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  • Perguntas dos Leitores
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w66 15/7 pp. 447-448

Perguntas dos Leitores

● Será apropriado o cristão beneficiar-se das provisões sociais do governo ou de suprimentos de socorro enviados a áreas de desastres? — P. A., El Salvador.

Sim; o governo faz tais provisões na expectativa de que sejam usadas por aqueles que tenham direito a elas.

Os cristãos pagam impostos, conforme exigido pelos governos do mundo. (Rom. 13:1, 6, 7) Por isso, quando surge a necessidade, o cristão que se habilita legalmente a receber ajuda governamental pode apropriadamente aceitar benefícios que se tornem disponíveis por meio de arranjos de socorro financiados pelos impostos, se esse for seu desejo.

Há, contudo, indivíduos sem princípios que não são verdadeiros cristãos e que têm, em muitos casos, obtido tal ajuda de forma fraudulenta. Alguns têm ocultado os fatos a respeito de sua verdadeira situação econômica. Outros têm-se recusado a trabalhar, embora sejam capazes de fazê-lo. Em certos casos, por meio de vários artifícios, famílias têm vivido às custas da ajuda governamental durante anos, embora não estivessem realmente habilitadas para isso. O verdadeiro cristão não pode fazer estas coisas. Tem de ser honesto, verídico e reto. Deve ter consciência limpa perante Deus e os homens. — Pro. 3:32; Atos 24:16.

Os cristãos aptamente têm presente o principio enunciado pelo apóstolo Paulo em 2 Tessalonicenses 3:10: “Se alguém não quiser trabalhar, tampouco coma.” Sabem, também, que “se alguém não fizer provisões para os membros de sua família, tem repudiado a fé e é pior do que alguém sem fé”. (1 Tim. 5:8) Nem se esquecem de que “tesouros adquiridos pela mentira: vaidade passageira para os que procuram a morte”. (Pro. 21:6, CBC) òbviamente, então, os cristãos responsáveis e fisicamente capazes trabalharão para obter as necessidades da vida quando isto for possível e não procurarão ilegal e fraudulentamente a ajuda do governo ou outra ajuda financeira.

Se se tornou conhecido que um cristão dedicado injustificável e ilegalmente obteve tal ajuda, não teria “testemunho excelente de pessoas de fora” da congregação cristã, ou de dentro, no que toca a isso. Seria ‘ávido de ganho desonesto’. Por conseguinte, não estaria habilitado para ser um servo designado na congregação cristã. — 1 Tim. 3:1, 7-8.

O cristão sincero está disposto a trabalhar. No entanto, talvez perca seu emprego por alguma razão. Se existir provisão para que tal pessoa receba o seguro de desemprego, não haveria objeção bíblica a fazer isto enquanto ele tentasse achar outro trabalho. Enquanto recebe tal ajuda e ao passo que procura outro emprego, o cristão até mesmo poderá devotar mais tempo que o usual à atividade ministerial. Mas, não seria apropriado a qualquer cristão recusar-se a trabalhar e planejar especificamente permanecer por tempo indefinido como beneficiado pelo seguro, apenas para poder devotar mais tempo à obra de pregação. Adicionalmente, se se espera que a pessoa desempregada despenda esforço e tempo procurando emprego a fim de se habilitar a receber tal ajuda, seria incorreto o cristão aceitar o dinheiro mas deixar de cumprir este requisito. Quando se tornar disponível emprego adequado, o cristão não o rejeitaria e desonestamente se esforçaria a continuar a receber o seguro de desemprego ou outra ajuda financeira de natureza similar. Sabe que a Bíblia não manifesta aprovação da desonestidade ou da preguiça. As Escrituras recomendam o trabalho árduo e honesto. — Efé. 4:28; Ecl. 3:22.

Se, devido às circunstâncias prevalecentes que ele não pode agora consertar, o cristão vive de alguma forma de ajuda pública, deve ser criterioso no seu uso de recursos que são providos para o seu beneficio. São fornecidos para cobrir suas necessidades e somente porque ele confronta dificuldades financeiras, não para que possa satisfazer a ânsia de luxos não essenciais.

Às vezes, por causa de enchentes, terremotos ou outras calamidades, o governo talvez declare determinada região como sendo área de desastre, tomando medidas de socorro e provendo as necessidades das vitimas. O alimento e outros suprimentos talvez sejam de grande necessidade para tais pessoas, e verdadeiros cristãos talvez se achem entre elas. Sob tais circunstâncias, seria correto o cristão aceitar tais provisões governamentais. Todavia, o verdadeiro cristão não tira indevida vantagem de tais arranjos, compreendendo que só deve aceitar ajuda se verdadeiramente a necessitar. Os fiéis servos de Deus desejam comportar-se “honestamente em todas as coisas”. — Heb. 13:18.

Há arranjos que o governo talvez tenha, contudo, a que as pessoas têm direito, quer estejam em aguda necessidade quer não. Isto talvez inclua alguma forma de Seguro Social, ajuda médica, seguro de desemprego ou outra ajuda para os que são avançados nos anos. Aqueles que têm direito legal a tais benefícios podem certamente habilitar-se a recebê-los.

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