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  • Livro bíblico número 3 — Levítico
    “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”
    • cuja consideração fortalece a fé. Muitos de seus princípios são declarados outra vez nas Escrituras Gregas Cristãs, alguns deles sendo citados diretamente. Sete pontos de realce são considerados abaixo.

      29-31. Como é que Levítico frisa o respeito (a) pela soberania, (b) pelo nome e (c) pela santidade de Jeová?

      29 (1) A soberania de Jeová. Ele é o Legislador, e nós, como criaturas suas, temos de prestar-lhe contas. De direito, ele nos ordena que o temamos. Como Soberano Universal, ele não tolera rivalidade, seja esta em forma de idolatria, de espiritismo ou de outras formas de demonismo. — Lev. 18:4; 25:17; 26:1; Mat. 10:28; Atos 4:24.

      30 (2) O nome de Jeová. O seu nome precisa ser mantido sagrado, e não nos atrevemos a trazer opróbrio sobre ele mediante palavras ou ações. — Lev. 22:32; 24:10-16; Mat. 6:9.

      31 (3) A santidade de Jeová. Visto que ele é santo, seu povo precisa também ser santo, isto é, santificado ou separado para o Seu serviço. Isto inclui mantermo-nos separados do mundo ímpio que nos cerca. — Lev. 11:44; 20:26; Tia. 1:27; 1 Ped. 1:15, 16.

      32-34. Que princípios são delineados quanto (a) ao pecado, (b) ao sangue e (c) à culpa relativa?

      32 (4) A excessiva pecaminosidade do pecado. É Deus quem determina o que é pecado, e nós precisamos precaver-nos dele. O pecado sempre requer um sacrifício de expiação. Além disso, requer também da nossa parte a confissão, o arrependimento e corrigir a situação ao máximo possível. Para certos pecados não pode haver perdão. — Lev. 4:2; 5:5; 20:2, 10; 1 João 1:9; Heb. 10:26-29.

      33 (5) A santidade do sangue. Visto que o sangue é sagrado, não pode ser ingerido no corpo de forma alguma. O único uso permitido do sangue é como expiação pelo pecado. — Lev. 17:10-14; Atos 15:29; Heb. 9:22.

      34 (6) Relatividade da culpa e da punição. Nem todos os pecados e os pecadores eram considerados à mesma luz. Quanto mais elevado o cargo, tanto maiores eram a responsabilidade e a penalidade pelo pecado. O pecado deliberado era punido de modo mais severo do que o pecado não intencional. As penalidades variavam muitas vezes segundo a habilidade de pagar. Este princípio de relatividade se aplicava também nos campos que não fossem de pecado e de punição, como na impureza cerimonial. — Lev. 4:3, 22-28; 5:7-11; 6:2-7; 12:8; 21:1-15; Luc. 12:47, 48; Tia. 3:1; 1 João 5:16.

      35. Como resume Levítico os nossos deveres para com o nosso próximo?

      35 (7) Justiça e amor. Resumindo os nossos deveres para com o próximo, Levítico 19:18 diz: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” Isto abrange tudo. Torna proibitivo mostrar parcialidade, roubar, mentir ou caluniar, e requer que se mostre consideração para com os incapacitados, os pobres, os cegos e os surdos. — Lev. 19:9-18; Mat. 22:39; Rom. 13:8-13.

      36. O que prova que Levítico é proveitoso para a congregação cristã?

      36 Também, provando que Levítico é notavelmente ‘proveitoso para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça’ na congregação cristã, há as repetidas referências feitas a ele por Jesus e seus apóstolos, notavelmente Paulo e Pedro. Estes trouxeram à atenção os muitos modelos proféticos e as sombras das coisas por vir. Segundo observou Paulo: “A Lei tem uma sombra das boas coisas vindouras.” Delineia uma ‘representação típica e sombra das coisas celestiais’. — 2 Tim. 3:16; Heb. 10:1; 8:5.

      37. Que cumprimentos de prefigurações são descritos em Hebreus?

      37 O tabernáculo, o sacerdócio, os sacrifícios e em especial o anual Dia da Expiação tiveram todos um significado prefigurativo. Paulo, na sua carta aos hebreus, ajuda-nos a identificar as partes correspondentes espirituais destas coisas, em relação com a “verdadeira tenda” da adoração de Jeová. (Heb. 8:2) O principal sacerdote, Arão, representa a Cristo Jesus “como sumo sacerdote das boas coisas que se realizaram por intermédio da tenda maior e mais perfeita”. (Heb. 9:11; Lev. 21:10) O sangue dos sacrifícios de animais prefigura o sangue de Jesus, que obtém “para nós um livramento eterno”. (Heb. 9:12) O compartimento mais recôndito do tabernáculo, o Santíssimo, onde o sumo sacerdote entrava apenas uma vez por ano, no Dia da Expiação, para apresentar o sangue sacrificial, é “cópia da realidade”, o “próprio céu”, para o qual Jesus ascendeu, “para aparecer agora por nós perante a pessoa de Deus”. — Heb. 9:24; Lev. 16:14, 15.

      38. Como foram cumpridos em Jesus os sacrifícios típicos?

      38 As próprias vítimas sacrificiais — animais sadios e sem mácula oferecidos como ofertas queimadas ou pelo pecado — representam o sacrifício perfeito e sem mácula do corpo humano de Jesus Cristo. (Heb. 9:13, 14; 10:1-10; Lev. 1:3) É interessante que Paulo considera também a característica do Dia da Expiação, em que as carcaças dos animais das ofertas pelo pecado eram levadas para fora do acampamento e queimadas. (Lev. 16:27) “Por isso, Jesus também”, escreve Paulo, “sofreu fora do portão. Saiamos, pois, a ele, fora do acampamento, levando o vitupério que ele levou”. (Heb. 13:12, 13) Mediante tal interpretação inspirada, os procedimentos cerimoniais, esboçados em Levítico, assumem importância maior, e podemos começar, deveras, a compreender quão maravilhosamente Jeová fez ali sombras que inspiram respeito, indicando as realidades que só poderiam ser esclarecidas mediante o espírito santo. (Heb. 9:8) Tal entendimento correto é vital para os que querem tirar proveito da provisão para a vida que Jeová faz mediante Cristo Jesus, o “grande sacerdote sobre a casa de Deus”. — Heb. 10:19-25.

      39. Como é que Levítico se une a “toda a Escritura” em dar a conhecer os propósitos do Reino de Jeová?

      39 Semelhante à casa sacerdotal de Arão, Jesus Cristo, qual Sumo Sacerdote, tem subsacerdotes associados consigo. Fala-se a respeito destes como sendo “sacerdócio real”. (1 Ped. 2:9) Levítico indica claramente e explica o trabalho de expiar pecados feito pelo grande Sumo Sacerdote e Rei de Jeová, bem como os requisitos exigidos dos membros de sua casa, dos quais se fala como sendo ‘felizes e santos’, e ‘sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinando com ele por mil anos’. Que bênção esse trabalho sacerdotal realizará em soerguer humanos obedientes à perfeição, e que felicidade esse Reino celestial trará, restaurando a paz e a justiça na terra! Certamente, devemos todos agradecer ao Deus santo, Jeová, o seu arranjo de um Sumo Sacerdote e Rei, e de um sacerdócio real para declarar em toda a parte as Suas excelências, em santificação de Seu nome! Deveras, Levítico se une de modo maravilhoso a “toda a Escritura” em dar a conhecer os propósitos do Reino de Jeová. — Rev. 20:6.

  • Livro bíblico número 4 — Números
    “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”
    • Livro bíblico número 4 — Números

      Escritor: Moisés

      Lugar da Escrita: Ermo e planícies de Moabe

      Escrita Completada: 1473 AEC

      Tempo Abrangido: 1512-1473 AEC

      1. Por que foram registrados os eventos em Números, e o que inculcam em nós?

      OS EVENTOS da jornada dos israelitas pelo ermo foram registrados na Bíblia para o nosso proveito hoje.a Como disse o apóstolo Paulo: “Ora, estas coisas tornaram-se exemplos para nós, para que não fôssemos pessoas desejosas de coisas prejudiciais.” (1 Cor. 10:6) O vívido registro de Números inculca em nós que a sobrevivência depende de santificar o nome de Jeová, de lhe obedecer em todas as circunstâncias e de mostrar respeito pelos seus representantes. Seu favor não resulta de bondade ou de mérito de seu povo, mas de Sua grande misericórdia e benignidade imerecida.

      2. A que se refere o nome Números, mas, que título mais apropriado deram os judeus a esse livro?

      2 O nome Números se refere à numeração das pessoas, efetuada primeiro junto ao monte Sinai e, mais tarde, nas planícies de Moabe, segundo registrada nos capítulos 1-4 e 26 de Números. Este nome vem do título Numeri, na Vulgata latina, e se deriva de A·rith·moí na Septuaginta grega. Contudo, os judeus chamam esse livro mais apropriadamente de Bemidh·bár, que significa “No Ermo”. A palavra hebraica midh·bár indica um lugar descampado, desprovido de cidades e povoados. Foi no ermo, ao sul e ao leste de Canaã, que ocorreram os eventos de Números.

      3. Que prova há de que Moisés escreveu Números?

      3 Números evidentemente fazia parte do volume quíntuplo original, que incluía os livros de Gênesis a Deuteronômio. O primeiro versículo(1:1) começa com a conjunção “e”, ligando-o com o que precede. Assim, deve ter sido escrito por Moisés, o escritor dos registros precedentes. Isto também fica claro da declaração no livro de que “Moisés registrava” e do colofão: “Estes são os mandamentos e as decisões judiciais que Jeová ordenou aos filhos de Israel por meio de Moisés.” — Núm. 33:2; 36:13.

      4. Que período abrange Números, e quando foi completado o livro?

      4 Os israelitas haviam saído do Egito um pouco mais de um ano antes. Iniciando o relato no segundo mês do segundo ano depois do Êxodo, Números abrange os próximos 38 anos e nove meses, de 1512 a 1473 AEC. (Núm. 1:1; Deut. 1:3) Embora não se enquadrem nesse período, os eventos relatados em Números 7:1-88 e 9:1-15 são incluídos como informações de fundo. As partes iniciais do livro foram, sem dúvida, escritas à medida que os eventos se desenrolavam, mas é evidente que Moisés não poderia ter completado Números senão perto do fim do 40.º ano no ermo, em princípios do ano calendar de 1473 AEC.

      5. Que características atestam a autenticidade de Números?

      5 Não pode haver dúvida quanto à autenticidade do relato. A respeito da terra geralmente árida

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