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  • Alimento perde terreno diante do fumo
    Despertai! — 1982 | 8 de setembro
    • Alimento perde terreno diante do fumo

      Alguns países africanos estão agora cultivando mais fumo, bem como café e chá, para ganharem dinheiro do exterior. Isto se faz geralmente às custas do cultivo de produtos alimentícios. Segundo o All Africa Press Service de Nairobi, os fazendeiros do vale Kunati de Quênia pararam, a bem dizer, de cultivar milho, embora este seja o mais importante alimento básico do país, porque o fumo é mais lucrativo. Isto representa um problema, pois apenas 17 por cento da terra de Quênia serve para cultivo. Outrossim, as árvores que ladeiam o vale Kunati foram cortadas para proverem combustível para a cura do fumo. “O que esta acontecendo no vale de Kunati repete se em mil outros lugares em toda a África”, noticia o All Africa Press Service. Há incentivo de exportações às custas do consumo local. A longo prazo, a base ecológica de toda a produção será permanentemente destruída.”

  • Onde estão os médicos?
    Despertai! — 1982 | 8 de setembro
    • Onde estão os médicos?

      A Dra. Rosalinda Valenzuela, da Organização Mundial de Saúde (OMS) da O.N.U., diz que “há flagrante discrepância na distribuição de médicos” no mundo. Por exemplo, observou ela, “a África Oriental é a sub-região menos favorecida, do mundo, com uma proporção de seis médicos para cada 100.000 habitantes, ou seja, um médico para cada 17.480 pessoas”. Por outro lado, a Dra. Valenzuela indicou que “a mais favorecida é, a sub-região da Europa ocidental, com uma proporção de 190 médicos para cada 100.000 habitantes, ou seja, um médico para cada 528 pessoas” — 33 vezes mais do que na África Oriental! Em toda a África, há, em média, cerca de um médico para cada 5.400 pessoas, ao passo que na Ásia há um para cada 2.800 e na América do Norte um para cada 600 pessoas.

  • Fonte energética desconsiderada
    Despertai! — 1982 | 8 de setembro
    • Fonte energética desconsiderada

      Muitos países estão desconsiderando a força animal, segundo Noel Vietmeyer, profissional associado do Conselho Nacional de Pesquisas da Academia Nacional de Ciências dos E.U.A. Vietmeyer frisa que os animais poderiam fazer maior contribuição para a solução da crise global de energia. “Poucos sabem”, diz ele, “que uns 400 milhões de cavalos, bois, vacas, búfalos indianos, jumentos, camelos, mulas, iaques, lhamas e elefantes trabalham para o homem. Mesmo agora, depois de utilizarmos o vapor, o petróleo e a eletricidade, os animais contribuem cerca de metade da energia usada na agricultura no terceiro mundo. A tração de quatro pernas provê a alguns países em desenvolvimento até 90 por cento de sua energia agrícola. . . . Em grande parte do mundo, os agricultores rurais reconhecem o valor prático da força animal mais do que os políticos. Isso é compreensível, pois quem traje poderia deliberadamente rejeitar uma fonte de energia que se reproduz por si só, que não consome combustível diesel e que produz fertilizante grátis?”

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