BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Visitas de anciãos beneficiam o povo de Deus
    A Sentinela — 1979 | 15 de agosto
    • Visitas de anciãos beneficiam o povo de Deus

      “Voltaram a Listra, e a Icônio, e a Antioquia, fortalecendo as almas dos discípulos, encorajando-os a permanecerem na fé e dizendo: ‘Temos de entrar no reino de Deus através de muitas tribulações.’” — Atos 14:21, 22.

      1. Por que são hoje necessárias as visitas de superintendentes viajantes, assim como foram no primeiro século?

      NO PRIMEIRO século, os apóstolos e outros anciãos faziam visitas oportunas como superintendentes viajantes às congregações cristãs. Hoje, superintendentes viajantes visitam regularmente mais de 42.000 congregações das Testemunhas de Jeová em todo o mundo. Existe algo em comum entre essas visitas antigas e as hodiernas? Sim, existe! Porque as necessidades dos cristãos, atualmente, são muito parecidas às dos tempos apostólicos. Precisamos do encorajamento e da ajuda prática destas visitas, a fim de continuarmos a fazer a vontade de Deus em condições provadoras.

      2. (a) Com que problemas se confrontavam os cristãos, tanto no primeiro século como agora, exigindo que trabalho? (b) Por que têm sido bem acolhidas as visitas?

      2 Por causa das imperfeições herdadas, os primitivos cristãos tinham problemas similares aos nossos. (Rom. 3:23) As tentações com que se confrontavam eram muito similares aquelas a que nós temos de resistir. (1 Cor. 10:13) Eles viviam no meio dum sistema iníquo de coisas que ainda existe hoje e do qual todos ansiamos ser libertos. (Gál. 1:4) Nós também termos de enfrentar o principal adversário que eles tiveram, o Diabo. (1 Ped. 5:8) Apesar de suas fraquezas carnais, das pressões do mundo e da oposição das forças espirituais iníquas, invisíveis, aqueles crentes do primeiro século tinham um trabalho a fazer. Sua comissão era pregar as “boas novas” e fazer discípulos. Esta comissão aplica-se também às atuais Testemunhas de Jeová, e precisa ser cumprida totalmente antes do vindouro fim deste mundo ímpio. (Mat. 28:19, 20; Atos 1:8) Tanto naquele tempo como agora, as visitas de homens espirituais têm sido acolhidas como provisão para fortalecer, encorajar e de outro modo ajudar o povo de Deus.

      3. Que benefício podemos derivar do exame das narrativas sobre visitas nos tempos apostólicos e de fazer paralelos hodiernos?

      3 Essas visitas, nos tempos apostólicos, fornecem-nos hoje uma orientação útil. (Atos 14:21-23; 15:36) Examinar algumas narrativas bíblicas e fazer paralelos hodiernos deve aprofundar nosso apreço pela provisão de tais “dádivas em homens”, que servem e satisfazem as nossas necessidades. — Efé. 4:8, 11, 12.

      COMO SE ENCARAVAM AS VISITAS DOS ANCIÃOS

      4. Como foram os irmãos da congregação de Antioquia ajudados por uma visita?

      4 Foi depois do Conselho de Jerusalém, de 49 E.C., que Judas e Silas foram enviados a Antioquia, junto com Paulo e Barnabé. Se você tivesse estado presente ali, como se teria sentido? De acordo com Atos 15:32, os dois “profetas” Judas e Silas “encorajaram os irmãos com muitas dissertações e os fortaleceram”. Anteriormente, tinha havido certa dissensão em Antioquia, por causa da questão da circuncisão. Mas então, o acolhimento duma carta orientada pelo espírito por parte da congregação de Antioquia, junto com esta visita dos dois “profetas”, haviam resolvido a questão. A congregação tinha motivos para se alegrar. — Atos 15:2, 22-31.

      5. O que nos diz Filipenses 2:20-22 sobre as qualificações de Timóteo?

      5 Foi o seu espírito humilde, abnegado, que fazia com que os “anciãos” fossem de encorajamento para seus irmãos. Por exemplo, havia o companheiro missionário de Paulo, Timóteo, a respeito de quem Paulo escreveu: “Não tenho a nenhum outro de disposição igual à dele, que cuidará genuinamente das coisas referentes a vós. Pois todos os outros estão buscando os seus próprios interesses, não os de Cristo Jesus.” O companheiro de trabalho de Timóteo, Paulo, não hesitou em enviá-lo à congregação filipense como alguém que iria trabalhar como escravo nela “na promoção das boas novas”. — Fil. 2:20-22.

      6. (a) Que proveito tirariam os irmãos em Creta de Tito cumprir as instruções de Paulo? (b) Que efeito teria o conselho de Tito sobre os jovens e os idosos, os homens e as mulheres?

      6 Costumeiramente, os anciãos enviados a determinada região ficavam ali por um período prolongado, para fortalecer os irmãos. Havia necessidade premente para Tito ajudar em resolver problemas em Creta. Foi mandado ‘corrigir as coisas defeituosas e fazer designações de anciãos numa cidade após outra’. Também, em vista da conversa indisciplinada e improfícua, e de idéias desencaminhadoras ensinadas por alguns, Tito devia continuar a repreender severamente os desordeiros, para que fossem “sãos na fé”. (Tito 1:5-14) Ele devia aconselhar e exortar os homens e mulheres idosos, junto com os homens e mulheres mais jovens, bem como os escravos, a fim de que o modo de vida deles ‘adornasse o ensino de nosso Salvador, Deus, em todas as coisas’. — Tito 2:1-10.

      7. (a) Que qualificações possuíam naquele tempo os superintendentes visitantes? (b) De acordo com 1 Coríntios 11:1, como deviam ser encarados os anciãos fiéis tais como Paulo?

      7 É evidente que os bem qualificados superintendentes visitantes transmitiram as necessárias instruções às congregações do primeiro século. Todos eles tiveram muitos anos de experiência na pregação, em assumir responsabilidades como anciãos e em suportar dificuldades. Depois de enumerar as perseguições e os perigos que tivera de enfrentar, Paulo revelou seu vivo senso de responsabilidade, dizendo: “Além destas coisas de espécie externa, há o que de dia a dia me assedia, a ansiedade por todas as congregações.” (2 Cor. 11:23-28) Tito, Timóteo e outros estiveram intimamente associados com ele nestas experiências. (2 Cor. 8:23; 2 Tim. 3:10, 11) Sua fé exemplar tornou-os exemplos dignos de imitar. — 1 Cor. 11:1.

      8. Que admoestação foi dada aos anciãos de Éfeso, e como se sentiram quanto a Paulo?

      8 Os irmãos não somente respeitavam muito estes exemplares “anciãos” visitantes por causa de seu excelente trabalho, mas também lhes expressavam seu grande afeto pessoal. Um caso notável é o de quando Paulo se encontrou com os anciãos de Éfeso. Ele os admoestou: “Prestai atenção a vós mesmos e a todo o rebanho, entre o qual o espírito santo vos designou superintendentes para pastorear a congregação de Deus, que ele comprou com o sangue do seu próprio Filho.” (Atos 20:28) Daí, ele advertiu a respeito duma iminente apostasia, e exortou-os a se manterem despertos e a ajudarem os fracos. Depois de fazerem juntos uma oração, aqueles anciãos se sentiram emocionalmente comovidos, na despedida de Paulo, estando especialmente condoídos ao saberem que não mais iam ver o seu rosto. — Atos 20:29-38.

      AJUDA PRÁTICA ÀS CONGREGAÇÕES

      9. Como foram as congregações elogiadas e encorajadas pelos superintendentes visitantes?

      9 Os superintendentes visitantes amiúde elogiavam aqueles primitivos crentes pelas excelentes qualidades que mostravam ter. Isto se deu com os “santos” em Colossos. Epafras havia relatado as excelentes obras deles e seu amor em sentido espiritual, e Paulo expressou graças a Deus por isso. (Col. 1:2-8) A visita de Paulo a Tessalônica trouxe extraordinários resultados. Mais tarde, ele escreveu aos crentes ali, fazendo menção da obra fiel deles, de seu labor amoroso e de sua perseverança. Haviam aceito a palavra sob tribulação e haviam-se tornado dignos imitadores de homens tais como Paulo, Silvano (Silas) e Timóteo. (1 Tes. 1:1-7) Estes anciãos instruíam por palavra e exemplo os primitivos discípulos e mostravam-lhes como podiam demonstrar os frutos do espírito de Deus na sua vida diária. Eram exortados a terem implícita confiança em Jeová e a recorrerem constantemente a ele em oração. As congregações alegravam-se com tais visitas, reconhecendo que estavam sendo fortalecidas e encorajadas “a permanecerem na fé”. — Atos 14:22.

      10. (a) Por que não podia haver transigência na pureza espiritual e moral? (b) Que encorajamento deram aqueles anciãos aos pastores locais, designados?

      10 Sem dúvida, os apóstolos e os anciãos tomavam medidas para cuidar de que as congregações, lá naquele tempo, funcionassem de maneira ordeira e harmoniosa, sob a chefia de Cristo. (Efé. 4:15, 16) Sabiam que era preciso manter a pureza espiritual e moral. Não podia haver transigência neste respeito. Senão, como poderia a congregação cristã manter-se separada do mundo e ser usada como vaso honroso na execução da obra de Jeová? (2 Cor. 6:14-17; 1 Tes. 4:3-8; 2 Tim. 2:20-22) Para enfatizar a importância da obediência aos requisitos divinos, aqueles anciãos faziam visitas e escreviam cartas, a fim de ajudar os pastores locais, designados, e o rebanho aos seus cuidados. — 1 Ped. 5:1-5.

      11. Em harmonia com o conselho de Paulo a Timóteo, que exortação podem os superintendentes visitantes dar hoje a todos os superintendentes congregacionais?

      11 Paulo admoestou o jovem superintendente Timóteo: “Torna-te exemplo para os fiéis . . . continua a aplicar-te à leitura pública, à exortação, ao ensino . . . para que o teu progresso seja manifesto a todos.” (1 Tim. 4:12-15) Os superintendentes viajantes, hoje, nas suas visitas, dão conselhos similares. E assim como Paulo mandou a Timóteo, exortam todos os superintendentes congregacionais a ‘pregar a palavra, ocupando-se nisso urgentemente, em época favorável, em época dificultosa, repreendendo, advertindo, exortando, com toda a longanimidade e arte de ensino’, e a fazer “a obra dum evangelizador”, efetuando plenamente o seu ministério. — 2 Tim. 4:1-5.

      12. Que conselho, envolvendo julgamento, foi dado à congregação coríntia?

      12 Os apóstolos não hesitaram em expressar o que devia ser feito em assuntos judicativos. Quando Paulo encontrou certa situação que envolvia uma transgressão e que não havia sido corrigida, aconselhou por carta o que ele teria feito se tivesse estado presente, orientando firmemente os responsáveis em Corinto a ‘removerem o homem iníquo’ do seu meio. (1 Cor. 5:3, 13) Exortou também a que diferenças pessoais entre os irmãos deviam ser tratadas por homens competentes para julgar. (1 Cor. 6:1-6) Tal conselho ajudou os irmãos responsáveis a reajustar sua maneira de pensar.

      PROVISÃO AMOROSA PARA NOS FORTALECER

      13. (a) Por que podemos ser gratos pela provisão de superintendentes fiéis, por Jeová, inclusive pelos que regularmente visitam as congregações? (b) Que experiência possuem muitos superintendentes viajantes?

      13 Atualmente, em vista da operação do espírito de Jeová sobre o seu povo, há disponíveis homens qualificados, trabalhadores, com muitos anos de experiência, para visitar as congregações. (Veja Efésios 4:11, 12.) Embora sejam homens imperfeitos, demonstram ter muitas das qualidades excelentes que caraterizavam Paulo, Silas, Barnabé, Timóteo e outros. No tempo atual, há muitos superintendentes viajantes com mais de 30 anos de experiência no serviço de tempo integral. Um dos atualmente ativos superintendentes de circuito empreendeu o serviço de tempo integral há 55 anos, à idade de 18 anos. (Ecl. 12:1) Desde então, tem servido continuamente, passando os últimos 30 anos em visitar as congregações. Quase que todos esses homens serviram também como superintendentes em congregações locais e como pioneiros. Outros passaram anos no campo missionário ou numa filial ou congênere da Sociedade Torre de Vigia. A presença de tais homens numa congregação é uma bênção, habilitando todos a derivarem força das coisas espirituais que podem transmitir. Suas visitas podem ajudar-nos no nosso serviço e na nossa adoração, bem como em cultivar a personalidade cristã.

      14. O que mostra que estes anciãos estão qualificados, e o que se empenham em desenvolver nos outros?

      14 Os representantes enviados às congregações invariavelmente são homens que tomam a dianteira na obra da pregação do Reino e de fazer discípulos. Compreenderam o sentido da palavra e dão bons frutos. (Mat. 13:23) Imbuídos do sentimento de urgência, proveniente do genuíno apreço pelo significado do reino de Deus, e reconhecendo a seriedade destes últimos dias, não são indolentes nos seus quefazeres. (Rom. 12:11) Com esta atitude, empenham-se em desenvolver nos outros o mesmo espírito evangelizador que identificava a primitiva congregação cristã. — Atos 5:42; 8:1-4.

      15. Como consideram os superintendentes viajantes as ordens de Jesus em Mateus 24:14 e 28:19, 20? (b) Em harmonia com o que aconteceu depois de Pentecostes de 33 E.C., que ajuda e exemplo provêem hoje às congregações?

      15 A elevada consideração que os superintendentes viajantes têm pela ordem de Jesus, de pregar as “boas novas” e fazer discípulos, os induz a enfatizarem esta comissão dupla como encargo sagrado, como requisito divino. (Mat. 24:14; 28:19, 20) Lembram-se do que se seguiu ao dia de Pentecostes de 33 E.C., e também mais tarde, após a conversão de Cornélio e os de sua casa, a saber, que os crentes aumentaram rapidamente e foram plenamente instruídos, para que pudessem viver segundo as “boas novas” e proclamá-las eficazmente a outros. (Atos 2:46, 47; 5:14; 6:7; 10:44-48; 20:20) Hoje, para multiplicar crentes adicionais, os superintendentes viajantes convidam tantos quantos podem a participar com eles em dar testemunho. Dão ajuda aos que têm falta de experiência. O zelo e a boa liderança dos anciãos visitantes contribuem para a expansão da obra de testemunho. Eles dizem, junto com Paulo: “Ai de mim se eu não declarasse as boas novas!” — 1 Cor. 9:16.

      16, 17. (a) Para prevenir contra a infiltração do mundanismo, que incentivo podem dar os superintendentes viajantes? (b) Como podem eles ajudar os irmãos no combate contra a influência sutil do materialismo?

      16 Além disso, há muito trabalho a fazer para ajudar os associados com as congregações a progredirem no modo de vida cristão. (2 Ped. 1:5-10) Alguns dos que ainda não estão livres do mundanismo talvez procurem introduzir práticas que rebaixariam as elevadas normas de conduta especificadas na Palavra de Deus. Para prevenir a infiltração do mundanismo, os superintendentes viajantes precisam ter discernimento em observar tendências sutis. Querem incentivar o povo de Deus a aderir de perto aos princípios bíblicos com respeito aos seus hábitos de vida, sua moralidade e seus tratos com outros, quer em assuntos pessoais, quer em sociais. (1 Cor. 10:31-33; 1 Ped. 1:14-16; Heb. 13:18) Talvez tenham de lembrar aos anciãos que estes devem agir com determinação para manter a pureza moral, doutrinal e espiritual das congregações.

      17 Em harmonia com o conselho dado a Timóteo, os superintendentes viajantes são exortados a advertir os cristãos contra as influências cerceadoras do materialismo. (1 Tim. 6:9, 10, 17-19) Pelo seu próprio exemplo em colocarem as coisas espirituais em primeiro lugar, eles exortam outros a ‘buscar primeiro o reino de Deus’. — Mat. 6:33.

      18. Por que é tão essencial que se obtenha estabilidade e madureza espirituais, e como se pode exortar a isso?

      18 Num mundo em que as pessoas são jogadas em volta por ventos confusos de doutrinas religiosas, os do povo de Jeová precisam ser cristãos estáveis, plenamente desenvolvidos. (Efé. 4:13, 14) Sua atitude precisa ser firme, não se alterando rapidamente por causa de idéias independentes ou pressões emocionais. (Col. 1:23; 2:6, 7) É correto, pois, que os superintendentes viajantes enfatizem a necessidade de todos os cristãos aumentarem constantemente em conhecimento exato de Deus. (Fil. 1:9, 10; Col. 1:9-11) Exortam ao estudo pessoal, familiar e congregacional, a fim de que os cristãos não se alimentem só do ‘leite da palavra’, mas sim de “alimento sólido”, para reconhecerem plenamente “a palavra da justiça” e para terem “as suas faculdades perceptivas treinadas para distinguir tanto o certo como o errado”. (Heb. 5:12-14) Quando os superintendentes viajantes inspecionam a condição espiritual duma congregação, eles dão conselho bíblico sobre tais pontos.

      19. Como ajudam os superintendentes viajantes aos diversos segundo as suas necessidades individuais? (Tia. 5:19, 20)

      19 Esses anciãos talvez visitem os doentes, idosos e outros, conforme se oferece a oportunidade. (Pro. 16:31; Mat. 18:12-14; contraste isso com Ezequiel 34:4.) Quando se chega a eles alguém que tem divergência com outro em assuntos pessoais, podem admoestá-los amorosa mas firmemente com as Escrituras, visando restabelecer a paz. (1 Tes. 5:14, 15) Muitas vezes, de maneira despercebida, podem edificar espiritualmente os que têm dúvidas sobre a conduta cristã ou que de outro modo precisam ser ‘arrebatados do fogo’. — Judas 22, 23.

      20. De que maneira têm sido abnegados os superintendentes viajantes e esposa?

      20 Assim como no primeiro século, estes superintendentes viajantes, e esposa, servem em situações variadas. Em muitos lugares da terra, vão cada semana de um lugar para outro. Para chegarem a regiões isoladas ou a lugares na selva, alguns viajam a cavalo ou de canoa, ou andam grandes distâncias por trilhas ou passos nas montanhas. Suportam grandes dificuldades nos interesses das congregações. Muitos aceitaram designações longe de sua família e de seus conhecidos íntimos. Mas, não importa qual a sua situação, gastam-se voluntariamente, prontos para se adaptar pela causa das “boas novas”. — 1 Cor. 9:23.

      21. (a) Nosso exame do ministério desses anciãos nos ajuda a ter que apreço? (b) Portanto, somos induzidos a fazer que pergunta?

      21 Um exame das muitas maneiras em que as visitas de anciãos fiéis têm fortalecido as congregações, tanto nos tempos apostólicos como nos modernos, só nos ajudará a apreciar seus esforços. Deveras, tais anciãos abnegados estão entre aqueles sobre os quais o apóstolo Paulo escreveu: “Solicitamo-vos agora, irmãos, que tenhais consideração para com os que trabalham arduamente entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e que vos admoestam; e que lhes deis mais do que extraordinária consideração em amor, por causa do seu trabalho.” (1 Tes. 5:12, 13) Embora tenhamos esta consideração para com os superintendentes viajantes, como podemos pessoalmente derivar maiores benefícios de suas visitas nos dias à frente? Vejamos.

  • Superintendentes viajantes trazem hoje benefícios
    A Sentinela — 1979 | 15 de agosto
    • Superintendentes viajantes trazem hoje benefícios

      “Eu deveras lhe dou testemunho de que faz grande esforço a favor de vós e daqueles de Laodicéia, e dos de Hierápolis.” — Col. 4:13.

      1, 2. (a) Com que perigos nos confrontamos hoje? (b) Como podemos ficar preparados para resistir ao Diabo? (c) Que provisão notável foi feita por Jeová para ‘fortalecer as congregações’?

      VIVEMOS em “tempos críticos”, o período final dos preditos “últimos dias”. Os estudantes da Palavra de Deus sabem disso. (2 Tim. 3:1) Não obstante, lembretes oportunos amiúde podem ajudar-nos a repelir qualquer indiferença que se possa introduzir para com os perigos com que nos confrontamos. O mundo inimigo e seu governante invisível continuam a exercer crescente pressão para enfraquecer a fé, para desencaminhar e para arruinar. (João 14:30; Rev. 12:9, 12) De fato, “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”. (1 João 5:19) Este, na sua fúria, intensifica sua guerra contra os que observam os mandamentos de Deus. (Rev. 12:17) Ele se esforça sutilmente a afastar o povo de Jeová do Deus vivo para um modo de vida fútil e mundano, para decepá-lo assim do ‘pastor e superintendente das suas almas’, Jeová Deus. O objetivo do Diabo é devorar alguém. — Heb. 3:12; 1 Ped. 1:18, 19; 2:25; 5:8.

      2 Para evitarmos um resultado trágico, precisamos de cada provisão que Jeová faz para manter-nos espiritualmente fortes. Podemos assim resistir ao Diabo e continuar a prestar serviço sagrado somente a Jeová. (Mat. 4:8-11; Tia. 4:7) Entre as provisões que beneficiam muito os do povo de Deus está o arranjo de serem servidos por superintendentes viajantes, “para ver como estão”. Tais visitas contribuem para ‘fortalecer as congregações’, a fim de resistirem ao adversário, e para estimulá-las a maior atividade no serviço de Deus. — Atos 15:36, 41; 1 Ped. 5:9; 1 Cor. 16:9.

      3. Como devem os superintendentes viajantes encarar o rebanho, e que esforços de vem fazer em favor dele?

      3 Não pode haver dúvida sobre a seriedade e importância do serviço destes superintendentes viajantes. Eles devem tomar a peito o princípio expresso em Provérbios 27:23, onde diz: “Devias conhecer positivamente a aparência do teu rebanho. Fixa teu coração nas tuas greis.” Estes subpastores viajantes devem observar de perto a condição espiritual do rebanho, a fim de protegê-lo contra o perigo. Devem empenhar-se também em ministrar-lhe o necessário, interessando-se em cada “ovelha” individual. (Veja 1 Samuel 17:34, 35; Filipenses 2:4.) Preocupados com beneficiar seus irmãos, farão esforço sério em ensiná-los e em estimulá-los na obra evangelizadora. (1 Tim. 5:17; 2 Tim. 4:5) Ao estarem assim empenhados em gastar-se, devem ser semelhantes a Epafras, que ‘fez grande esforço’ a favor da congregação. — Col. 4:12, 13.

      4. O que pode fazer cada um de nós para tirar proveito da visita destes anciãos?

      4 Cada um de nós, por aproveitar plenamente estas visitas, pode tirar grandes benefícios do conselho, do encorajamento e da ajuda desses anciãos. Para obtermos tais bênçãos, porém, cada um de nós precisa cooperar e fazer esforço diligente.

      A PREPARAÇÃO É ESSENCIAL

      5. Que preparativos têm muito que ver com o bom êxito da visita do superintendente viajante? (1 Cor. 14:40)

      5 Para a visita do superintendente viajante à congregação programa-se uma variedade de atividades. O bom êxito da visita depende em grande parte dos preparativos antecipados feitos pela congregação. É preciso planejar horários e locais para o serviço, reservar território para atividade em grupo, pôr em dia os registros da congregação e colocá-los à disposição para serem verificados. Os publicadores tirarão grande proveito se fizeram arranjos para participar no serviço. Alguns talvez possam servir como pioneiros auxiliares. Diversos anciãos e servos ministeriais talvez possam ajustar seus assuntos para participar na atividade em grupo no meio da semana. Os anciãos poderão refletir bem na ordem do dia da reunião de anciãos naquela semana. Os entusiásticos anúncios prévios dos arranjos para a semana podem contribuir para um período pleno de associação e atividade estimulantes.

      6. Que hospitalidade e consideração se lhe pode mostrar?

      6 Os superintendentes viajantes, e esposa, devem apreciar a hospitalidade da congregação. (Heb. 13:1, 2) Precisam aprender a se ajustar às diversas situações na sua designação. Estão sujeitos a limitações, assim como aqueles de nós que talvez tenhamos problemas com a saúde e precisamos de suficiente descanso para manter o ritmo, cada dia. Por isso, deve-se dar a devida consideração antecipada a esses assuntos. Naturalmente, os superintendentes viajantes e esposa não devem esperar algo requintado. O que puder ser providenciado em sentido de acomodação modesta e adequada, e de refeições sadias, deve ser aceito com genuíno apreço. — Rom. 12:13.

      7. Como pode a congregação obter os máximos benefícios da visita?

      7 Ao ponto em que os anciãos e os demais da congregação se prepararem devidamente e criarem entusiasmo pela visita, a tal ponto todos serão beneficiados. Se a preparação for inadequada ou se for deixada para a última hora, não se obterão resultados máximos.

      MANEIRAS DE TIRAR PROVEITO PESSOAL

      8. Que proveito podemos tirar pessoalmente dos discursos que ele profere? (Pro. 19:20; 20:18)

      8 No início da visita, há coisas que cada um pode fazer para tirar o máximo proveito dela. Os discursos do superintendente viajante abrangem assuntos de adoração, de modo de vida cristão e de maneiras mais eficientes de pregar e ensinar as “boas novas”. Os que tomaram a peito o encorajamento e a exortação bíblicos amiúde foram ajudados a tomar decisões e fazer ajustes na sua vida, que resultaram no seu progresso. (1 Tim. 4:15) Reconhecendo isso, devemos querer participar plenamente em cada reunião, absorvendo pontos de conselho que se aplicam a nós, pessoalmente. — Heb. 10:23-25.

      9. Por que não devemos hesitar em dirigir-nos ao superintendente viajante, e o que podemos considerar com ele?

      9 Nossa atitude para com o superintendente visitante também nos pode ajudar a tirar proveito de sua presença. Alguns talvez hesitem em se dirigir a ele, em vista do seu horário apertado. Mas, ele está ali para ajudar. Por isso, todos deviam sentir-se à vontade para o conhecer. (2 Cor. 6:11-13) Podemos falar com ele sobre o que aprendemos nas reuniões, sobre pontos de interesse nas publicações, sobre experiências de campo, e fazer perguntas sobre como melhorar nossa própria atividade de serviço. — Fil. 4:8, 9.

      10. Que proveito podemos tirar de acompanhar o superintendente viajante na atividade do campo?

      10 Tampouco devemos ser temerosos ou nos refrear de acompanhá-lo no serviço de campo. Seu objetivo exclusivo é dar-nos encorajamento e ajuda, em vez de criticar o que fazemos. (Atos 18:27, 28) Naturalmente, se ele tiver alguma sugestão, teremos prazer em aceitá-la. Ele não se deve tomar muito a sério, mas deve pensar em tratar os outros de modo bondoso e amoroso. (1 Tes. 2:7, 8) Se alguns de nós tivermos hesitado em tirar pleno proveito de sua visita, no passado, façamos questão de fazer algo a respeito, da próxima vez que ele vier. Isso aumentará em muito a alegria dele e a nossa.

      11. Que benefícios podem ser derivados pelas irmãs por sua associação e cooperação de todo o coração com a esposa do superintendente viajante?

      11 A maioria dos superintendentes viajantes são casados e acompanhados pela esposa. Embora sejam eles com quem devemos falar sobre problemas sérios, as irmãs na congregação podem tirar proveito especial da associação e do exemplo de sua esposa no campo. Ela trabalha sob a direção do marido e terá prazer em aceitar convites de tais irmãs, para acompanhá-las nas diversas fases do serviço. Sempre é apreciado quando o excelente apoio à atividade do campo de manhã pode ser continuado durante a tarde, quando talvez as irmãs locais possam prover condução e participar no trabalho. Isto costuma livrar o marido para assumir compromissos adicionais. De modo que as irmãs têm assim uma excelente oportunidade para aumentar a eficácia da visita.

      12. O que poderão fazer os que desejam servir onde há maior necessidade?

      12 Está interessado em participar mais plenamente na obra do Reino em outro lugar? Se o território de sua congregação for bem trabalhado, peça ao superintendente viajante sugestões sobre onde a sua ajuda poderia ser usada com melhor proveito em outra região. (2 Cor. 10:15, 16) Em cada país da terra, os que cuidam da obra estão desejosos de ajudá-lo a aumentar seus esforços.

      13. (a) Por que e como foram os pioneiros ajudados por considerarem seus problemas específicos com o superintendente viajante? (b) Que apreço expressaram alguns pioneiros pela visita dele? (c) Será que os pioneiros na sua congregação têm alguns comentários similares?

      13 É bem provável que o superintendente viajante tenha sido pioneiro no serviço de campo durante muitos anos e conheça bem os problemas que amiúde tendem a desanimar. Outros pioneiros que passam algum tempo com ele para considerar seus próprios problemas, quer envolvam dificuldades econômicas, quer saúde, obrigações familiares e assim por diante, muitas vezes obtêm uma nova perspectiva e são ajudados a renovar sua determinação de continuar neste serviço. (Fil. 4:11-13; 1 Tes. 3:7-10; Gál. 4:13; 1 Tim. 5:8) Dois pioneiros, que há pouco tempo receberam ajuda dum superintendente viajante, escreveram:

      “Apreciamos a [sua] visita à nossa congregação. Ele nos deu a ambos muito encorajamento, bem como a toda a congregação. Ficamos animados a continuar no serviço de pioneiro, apesar da natureza de nossos problemas.”

      Um pioneiro especial, que ficara doente acamado por duas semanas, declarou:

      “Fiquei muito desanimado, porque não tive um mês muito bom. Mas, tivemos a visita do superintendente de circuito, e ele foi muito animador para todos nós. Gostamos muito de sua visita e todos (especialmente eu) estamos prontos para tentar mais arduamente melhorar nosso serviço a Jeová.”

      Sim, os pioneiros, bem como todos os demais na congregação, obterão benefícios da visita dele. — Fil. 3:16.

      BENEFÍCIOS PARA OS DESIGNADOS PARA CARGOS DE RESPONSABILIDADE

      14, 15. (a) O que mostra que Paulo se interessou nos anciãos e servos ministeriais? (b) Que assuntos importantes podem ser considerados com o superintendente viajante e como nadem os anciãos usar sabiamente o tempo que passam com ele?

      14 No primeiro século, Paulo tomou interesse especial nos anciãos e servos ministeriais. (Fil. 1:1) Especificou suas qualificações em 1 Timóteo 3:1-10, 12, 13, e em Tito 1:5-9, dando-lhes muito conselho excelente. Do mesmo modo, os superintendentes viajantes podem hoje beneficiar os irmãos responsáveis na congregação por darem conselho específico e ajuda.

      15 Os superintendentes viajantes, na sua reunião com os anciãos, têm dado sugestões e conselhos animadores. Seu conhecimento em lidar com responsabilidades congregacionais, junto com a experiência obtida ao servirem dezenas de congregações, habilitam-nos a fazer observações práticas e dar conselhos sobre os diversos aspectos da obra de evangelização e de fazer discípulos, sobre a atividade de pastoreio e sobre melhorar as reuniões. Todavia, se o tempo for consumido com assuntos incidentais, nesta reunião, os anciãos perderão os benefícios da consideração desses assuntos mais importantes, que afetam a congregação. Por isso, os anciãos locais devem preparar uma ordem do dia ajustada à vindoura visita, criando a oportunidade de abranger o que é mais vital para o bem-estar espiritual e o progresso da congregação. — Pro. 21:5; Fil. 1:9-11

      16. Como e por que devem os servos ministeriais aproveitar as oportunidades de receber ajuda, durante a visita dele?

      16 Se alguém for servo ministerial, talvez haja aspectos no seu trabalho num grupo de estudo de livro de congregação, na sua tarefa de cuidar de registros ou com respeito a outros deveres no Salão do Reino, que o superintendente viajante lhe pode ajudar a cumprir. O servo ministerial deve aproveitar a oportunidade para receber ajuda, a fim de melhorar. (Luc. 16:10) Mostrando-se fidedigno e progressivo, dará evidência de seu desejo de servir os irmãos e de ser digno de maiores privilégios no futuro. — 1 Cor. 4:1, 2.

      17. Que proveito podem tirar da visita os anciãos que cuidam de problemas sérios?

      17 Os anciãos poderão também achar bem úteis as observações e conselhos do superintendente viajante para resolver problemas sérios. (Pro. 13:10) Poderão ter tido algumas dificuldades em resolver um caso recente de transgressão ou com um caso pendente. O conselho bíblico do visitante poderá ajudá-los a examinar o assunto cuidadosamente, antes de tomar uma decisão. — Pro. 15:22.

      18, 19. (a) Que problemas entre anciãos podem surgir ocasionalmente, por causa das imperfeições humanas? (b) Em tal caso, como pode o superintendente viajante ajudar?

      18 Anciãos ou servos ministeriais, por causa das imperfeições humanas, podem ter às vezes dificuldades entre si mesmos. (Tia. 3:2) Talvez tenha havido crítica desnecessária ou mal-entendidos. Um dos anciãos talvez não tenha mantido algo confidencial, resultando em mágoas e minando o respeito por ele, e pelos outros anciãos. (Pro. 25:9) É possível que o orgulho tenha desequilibrado alguém a ponto de ele se tomar demasiadamente a sério e ficar desarrazoado. (Rom. 12:3) Que se deve fazer quando estas ou outras dificuldades similares desfizerem a cooperação, e os irmãos responsáveis, locais, não resolverem a questão?

      19 Os anciãos deverão recorrer ao superintendente viajante, procurando sua ajuda para restabelecer a harmonia nos seus tratos entre si. (Efé. 4:1-3) Talvez possa ajudá-los a raciocinar sobre o assunto à base da Palavra de Deus. (Pro. 20:3) Os anciãos, esforçando-se assim a resolver os assuntos pronta e pacificamente, poderão mostrar seu apreço por esta provisão de conversar sobre os assuntos com um irmão visitante, mais idoso no Senhor, e deixar-se endireitar pela Palavra de Deus. — 2 Tim. 3:16

      20. Se o superintendente viajante errar no seu critério, como se pode tratar deste assunto?

      20 No mesmo sentido, os anciãos devem reconhecer que o superintendente viajante também é imperfeito. Ocasionalmente, pode parecer aos anciãos locais que ele errou no seu critério, assim como o apóstolo Pedro não era sem defeito (Gál. 2:11-14) Igual a qualquer outro ancião, o superintendente visitante nunca deve achar que está acima de um conselho. Se diversos anciãos ficarem perturbados com alguma coisa que ele disse ou fez, seria bondoso se lhe perguntassem sobre isso. Talvez fosse um mal-entendido ou um lapso, caso em que se deve fazer uma concessão e cobrir o assunto em amor. (1 Ped. 4:8) Por outro lado, talvez tenham um conselho válido a dar, que ele terá de aplicar, para servir seus irmãos de maneira mais proveitosa. Igual a Davi, deve encarar o conselho deles como benignidade, que “não desejaria recusar”. — Sal. 141:5.

      CONSELHEIRO NA CONSIDERAÇÃO DE RECOMENDAÇÕES

      21, 22. (a) Por que é de séria responsabilidade recomendar anciãos e servos ministeriais? (b) Que proveito tiram os anciãos por terem a participação do superintendente viajante como conselheiro quando eles consideram as recomendações?

      21 Os corpos de anciãos têm-se esforçado a arcar com a sua responsabilidade de recomendar corretamente novos anciãos e servos ministeriais, ou de iniciar o cancelamento dos já designados. Avaliar as qualificações dum homem para uma responsabilidade congregacional é assunto sério Isto é enfatizado pelas palavras do apóstolo Paulo, em 1 Timóteo 5:22: “Nunca ponhas as mãos apressadamente sobre nenhum homem; tampouco sejas partícipe dos pecados de outros; mantém-te casto.”

      22 Por isso, mais outra maneira em que o superintendente viajante beneficia a congregação é por participar com o corpo local de anciãos na consideração de recomendações. É essencial que cada homem recomendado esteja à altura das qualificações bíblicas. (1 Tim. 3:1-10, 12; Tito 1:5-9; 1 Ped. 5:1-4) Por exemplo, é ele realmente um homem espiritual? É exemplar em ‘dar muito fruto e em mostrar-se discípulo de Jesus’? (João 15:8) No seu papel como conselheiro, o superintendente visitante pode ajudar os anciãos confrontados com tais questões, fazendo-o de maneira objetiva. Isto oferecerá aos anciãos a oportunidade de tirar proveito de seu conselho e de suas observações. De maneira similar, ele pode suscitar questões para esclarecer o assunto na sua própria mente. Tal palestra deve ter por objetivo fazer uma avaliação equilibrada sobre se os homens realmente estão qualificados para a responsabilidade.

      23. (a) Como podemos obter o máximo beneficio das visitas dos superintendentes viajantes? (b) Em que pode resultar nosso apreço por estas visitas?

      23 Os superintendentes viajantes realmente fazem grandes empenhos em nosso favor. Tiremos proveito de seus serviços. Aceitemos qualquer conselho devido que dão para nos ajudar a vencer ou a suportar problemas pessoais, ou para nos achegarmos mais à fraternidade em amor. (1 Ped. 2:17) Eles podem realmente ajudar-nos a reforçar nossa decisão de suportar as pressões deste mundo e a manter-nos plenamente revestidos da armadura espiritual, ao passo que ficamos firmes na nossa luta contra o Diabo. (Efé. 6:11-18) Sim, apreciemos as visitas dos superintendentes viajantes como mais uma provisão para nos ajudar a cultivar a qualidade provada da fé, que será “achada causa para louvor, e glória, e honra, na Revelação de Jesus Cristo”. — 1 Ped. 1:7.

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar