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    • IV. Corrupção dos habitantes de Jerusalém, e sua falha em acatar a disciplina (3:1-7)

      V. Restauração se seguiria ao derramamento da ira de Deus sobre nações (3:8-20)

      A. Execução da vingança de Deus precede ao dar-se aos povos a transformação para uma língua pura (3:8, 9)

      B. Restante de Israel seria reajuntado do cativeiro e ‘colocado como louvor e como nome em toda a terra’. (3:10-20)

      Veja o livro “Toda a Escritura Ê Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 156-159.

  • Sogro
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    • SOGRO

      Nas Escrituras Hebraicas, a palavra hham designa o pai do marido (Gên. 38:13, 25; 1 Sam. 4:19, 21), e sua forma feminina hhamóhth, a mãe do marido (a sogra da esposa). — Rute 1:14; Miq. 7:6.

      O sogro por parte da noiva — o pai da noiva — é designado pela forma participial masculina do verbo hebraico hhathán. Sua forma participial feminina se refere à sogra. (Deut. 27:23) Outras formas do verbo hhathán são também traduzidas “aliança matrimonial”. — Deut. 7:3; 1 Sam. 18:20-27; 1 Reis 3:1; 2 Crô. 18:1.

  • Sol
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    • SOL

      [Heb. , shémesh; gr. , hélios]. O maior dos dois luminares celestes da terra; a principal fonte de energia para a terra, sem a qual a vida na terra seria impossível. O sol, junto com a lua, também serve ao homem como marcador de tempo para a medição das épocas, dos dias e dos anos. (Gên. 1:14-18) O sol é uma dádiva do “Pai das luzes celestiais”, que o faz brilhar igualmente para todos — os iníquos e os bons. (Tia. 1:17; Jer. 31:35; Mat. 5:45) Por certo, pode-se dizer que o sol louva seu magnífico Criador. — Sal. 148:3.

      O sol é uma estrela de c. 1.392.000 km de diâmetro, diâmetro este mais de 100 vezes maior que o da terra, e de volume mais de um milhão de vezes superior ao da terra. Sua distância média da terra é de cerca de 149.637.000 km. A temperatura da superfície do sol, afirma-se, é de c. 6.000°C. Em virtude, porém, de sua grande distância da terra, apenas cerca de dois bilionésimos de sua energia radiante alcança a terra, quantidade esta, contudo, plenamente suficiente para prover as condições climáticas ideais que tornam possível a vida vegetal e animal na terra. — Deut. 33:14; 2 Sam. 23:4.

      JEOVÁ E CRISTO SÃO MAIS BRILHANTES

      O transcendente brilho e glória de Jeová, o Criador do sol, é indicado pelo fato de que seu Filho ressuscitado, numa revelação parcial que fez a Saulo, apresentou uma luz “além do brilho do sol”. (Atos 26:13) Na cidade santa, a Nova Jerusalém, não haverá mais necessidade de o sol como luz, pois a “glória de Deus” a iluminará, e “sua lâmpada” será o Cordeiro. — Rev 21:2, 23; 22:5.

      O PODER DE DEUS SOBRE A LUZ SOLAR

      No dia em que Jesus foi pregado numa estaca de tortura, caiu sobre todo o país uma escuridão desde a sexta hora (das 11 às 12 horas) até a nona hora (das 14 às 15 horas). (Mat. 27:45; Mar. 15:33) O relato de Lucas acrescenta que a escuridão caiu “porque a luz do sol falhou”. (Luc. 23:44, 45) Isto não poderia ter ocorrido devido a um eclipse solar, por parte da lua, como alguns imaginam, pois a escuridão ocorreu por volta da época da Páscoa judaica, que era sempre uma época de lua cheia. É cerca de duas semanas depois que a lua se torna nova, isto é, fica na mesma direção do sol em relação à terra (a época quando ocorrem os eclipses solares).

      Muito antes desta ocasião, Jeová demonstrara sua capacidade de impedir a luz solar. Isto se deu quando os israelitas se achavam no Egito. No decorrer da nona praga, densas trevas envolveram os egípcios como uma escuridão que podia ‘ser apalpada’. Durou três dias, mais do que qualquer eclipse solar provocado pela lua. Também, na vizinha terra de Gósen, os israelitas dispunham de luz nesse mesmo tempo. — Êxo. 10:21-23; veja CÉU, I (O Escurecimento dos Céus).

      TEMPO E DIREÇÃO

      O tempo era amiúde designado por meio de referências à posição do sol. (Gên. 15:12, 17; 32:31; Deut. 16:6; Jos. 8:29; Juí. 9:33; 1 Sam. 11:9; Sal. 113:3) Indicava-se, similarmente, a direção. (Deut. 11:30; Jos. 12:1) “Debaixo do sol” era uma expressão usada para significar ‘em qualquer parte (ou em toda a parte) da terra’. (Ecl. 5:18; 9:11) “Sob os olhares” do sol ou “diante do sol” significava em lugar aberto, para todos verem. — 2 Sam. 12:11, 12.

      EMPREGO FIGURADO

      Jeová Deus é chamado de “sol e escudo”, não que ele seja um deus da natureza, mas no sentido de que ele é a Fonte da luz, da vida e da energia. (Sal. 84:11) Também é mencionado como uma sombra para o Seu povo, de modo que “o próprio sol não baterá” neles. Neste caso, aquilo que traz calamidade é assemelhado ao calor do sol. (Sal. 121:6, 7) A perseguição (Mat. 13:5, 6, 20, 21), também a ira divina, são às vezes representadas pelo calor escorchante do sol. — Rev. 7:16.

      Jeová assemelhou a rebelde Jerusalém a uma mulher que tinha tido sete filhos, descrevendo o julgamento que lhe sobrevinha por meio de uma expressão figurada: ”‏Seu sol se pôs enquanto ainda era dia”‏, isto é, antes de ela atingir o anoitecer de sua vida, ela sofreria a calamidade. Isto se cumpriu quando Babilônia destruiu Jerusalém. (Jer. 15:9) Em sentido similar, Miquéias profetizou contra os profetas que desencaminhavam Israel: ”‏O sol há de se pôr sobre os profetas e o dia terá de escurecer-se sobre eles.”‏ (Miq. 3:6; compare com Amós 8:9.) Representa-se o governo do Reino de Jeová como sendo tão brilhante que se pode afirmar, a título de comparação: ”‏A lua cheia ficou encabulada e o sol brilhante ficou envergonhado.”‏ (Isa. 24:23) Jesus disse que, na conclusão do sistema de coisas, ”‏os justos brilharão tão claramente como o sol, no reino de seu Pai”‏. —Mat. 13:39, 43; compare com Daniel 12:3; veja LUZ.

      ADORAÇÃO DO SOL

      Durante a obra de limpeza efetuada pelo Rei Josias, ele “acabou com a atividade dos sacerdotes de deuses estrangeiros, a quem os reis de Judá haviam constituído para fazerem fumaça sacrificial . . . ao sol e à lua.” “Além disso, fez que os cavalos que os reis de Judá tinham entregado ao sol cessassem de entrar na casa de Jeová . . . e os carros do sol ele queimou em fogo.” (2 Reis 23:5, 11) Mais tarde, o profeta Ezequiel, lá em Babilônia, recebeu uma visão do templo de Jeová em Jerusalém. Ali ele viu vinte e cinco homens colocados entre o pórtico e o altar, que “se curvavam para o leste, para o sol”. (Eze. 8:16) Tais práticas repugnantes levaram Jerusalém à ruína, em 607 AEC, quando Nabucodonosor, instrumento de Jeová, destruiu aquela cidade e o templo. — Jer. 52:12-14.

  • Sol, Relógio De
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    • SOL, RELÓGIO DE

      Veja RELÓGIO DE SOL.

  • Soldado
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    • SOLDADO

      Nas Escrituras Hebraicas, o pessoal militar é designado por termos tais como “tropas do exército” (1 Crô. 7:4), “membros [filhos] da tropa” (2 Crô. 25:13), “tropas” (2 Crô. 26:11), “forças armadas” (2 Crô. 26:13), “força militar” (Esd. 8:22), “homens armados” (Isa. 15:4), etc. De outra forma, são designados de modo mais preciso segundo a função específica que executavam: cavalarianos (Êxo. 14:9), batedores (1 Sam. 22:17), fundibulários (2 Reis 3:25), homens que manejavam a lança e o escudo (2 Crô. 25:5), atiradores (2 Crô. 35:23), arqueiros (Jó 16:13; Isa. 21:17, “flecheiros”, ALA), etc. Nas Escrituras Gregas se mencionam com freqüência os soldados e várias categorias de oficiais.

      Durante a época do domínio romano sobre a Judéia, os soldados constituíam uma vista comum. Poder um oficial do exército, situado em Cafarnaum, dizer: “Pois eu . . . [tenho] soldados sob as minhas ordens”, indica que ali havia soldados estacionados sob o seu comando. (Mat. 8:5-9) No Castelo de Antônia, em Jerusalém, havia tropas romanas estacionadas, que serviam como ponto para controlar os judeus. O comandante militar ali situado, quando Paulo fez sua última visita a Jerusalém, salvou-o duma turba amotinada, e, de novo, no dia seguinte, dos perturbadores da ordem pública, os fariseus e saduceus. (Atos 21:30-35; 22:23, 24 ; 23:10) Quando foi revelado um complô tramado contra a vida de Paulo, o comandante forneceu uma escolta de 70 cavaleiros, 200 soldados e 200 lanceiros para levarem Paulo até Antipátride, os cavaleiros indo com ele dali até a Cesaréia. — Atos 23:12-33; veja Centurião.

      SOLDADOS JUDAICOS

      Havia também soldados judaicos, achando- se entre eles os que se acercaram de João, o Batizador, com a pergunta: “Que devemos fazer?” Estes possivelmente se empenhavam num tipo de inspeção policial, especialmente relacionado com a alfândega ou a coleta de impostos. (Luc. 3:12-14) Alguns têm sugerido que os soldados colocados como guardas no túmulo de Jesus eram judeus, talvez os que se achavam sob o capitão do templo. (Mat. 27:65, 66; Atos 4:1) Outros sustentam que se tratava duma guarda romana, em virtude do registro de Mateus 28:11-15, onde os principais sacerdotes prometeram acertar as coisas com o governador caso este ouvisse falar do desaparecimento do corpo de Jesus.

      EMPREGO SIMBÓLICO

      Ao defender seu apostolado em sua carta à congregação de Corinto, Paulo escreveu: “Quem é que jamais serve como soldado às suas próprias custas?” (1 Cor. 9:7) Embora Paulo não tivesse aceitado a ajuda material dos coríntios, ele argumentava aqui que, como soldado a serviço de seu Amo, Cristo, ele certamente tinha a autoridade de fazê-lo. Paulo também considerava como soldados de Cristo aqueles que trabalhavam em colaboração com ele na pregação das boas novas, chamando-os de ‘soldados companheiros’. — Fil 2:25; Filêm. 2.

      O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo, a quem incumbira de pesada responsabilidade: “Como soldado excelente de Cristo Jesus, participa em sofrer o mal. Nenhum homem, servindo como soldado, se envolve nos negócios comerciais da vida, a fim de que possa ganhar a aprovação daquele que o alistou como soldado.” (2 Tim. 2:3, 4) Um bom soldado espera dificuldades, e sabe ser necessário estar pronto a servir em todas as ocasiões, e a suportar as condições mais provadoras possíveis. Enquanto está numa guerra, não procura confortos e o que lhe agrada. Seu tempo e suas energias são colocados sob as ordens de seu superior. Ademais, um soldado abandona seus negócios, sua fazenda, seu comércio ou sua vocação a fim de servir como tal. Não se envolve em outras coisas que desviariam sua mente e suas energias da luta toda-importante em que está engajado. De outra maneira, isso provavelmente lhe custaria a vida, ou as vidas daqueles que dependiam dele. De acordo com os historiadores, não se permitia que os soldados romanos se empenhassem em nenhum comércio, e proibia-se-lhes de agir como tutores, ou curadores duma propriedade, de modo que não se desviassem de seu intento como soldados. Até mesmo sob a Lei mosaica, o homem recém-casado, ou o homem com uma casa que não havia dedicado

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