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  • O que lhe impede ser batizado?
    A Sentinela — 1974 | 15 de outubro
    • ser batizado, o que deverá fazer é dirigir-se ao superintendente presidente da congregação com que se associa, para obter mais informações. Não seja como aquele estudante da Bíblia que foi batizado na assembléia “Vitória Divina”, mas que já havia ouvido a mensagem do Reino lá em 1951 e que esperou por vinte e dois anos, para ser batizado só em 1973. Lembre-se de que o tempo realmente se está esgotando! Não permita que nada lhe impeça ser batizado! — Mat. 24:34.

  • Sacerdotes que podem ajudar-nos
    A Sentinela — 1974 | 15 de outubro
    • Sacerdotes que podem ajudar-nos

      ADMITE-SE em geral entre os homens da medicina que o bem-estar espiritual e mental do paciente é tão importante para seu restabelecimento como a terapia médica. Por conseguinte, há necessidade de sacerdotes de Deus, que possam dar ajuda e consolo aos doentes, tanto quanto aos sadios.

      Naturalmente, o sacerdote na terra pode fazer pouco para ajudar fisicamente ao doente. Tampouco pode eliminar as imperfeições físicas da pessoa que está normalmente bem. Pois todos somos imperfeitos, pecadores. O sacerdote de Deus, porém, pode dar ajuda espiritual.

      Mas Deus providenciou sacerdotes que restabelecerão tanto a saúde física como a espiritual da humanidade. Como sabemos isso?

      Podemos saber isso sem dúvida por darmos uma olhada para o arranjo feito por Deus. Encontramos ali evidência tão forte e conclusiva, que não deixa dúvida de que o verdadeiro sacerdócio de Deus é uma realidade assegurada, e que estes sacerdotes proverão a ajuda de que os homens precisam. Deus preservou este registro na Bíblia com o próprio objetivo de nos assegurar isso.

      O Sumo Sacerdote é de interesse primário para nós. O verdadeiro Sumo Sacerdote de Deus é extraordinário, porque Este deu a sua própria vida humana em sacrifício. (João 6:51) Deste modo ele teve algo de real valor como preço de resgate para a humanidade. Quer dizer, pôde obter o direito de ocupar o lugar que Adão tinha desocupado pela sua desobediência, dando aos seus filhos a herança da morte. (Rom. 5:15, 17) Daí, sendo ressuscitado no espírito, Jesus Cristo pôde tornar-se Pai regenerador daqueles da raça humana que aceitam seu sacrifício em fé e obediência. — 1 Cor. 15:45; Isa. 53:10; João 3:16.

      A UNÇÃO DO SACERDÓCIO

      Deus estabeleceu um sacerdócio para o antigo Israel, principalmente para prefigurar seu verdadeiro sacerdócio celestial. Escolheu Arão, irmão de Moisés, da tribo de Levi, como sumo sacerdote. Moisés ungiu Arão com óleo. Arão pôde então ser chamado de “ungido” ou “messias”. Depois, Moisés passou a ungir os quatro filhos de Arão como subsacerdotes. (Êxo. 40:1, 2, 12-16) Após isso quando os sacerdotes morriam e eram sucedidos pelos seus filhos, apenas o sumo sacerdote era ungido; a unção dos filhos de Arão valia para todos os subsacerdotes posteriores. Ser revestido das vestes oficiais de subsacerdote era considerado suficiente. — Núm. 3:1-3.

      Ora, tudo isso foi representativo de que Jesus Cristo, por ocasião de seu batismo, foi ungido, não com óleo, mas com espírito santo de Deus. (Mat. 3:16; Atos 10:38) Esta unção nunca teve de ser repetida, como no caso dos sumos sacerdotes do antigo Israel, visto que Jesus não tem sucessores, por ter sido ressuscitado à vida imortal pelo seu Pai. — 1 Tim. 6:14-16.

      Jeová Deus, mediante seu Filho, derramou espírito santo sobre os discípulos dele no dia de Pentecostes de 33 E. C., ungindo-os. (Mar. 1:7, 8; João 1:33; Atos 2:1-4, 16, 17) O espírito de Deus continuou depois a fluir, mediante Cristo, e outros passaram a ser imersos no corpo de Cristo, tornando-se assim também ungidos e subsacerdotes. (Rom. 6:3) O apóstolo João escreveu a concristãos: “Vós tendes uma unção do santo; todos vós tendes conhecimento.” — 1 João 2:20.

      Quando escolhidos por Deus para o sacerdócio e ungidos com o espírito de Deus, também são gerados pelo espírito, com a perspectiva da vida no céu. São “selados” com este espírito santo. O apóstolo Paulo foi um deles e escreveu a outros ungidos: “Quem garante que vós e nós pertencemos a Cristo [Ungido] e quem nos ungiu é Deus. Ele pôs também o seu selo sobre nós e nos deu o penhor daquilo que há de vir, isto é, o espírito, em nossos corações.” — 2 Cor. 1:21, 22; 5:5; Efé. 1:13, 14.

      O total dos ungidos, nos quais se verifica finalmente que o “selo” é permanente, é de 144.000, segundo Revelação 7:1-8. (Rev. 14:1-4) Estes são “sacerdócio real, nação santa, povo para propriedade especial”. São os que Cristo comprou com o seu sangue para Deus, “dentre toda tribo, e língua, e povo, e nação”, e fez “deles um reino e sacerdotes para o nosso Deus”. — 1 Ped. 2:9; Rev. 5:9, 10.

      Assim como os antigos sacerdotes hebraicos tinham a autorização de comer certas partes dos sacrifícios oferecidos, assim estes “sacerdotes para o nosso Deus” têm autorização para comer do sacrifício de Jesus Cristo no altar da “vontade” de Deus, direito que o sacerdócio levítico, judaico, não tinha, por terem rejeitado a Jesus qual Messias ou Cristo. — Heb. 13:10-15; João 6:48-58.

      NO “PÁTIO”

      Isto significa que, enquanto na terra, estão na condição representada pelo pátio (do tabernáculo e dos templos aprovados por Deus, no passado) no qual se achava o altar de cobre para sacrifícios. Esta é a condição de serem declarados justos por Deus, à base de sua fé no sacrifício de Jesus Cristo. O apóstolo escreveu: “Temos sido declarados justos em resultado da fé” e “agora fomos declarados justos pelo seu sangue”. — Rom. 5:1, 9.

      Estes sacerdotes, enquanto na terra, ainda estão na carne imperfeita e pecaminosa, mas são contados como justos por causa da aplicação do mérito do sacrifício de Cristo. Têm uma condição justa, sem condenação. Paulo exclamou: “Graças a Deus, por intermédio de Jesus Cristo, nosso Senhor! Assim, pois, como a mente [a renovada mentalidade cristã] eu mesmo sou escravo da lei de Deus, mas com a minha carne, escravo da lei do pecado. Portanto, os em união com Cristo Jesus não têm nenhuma condenação. Pois a lei desse espírito que dá vida em união com Cristo Jesus libertou-te da lei do pecado e da morte.” — Rom. 7:25 a 8:2.

      Visto que sua justiça não é no seu próprio mérito, não podem acrescentar nada ao mérito do sacrifício de Cristo. Somente este tem o poder de expiar pecados. Mas podem oferecer a Deus, mediante Cristo, os ‘sacrifícios de louvor’ e

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