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  • Manter equilíbrio nas relações humanas
    A Sentinela — 1969 | 1.° de abril
    • mesmo se dá com pessoas de talentos especiais, tais como personalidades dos esportes ou do cinema, ou os que possuem atributos de grande beleza física ou inteligência excepcional. A admiração que muitas vêzes recebem faz com que tenham uma atitude mental de superioridade. Mas, lembre-se de que a atitude cristã, equilibrada, é a de “humildade mental, considerando os outros superiores” a si mesmo. — Fil. 2:3.

      22. Que significa ter humildade mental e considerar os outros superiores a si mesmo?

      22 O que, porém, significa ter humildade mental e considerar os outros superiores a si? Não significa, por exemplo, que o perito violinista deva pensar que algum companheiro, que nunca pegou naquele instrumento, saiba tocar melhor do que ele. O caso obviamente não é este. Muitos receberam treinamento ou têm talentos que os faz distinguir-se sobre os outros que não tiveram tal treinamento ou não possuem talentos similares. Mas, isto não os transforma em pessoas superiores. Nem deve torná-los altivos, considerando os outros inferiores a si. A Bíblia se refere aqui à atitude mental da pessoa, e a atitude mental sincera do cristão deve ser a de que os outros são superiores a ele. Nunca deve pensar que, de algum modo, é uma pessoa superior, e que, por isso, os outros lhe devem ministrar e servir. Sem dúvida, não havia nenhuma atividade que os apóstolos de Jesus fizessem ou cogitassem que Jesus não poderia ter feito muitas vezes melhor. No entanto, Jesus ministrou-lhes humildemente, até mesmo abaixando-se e lavando-lhes os pés!

      23. Em que são diferentes de muitas pessoas do mundo os cristãos que têm um conceito equilibrado?

      23 Quão reanimadores e agradáveis são os que realmente demonstram esta atitude mental humilde! Que conceito bom e equilibrado têm de sua relação com seus irmãos cristãos! São inteiramente diferentes das pessoas deste sistema de coisas. Só porque alguém talvez tenha mais dinheiro ou bens materiais não o faz pensar que deve receber consideração especial, mais do que os de menos meios. Sabem avaliar que o dinheiro não os transforma em pessoas superiores, e agem concordemente. (1 Tim. 6:17) De modo similar, os que pertencem a uma determinada raça ou nacionalidade reconhecem que isto de modo algum os faz superiores aos outros. Por isso continuam a ter humildade mental, considerando sinceramente que até mesmo pessoas duma raça ou nacionalidade menos popular são superiores a eles. — Rom. 10:12.

      24, 25. Quem, em especial, deve tomar a dianteira em exercer amor e em demonstrar humildade mental?

      24 Esta mesma atitude mental humilde deve ser exercida especialmente pelos superintendentes, servos ministeriais e outros designados, que gozam de privilégios especiais de serviço dentro da organização cristã. É verdade que se insta com os outros na congregação para que cooperem com eles e imitem a sua fé, mas nenhum dos que tomam a dianteira deve jamais pensar que é superior por presidir às reuniões, tendo talvez maior habilidade no falar ou em organização, ou podendo dedicar mais tempo ao serviço de Jeová. (Heb. 13:7, 17) Note que o apóstolo Pedro, depois de exortar os homens mais jovens a estarem em sujeição aos homens mais maduros, responsáveis por pastorear o rebanho de Deus, mandou: “Todos vós, porém, cingi-vos de humildade mental uns para com os outros, porque Deus se opõe aos soberbos, mas dá benignidade imerecida aos humildes.” (1 Ped. 5:5) Ninguém é eximido. Cada um, inclusive aquele que toma a dianteira, deve cingir-se de humildade mental. “Estai sujeitos uns aos outros, no temor de Cristo”, ordena a Bíblia. — Efé. 5:21.

      25 O superintendente, de fato, deve ser quem dá o exemplo de humildade e despretensão mental. Isto foi o que o Pastor Correto Jesus Cristo fez. Ele fez muito empenho para incutir mediante exemplo a necessidade de seus seguidores terem amor e humildade. O mesmo, portanto, deve fazer o superintendente. Ele não é chefão, mas servo de seus irmãos. (Mat. 20:25-27) É vital que se lembre disso. Sim, é um assunto que todo cristão deve aprender bem, pois, a fim de mantermos equilíbrio em nossas relações mútuas, temos de amar nossos irmãos e nunca pensar que somos superiores a eles. — 1 João 4:21; Fil. 2:2-4.

      26. O que serve de verdadeiro incentivo para se manter agora o equilíbrio cristão?

      26 Pense no tempo futuro, quando todos os que viverem na terra terão esta mesma atitude mental reanimadora! Que lugar agradável para se viver! Todos os que viverem estarão então perfeitamente revestidos “das ternas afeições de compaixão, benignidade, humildade mental” e especialmente do amor. (Col. 3:12-14) Sim, todos amarão a Jeová Deus de todo o seu coração, mente, alma e força; e terão aos seus irmãos um amor semelhante ao de Cristo. Que grandioso incentivo para manter equilíbrio agora, a fim de viver então!

  • ‘Sofrendo o mal como soldado da espécie correta’
    A Sentinela — 1969 | 1.° de abril
    • ‘Sofrendo o mal como soldado da espécie correta’

      Conforme narrado por Gerhard Oltmanns

      Obedeceremos a todo custo às leis de Deus, mesmo que signifique perdermos a vida, e continuaremos a reunir-nos para adoração. Se o seu governo nos oprimir, terá de prestar contas ao Deus Todo-poderoso: Estas foram as reflexões finais duma resolução recebida pela Chancelaria do Terceiro Reich, em 7 de outubro de 1934. Centenas de cópias da mesma mensagem vieram procedentes das congregações dos “fervorosos estudantes da Bíblia”, proscritos, conhecidos em outros países como testemunhas de Jeová.

      Nunca esquecerei aquele dia, pois às dez horas daquela manhã nos havíamos reunido para oração, e então, após consideração, resolvemos unanimemente enviar esta mensagem ao governo de Hitler. Nunca poderíamos seguir a Hitler como líder, nem reconhecê-lo como tal, pois já havíamos empreendido ser ‘soldados excelentes de Jesus Cristo’, o genuíno “líder e comandante para os grupos nacionais”, dado por Deus. (2 Tim. 2:3, também ed. 1950, em inglês; Isa. 55:4) Para mim, especialmente, foi uma ocasião emocionante.

      Acontece que os estudantes da Bíblia entraram em contato comigo pela primeira vez em maio de 1924. Deu-se quando eu estava ajudando a um dos meus colegas de trabalho a mudar-se para outra casa. Encontrei ao acaso um velho bandolim, e, sem razão algum, toquei no baixo profundo um antigo hino: “Louvai ao Senhor, o Poderoso Rei da Glória.” Foi o que bastou. Estávamos logo envolvidos numa séria palestra bíblica, pois, acontece que meu colega de trabalho era estudante da Bíblia. Eu tinha sido criado como luterano, mas não pude deixar de ficar impressionado com o seu conhecimento da Bíblia. Nas aparências, porém, não demonstrei que estava de acordo com as suas idéias.

      Depois recebi livros pelo correio — um atrás do outro — os sete volumes duma obra intitulada “Estudos das Escrituras”, escrita por Charles T. Russell. Comecei a ler ocasionalmente. Depois reservei mais tempo para estudá-los. Por

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