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  • Vendo as coisas pelos olhos dum pavão
    Despertai! — 1970 | 8 de setembro
    • Há uma coisa que posso fazer para reduzir o perigo. Cada ano, por trocar as plumas da cauda, posso deixar estas belas lembranças no chão para que os colecionadores as encontrem e as levem embora. Daí, também, apesar de meu empecilho de plumas, disponho da habilidade de deslizar silenciosamente pela mata espessa com a agilidade de uma cobra. Também, para muitas pessoas, sou objeto de reverência. Têm-me como espécie de ave “sagrada”. De modo que os caçadores de pavão não ousam levar a cabo seu trabalho nefasto muito às claras.

      História dos Pavões

      Mas, minha estória não ficaria completa sem um pouco da história dos pavões. Suponho que já sabe que pertencemos à família de aves fasiânidas. Não obstante, temos tantos primos entre os faisões que os peritos nos classificaram sob o termo “Pavo cristatus”. Provável é que isto se deva à nossa crista nos diferençar de nossos primos distantes. Quando meus ancestrais saíram da arca de Noé, por fim se estabeleceram na Índia. Aqui, por milhares de anos, minha espécie tem servido de ave ornamental nas cortes reais e nas propriedades aristocráticas. Até mesmo no exterior, servem como embaixadores plumosos nos palácios estrangeiros.

      Foi um grande dia na história dos pavões quando alguns de meus distintos ancestrais desceram dos navios fenícios no solo egípcio e foram levados para a corte de Faraó, onde em plenos ornamentos pavonais, apresentaram suas plumosas “credenciais”. A história bíblica nos conta de os pavões constituírem algumas das valiosas importações feitas pelo Rei Salomão. Assim, há três mil anos, o esplendor do palácio real de Sião era destacado pelos pavões ornamentais vivos. (1 Reis 10:22, 23) Séculos depois, Alexandre da Macedônia levou para a Europa duzentos pavões.

      Em toda a nossa história, sempre tivemos dificuldades em entender as coisas do ponto de vista humano. Por exemplo, por milênios na Índia nós, os pavões, temos sido considerados aves sagradas e, às vezes temos sido até adorados. Figuramos em algumas de suas antigas lendas religiosas. Ainda hoje, em partes da Índia se considera um crime matar um pavão. Todavia, os antigos romanos incentivavam o uso de pavões como aves para a mesa. Na Europa medieval, um banquete entre os ricos não ficava completo sem um prato de suculento pavão. Pode ver, então, quão perplexo isso tem sido, visto pelos olhos do pavão.

      Agora, antes de concluir, há apenas um mal-entendido comum, com o que me preocupo. Essa expressão “orgulhoso como um pavão” tem espalhado a idéia de que o pavão simboliza o orgulho e a vanglória. Como acha que isso me faz sentir? E será realmente verdade? Acha que o nosso Criador todo-sábio implantaria tais qualidades indesejáveis em uma de suas criações ininteligentes? Mas, então, para avaliar plenamente as qualidades do pavão, é preciso ver as coisas pelos olhos dum pavão.

  • Valioso serviço das minhocas
    Despertai! — 1970 | 8 de setembro
    • Valioso serviço das minhocas

      ✔ As minhocas usualmente andam através do solo, formando tocas. Quando o solo é duro, talvez até o comam para abrir caminho por ele, junto com sua dieta usual de matéria vegetal em decomposição. O solo e os detritos passam pelo canal digestivo e são depositados como dejetos. As tocas deixam o solo cheio de bolsões, de modo que tanto o ar como a água possam penetrar nele. Os dejetos das minhocas aumentam a fertilidade do solo, bem como aprimoram o próprio solo arável. Disse-se que as minhocas podem trazer cerca de vinte toneladas de dejetos à superfície de um hectare de solo em apenas um ano de atividade.

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