os leais que acatam de bom grado esta convocação urgente à ação? As Testemunhas de Jeová mostram-se preocupadas com esses “assuntos” relacionados com o maravilhoso reino messiânico de Jeová. Isto é provado pela sua pregação mundial das “boas novas do reino”. (Mat. 24:14) Assim como no primeiro século, vemos hoje homens e mulheres, idosos e jovens, tornar-se “colaboradores pelo reino de Deus”. Seu único desejo, antes de chegar o fim deste sistema de coisas, é poder dizer assim como seu Amo: ‘Terminamos a obra que nos deste para fazer.’

      Já por mais de 70 anos, esta obra mundial de pregação está sendo dirigida desde a sede mundial das Testemunhas de Jeová em Brooklyn, Nova Iorque. Ali e em 97 filiais e congêneres em todo o mundo há 5.039 trabalhadores voluntários que se mostram preocupados com os interesses do Reino. Como? Por devotarem todo o seu tempo à preparação, impressão e expedição de milhões e milhões de Bíblias, livros, folhetos e revistas. Estes são usados por mais de 2 milhões e duzentos e cinqüenta mil Testemunhas na sua obra de pregação e de ensino. Cada um dos mais de 5.000 trabalhadores voluntários recebe uma pequena mesada para roupa e despesas, bem como alimento e moradia adequados.

      Por causa da rápida expansão da obra do Reino em muitos países, tornou-se necessário ampliar muitos dos estabelecimentos gráficos. Alguns destes já foram completados; outros estão em construção. Grande parte da construção está sendo feita por voluntários, reduzindo assim ao mínimo os custos de construção.

      Nos últimos anos, fizeram-se grandes progressos nos métodos de impressão, e estes novos processos estão sendo implementados em muitas filiais e congêneres, bem como na sede mundial das Testemunhas de Jeová. Outro benefício desta obra de expansão e de construção é que se pode exercer assim melhor supervisão sobre a obra de pregação nas 43.181 congregações das Testemunhas de Jeová. Faz-se isso para que a mensagem impressa possa ser apresentada da maneira mais eficiente e atraente, e também para que essa obra todo-importante possa ser completada antes do irrompimento da “grande tribulação”. — Mat. 24:21.

      COMO É TUDO ISSO POSSÍVEL?

      Alguns de nossos leitores talvez se perguntem como é possível realizar essa obra de expansão em face dos crescentes custos de construção, bem como das despesas cada vez maiores com viagens e o custo da vida. Isso só é possível porque há muitos milhares de Testemunhas, bem como muitos outros interessados no seu modo de adoração, que mostraram “preocupação” no ano que passou. Como? Por fazerem contribuições voluntárias e empréstimos à Sociedade Torre de Vigia.

      Gostaríamos de dizer agora a todos esses ajudadores voluntários: Muito obrigado pela sua preocupação amorosa com esses “assuntos” relacionados com a obra do reino de Jeová.

      Sua generosidade tornou possível um progresso rápido em muitas construções, e na compra e instalação de equipamento impressor novo. Ajudou também a tornar disponíveis fundos no montante de mais de 22 milhões de dólares para ajudar a manter os muitos milhares de ministros de tempo integral. Estes incluem superintendentes viajantes, missionários e pioneiros especiais. Por participarem tão liberalmente desta maneira, e por terem pessoalmente parte na pregação das “boas novas”, estão deveras ‘honrando a Jeová com as suas coisas valiosas’. — Pro. 3:9.

      Confiamos em que Jeová comova o coração de seus adoradores leais para mostrarem uma preocupação igual no ano em curso. Quaisquer contribuições para a obra de Jeová devem ser enviadas ao escritório local da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados no seu país. No Brasil, as contribuições ou empréstimos devem ser enviados ao endereço de Caixa Postal 92, 18270 Tatuí, SP. A Sociedade acusará o recebimento de todos os donativos.

      Os que louvam a Jeová e manifestam profunda “preocupação” com os assuntos relacionados com as “obras maravilhosas” Dele têm grande prazer e satisfação. Mostra-se você ‘preocupado’ assim? Esperamos que sim, porque deste modo receberá bênçãos espirituais muito satisfatórias da mão generosa de Jeová. — Sal. 145:15, 16.

  • Os copistas
    A Sentinela — 1981 | 1.° de novembro
    • Os copistas

      ● Em sentido bíblico, o termo “copista” aplica-se a alguém que transcrevia textos ou fazia cópias deles, especificamente das Escrituras. O termo hebraico traduzido por “copista” é sofér, que tem que ver com contabilidade e registros, e tem diversos sentidos. Pode referir-se a um escrevente (Juí. 5:14), a um secretário (Jer. 36:32) e a um escrivão. (Eze. 9:2, 3) O “escrevente” era escritor público que assentava por escrito o que outros ditavam, ou era secretário copista ou instrutor da Lei. Todavia, o termo ‘copista” é especialmente apropriado quando aplicado àqueles que copiavam a Lei e outras partes das Escrituras Sagradas. Copistas identificados especificamente como tais são Safã, certo Zadoque e o sacerdote Esdras. — Jer. 36:10; Nee. 13:13; 12:26, 36.

      O sacerdote Esdras, que foi de Babilônia para Jerusalém junto com o restante judaico, no sétimo ano do rei persa Artaxerxes (468 A.E.C.), é identificado como “copista destro da lei de Moisés” e como “copista das palavras dos mandamentos de Jeová e dos seus regulamentos para com Israel”. (Esd. 7:6, 7, 11) No seu tempo, os escribas judaicos passaram a ter destaque como grupo de copistas das Escrituras. Milhares de judeus haviam permanecido em Babilônia e outros haviam sido espalhados por migrações e por fins comerciais. Salões locais de assembléia, conhecidos como sinagogas, surgiram em diversos lugares, e, para estes, os copistas tiveram de fazer à mão cópias dos manuscritos bíblicos. Fizeram isso com muito cuidado.

      Foi Esdras, o destro copista sacerdotal, que leu “o livro da lei de Moisés” para a congregação na restaurada Jerusalém. Explicações e instruções competentes foram providas por Esdras e seus ajudantes naquela ocasião, o que levou a “grande alegria” e a ricas bênçãos para o povo reunido. — Nee., cap. 8.

      O salmista, com o coração ‘palpitante por causa de um assunto bom’ sobre o Rei messiânico de Deus, disse: “Seja a minha língua o estilo de um destro copista.” (Sal. 45:1-5) Parece que ele tinha o desejo de que sua língua fosse eloqüente, à altura do tema enaltecido de sua composição, que fora inspirada por Deus. O salmista desejava assim que sua língua funcionasse com eficiência, igual ao estilo na mão dum copista treinado e perito, alguém com habilidade. — Tirado de Ajuda ao Entendimento da Bíblia, p. 376, em inglês.

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