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  • O estabelecimento dum baluarte da verdade em Oquinava
    A Sentinela — 1977 | 1.° de dezembro
    • um baluarte da verdade da Bíblia e da divulgação do reino de Jeová. É verdade o que o salmista escreveu no Salmo 97:1: “O próprio Jeová se tornou rei! Jubile a terra. Alegrem-se as muitas ilhas.”

  • “Brilhando como iluminadores no mundo”
    A Sentinela — 1977 | 1.° de dezembro
    • “Brilhando como iluminadores no mundo”

      O MUNDO da humanidade precisa desesperadamente de iluminação da parte de Deus. Prevalecem a desonestidade, o crime, a violência, a opressão e a injustiça. Muitos estão desanimados e desalentados. Para eles, a vida quase não tem objetivo. Outros procuram encontrar uma via de escape por meio das bebidas alcoólicas, das drogas, da diversão, das experiências sexuais de todo o tipo, sim, por meio de tudo o que lhes ajude a se esquecer das realidades do presente. Mais outros, pelo envolvimento total no seu trabalho, na família e na comunidade, são capazes de tirar da mente como as coisas realmente são. Mas, quando surgem dificuldades na sua vida, vêem-se obrigados a encarar sobriamente como este mundo realmente é.

      As pessoas, certamente, precisam de orientação, de iluminação, para levarem a melhor vida que puderem, agora, e terem uma sólida esperança quanto ao futuro. Mas, quem lhes pode hoje prover tal iluminação? É evidente que não podem ser aqueles que se vêem presos ao espírito deste mundo — seu egoísmo, sua ganância, sua falta de consideração para com os outros, o desejo desenfreado de prazeres sensuais ou a violação da lei. Os únicos que estão em condições de iluminar a mente de outros são os verdadeiros cristãos, os quais foram esclarecidos pela Palavra de Deus e pela operação de Seu espírito. Portanto, todos os servos do Altíssimo devem estar “brilhando como iluminadores no mundo”. — Fil. 2:15.

      Visto que todos os verdadeiros cristãos devem servir quais iluminadores, as congregações do povo de Deus são apropriadamente representadas por “candelabros”, no livro de Revelação ou Apocalipse. Além disso, os corpos de anciãos, que devem ser exemplos para os demais da congregação, são comparados a “estrelas”. (Rev. 1:20) O apóstolo João, escritor do livro de Revelação, descrevendo o que viu, conta-nos: “Vi sete candelabros de ouro, e no meio dos candelabros alguém semelhante a um filho de homem. . . . E ele tinha na sua mão direita sete estrelas.” — Rev. 1:12-16.

      “ESTRELAS” NA MÃO DIREITA DE CRISTO

      Para que os membros de determinada congregação possam servir qual candelabro num mundo de trevas, precisam agir em harmonia com o que é revelado nestas palavras. O chefe da inteira congregação cristã é Jesus Cristo, porque ele é Aquele que está “no meio dos candelabros”. Por conseguinte, os membros da congregação, apegando-se ao seu Chefe e imitando-o em palavras e atos, servem quais iluminadores. E os anciãos, pela sujeição leal à chefia de Cristo, permanecem como “estrelas” na sua “mão direita”, quer dizer, no seu favor. Estando na mão dele, os corpos de anciãos estão sob o seu controle, sua orientação e direção. Isto suscita a pergunta: Exatamente o que quer Jesus Cristo que os anciãos façam para ajudar suas respectivas congregações a servirem quais candelabros?

      As seguintes são três ordens básicas que o Filho de Deus deu aos seus discípulos: (1) “Mantende-vos vigilantes, pois não sabeis quando vem o senhor da casa, quer tarde no dia, quer à meia-noite, quer ao cantar o galo, quer cedo de manhã; a fim de que, ao chegar ele repentinamente, não vos ache dormindo. Mas, o que eu vos digo, digo a todos: Mantende-vos vigilantes.” (Mar. 13:35-37) (2) “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” (João 13:34) (3) “Ide . . . e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei.” — Mat. 28:19, 20.

      Portanto, não devemos esperar que os anciãos dêem o exemplo para toda a congregação no cumprimento leal destas ordens? Precisam permanecer espiritualmente despertos, aderindo de perto aos elevados requisitos da Palavra de Deus em questões de conduta pessoal. Na sua relação com os membros da congregação, devem demonstrar amor abnegado, colocando os interesses dos outros à frente de seus próprios. E suas palavras e ações devem demonstrar que reconhecem a importância de fazer discípulos. Sim, os anciãos devem querer ser a espécie de verdadeiros irmãos que se ajustam à descrição simbólica de “estrelas”. Isto requer que sejam exemplos animadores, não apenas para os membros mais fracos da congregação, mas para todos. Isto está em harmonia com a admoestação inspirada que o apóstolo Paulo deu a Timóteo, co-ancião: “Torna-te exemplo para os fiéis, no falar, na conduta, no amor, na fé, na castidade.” — 1 Tim. 4:12.

      Precisamente quão importante o bom exemplo pode ser foi bem ilustrado no caso de Neemias. A oposição à sua reconstrução dos muros de Jerusalém era intensa. Não obstante, confiando em Jeová e tornando a obra assunto contínuo de oração, Neemias dirigiu corajosamente a obra e também teve participação ativa, pessoal, na própria reconstrução. Com que resultado? Apenas cinqüenta e dois dias depois do começo da construção, a obra foi terminada com bom êxito. — Nee., caps. 4, 6.

      De modo similar, quando movidos à ação pela palavra de Jeová, por meio dos profetas Ageu e Zacarias, o Governador Zorobabel e o Sumo Sacerdote Josué tomaram zelosamente a dianteira na reconstrução do templo de Jeová. O Altíssimo, por meio de seus profetas, conferiu-lhes seu espírito. Daí, por intermédio do governador e do sumo sacerdote, o espírito de Jeová foi conferido a toda a nação restabelecida de Israel. Como? Em que Josué e Zorobabel se apegaram à obra até o fim e estimularam os trabalhadores no templo por palavras e pelo exemplo. — Zac. 4:2-14.

      ARRANJOS ORDEIROS E ENSINO

      Em conexão com a reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém, era preciso haver bons arranjos de organização, para conseguir a realização da obra. Por exemplo, Neemias teve de tomar a iniciativa para ajustar esses arranjos, a fim de se enquadrarem nas circunstâncias. Ao passo que a reconstrução fazia bom progresso, Sambalá, Tobias e os povos vizinhos intensificaram sua oposição e conspiraram para lutar contra Jerusalém. Neemias apresentou este assunto em oração, exortou o povo a confiar em Jeová, armou os trabalhadores, providenciou que outros ficassem de guarda

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