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  • Olhe para além do dia do casamento
    Despertai! — 1970 | 8 de julho
    • O impulso sexual é um fator a ser considerado no casamento. (1 Cor. 7:9) Mas existem também outros fatores, os quais, se desconsiderados, podem privar o matrimônio do bom êxito. Por exemplo, poderia deixar-se de lado o bom juízo. Pense no que acontece quando alguém compra um objeto sem verificar a sua qualidade. De início, talvez pareça bastante bom, mas quando examinado quanto à qualidade, talvez se mostre inferior. Tal descoberta no que se refere ao cônjuge, depois do dia de casamento, é tarde demais, como no caso em que alguém se vê casado com um queixoso crônico. O tempo de se pensar em tal possibilidade é agora.

      ‘Mas o impulso sexual é forte demais’, é o que têm afirmado alguns. Mas por quê? É porque lêem livros ou vêem filmes que glorificam o sexo e o elevam a uma posição que não merece? É porque ficaram íntimos demais com os do sexo oposto, excitando a sua paixão a um nível perigoso? É assim que muitas vezes os rapazes e as moças ficam obsedados com a idéia de que precisam casar-se logo.

      O Modo Melhor

      Quanto melhor, quanto mais sábio é não se deixar levar apressadamente a tal decisão de longo alcance, tal como a que envolve a sua escolha dum cônjuge! Em primeiro lugar, é proveitoso ter passado pela experiência de se manter sozinho como pessoa, depois de ter passado o estágio da adolescência, dependendo dos seus próprios recursos, físicos, mentais e espirituais. Os adolescentes que passam imediatamente do cuidado dos pais para o estado de casados perdem esta oportunidade. Nunca chegam a conhecer a realidade da vida de solteiro. Tudo o que sabem é depender do cônjuge ou do pai, para ter proteção e felicidade.

      Depois há a extrema seriedade do voto que se precisa fazer para aceitar alguém em casamento, ‘aconteça o que acontecer’. Um voto feito apressadamente, sem plena consideração de tudo o que está envolvido, oferece pouca promessa, pois lemos em Provérbios 29:20: “Observaste o homem que é precipitado com as suas palavras? Há mais esperança para o estúpido do que para ele.”

      O prospectivo cônjuge precisa ser observado tanto em condições desfavoráveis como nas favoráveis. E isto leva tempo. Ajuda também travar conhecimento com os pais do prospectivo cônjuge. Um conselheiro matrimonial, médico, observou que ‘ver a mãe do seu noivo servir a refeição, observar pai e mãe juntos, é um modo em que a moça pode ter alguma idéia do que seu futuro esposo provavelmente espere dela’. Do mesmo modo, o jovem pode obter alguma idéia da espécie de esposa que sua noiva será por observar a mãe dela por algum tempo.

      Leva também algum tempo para os respectivos pais chegarem a conhecer aquele ou aquela com quem seu filho ou sua filha pretende casar-se. Alguns talvez digam: ‘Isto não é importante.’ Mas então, se o casamento tiver dificuldades, a quem vão recorrer os recém-casados para obter atenção compassiva ou alguma ajuda e conselho, para sanar as diferenças? Pode ser que os pais talvez não selecionem os cônjuges para os seus filhos, como se fazia antigamente, mas podem dar conselho útil à base de sua experiência, especialmente se forem bem versados nos excelentes princípios da Bíblia.

      Naturalmente, quando se compreendem os benefícios derivados do período de espera antes de se lançar no casamento, então ele ou ela precisa compreender que a associação íntima com o sexo oposto ou ler livros e ver filmes que têm o sexo por tema não são para eles. Hábitos de leitura e associações edificantes precisam tomar o lugar disso.

      Adotar o modo melhor resultará em muitos benefícios. Haverá maior estabilidade na sua vida. Poderá pensar mais calma e lucidamente sobre as questões vitais, inclusive o amor e o matrimônio. Olhará bem para além do dia de casamento, preparando-se de antemão para o seu papel de marido ou mulher. Tem mais probabilidades de usufruir uma vida feliz e duradoura de casado com as ricas bênçãos de Deus.

  • Ajudando outros a se tornar espiritualmente fortes
    Despertai! — 1970 | 8 de julho
    • Ajudando outros a se tornar espiritualmente fortes

      UM MINISTRO viajante das testemunhas de Jeová no Colorado, EUA, teve o privilégio de ajudar uma pessoa interessada a se tornar espiritualmente forte. Como o fez? Considere o que diz na seguinte experiência:

      “Em certa congregação, eu e o ministro-presidente revisitamos uma senhora que estava muito interessada na Bíblia. Iniciamos um estudo bíblico com ela, e ela fez rápido progresso. Pouco depois, ela e a família toda começaram a freqüentar as reuniões no Salão do Reino. Seu filho, João, parecia especialmente ansioso de fazer rápido progresso à madureza espiritual.

      “João desejava comentar nas reuniões, mas não sabia como. Mostrei-lhe como eu estudava a lição de A Sentinela, e o método de sublinhar os pontos básicos em resposta às perguntas impressas ao pé da página. Ficou entusiasmado com a idéia. Quando voltei para a minha próxima visita, fiquei maravilhado de ver João tomar plena parte nas reuniões.

      “Em seguida, desejei ajudar João a ter parte de todo o coração na obra de pregação e a criar a atitude correta para com ela. Destaquei certas coisas de que ele precisava lembrar-se. Uma delas era que Jeová dirige este trabalho e que não devemos ficar desencorajados se houver pouca acolhida. Estamos publicando o nome e o propósito de Jeová e agindo como Suas testemunhas. Ilustrei isso com um mensageiro telegráfico. Quer as pessoas apreciem quer não o que o telegrama contém, o mensageiro cumpriu sua tarefa ao entregar o telegrama.

      “Na minha seguinte visita, pude ajudar João a revisitar os que mostravam interesse na Bíblia. Expliquei o valor de preparar-se para tais visitas e o principal propósito delas, a saber, iniciar estudos bíblicos com tais pessoas. Ele acatou bem tal ajuda, pois, ao voltar a visitar sua congregação, ele dirigia três estudos bíblicos domiciliares.

      “Cerca de um ano depois de João começar a freqüentar às reuniões, deu o corajoso passo do batismo. Destaquei-lhe a necessidade de apegar-se de perto a Jeová e Sua organização, e de estudar regularmente sua preciosa Palavra, a Bíblia. Também disse a João que esperasse oposição e que precisava esforçar-se continuamente para se manter espiritualmente forte e crescer à madureza.

      “Mais tarde, tive o indizível prazer de ouvir João contar algumas de suas experiências no programa da assembléia de circuito. Sim, tinha progredido bastante, a fim de se tornar espiritualmente forte. Talvez, o que mais surpreenda e emocione nesta experiência é que João só tem dez anos de idade.”

      Outra Testemunha nos conta como ajudou uma pessoa interessada a crescer rapidamente em vigor espiritual: “Comecei a estudar com uma senhora que mostrava vívido interesse em aprender a Bíblia. À medida que estudávamos, ela anotava pontos extensivos num caderninho, anotando pontos chaves e textos que os apoiavam. Depois de sua segunda lição, falou com velha amiga todas as coisas que aprendia. Impressionada, sua amiga lhe pediu que lhe ensinasse todas estas coisas. Ela então afirmou não estar habilitada, porque apenas aprendia, de modo que mandaria outra pessoa. ‘Não’, replicou-lhe a amiga, ‘Quero que seja você. Quanto tempo demorará até ficar habilitada?’ A nova estudante disse que não sabia, mas que me perguntaria.

      “Em nosso seguinte estudo, tal senhora estava num dilema de como cuidar da necessidade espiritual de sua amiga. Afirmava não poder ensinar nada a ninguém. Perguntei-lhe por que não, e expliquei que Jeová, pelo Seu espírito, habilita a pessoa a ensinar. Ademais, disse-lhe que o que importava não era tanto quanto a pessoa sabe, mas quanto ama aquilo que sabe e se dispõe a usá-lo que resulta na bênção de Jeová. Expliquei-lhe que, quanto mais usamos as coisas aprendidas, tanto mais realmente as aprendemos.”

      “Encorajei-a a usar o mesmo folheto que estudávamos e a mesma matéria que abrangêramos nas semanas anteriores. Ela concordou com tal método. Dentro em pouco, iniciou outro estudo, além do estudo com sua velha amiga. Ambas as pessoas com quem estuda já vieram à reunião no Salão do Reino e uma delas até mesmo assistiu à assembléia de distrito. Esta zelosa senhora tem dito que Jeová a abençoou além de todas as expectativas, de modo que se dedicou a fazer a Sua vontade. Depois de apenas cinco meses foi mergulhada em água, simbolizando sua dedicação pelo batismo em água. Agora, aguarda a oportunidade de gastar todo o seu tempo no serviço de Deus.”

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