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  • Resíduos tóxicos e o crime organizado
    Despertai! — 1984 | 22 de março
    • Resíduos tóxicos e o crime organizado

      Durante boa parte de 1980, moradores de Pittston, cidade da Pensilvânia, EUA, observaram caminhões parar atrás de um posto de gasolina na Rodovia 81, ficar ali por alguns instantes e daí prosseguir viagem.

      Por volta da mesma época, começou a aparecer nas águas do vizinho rio Susquehanna uma poderosa mistura de “carcinogênicos, mutagênicos e teratogênicos” (isto é, substâncias químicas causadoras de câncer, mutações e crassas aberrações no desenvolvimento). Descoberta, segundo um artigo no jornal Star News, da Califórnia, a contaminação mortífera foi detida com dificuldade a apenas 40 quilômetros das áreas pesqueiras da baía de Chesapeake.

      De onde vinham os venenos? Descobriu-se que vinham de um córrego perto de uma mina desativada. Na mina havia um cano que vinha do local atrás da garagem onde aqueles caminhões paravam. Aparentemente, a transportadora apanhava substâncias químicas perigosas de firmas conceituadas, cobrava até mil dólares o carregamento para pagar coisas como despesas de utilização de depósitos de resíduos tóxicos legalizados, daí ilegalmente lançava as substâncias químicas letais no cano, por onde escoavam até a mina, daí para o córrego e finalmente até o rio Susquehanna e quase até à zona pesqueira da baía de Chesapeake.

      Quem faria uma coisa dessas? As apurações ligaram a operação a um grupo de crime organizado. Segundo relatórios submetidos a subcomissões do Senado, esse é apenas uma das “dezenas de exemplos da ação de criminosos para ganhar grandes somas pela destinação ilegal de modernos resíduos industriais”, disse o Star News.

  • Tecnologia moderna contra lobos
    Despertai! — 1984 | 22 de março
    • Tecnologia moderna contra lobos

      Recentemente, o Times de Nova Iorque falou sobre como a tecnologia moderna está sendo usada na guerra do homem contra os lobos no Alasca. O Alasca é um estado enorme, maior do que a França, Espanha e Itália juntas. Sua população é de pouco mais de 400.000 humanos e não mais de 12.000 lobos. No restante dos Estados Unidos existem mais de 200 milhões de humanos, mas apenas uns mil lobos. Obviamente, a sobrevivência do lobo corre risco. Não obstante, atiradores oficiais exímios têm caçado lobos de avião, e, para tornar sua caçada mais eficaz, têm capturado filhotes de lobo e colocado neles um colar com um pequeno radiotransmissor. Quando o filhote tenta reunir-se à alcatéia, os caçadores aerotransportados seguem os sinais emitidos pelo colar e põe sob sua mira a alcatéia inteira.

      Por que tentam matar os lobos? A explicação, que muitos não aceitam, é que os lobos matam os alces, que caçadores humanos procuram. Muitos estão contrariados, porém, por outra razão. Os rádiocolares foram criados para se obter conhecimento sobre animais de modo a preservar espécies ameaçadas de extinção. “É a primeira vez que o rastreamento por rádio tem sido usado para destruir”, diz o Times de Nova Iorque.

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