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  • Quando o desastre assola — o que fará?
    Despertai! — 1970 | 8 de maio
    • jamais deixava de haver esperança. Sentíamo-nos gratos a Jeová de estarmos vivos e que todos os da nossa congregação estavam bem.”

      “Logo que conseguimos sair, corremos para verificar como todos os nossos irmãos cristãos se achavam”, disse certo relatório de Gulfport. “Alguns foram alcançados com dificuldade, mas logo soubemos que todos estavam bem.”

      ‘Um superintendente de Gulfport relata: “Logo que nossos irmãos cristãos começaram a chegar para ver como estávamos, também começaram a chegar em abundância alimento e roupas. Testemunhas de toda a parte do mundo agiram da melhor forma que puderam. Com efeito, a resposta foi tão imediata e grande que começamos a receber algumas coisas naquele mesmo dia depois da tempestade. Nova Orleans enviou quatro caminhões cheios. Jacksonville, Flórida, também enviou um inteiro semi-carro-reboque cheio de alimentos, roupa, água e gasolina. Sobrevivemos à tempestade, mas nossos irmãos cristãos quase que nos sufocaram de tanto amor. Continuaram a enviar caminhões de suprimentos até que tivemos de suplicar-lhes que parassem. Enviaram chapas de compensado, rolos de papel alcatroado, vasilhas de alcatrão, blocos de concreto para recolocar os prédios em seus alicerces, pregos, gasolina para os carros, querosene para as lamparinas, geradores de eletricidade. Enviaram quase tudo que era necessário.”

      Outro relatório fala de Testemunhas virem de quase cerca de 500 quilômetros em redor para ajudarem na limpeza. Equipes de trabalho foram formadas. Algumas equipes iam do lar de uma Testemunha ao lar de outra Testemunha consertando telhados e, em alguns casos, colocando novos telhados. Uma testemunha ocular declara: “Contei quinze pessoas em uma casa colocando as telhas de ardósia nela. Fizeram esta tarefa em umas duas horas e meia. Limparam os lares molhados, desinfetaram-nos e desentulharam os quintais. Era algo digno de ser visto.”

      Também começou a chegar dinheiro para ajudar aqueles que precisavam de ajuda. Uma conta bancária especial, intitulada “Obra de Socorro das Testemunhas de Jeová”, foi aberta. Foi supervisionada por três Testemunhas.

      Tanto alimento em forma de enlatados foi enviado à área de Gulfport, além de roupas, pelas Testemunhas, que o superintendente convidou pessoas que moravam na comunidade, e que foram duramente atingidas pelo furacão, a virem ao Salão do Reino apanhar alguns destes suprimentos. Muitas vieram. Era a primeira vez que muitas delas chegavam ao salão.

      Alguns homens que se haviam oposto a que suas esposas estudassem a Bíblia com as testemunhas de Jeová ficaram contentes de ver o amor e a cooperação calorosos entre as testemunhas de Jeová. Certo marido descrente disse a seu vizinho: “Poderá dizer o que quiser, mas as testemunhas de Jeová foram os primeiros aqui a verificar se nós estávamos passando bem.” Vários observadores, ainda manchados com preconceito racial, ficaram bem surpresos de ver equipes de Testemunhas brancas retiraram lama e escombros dos lares de seus irmãos cristãos de cor.

      As testemunhas de Jeová, junto com outros, contudo, realmente sofreram e suportaram muita coisa durante a tempestade. Diversos Salões do Reino foram seriamente danificados. Muitos lares e carros-reboques foram terrivelmente danificados ou destruídos. Mas, as testemunhas de Jeová se sentiam muito gratas a Jeová de que nem sequer uma única Testemunha pereceu na tempestade.

      Alguns viram nesta experiência o valor do treinamento teocrático. Outros sentiram “a mão protetora de Jeová”. “Podíamos ver em certa medida a forma de Jeová nos proteger durante o Armagedom”, disse uma delas. Ainda outras se sentiam movidas pela amorosa preocupação de seus pastores cristãos e a demonstração imediata e sobrepujante de amor por ações e presentes de seus irmãos cristãos. “Em nenhuma parte, exceto na organização de Jeová, poder-se-ia achar tal amor”; “sinto-me tão grato de ser parte da maravilhosa organização de Jeová”, disseram. Sem dúvida, a tempestade tornou as testemunhas de Jeová mais cônscias da presença da organização visível de Deus, do poder amplo da oração, e da força unificadora do amor cristão. Tornou-as orgulhosas e profundamente felizes de ser testemunhas de Jeová. — João 13:34, 35.

  • O que é o espírito de vida do homem?
    Despertai! — 1970 | 8 de maio
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      O que é o espírito de vida do homem?

      É NOITE. O povoado fidjiano está mergulhado nas trevas. Subitamente um grito revela que um espírito entrou de novo em Mereani. Em todas as choupanas, o povo temeroso e fascinado se junta à choupana de Mereani. Ali está ela, sentada, ereta, à luz dum lampião, jovem senhora casada que tem cerca de trinta anos. Seus olhos, incrivelmente injetados pela força que atua dentro dela, olham fixamente com uma intensidade ardente e avermelhada. Meia dúzia de homens fortes não conseguem segurá-la. Abre a boca e, com voz masculina profunda, de imponente autoridade, fala de forma vigorosa e avisa contra as ofensas aos costumes tribais. Para apaziguar o “tevoro” (diabo ou espírito) dentro dela, as pessoas temerosas lhe dão meio litro de bebida de uma raiz sagrada, que ela engole de uma só vez. Então, desmaia. Na manhã seguinte, Mereani não se lembra de nada da noite anterior.

      2 Este incidente verdadeiro é típico do que acontece às vezes nas Ilhas Fidji. Embora os fidjianos professem ser cristãos, ainda crêem no “tevoro”, palavra relacionada com a palavra inglesa “devil” (“diabo”). Para a maioria deles, significa o “espírito” de um humano morto. Crêem que tal espírito pode causar dano ou fazer o bem aos vivos. Muitos fidjianos aprenderam isto desde a infância.

      3 Por exemplo, muitos fidjianos crêem que o espírito dum homem morto possa levantar-se do túmulo na quarta noite (“Bogi Va”), quando se realiza uma festa de apaziguamento. Depois disso, o espírito está livre para ir de um lado para o outro, e fixar residência em algum lugar escuro, preferivelmente numa grande árvore “baka”. Esta espécie copada e enorme de figueira, na escuridão da noite, se presta idealmente a tais crenças.

      4 Há crenças correspondentes em outras ilhas do sul do Pacífico. Em Samoa, fazem-se esforços especiais de “depositar o espírito” num descanso permanente, de modo que não cause mais dano. Eles exumarão os ossos dum morto e os ensoparão de água fervente. Num caso recente no Taiti, fez-se um buraco no túmulo, penetrando no caixão, e colocou-se longo cano no buraco, para levar água fervente para dentro do caixão. Esperava-se que o espírito de certa avó recentemente falecida deixasse de causar a doença mortífera em um dos seus netinhos.

      5 Que faz com que as pessoas sustentem tais crenças? Uma das razões principais é que em todas as partes da terra há inegáveis fenômenos psíquicos. Estas

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