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  • Casar-se no estilo de Hong Kong
    Despertai! — 1971 | 22 de outubro
    • ou seja até incluído no cardápio da festa.

      Nenhum dos dotes exigidos surpreende o rapaz. Já esperava pagar um preço. Mas, não cede com demasiada facilidade. Há regateio quanto ao número de mesas, os cates de bolo e de leitão assado, e assim por diante. Se houver um mediador; então o mediador fará o regateio.

      Em geral o regateio termina num acordo amigável, havendo compromissos de ambos os lados. Às vezes, porém, ocorrem brechas na relação, resultando até mesmo no cancelamento do casamento. Ou os parentes de um e do outro talvez realizem festas separadas. Naturalmente, os pais do rapaz se preocupam com o dinheiro envolvido, visto que amiúde ajudam seu filho a pagar o dote, e às vezes arcam com todas as despesas. Alguns pais acham que se pagarem o casamento, os filhos têm a responsabilidade de cuidar deles em sua velhice.

      Se o rapaz aderir estritamente a certas tradições, talvez tenha de pagar as roupas novas para todos os membros da família da noiva. Talvez também pague o vestido de noiva, que com freqüência é o tradicional branco ocidental. A noiva talvez troque de trajes diversas vezes no dia do casamento. Incluso entre estes trajes se acha o Kwa Kwan chinês. Esta vestimenta tradicional, consistindo em um casaco e uma saia longa, custa de Cr$ 1.000,00 a Cr$ 6.000,00. A maioria dos casais a alugam por Cr$ 75,00 a Cr$ 600,00 por dia.

      “Bem, não têm os pais da moça de pagar nada?” — talvez pergunte. Sim, costumeiramente pagam. Depois de terminar o regateio em relação com o casamento, há com freqüência uma consideração com respeito ao que os pais da moça vão dar aos recém-casados. Às vezes é alguma mobília para o novo lar, exceto a cama de casal, que cabe somente ao rapaz comprar. Se os pais da moça forem abastados, talvez forneçam um apartamento com o aluguel pago por um ano, ou, em alguns casos, totalmente pago.

      O Dia do Casamento

      Finalmente chega o dia do casamento! O noivo vai primeiro encontrar-se com a noiva. Quando chega, os amigos e membros da família talvez não o deixem entrar a menos que primeiro pague o “dinheiro da sorte”. Este dinheiro, colocado em pacotes vermelhos, é dado ao que abre a porta ou a todos na casa. É só depois do pagamento que o noivo recebe sua noiva. Os cristãos verdadeiros não participam em nenhuma destas práticas que envolvem a “sorte”, e geralmente explicam isto de antemão aos relacionados com o casamento.

      A seguir, os participantes do casamento talvez se dirijam ao cartório para a cerimônia civil. Em Hong Kong, só podem ser registrados legalmente como casados num dos cartórios de registro do governo, ou por irem a uma das poucas igrejas grandes autorizadas para este fim. O casal tem de solicitar com bastante antecedência que a cerimônia seja realizada no cartório na data e no horário que desejam. Assim, não há noivas atrasadas aqui, senão perderão a sua vez!

      As testemunhas cristãs de Jeová obedecem prontamente à esta lei de registro de casamento, pois sabem que só tais casamentos legalmente registrados é que são aprovados por Deus. Em adição à cerimônia legal, em geral providenciam que um ministro cristão profira um discurso baseado na Bíblia sobre o casamento e suas responsabilidades acompanhantes. Isto é feito quer no cartório quer antes da festa de casamento.

      Algumas pessoas em Hong Kong, porém, talvez desejem casar-se num “dia de sorte”, mas talvez verifiquem que estão atrasados demais para registrar seu casamento naquele dia. Assim, têm um costumeiro casamento chinês, e então, no ínterim, vivem juntos antes de registrar seu casamento. Mas, visto que estes casais não estão na realidade legalmente casados, viverem juntos não é correto segundo as Escrituras.

      Depois do casamento, a religião chinesa exige que a noiva volte para casa vestida de Kwa Kwan e se prostre ou se curve diante do altar dos deuses da cozinha, do céu, da terra ou quaisquer outros deuses adorados pela família. Então, tem de prostrar-se diante de quaisquer ancestrais mortos representados por uma placa, altar ou retratos na parede. Por fim, prostra-se diante dos membros da família, e serve-lhes cerimonialmente chá. Os adoradores do Deus da Bíblia Sagrada, naturalmente, não participarão deste costume, visto que é condenado na Palavra de Deus como idolatria. — Êxo. 20:3-5.

      A Festa de Casamento

      A festa consiste em dez conjuntos de iguarias ou mais e é realizada em geral tarde da noite. Os parentes e amigos preferem que seja bem tarde, pois isso lhes dá a oportunidade de ir ao restaurante cedo na parte da tarde e jogar até à hora de comer, que é por volta das 22 horas. Naturalmente, os casais cristãos não permitirão jogatina em sua festa de casamento, visto que o jogo não é aprovado pela Bíblia.

      O casal em geral recebe presentes em dinheiro e de outros tipos também antes, durante e depois do casamento. Isto ajuda a cobrir as despesas. Mas, os casamentos de Hong Kong, como pode ver, são amiúde dispendiosos. Assim, os recém-casados talvez não saiam nem perdendo nem ganhando, ou talvez fiquem sobrecarregados com uma dívida. Para pagar seu casamento, alguns casais tiveram de cancelar sua lua-de-mel no estrangeiro e outros planos.

      Os cristãos, embora não objetem aos costumes de casamento que não sejam desaprovados por Deus, procuram usar de bom alvitre a fim de não contrair dívidas que interfiram com seu serviço a Deus. Assim, seus casamentos — no estilo de Hong Kong — são ocasiões felizes e memoráveis, assim como deveriam ser os casamentos em toda parte.

  • A viagem de Paulo a Roma
    Despertai! — 1971 | 22 de outubro
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      A viagem de Paulo a Roma

      O APÓSTOLO cristão Paulo fora mantido prisioneiro por dois anos na cidade portuária de Cesaréia. Então, a seu próprio pedido, seria levado a Roma para comparecer perante César. Paulo e outros prisioneiros estavam a cargo de um oficial do exército chamado Júlio. Lucas, que registrou o relato da viagem, acompanhou Paulo.a

      Embarcando num barco, dirigiram-se para o norte, ao longo da costa. No dia seguinte desembarcaram em Sídon. Fazendo-se ao mar novamente, o barco navegou passando pela ponta nordeste da ilha de Chipre, e daí ao longo das costas de Cilícia e Panfília na Ásia Menor. A marcha aqui foi mais vagarosa, mas por fim alcançou-se o movimentado porto de Mirra. Em Mirra, Júlio pôde conseguir passagem para este grupo em outro barco. Evidentemente pertencia à frota transportadora de cereais que viajava regularmente entre a Alexandria, Egito, e Roma.

      De Mirra, cingindo-se à costa da Ásia

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