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  • Como livrar-se da superstição
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1970
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  • A BASE DOS TEMORES SUPERSTICIOSOS
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1970
w70 1/5 pp. 257-263

Como livrar-se da superstição

O SORRISO de gratidão desapareceu prontamente do rosto da viajante quando olhou espantada para a comida que se lhe oferecia.

“Coma”, instou com ela a hospedeira, “a comida não está estragada”.

“Não, não”, protestou a viajante, “este é bagre. Se eu o comesse, seria acusada de assassinar os meus próprios filhos!”

Falta de lógica? Assim diriam talvez os que se livraram dos grilhões da superstição. Mas, para muitas pessoas, alimentar-se de tal comida é uma séria transgressão.

Não obstante, são muitos os que se livraram de tais proibições ou tabus. Não temem mais os mortos, nem confiam em “feitiços”, nem deixam que sonhos ou augúrios lhes regulem a vida. São agora pessoas felizes e contentes. Como se livraram da superstição?

A VERDADE SOBRE OS MORTOS LIBERTA

É a verdade que tornou possível tal libertação da superstição, especialmente a verdade a respeito da condição dos mortos. Conforme Jesus Cristo disse: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” — João 8:32.

Pois bem, qual é a verdade a respeito dos mortos? Podem eles comunicar-se com os vivos ou prejudicá-los? Por que disse aquela mulher que comer bagre seria equivalente a causar a morte dos seus filhos?

Os bagres nos rios perto da aldeia desta mulher africana são considerados por muitos como espíritos reencarnados de gente falecida. Portanto, os aldeãos explicam o tabu do seguinte modo: “É a nossa lei. Não os comemos. Quando uma mulher os comer, ela ficará estéril ou seus filhos morrerão. Quando um homem come, não terá filhos.” Alguns acreditam até mesmo que resultará disso a morte de quem come.

Um jovem africano, chamado Samuel, observava este tabu, abstendo-se de comer bagre. Mas depois começou a estudar a Bíblia. Notou que a Bíblia ensina que os mortos não estão cônscios. Por exemplo, a Bíblia diz num lugar: “Os viventes estão cônscios de que morrerão; os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada.” — Ecl. 9:5.

Mostrou-se também a Samuel, na Bíblia, que por ocasião da morte do homem “sai-lhe o espírito, ele volta ao seu solo; neste dia perecem deveras os seus pensamentos”. (Sal. 146:4) À base disso, Samuel podia ver que o espírito, ou a força de vida, não é um intelecto independente que continua após a morte. Antes, a morte termina totalmente com a vida. Conforme a Bíblia observa também: “Se [Deus] fixar seu coração em alguém, se ajuntar a si o espírito e o fôlego do tal, toda a carne expirará juntamente, e o próprio homem terreno retornará mesmo ao pó.” — Jó 34:14, 15.

Assim, quando soube a verdade bíblica, de que o espírito no homem não é uma personalidade que sobrevive à morte do corpo, Samuel pôde compreender o erro de se crer que os bagres possuam os espíritos reencarnados de gente falecida. Deu-se, pois, conta de quão absurdo era acreditar que um peixe morto pudesse interferir na sua faculdade de procriação. Portanto, Samuel começou a comer bagre.

No entanto, visto que ele não se casou por alguns anos, os homens de sua tribo tinham certeza de que o bagre lhe impedira casar-se. Quando por fim se casou, tinham igual certeza de que não teria filhos, ou que qualquer filho que tivesse morreria. Qual foi o resultado?

Pois bem, o primeiro filho de Samuel não morreu, nem o segundo, nem o terceiro, e o quarto está a caminho! Mas, que houve com a irmã de Samuel, que se absteve toda a sua vida de comer bagre? Ela protestou que Samuel havia violado este tabu. Mas ele respondeu: “Se houvesse qualquer verdade neste tabu, então por que é que todos os meus filhos vivem, mas os seus filhos morreram?”

Era assim mesmo. Esta irmã havia sofrido a perda de seus três filhos. A observância supersticiosa do tabu não os protegera!

Uma vez liberto pela verdade da Bíblia, Samuel decidiu nunca mais ser escravizado pelas superstições. Portanto, quando seu pai morreu, recusou-se a colocar um presente no caixão, para o pai levar ao mundo dos espíritos. Tampouco participou da ‘refeição com os mortos’. Nem teve parte na festa de ‘passagem’, que celebra a suposta reunião do falecido com os outros espíritos. Foi Samuel prejudicado por algum espírito vingativo, devido a sua posição destemida a favor da verdade bíblica? Não, nem no mínimo.

Talvez seja alguém que também se apega a crenças supersticiosas a respeito dos mortos. Por exemplo, está em dúvida se o seu irmão mais moço não é em realidade seu tio falecido que voltou a viver? Convence-se disso por observar a forma da orelha do garotinho, chegando à conclusão de que a orelha do tio tinha tido exatamente a mesma forma? Ou refreia-se supersticiosamente de dar aos seus filhos o nome de algum parente vivo, porque crê que este parente, após a morte, nascerá de novo como bebê e que só aquele bebê devia levar o nome dele?

Deixe que a verdade bíblica o liberte de tais crenças supersticiosas! Confie na Bíblia, “pelo que verazmente é, . . . a palavra de Deus”. (1 Tes. 2:13) A verdade é que a vida futura não é obtida pela reencarnação, mas pelo poder de ressurreição dado a Jesus Cristo, que declarou: “Eu sou a ressurreição e a vida.” — João 11:25.

Depois de sua própria ressurreição dentre os mortos, Jesus se lembrou de todos os pormenores de sua vida humana anterior. O mesmo se deu com o ressuscitado Lázaro, que continuou a ser discípulo de Jesus depois de sair do túmulo. (João 11:38-44; 12:1, 9-11) Mas o que pode dizer de si mesmo? Consegue lembrar-se de uma existência no passado? Se realmente tivesse vivido antes, devia poder lembrar-se. Na realidade, a reencarnação é um mito baseado em raciocínio humano falível. A Palavra da verdade de Deus a expõe como tal.

A BASE DOS TEMORES SUPERSTICIOSOS

Isto não significa que os temores supersticiosos dos homens sejam completamente sem base. Por exemplo, Samuel se lembra da experiência de um menino africano de nove anos. Certo dia, ao caminhar pelo mato, ouviu alguém chamar seu nome. Voltou-se, mas não viu a ninguém, e continuou andando. Foi então que caiu diante dele uma pedra jogada de detrás dele. O menino chegou para casa cheio de medo, mas o pai lhe explicou que isto tinha sido obra de sua mãe, que acabara de falecer.

Após isso, a presença dum cadáver na sua povoação sempre enchia o coração do jovem de um terror mórbido. No entanto, mais tarde na vida, raciocinou cuidadosamente sobre a passagem bíblica de Jó 7:9, 10: “A nuvem certamente acaba e vai embora; assim não subirá aquele que desce ao Seol [a sepultura]. Não mais retornará à sua casa, e seu lugar não mais o reconhecerá.” Agora, já como homem, dava-se conta de que não podia ter sido sua mãe que o chamara por nome e lançara a pedra, quando era menino. Ela estava morta, inconsciente, e não podia voltar para fazer tais coisas. Então, quem era responsável por elas?

A Bíblia revela que a fonte de muitos fenômenos sobrenaturais são criaturas espirituais, iníquas, invisíveis — e não espíritos de humanos falecidos. Satanás, o Diabo, é a principal destas iníquas criaturas angélicas, e Jesus chamou-o de “pai da mentira”. (João 8:44) Satanás e seus espíritos iníquos se esforçaram deliberadamente a enganar as pessoas a crer que os homens sobrevivem à morte e entram num mundo espiritual. Imitaram até mesmo a voz de pessoas falecidas, no esforço de perpetuar a mentira de que o homem não deixa de existir quando morre.

LIVRAR-SE DO JUGO DO “FEITIÇO”

Em alguns lugares é também crença comum que objetos naturais, inclusive árvores, pedras, rios, montanhas e especialmente imagens são possessas de almas que habitam neles, capazes de influenciar a vida para o bem ou para o mal. Portanto, como proteção contra os poderes malignos e volúveis, fabricam-se “feitiços” de objetos representativos de qualidades poderosas. Por exemplo, uma pedra, ossos, garras e bicos são considerados de utilidade. Tais “feitiços” são às vezes enfiados em chifres ou amarrados em pequenos pacotes.

Um de tais “feitiços” é conhecido como “Gyeefa”, usado só por homens adultos. É usado pendurado do pescoço numa pequena bolsa de pele. Gyeefa tem “soldados” que lhe trazem relatórios. Tais “soldados” são anéis usados por meninos em idade de desenvolvimento, tais como Pedro.

Para impedir que o “feitiço” o prejudicasse, Pedro tinha de seguir a “lei do feitiço”. Esta lei incluía a proibição de comer mandioca assada. Também, se Pedro estivesse em caminho e visse chegar ao seu encontro formigas de correição, ou se ouvisse o grito da ave chamada dudu vindo do lado direito, então se veria obrigado a dar meia-volta e retornar ao ponto de partida. E, por fim, não se permitia que ninguém “falasse por cima” de Pedro. Assim, caso Pedro estivesse sentado na cozinha de arroz, ninguém se atreveria a ir ao alto da cozinha e falar duma posição acima da de Pedro. Pode facilmente imaginar as dificuldades que a observância de tal regulamento penoso traria consigo.

Quando Pedro tinha doze anos de idade, foi enviado à escola em Buchanan Inferior, na África Ocidental. A boa oportunidade para um desenvolvimento mental proveitoso resultou em ser para Pedro um tempo de aflição e de mau pressentimento. Por quê? Porque o chefe da casa morava no segundo andar, por cima de Pedro. E Pedro não se atrevia a dizer a ele que não “falasse por cima” dele! Na maior parte do tempo que Pedro passou ali, ele vivia fora da casa, e, por fim, o medo do “feitiço” o induziu a ir embora.

Anos depois, enquanto estudava a Bíblia com uma das testemunhas de Jeová, Pedro ficou impressionado com o fato de que Deus condena a “alguém que empregue adivinhação, algum praticante de magia ou quem procure presságios, ou um feiticeiro”. (Deu. 18:10) Pedro deu-se conta de que a “lei do feitiço” concernente às formigas e às aves dudu não era nada mais do que dar atenção a presságios. Também, como podia Gyeefa, com toda a sua sorte de objetos inanimados proteger a ele, um homem vivo. Confiava no poder da magia. E que espécie de julgamento receberia da parte do verdadeiro Deus por confiar em Gyeefa, um ídolo falso?

O poder da verdade e o temor de Jeová Deus induziram Pedro a desafiar a “lei do feitiço”. Ele começou a comer mandioca assada. Quando formigas de correição vinham na sua direção, foi passando através delas e não mudou de rumo. Isto se deu há quinze anos; e sofreu Pedro algum dano por desconsiderar as superstições de Gyeefa? De modo algum, visto que continua a ‘andar em segurança, tendo a Jeová como sua absoluta confiança’. — Pro. 3:23-26.

Depois há o caso de João, que usava por baixo da roupa externa um “feitiço” na forma duma pequena veste, à qual se ofereciam sacrifícios cada lua nova. Não fazer isso supostamente trazia doença ou perda da sanidade mental. Caso João estivesse em disputa com alguém, só bater no peito supostamente já fazia o “feitiço” trabalhar contra o seu antagonista. Daí, certo dia, João leu na Bíblia: “‘Mas a quem me podeis assemelhar de modo que eu deva ser feito igual a ele?’ diz o Santo.” — Isa. 40:25.

João sentiu-se perturbado. Havia o “feitiço” tomado o lugar de Deus na sua vida? Confiava realmente no verdadeiro Deus? Orava ele? De fato, como é que podia orar ao verdadeiro Deus e esperar ser ouvido? O Todo-poderoso é um Deus que exige devoção exclusiva e que não partilha a sua glória com qualquer rival. Depois de aprender a ‘confiar em Jeová de todo o coração’, João embrulhou o seu “feitiço” caro, avaliado em NCr$ 400,00, e o jogou no mar. — Êxo. 20:5; Isa. 42:8; Pro. 3:5.

Foi há dez anos que João substituiu a veste cara pela “couraça da justiça” de que a Bíblia fala. E durante todos estes anos o “feitiço” afogado não pôde privar a João da boa saúde e da sanidade mental. — Efé. 6:14.

NÃO MAIS ENGANADA POR SONHOS

Mas, alguém talvez pergunte: Como se pode crer que o parente falecido está realmente morto, quando o falecido aparentemente fala à pessoa em sonhos?

Por exemplo, uma jovem sonhava freqüentemente com a sua falecida avó. A avó, enquanto vivia, gostava muito desta neta. Agora, a avó costumava aparecer-lhe em sonhos e prescrever remédios quando a neta estava doente. Em certa ocasião, ela até mesmo apareceu e evidentemente mudou as fraldas do bebê de sua neta! Não basta isso para convencer de que a avó estava realmente viva no mundo espiritual?

Naturalmente, isto é o que o “pai da mentira”, Satanás, o Diabo, quer que as pessoas creiam. Ele quer manter as pessoas escravizadas à superstição e ao medo, fazendo-as crer que os falecidos podem realmente comunicar-se com os vivos e fazer coisas quer a favor quer contra eles. Ele e seus agentes são mestres do engano. Conforme a Bíblia explica: “O próprio Satanás persiste em transformar-se em anjo de luz. Portanto, não é grande coisa se os ministros dele também persistem em transformar-se em ministros de justiça.” — 2 Cor. 11:14, 15.

Com o tempo, porém, a neta decidiu depositar a sua fé na Bíblia e procurou diligentemente compreendê-la. Por conseguinte, depois de se voltar para Jeová, nunca mais teve tais sonhos a respeito de sua avó. Não mais pensava na avó como espírito de casa, mas apenas desejava vê-la outra vez na ressurreição. Por meio da fé na verdade, esta jovem ‘se opôs ao Diabo, e ele fugiu dela’. — Tia. 4:7.

‘CONTOS DE VELHAS’ E PRESSÁGIOS

Em muitos lugares, as pessoas amiúde se acham escravizadas pelo que se pode chamar de ‘contos de velhas’. Por exemplo, certa anciã deu à sua filha um pedaço de pedra tirado dum lugar onde havia caído um raio. “Ponha-a na água de banho do bebê”, aconselhou; “ela o vai deixar forte!” A anciã revelou também que um pedaço de cortiça colocado na água tornaria o menino ágil, ‘pronto para andar em nove meses’.

A filha seguiu religiosamente este conselho com os seus primeiros quatro filhos, antes de aprender que a Bíblia condenava tal superstição. Portanto, seus últimos seis filhos foram banhados sem a pedra e a cortiça. Podia ela observar qualquer diferença no desenvolvimento de seus filhos? Nenhuma. Todos os dez andavam depois de nove meses e todos são sadios e fortes. As pessoas supersticiosas gostam de transmitir as suas superstições a outros. Seja sábio. Aprenda a distinguir entre a verdade e os ‘contos de velhas’. Dê ouvidos à Bíblia, que diz: “Recusa as histórias falsas que violam o que é santo e que são contadas por mulheres velhas.” — 1 Tim. 4:7.

Talvez seja supersticioso apenas em coisas pequenas e ainda acha que é aceitável a Deus como cristão. Talvez não tema os mortos, nem use “feitiço”, mas, quando está em viagem e por acaso bate em alguma coisa com o dedão do pé direito, considera isso como presságio de boa sorte? Ou quando um galho de árvore cai logo diante dos seus olhos, considera isso como presságio de algo mau para a sua família? Uma vez que tenha tal mentalidade, qualquer coisinha que não estiver direita parecerá confirmar a sua superstição. No entanto, galhos quebram e dificuldades ocorrem normalmente na vida. A Bíblia explica que “o tempo e o imprevisto sobrevêm a todos”. — Ecl. 9:11

Será sábio se continuar a lembrar-se de que o verdadeiro Deus não se comunica com os homens por meio de presságios. De fato, ele condena a “quem procure presságios”. (Deu. 18:10) Portanto, não preste atenção a eles! Sentirá um maravilhoso alívio mental!

LIVRE-SE POR SE VOLTAR PARA JEOVÁ

Lembre-se de que as pequenas superstições da sua parte não serão passadas por alto por Jeová, que ‘esquadrinha o coração, examina os rins, sim, para dar a cada um segundo os seus caminhos, segundo os frutos das suas ações’. (Jer. 17:10) A superstição afasta a pessoa do verdadeiro Deus, Jeová. Impede-a de se achegar a Ele, porque a superstição se baseia na falsidade e na ignorância.

A pessoa não se atreve a se enganar com raciocínios falsos. Pois, “Deus é luz e não há nenhuma escuridão em união com ele”. Isto significa que é preciso livrar-se completa e terminantemente das práticas supersticiosas. Senão: “Se fizermos a declaração: ‘Temos parceria com ele’, contudo prosseguirmos andando na escuridão, estamos mentindo e não estamos praticando a verdade.” — 1 João 1:5, 6.

Precisa-se do espírito ou da força ativa de Jeová para ativar a mente, a fim de rejeitar a ignorância e os temores tolos, livrando-se assim da superstição. Dê lugar ao espírito de Deus na sua mente, absorvendo a verdade bíblica libertadora por meio da leitura, do estudo e da consideração da Palavra de Deus. Invoque o nome de Jeová para ter segurança e força espiritual, pois, “o nome de Jeová é uma torre forte. O justo corre para dentro dela e recebe proteção”. Empenhe-se pela maravilhosa liberdade mental, pois “onde estiver o espírito de Jeová, ali há liberdade”. — Pro. 18:10; 2 Cor. 3:17.

[Capa na página 257]

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