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  • Pedro, As Cartas De
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • edificado em Cristo Jesus, e também da nação santa de Deus, são forasteiros e residentes temporários, e devem ‘manter uma conduta excelente entre as nações’ (2:4-12) 

      1. Mostrem a sujeição correta (2:13 a 3:6) 

      a. Ao rei e a governadores (2:13-17) 

      b. Os servos domésticos para com seus donos, mesmo se difíceis de agradar; ter a Cristo como exemplo, caso sofra injustamente (2:18-25) 

      c. As esposas para com os maridos (3:1-6) 

      (1). Podem ganhar maridos descrentes, por meio da boa conduta (3:1, 2) 

      (2). Importante não é o adorno externo, mas o espírito quieto e brando; imitar Sara (3:3-6) 

      2. Maridos devem atribuir honra às esposas (3:7) 

      3. Sejam todos, entre si, da mesma mentalidade, exercendo amor fraterno e não pagando dano com dano; mesmo se vierem a sofrer por causa da justiça, serão felizes; estejam prontos a fazer uma defesa da esperança; mantenham boa consciência (3:8-22) 

      4. Tenham mesma disposição mental de Cristo e mantenham-se livres das práticas degradantes das nações (4:1-6) 

      5. Aproximou-se o “fim de todas as coisas”, sejam ajuizados e vigilantes, visando as orações, tenham intenso amor aos co-cristãos, sejam hospitaleiros e edifiquem-se uns aos outros (4:7-11) 

      6. Sofram pelo nome de Cristo, mas nunca como transgressores da lei (4:12-19) 

      7. Devem ser preservados os relacionamentos corretos na congregação (5:1-5) 

      a. Anciãos devem pastorear o rebanho espontaneamente, não dominar as ovelhas, mas servir-lhes de exemplo (5:1-4) 

      b. Homens mais jovens devem sujeitar-se aos homens mais idosos; todos devem cingir-se de humildade mental (5:5) 

      8. Humilhem-se sob a mão de Deus; tomem posição contra o Diabo (5:6-11) 

      III. Encorajamento e cumprimentos finais (5:12-14) 

      SEGUNDA PEDRO 

      A finalidade da segunda carta de Pedro foi de ajudar os cristãos a garantir sua chamada e escolha, e de evitar que fossem desviados por falsos instrutores e homens ímpios dentro da própria congregação. (2 Ped. 1:10, 11; 3:14-18) Urge-se com os cristãos para que tenham fé, virtude, conhecimento, autodomínio, perseverança, devoção piedosa, afeição fraternal e amor (2 Ped. 1:5-11), e admoesta-se-lhes a que prestem atenção à inspirada “palavra profética”. (2 Ped. 1:16-21) Citam-se exemplos de execuções de julgamentos de Jeová, no passado, contra pessoas ímpias, a fim de mostrar que aqueles que abandonam o caminho da justiça não escaparão da ira de Deus. (2 Ped. 2:1-22) Apesar do que venham a dizer os ridicularizadores nos “últimos dias”, a vinda do dia de Jeová, um dia para a execução dos homens ímpios, é tão certa quanto aquilo que sobreveio ao mundo dos dias de Noé. Também, a promessa de Deus, de novos céus e de uma nova terra, é certa, e deve inspirar diligentes esforços para se ser achado sem mácula à vista de Deus. — 2 Ped. 3:1-18. 

      ESBOÇO DO CONTEÚDO 

      I. Saudações (1:1) 

      II. Lembrete aos cristãos sobre os requisitos para a aprovação divina e a entrada no reino (1:2 a 3:18) 

      A. São necessários a fé, a virtude, o conhecimento, o autodomínio, a perseverança, a devoção piedosa, a afeição fraternal e o amor (1:2-15) 

      B. Deviam prestar atenção à palavra profética, que é produto do espírito de Deus, e que se tornou mais segura pela visão da transfiguração (1:16-21) 

      C. Tinham de precaver-se dos falsos instrutores e de outras pessoas corruptas (2:1-22) 

      1. Surgirão falsos instrutores entre os cristãos; não escaparão do julgamento, exemplificado pelo que ocorreu aos anjos desobedientes, ao mundo nos dias de Noé e a Sodoma e Gomorra (2:1-10) 

      2. Descrição dos que desejam aviltar a carne e menosprezam o senhorio (2:10-19) 

      3. Pessoas que se desviam do caminho da justiça são como o cão que retorna ao vômito e a porca lavada a revolver-se no lamaçal (2:20-22) 

      D. Deviam ter em mente o dia de Jeová, e a promessa de novos céus e uma nova terra (3:1-18) 

      1. Vinda do dia de Jeová é certa; os ridicularizadores desconsideram a destruição já efetuada dos ímpios, ocorrida nos dias de Noé (3:1-7) 

      2. Jeová não é vagaroso, mas é paciente, dando às pessoas a oportunidade de se arrependerem e escaparem da destruição (3:8-10) 

      3. Necessidade de se manter uma conduta correta e precaver-se de ser desviado, em vista da vindoura destruição, e a introdução de novos céus e uma nova terra (3:11-18) 

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 240-245. 

  • Peito
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • PEITO

      Veja SEIO, PEITO.

  • Peitoral
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    • PEITORAL

      A sagrada bolsa bordada que era usada pelo sumo sacerdote de Israel sobre o coração, sempre que entrava no Santo. O peitoral devia servir como “memorial”, e era, pelo visto, mencionado como o “peitoral do julgamento” por conter o Urim e o Tumim, por meio dos quais se revelavam os julgamentos de Jeová. — Êxo. 28:15, 29, 30.

      Da mesma forma que o éfode, o peitoral era feito dos materiais mais excelentes — ouro, linha azul, lã tingida de roxo-avermelhado, fibras carmíneas do quermes da cochonilha, e linho fino retorcido. (Êxo. 28:15) Os mesmos tecidos foram usados para a fabricação dos dez panos da tenda, bordados com querubins, da cortina que separava o Santo do Santíssimo, e do reposteiro para a entrada da tenda, os materiais necessários tendo sido contribuídos voluntariamente pelos israelitas, e modelados em sua forma final, quer diretamente, por Bezalel e Ooliabe, quer sob a direção deles. — Êxo. 26:1, 31, 36; 31:2-6; 35:21-29

      O tecido do peitoral tinha, evidentemente, um côvado de comprimento e um palmo de largura, de modo a ser um quadrado, quando dobrado, formando assim uma bolsa em que o Urim e o Tumim talvez fossem guardados. A frente do peitoral era adornada com doze pedras preciosas, montadas em encaixes de ouro e dispostas em quatro fileiras de três pedras cada uma. Em cada pedra estava gravado o nome de uma das tribos de Israel. (Êxo. 28:15-21, 28; 39:8-14; Lev. 8:8) As pedras preciosas em cada fileira podem ter estado dispostas conforme alistadas, da direita para a esquerda (como ao se ler o hebraico). Não se pode declarar com nenhum grau de certeza que pedra preciosa correspondia a que tribo.

      O peitoral era montado seguramente sobre o éfode da seguinte maneira: Duas correntinhas trançadas de ouro puro eram presas a duas argolas de ouro, em cantos opostos, da parte superior do peitoral. Tais correntinhas, por sua vez, eram presas aos dois engastes de ouro das ombreiras do éfode. Duas outras argolas de ouro eram afixadas em extremidades opostas da beirada de baixo do peitoral, sobre o lado que dava para o éfode. Tais argolas eram presas, por meio dum cordel azul, às duas argolas de ouro da parte frontal do éfode, pouco acima de seu cinto. — Êxo. 28:22-28; 39:15-21.

  • Peixe, Porta Do
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    • PEIXE, PORTA DO

      Veja PORTA, PORTÃO.

  • Peixes
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    • PEIXES

      Foi no quinto dia criativo que Deus trouxe à existência estes e outros animais aquáticos. (Gên. 1:20-23) Embora o homem não fosse autorizado a utilizar os peixes como alimento senão depois do Dilúvio, ele, desde o início, teria estas criaturas em sujeição. (Gên. 1:28; 9:2, 3) Mas, em vez de exercer o domínio correto sobre os animais, alguns homens se tornaram “inanes” em seu raciocínio, e vieram a venerar a criação. (Rom. 1:20-23) Para exemplificar, o Ea babilônico, um deus das águas, era representado como um homem revestido dum corpo de peixe; a Atárgatis síria era uma deusa-peixe; e, no Egito, não só havia certas espécies de peixe consideradas sagradas, mas até mesmo se encontraram ali peixes mumificados. Tal adoração dos peixes era, naturalmente, proibida na lei dada por Deus a Israel. — Deut. 4:15-18.

      Foi muitíssimo apropriado que Jesus Cristo, o “Filho do homem” (Mat. 17:22), que devia ter em sujeição até mesmo os peixes, em duas ocasiões demonstrasse seu poder por encher as redes de seus apóstolos com miraculosas safras de peixes. — Sal. 8:4-8; Heb. 2:5-9; Luc. 5:4-7; João 21:6.

      OS PEIXES COMO ALIMENTO

      O peixe, um alimento altamente nutritivo e de fácil digestão, evidentemente era um item importante da dieta alimentar dos egípcios, bem como dos hebreus escravizados, pois, no deserto, a multidão mista e os filhos de Israel ansiaram os peixes que costumavam comer no Egito. (Núm. 11:5) A economia egípcia, portanto, sofreu grandemente quando morreram os peixes do Nilo, em resultado de Jeová ter transformado as águas do Egito em sangue. — Êxo. 7:20, 21.

      Os peixes continuaram sendo importante alimento para os israelitas, uma vez fixados na Terra Prometida. Um dos portões de Jerusalém era chamado de “Portão do Peixe” [“porta do(s) peixe(s)”, Al; ALA; BJ; BV; CBC; IBB; Fi; LEB; MC; PIB; VB], sugerindo que ali, ou nas proximidades, localizava-se um mercado de peixes. (2 Crô. 33:14) Num período posterior, conforme mencionado por Neemias, os tírios vendiam peixes em Jerusalém, até mesmo no sábado. — Nee. 13:16.

      Os peixes, comumente preparados por serem assados na brasa, ou pela salga e secagem, eram amiúde comidos junto com pão. É provável que os peixes utilizados por Jesus ao alimentar milagrosamente a 5.000 homens, e, mais tarde, a 4.000 homens, além de mulheres e crianças, fossem secados e salgados. (Mat. 14:17-21; 15:34-38) Depois de sua ressurreição, Jesus comeu um pouco de peixe assado para provar a seus apóstolos que eles não estavam vendo um espírito, e, numa outra ocasião, ele preparou um desjejum de pão e peixe cozido na brasa. — Luc. 24:36-43; João 21:9-12.

      OS PEIXES DA PALESTINA

      Com a exceção do mar Morto, os peixes são abundantes nas águas do interior da Palestina. Entre as variedades encontradas ali acham-se a brema, a carpa, a perca e os incomuns peixes que se reproduzem pela boca, tais como o Chromis simonis. O macho da espécie Chromis simonis recebe os ovos, cerca de 200 deles, na boca, os peixinhos continuando ali por várias semanas, depois de sua eclosão.

      PUROS E IMPUROS

      Embora a sabedoria do Rei Salomão abrangesse

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