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  • Soldado
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • ou uma vinha da qual ainda não colhera frutos, ficava isento do serviço militar. E um homem medroso certamente daria um mau soldado e rebaixaria o moral de seus companheiros; por conseguinte, tal homem era isentado sob a Lei. (Deut. 20:5-8) Destarte os cristãos, tanto judeus como gentios, prontamente captariam o vigor da ilustração de Paulo.

      Numa carta aos efésios, Paulo esboçou de forma manifesta que a luta do soldado cristão não é contra carne e sangue, mas contra “as forças espirituais iníquas nos lugares celestiais”. Por conseguinte, a armadura necessária para tal luta não podia ser obtida de fontes mundanais, mas tinha de ser a armadura provida por Jeová Deus, que lhes concede a vitória sob o Seu Comandante do exército, Jesus Cristo. — Efé. 6:11-17.

  • Solteiro, Estado De (Ficar Sem Se Casar)
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    • SOLTEIRO, ESTADO DE (FICAR SEM SE CASAR)

      O estado de uma pessoa não-casada. No início, depois de criar o homem Adão, “Jeová Deus prosseguiu, dizendo: ‘Não é bom que o homem continue só. Vou fazer-lhe uma ajudadora como complemento dele.’ ” (Gên. 2:18, 21-24) Depois disso, o casamento era o modo de vida normal entre a humanidade, sendo raras as exceções, e isto por motivos especiais. — Veja CASAMENTO.

      Um de tais casos especiais era o de Jeremias. Ele recebera ordens divinas de permanecer solteiro e de não gerar filhos, visto que sobreviriam circunstâncias desesperadoras àquela nação, em que as crianças pequenas seriam implacavelmente mortas por um cruel conquistador. (Jer. 16:1-4) A filha de Jefté constituía outra exceção. Por respeito ao voto de seu pai, ela voluntariamente permaneceu solteira, servindo por tempo integral na casa de Jeová. — Juí. 11:34-40.

      O apóstolo Paulo considerou os benefícios de se ficar sem se casar, uma vez que a pessoa não se veja sob excessiva pressão, não ficando ‘inflamada de paixão’, e, assim, correndo perigo de cometer fornicação ou adultério. O proceder de ficar sem se casar é “melhor” no sentido de que permite que a pessoa sirva a Deus “sem distração”. (1 Cor. 7:1, 2, 8, 9, 29-38; 9:5) Não se declara se as quatro filhas de Filipe, o evangelizador, se casaram mais tarde, mas, na época em que Lucas escreveu seu relato, foram mencionadas como “virgens, que profetizavam”. — Atos 21:8, 9.

      Cristo Jesus, assim como Jeremias, permaneceu sem se casar. Em palestra com seus discípulos sobre o ponto de se o ficar sem se casar era preferível ao estado de casado, Jesus disse: “Nem todos os homens dão lugar a esta palavra, mas somente os a quem é dado [o dom] . . . e há eunucos que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. Dê lugar a isso aquele que pode dar lugar a isso.” — Mat. 19:10-12.

      Ficar sem se casar, então, é um dom que tem como vantagem básica a liberdade concedida a seu possuidor. Jesus empregou aqui uma linguagem figurada. Os homens ‘dão lugar a isso’, não pela autocastração, mas em seu coração, por decidirem voluntariamente manter-se, de forma física, numa condição de pessoa não-casada, seja por toda a vida, seja por um período de tempo mais limitado, conservando-se nesta condição mediante o autodomínio.

      O ensino e a prática do celibato compulsório, por parte de certas seitas religiosas, contudo, não encontra nenhum respaldo na Escritura. Pelo contrário, está escrito: “Nos períodos posteriores de tempo alguns se desviarão da fé, . . . proibindo o casar-se.” (1 Tim. 4:1-3) Notavelmente, muitos dos apóstolos, ou a maioria deles, era constituída de homens casados. (1 Cor. 9:5) O que faz com que aqueles que têm o dom de ficar sem se casar realmente não se casem não precisa ser, necessariamente, um voto de celibato, e sim o seu desejo e a sua possibilidade de se devotarem ao serviço de Deus na condição de pessoas não-casadas.

  • Sombra
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    • SOMBRA

      Um lugar de sombra, quer provida por um rochedo (Isa. 32:2), uma nuvem (Isa. 25:5), uma barraca (Isa. 4:6), uma árvore (Cân. 2:3; Eze. 17:23; Osé. 4:13) ou outra espécie de planta (Jonas 4:5, 6), concede uma proteção apreciada em relação ao sol causticante. Por conseguinte, diz-se que alguém fica figuradamente sob a “sombra” daquilo que serve ou é procurado como proteção, coberta, segurança ou refúgio. Assim, com referência aos estranhos que ele recebera em sua casa, Ló disse aos homens de Sodoma: “Somente não façais nada a esses homens, porque foi por isso que vieram sob a sombra do meu teto.” (Gên. 19:8) E Jeová, por meio de seu profeta Isaías, declarou um ai sobre os que se refugiavam na “sombra do Egito”, isto é, os que procuravam o Egito em busca de proteção. (Isa. 30:1-3; veja também Lamentações 4:20; Ezequiel 31:6, 12, 17.) Especialmente Jeová é descrito como provendo sombra protetora para Seu povo (Sal. 91:1; 121:5; Isa. 25:4) ou lhes suprindo proteção semelhante a uma sombra sob a sua “mão” ou suas “asas”. (Sal. 17:8; 36:7; 57:1; 63:7; Isa. 49:2; 51:16) Por outro lado, a expressão “sombra tenebrosa” acha-se associada com a obscuridade, o perigo ou o túmulo, “a terra de escuridão”. — Jó 10:21, 22; 24:17; 38:17; Sal. 23:4.

      A forma como uma sombra se modifica quanto ao tamanho e, por fim, desaparece, em resultado da progressão do sol é utilizada como símile de o homem ser efêmero ou transitório. (1 Crô. 29:15; Jó 8:9; 14:1, 2; Sal. 102:11; 144:4; Ecl. 6:12; 8:13) Serem os dias dum indivíduo “como a sombra que declinou” significa que está próxima a sua morte. (Sal. 102:11; 109:23) Ao passo que as sombras lançadas pelo sol estão sempre mudando de tamanho e de direção, à medida que a terra gira, Jeová é imutável. Como escreveu o discípulo Tiago: “Com [ele] não há variação da virada da sombra.” — Tia. 1:17.

      A sombra ou imagem escura que um objeto projeta sobre uma superfície não é substancial, não é uma coisa real. Todavia, pode dar uma idéia do formato ou desenho geral da realidade que a projeta. Neste sentido, Paulo explicou que a Lei, incluindo suas festividades, seu tabernáculo e seus sacrifícios, tinha uma sombra que representava coisas maiores que viriam. Escreveu: “A realidade pertence ao Cristo.” — Col. 2:16, 17; Heb. 8:5; 9:23-28; 10:1.

      No que tange à miraculosa inversão da sombra, mencionada em 2 Reis 20:9-11 e em Isaías 38:8, veja RELÓGIO DE SOL.

  • Sonho
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    • SONHO

      Os pensamentos ou as imagens mentais que uma pessoa tem enquanto adormecida. As Escrituras mencionam vários sonhos, tais como os provenientes de Deus (Núm. 12:6), os sonhos naturais (Jó 20:8), e os sonhos falsos. — Jer. 29:8, 9.

      OS SONHOS PROVENIENTES DE DEUS

      Tanto os servos de Jeová como pessoas não devotadas a Ele tiveram sonhos procedentes de Deus. (1 Reis 3:5; Juí. 7:13, 14) Alguns forneceram avisos que protegeram Seus servos, e outros lhes supriram orientações. Assim, num sonho, Deus avisou Abimeleque, rei de Gerar, que não tocasse em Sara, resultando em ela permanecer imaculada. (Gên., cap. 20) Obedecendo ao ‘aviso divino recebido em sonho’, os astrólogos que visitaram Jesus não voltaram à presença do assassino Herodes. (Mat. 2:11, 12) Em resposta às instruções angélicas fornecidas em sonhos, José tomou a Maria como esposa e também fugiu com Jesus e Maria para o Egito. Sonhos posteriores da parte de Deus levaram José a voltar do Egito com eles e fixar-se em Nazaré, a fim de se cumprir a profecia: “Ele será chamado Nazareno.” — Mat. 1:18-25; 2:13-15, 19-23.

      SONHOS NATURAIS

      Os sonhos naturais podem ser estimulados por certos pensamentos ou emoções, sensações ou atividades cotidianas (a ansiedade, a condição física da pessoa, sua ocupação, etc.). Tais sonhos não possuem grande significado. (Sal. 73:20) Uma pessoa faminta talvez sonhe que está comendo, uma sedenta que está bebendo, mas acorda insatisfeita. Uma delusão comparável estava em reserva para todas as nações que ‘travavam guerra contra o monte Sião’. — Isa. 29:7, 8.

      A respeito do conceito pagão dos sonhos, acha-se declarado: “Os babilônios depositavam tamanha confiança nos sonhos que, na véspera de importantes decisões, dormiam em templos, esperando conselho. Os gregos que desejavam instruções quanto à saúde dormiam em santuários de Esculápio, e os romanos nos templos de Serápis. Os egípcios preparavam livros minuciosos para a interpretação de sonhos.” [Harper’s Bible Dictionary (Dicionário Bíblico de Harper), 7.a ed., 1961, p. 141] Mas tais práticas não existiam entre os fiéis hebreus e os primitivos cristãos. As Escrituras nos avisam para não procurarmos presságios, quer em sonhos naturais, quer em vários incidentes. — Deut. 18:10-12.

      SONHOS FALSOS

      Os sonhos falsos são biblicamente condenados. De acordo com a Lei, um sonhador de sonhos falsos que instasse outros a cometer idolatria devia ser morto. (Deut. 13:1-5) Deus talvez falasse, por vezes, a seus verdadeiros profetas por meio de sonhos (Núm. 12:6), mas ele era contra os “profetas de sonhos falsos”, que afastavam Seu povo da verdadeira adoração. (Jer. 23:25-32; 27:9, 10) Descreveu-se os praticantes da adivinhação como proferindo “sonhos fúteis”. — Zac. 10:2.

      A Bíblia fala de sonhos em sentido figurado, ao descrever os ímpios maculadores da carne que se introduziram furtivamente na congregação cristã. Judas avisou seus co-crentes a respeito de tais homens, que ‘entregavam-se a sonhos’, tais pessoas, pelo visto, sonhando (imaginando) que poderiam impunemente violar a Palavra de Deus e macular a carne, dentro da congregação. Isto constituía um erro, pois eles receberiam inescapavelmente o julgamento adverso do Juiz Supremo, Jeová. — Judas 8; 1 Cor. 6:9, 10, 18-20.

  • Sono
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    • SONO

      Um período de repouso assinalado pela cessação da atividade consciente é vital para a manutenção da vida e da saúde humanas. Estando plenamente cônscio da importância do repouso, Jesus Cristo preocupava-se com seus discípulos disporem de tempo para descansar um pouco. (Mat. 6:31) O exemplo de Jesus mostra que, mesmo na perfeição humana, o repouso e o sono são imprescindíveis. — Compare com Marcos 4:38.

      O trabalho árduo (Ecl. 5:12), uma consciência limpa (compare com Salmo 32:3-5), e estar isento de indevida ansiedade—bem como confiar em Jeová (Sal. 3:5; 4:8; Pro. 3:24-26), contribuem muitíssimo para o sono agradável e revigorante duma pessoa. Contente com as necessidades da vida (compare com 1 Timóteo 6:8), o servo de Deus não precisa gastar longas horas em árdua labuta, ao ponto de sacrificar o sono necessário, ainda assim não derivando nenhum benefício real de seu trabalho. — Compare com Salmo 127:1, 2.

      Naturalmente, há épocas em que os servos de Deus passam noites insones. Se não for causado por doença ou por outras circunstâncias adversas ou provadoras, sua ausência de sono pode provir da preocupação com os co-crentes e com o progresso da adoração verdadeira. (2 Cor. 6:3-5; 11:23, 27; compare com

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