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  • Esperança
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    • sob ela. (Rom. 7:12) Conforme Deus predissera, mediante os profetas, era necessário que Deus introduzisse uma “esperança melhor”, por meio de Jesus Cristo, pondo de lado a Lei, e habilitando os que tivessem fé em Cristo a aproximar-se de Deus. — Heb. 7:18, 19; 11:40; compare com Jeremias 31:31-34.

      Esperança para toda a humanidade

      De acordo com as palavras de Paulo, em Romanos 8:20, 21, Jeová Deus não destruiu Adão, antepassado da humanidade, na ocasião do pecado dele, mas permitiu que nascessem homens a um pai imperfeito, a futilidade os confrontando, mesmo sem ser por culpa deliberada deles, mas através de sua imperfeição herdada. No entanto, Deus não os deixou sem esperança, mas, bondosamente, deu-lhes esperança por meio do “descendente” prometido (Gên. 3:15; 22:18), que é Jesus Cristo. (Gál. 3:16) Sem dúvida, por ter sido prevista na profecia a época da primeira vinda do Messias, a pregação de João, o Batizador, suscitou as expectativas da nação de Israel. (Luc. 3:15; Dan. 9:24-27) Jesus satisfez tal esperança pela sua presença. Mas a grande esperança para a humanidade em geral, tanto para os vivos como para os mortos, reside no reino de Cristo, quando ele e seus co-herdeiros servirão como reis e sacerdotes celestes. Então, os da humanidade que exercerem fé serão por fim libertos da corrupção da imperfeição e do pecado, e atingirão a plena condição de “filhos de Deus”. Sua esperança é reforçada por Deus ter ressuscitado seu Filho há mais de 1.900 anos. — Atos 17:31; 23:6; 24:15.

      Para todos os que desejam a vida, Jeová Deus provê sua Palavra, a Bíblia, contendo instruções e exemplos, de modo que todos os homens possam ter esperança. (Rom. 15:4; 1 Cor. 10:11; 2 Tim. 3:16, 17) Aqueles que possuem esta esperança têm de proclamá-la a outros; ao assim fazer, quem possui esperança salva a si mesmo e aos que lhe dão ouvidos. — 1 Ped. 3:15; 1 Tim. 4:16.

  • Espevitadeiras
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    • ESPEVITADEIRAS

      Implementos de ouro usados em relação com as lâmpadas dos braços do(s) candelabro(s) do tabernáculo e do templo de Israel. (Êxo. 25:37, 38; 37:23; Núm. 4:9; 1 Reis 7:48, 49; 2 Crô. 4:19-21) As espevitadeiras (“tenazes”, BJ; “pinças”, PIB) são designadas pelas palavras hebraicas duais melqahháyim e malqahháyim, derivadas de uma raiz que significa “tomar, apoderar-se, apossar-se”. O uso da forma dual sugere um instrumento que possivelmente tem duas partes. Assim sendo, em Isaías 6:6, melqahháyim indica a “tenaz” com que um serafim removeu a brasa reluzente do altar. Faz-se uma distinção entre as “espevitadeiras” do candelabro e os “apagadores” (“facas”, BJ; CBC) utilizados no templo. (1 Reis 7:49, 50; 2 Crô. 4:21, 22) Embora não descritas nas Escrituras, as espevitadeiras podem ter sido tenazes, usadas para segurar os pavios queimados, ao passo que os “apagadores” podem ter sido utensílios semelhantes a tesouras utilizados para aparar a parte queimada dos pavios. No tabernáculo, estas aparas, seguradas pelas tenazes, eram depositadas em cinzeiros, que eram aparentemente receptáculos que continham tais pedaços até serem descartados. — Êxo. 37:23.

  • Espinheiro (Espinho)
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    • ESPINHEIRO (ESPINHO)

      Qualquer dentre as numerosas plantas espinhosas ou espinhentas. Já se tem comprovado cerca de 200 variedades de plantas espinhosas como crescendo na Palestina e na Síria, entre elas a espinhosa sanguissorba, a espinhosa alcaparreira, o acanto, o espinheiro-de-casca-branca e o sanguinheiro (ou espilriteiro). Embora os espinhos resultassem dificultosos para o homem, não foram inteiramente inúteis. Plantas espinhosas eram empregadas como cercas (Osé. 2:6) e como combustível (Ecl. 7:6), e serviam de alimento para jumentos, camelos e cabras. Nos tempos mais recentes, como talvez acontecesse antigamente, o espinheiro-de-casca-branca, em especial, tem sido usado para cercas, e a sanguissorba espinhosa tem sido cortada como combustível para fornos-de-cal. — Isa. 33:12.

      Os efeitos do solo amaldiçoado, com seus espinhos e abrolhos, foram vividamente sentidos pelos descendentes de Adão (Gên. 3:17, 18), de modo que Lameque, pai de Noé, falou da “dor das nossas mãos, que resulta do solo que Jeová amaldiçoou”. (Gên. 5:29) Após o Dilúvio, Jeová abençoou Noé e seus filhos, declarando que seu propósito com relação a eles era que enchessem a terra. (Gên. 9:1) Não foi novamente declarada a maldição de Deus sobre o solo. No entanto, Jeová não disse a Noé e sua família, como no caso do perfeito Adão, que ‘subjugassem a terra’. (Compare Gênesis 1:28 com Gênesis 8:21 a 9:2.) Isto sugere que o homem imperfeito, sem orientação divina, jamais poderia subjugar a terra do modo que Deus originalmente propusera. O homem continuaria a passar por dificuldades em cultivar o solo, inclusive tendo de combater plantas incomodativas, espinhos e abrolhos. Sem dúvida, a utilização errada, pelo homem, dos recursos da terra, aumentou seus problemas neste sentido.

      Na Terra Prometida, “terra que mana leite e mel” (Êxo. 3:8), os israelitas tiveram de trabalhar arduamente para manter a terra livre de espinhos e de outro joio, ou ervas daninhas, visto que estes rapidamente tomam conta de terras devolutas ou desoladas. (Isa. 5:6; 7:23-25; 34:13) Por fim, pela desobediência a Jeová, Israel trouxe ruína espiritual à nação, a “herança” de Deus, e isto se refletia tanto em sentido figurado como literal em trabalharem em vão, semeando trigo, mas colhendo espinhos. — Jer. 12:7, 13.

      Conforme sublinhado na ilustração de Jesus sobre o semeador, os espinhos ameaçam o crescimento das safras. (Mat. 13:7; Luc. 8:7) Assim, antes de um campo coberto de espinhos

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