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  • Enfrente as questões de consciência
    A Sentinela — 1973 | 1.° de abril
    • em harmonia ou em violação dos princípios contidos nela. No entanto, especialmente na moderna sociedade complexa que se desenvolveu em muitas partes da terra, ainda restam situações e circunstâncias em que se requer uma decisão pessoal, baseada na consciência da pessoa envolvida. Muitas coisas da vida são uma questão de grau. A diferença entre uma batidinha suave e um golpe violento é uma questão de grau de força. A diferença entre o simples respeito — como no caso do respeito para com um governante ou um emblema nacional — e a adoração reverente é também uma questão de grau. Quando se trata de extremos, não há realmente nenhuma dúvida. As perguntas surgem quando o assunto cai como que num ‘campo escuro’, aproximando-se do limite entre o que é claramente direito e o que é claramente errado. Quanto mais o assunto se aproximar de tal ‘zona duvidosa’, tanto maior o papel que a consciência da pessoa precisa desempenhar na sua decisão. O que deve fazer quando confrontado com tal situação?

      10, 11. (a) O que espera Deus de nós, ao surgirem tais questões de consciência? (b) Quando confrontados com tal assunto pessoal de consciência, devemos esperar que se estabeleça alguma regra que nos diga o que devemos fazer, e quem deve arcar com a responsabilidade de nossa decisão? (c) O que revelam tais decisões a Deus, a nosso respeito?

      10 Jeová Deus espera que usemos a nossa faculdade de inteligência, nosso conhecimento, entendimento e critério, e que façamos conscienciosamente o que a nossa fé nos indica. Deus não nos coloca sob a consciência de outro humano em tais questões. Cada um de nós precisa fazer a sua própria decisão em harmonia com a consciência — consciência moldada pela Palavra de Deus. Precisamos também agüentar as conseqüências de nossas próprias decisões e não esperar que outro faça as decisões e arque com a responsabilidade por nós.

      11 Por isso, em tais assuntos seria errado que tentássemos obter de outro, do corpo de anciãos ou do corpo governante da congregação cristã alguma regra ou algum regulamento que ‘fixe os limites’ na questão. Quando a própria Palavra de Deus não ‘fixa os limites’, nenhum homem tem o direito de acrescentar algo a esta Palavra por fazer isso. Deus, na sua sabedoria, permite-nos mostrar o que somos na “pessoa secreta do coração”, e isto pode ser revelado pelas decisões que fazemos em tais casos pessoais. É verdade que podemos ocasionalmente errar sem ter motivação errada, e o Deus que lê o nosso coração pode discernir isso.

      12. Garante-se a nossa justiça por não estarmos cônscios de qualquer transgressão? Por que motivo?

      12 Mas, quaisquer que sejam as nossas decisões, e mesmo que as tenhamos tomado com consciência tranqüila, precisamos sempre dar-nos conta de que, no fim das contas, é Deus quem manifestará a certeza ou o erro de nosso proceder, e ele fará isso no seu próprio tempo devido e ao seu próprio modo. Reconhecendo isso, o apóstolo Paulo escreveu: “Pois não estou cônscio de nada contra mim mesmo. Contudo, não é por isso que eu seja mostrado justo, mas quem me examina é Jeová. Por isso, não julgueis nada antes do tempo devido, até que venha o Senhor, que tanto trará da escuridão para a luz as coisas secretas, como tornará manifestos os conselhos dos corações, e então cada um terá o seu louvor da parte de Deus.” — 1 Cor. 4:3-5.

      13. (a) O que mostra Romanos 14:4, 10-12, quanto à atitude correta a adotar para com alguém que faz tais decisões pessoais de consciência? (b) No entanto, como está neste caso envolvida também a consciência daqueles que ocupam cargos de responsabilidade na congregação?

      13 Ao surgirem tais casos ‘duvidosos’, não devemos arvorar-nos em juízes daquele que tem de fazer a sua própria decisão conscienciosa. Nem devemos sentir-nos culpados de cometer um engano por reconhecermos tal pessoa como ainda sendo servo aprovado de Deus, se a decisão dele num caso ‘duvidoso’ não for exatamente a que nós teríamos tomado. Deus é seu Juiz. (Rom. 14:4, 10-12) Por outro lado, os em cargos de responsabilidade na congregação cristã também precisam usar sua própria consciência na supervisão da congregação. Mesmo que achem que a sua decisão teria sido diferente daquela de outro irmão em determinado assunto, o protesto de sua consciência talvez seja muito brando, visto que as Escrituras evidentemente situam o assunto dentro do domínio duma decisão pessoal. Se alguém mostrar evidência de ter agido com consciência limpa, a consciência deles poderá permitir que lhe dêem responsabilidade ou o recomendem para algum cargo de responsabilidade. Não obstante, pode ser que a sua consciência se manifeste com suficiente força no assunto, de modo que não o possam recomendar conscienciosamente neste sentido. Novamente, Deus é o Juiz deles e eles não devem ser condenados.

      14. Que perguntas se suscitam agora?

      14 Muitas vezes, estas questões ‘duvidosas’ surgem no campo do emprego. Permite-lhe o trabalho que faz ter uma boa consciência perante Deus? Permite-lhe ‘recomendar-se a toda consciência humana’ como genuíno seguidor de Jesus Cristo? Estas perguntas importantes serão consideradas no artigo que segue.

  • Sua consciência e seu emprego
    A Sentinela — 1973 | 1.° de abril
    • Sua consciência e seu emprego

      1. Por que é o emprego do cristão um campo vital em que se precisa exercer a consciência?

      A MAIOR parte das horas que passamos acordados estamos trabalhando. O cristão certamente deve querer ter uma boa consciência quanto ao trabalho que faz, ‘fazendo todas as coisas para a glória de Deus’. (1 Cor. 10:31) Permite-lhe seu trabalho fazer isso?

      2, 3. (a) Que tipo de emprego é obviamente errado, e pode o cristão que aceita tal emprego fugir da responsabilidade? (b) Como se dá que certos tipos de trabalho, que em si mesmo não são errados, não obstante, podem suscitar questões de consciência?

      2 É evidente que qualquer trabalho que exige direta e principalmente que se façam coisas especificamente condenadas pela Palavra de Deus ou que estão fora da harmonia com seus princípios é errado. O cristão não pode simplesmente lançar a responsabilidade pelo erro sobre seu patrão. Mas, que dizer quando o trabalho em si mesmo não é incompatível com a Palavra de Deus, mas faz parte duma operação que visa objetivos

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