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  • A sobrevivência no meio da guerra civil no Líbano
    Despertai! — 1976 | 22 de agosto
    • sitiado por atiradores e foi tomado. O acampamento tinha uma cantina com alimentos, roupas e outros itens. Quando as pessoas da localidade viram o que acontecera, participaram do saque.

      Uma família de testemunhas de Jeová foi incentivada a participar nisso, mas rejeitou. Isto deixou surpresos os vizinhos. Com efeito, não conseguiam crer nisso, e assim, trouxeram para as Testemunhas algumas coisas do acampamento do exército. No entanto, sua oferta foi recusada, junto com a explicação de que aceitar tais coisas seria violar suas consciências treinadas pela Bíblia. — Heb. 13:18.

      Sim, uma coisa é certa, as Testemunhas de Jeová no Líbano se apegam a um proceder de verdadeira integridade cristã e de completa neutralidade. E continuaremos a partilhar com todos os libaneses a confortadora mensagem de que, em breve, o reino de Deus removerá todo motivo de tristeza, por introduzir um novo sistema justo. Servir como embaixadores desse reino nos tem ajudado a sobreviver, no meio dá guerra civil no Líbano. — 2 Cor. 5:20.

  • Enfrentar a vida a sós
    Despertai! — 1976 | 22 de agosto
    • Enfrentar a vida a sós

      O VIÚVO de 50 anos explicou a seus amigos que persistiam em querer achar um cônjuge para ele: “Aprecio que queiram ajudar-me, mas não desejo casar-me de novo . . . Minha vida não é toda um mar de rosas, mas estou descobrindo uma porção de vantagens em permanecer sozinho.”

      Similarmente, Janice, que jamais se casara, disse aos pais dela: “Sei que gostariam que eu me casasse, mas não quero. Para mim, ser solteira é um modo feliz de vida.”

      Talvez pense muito diferente, contudo. Talvez também enfrente a vida a sós — sendo viúvo, divorciado, separado ou jamais se tendo casado. E talvez sofra genuinamente solidão, estresse ou frustração. O que pode fazer para tornar sua vida mais plena e mais feliz?

      O que enfrenta talvez não seja agradável, como milhões de pessoas bem podem testificar. Em muitos países, há mais pessoas solteiras, divorciadas ou viúvas do que casadas. Especialmente muitas mulheres estão envolvidas. Calcula se que, nos Estados Unidos, uma de cada seis mulheres com mais de 21 anos é viúva. E, em outras partes, o problema é ainda maior. Há localidades em que “à idade de 40 anos, mais da metade de todas as mulheres são viúvas”. Em adição aos milhões de viúvas e viúvos, há todos os homens e mulheres que agora vivem a sós em resultado do divórcio.

      Pela sua própria experiência e observação na vida, talvez compreenda que a solidão que uma pessoa sofre é agravada pela provação que resultou em tal situação. O Dr. Thomas Holmes e seus colegas estudaram “43 acontecimentos da vida que estão ligados a várias doses de perturbação na vida da pessoa mediana”. Quais foram verificadas como as mais perturbadoras, São: (1) a morte do cônjuge da pessoa, (2) o divórcio, e (3) a separação marital. Daí, depois de ter passado por uma dessas experiências devastadoras, a pessoa se vê confrontada com as dificuldades dos que enfrentam a vida a sós. Certa viúva se expressa do seguinte modo: “Ser viúva é como morar num país em que ninguém fala a sua língua. Um país que a considera como um intocável.”

      Sejam quais forem as circunstâncias que levaram a que agora enfrente a vida a sós, sabe quão difícil isso pode ser. Mas, de modo a vermos o que pode fazer para obter mais contentamento e satisfação da vida, vamos isolar alguns dos problemas que talvez enfrente. Daí, poderemos avaliar melhor os passos a tomar, de modo que possa enfrentar com êxito essa situação.

      Solidão

      É a solidão o problema que assoma primeiro à sua mente? É, sim, para muitos que enfrentam a vida a sós. Parece ser um monstro que sempre os espreita. Isso acontece até mesmo com pessoas que parecem ser mais aptas a enfrentar tal desafio. Por exemplo, quando seu marido morreu, a assistente social inglesa, Lily Pincus, verificou que ‘apesar de seu trabalho, de sua família e de muitas amigas amorosas, ela amiúde se sentia deprimida e solitária’. E as pessoas divorciadas? Até mesmo quando o divórcio põe fim a um casamento atribulado, a pessoa pode tornar-se presa da solidão. Talvez já tenha notado que isto se dá, de forma especial, visto que a pessoa divorciada pode sentir a doença do fracasso resultante da dissolução de seu casamento. Na verdade, a solidão pode constituir um problema.

      ‘Reconheço o problema da solidão’, talvez pense, ‘mas, que posso fazer a respeito?’ Uma sugestão é tentar determinar exatamente o que motiva sua solidão. Talvez a sinta mais quando toma seu café da manhã ou janta sozinho, nos dias chuvosos ou nas noitinhas de sábado, se costumava gozar de agradável companhia nessas ocasiões. Seja lá o que for, por isolar o que motiva sua solidão, poderá então fazer alguns ajustes para diminuir sua freqüência e severidade. Um senhor divorciado descobriu que o que lhe dava a sensação de solidão era voltar para um apartamento escuro, sombrio. Que fez ele? “Pintei a saleta de entrada de uma cor quente e pendurei ali alguns dos meus quadros favoritos. Daí, comprei um quebra-luz, que deixo aceso quando saio. Verifico que faz um mundo de diferença em minha disposição.” Naturalmente, em seu caso, talvez seja outra coisa que precise ser ajustada. Talvez decida remover alguns quadros ou lembranças ligadas aos tempos felizes do passado, mas que o deixam com sensação de solidão quando os vê agora.

      Também será de ajuda reconhecer a diferença entre estar a sós e sentir-se só. Não apreciou, em muitas ocasiões de sua vida, a solidão, períodos em que ficava a sós e podia pensar, ler ou simplesmente “descontrair-se”, Estava a sós, mas não se sentia solitário, sentia? Na verdade, isso era por livre escolha e não era algo regular. Ainda assim, mostra que há um lado positivo de sua presente vida a sós que não deve desperceber. Por um lado, ser casado deveras lhe oferece as bênçãos de ser desejado e sentir a presença dum ente querido. Mas, por outro lado, ser solteiro — por livre escolha ou por força das circunstâncias — oferece as bênçãos de poder pensar e gastar seu tempo com menos distrações. (Compare com 1 Coríntios 7:32-35.) Reconhecer isto talvez o ajude a evitar sentir que não existe, por assim dizer, nenhuma grama verde do seu lado da cerca.

      Ella, uma senhora divorciada de 34 anos, de Nova Iorque, comentou que uma dificuldade é “a sensação de ser rejeitada,

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