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  • Depressão: é tudo simples imaginação?
  • Despertai! — 1987
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g87 22/10 pp. 5-6

Depressão: é tudo simples imaginação?

O RAPAZ ficou deprimido assim que iniciou a reforma de sua casa de 200 anos. Ele dormia mal e achava incomumente difícil fazer qualquer esforço mental persistente. A família dele ficou imaginando se a casa era mal-assombrada! Ele notava que seus piores sintomas, que incluíam dores abdominais, vinham logo depois de períodos gastos na remoção da tinta velha da madeira de dentro da casa. Um médico descobriu que a depressão que ele sentia era devida ao envenenamento causado pelo chumbo contido nas camadas da tinta velha que ele estava removendo.

Sim, às vezes, até mesmo substâncias tóxicas podem causar depressão. Com efeito, talvez se surpreenda de saber que a depressão pode ser provocada por vários fatores físicos.

Há muitos anos, alguns pesquisadores examinaram cuidadosamente 100 pessoas que baixaram a um hospital municipal com problemas psiquiátricos, incluindo a depressão. Em 46 destes casos, descobriu-se que os sintomas emocionais estavam diretamente relacionados com moléstias físicas. Segundo o comunicado feito na revista American Journal of Psychiatry, quando tais males físicos foram tratados, 28 “evidenciaram uma triagem dramática e rápida de seus sintomas psiquiátricos”, e 18 “melhoraram substancialmente”.

O papel das moléstias físicas na depressão, contudo, é complexo. A experiência tida por muitos médicos é de que o paciente deprimido pode também apresentar um mal orgânico que não é responsável por sua depressão, mas que se torna o ponto focal em sua mente. Todavia, a depressão subjacente muitas vezes precisa ser constatada e tratada.

Embora algumas moléstias orgânicas possam causar ou intensificar os distúrbios emocionais, os sintomas psiquiátricos também podem surgir como reação à doença previamente existente. Por exemplo, depois de uma grande cirurgia, especialmente cardíaca, os pacientes em recuperação quase sempre ficam deprimidos. Quando se recuperam, a depressão geralmente desaparece. A tensão sobre o corpo, causada por grave doença, pode também provocar o distúrbio. Além disso, uma reação alérgica a certos alimentos ou a outras substâncias pode causar profunda depressão em algumas pessoas.

A hereditariedade pode também constituir um fator decisivo quanto a se a pessoa apresentará certos tipos de depressão. No princípio deste ano, alguns pesquisadores anunciaram a descoberta de uma falha genética congênita que se crê predisponha algumas pessoas à depressão psicótica [psicose maníaco-depressiva].

Adicionalmente, alguns peritos médicos afirmam que de 10 a 20 por cento das novas mamães passam por uma depressão clínica totalmente manifesta. Os pesquisadores não concordam entre si, contudo, se o que provoca os distúrbios são as alterações hormonais resultantes do parto ou as tensões emocionais ligadas à maternidade. Recentes descobertas também indicam que a síndrome pré-menstrual, e tomar pílulas anticoncepcionais, tendem a provocar a depressão em algumas mulheres.

A pesquisa corrente também revela que algumas pessoas parecem ter ciclos sazonais de humor, mencionados como Distúrbios Afetivos Sazonais. Tais pessoas se sentem muito deprimidas no outono e no inverno setentrionais. Elas se tornam mais lentas e geralmente dormem demais, afastam-se dos amigos e da família e passam por mudanças de apetite e de preferências alimentares. Mas quando chegam a primavera e o verão setentrionais, elas ficam animadas, tornam-se ativas, cheias de energia, e, geralmente, têm bom desempenho. Algumas foram tratadas com êxito com o uso bem regulado de iluminação artificial.

Assim, a depressão nem sempre é ‘simples imaginação’. Por conseguinte, se a sensação de depressão persistir, é vital fazer um exame médico completo. Mas, e se não for encontrada nenhuma causa física?

[Quadro na página 6]

Algumas das Causa Físicas da Depressão

A pesquisa médica associa as seguintes coisas com o aparecimento da depressão em algumas pessoas:

Metais e substâncias químicas tóxicas: chumbo, mercúrio, alumínio, monóxido de carbono, e alguns inseticidas.

Deficiências nutritivas: carências de certas vitaminas e de alguns minerais essenciais.

Doenças infecciosas: tuberculose, mononucleose, pneumonia viral, hepatite, e influenza.

Distúrbios do sistema endócrino: problemas da tireóide, mal de Cushing, hipoglicemia, e o diabetes melito.

Doenças do sistema nervoso central: esclerose múltipla, e mal de Parkinson.

Tóxicos “recreativos”: PCP [fenciclidina], maconha, anfetaminas, cocaína, heroína, e metadona.

Drogas medicamentosas: barbitúricos, anticonvulsivantes, corticóides, e hormônios. Alguns medicamentos que tratam da pressão arterial alta, de artrite, de problemas cardiovasculares, e de alguns distúrbios mentais.

(Por certo, nem todos estes medicamentos provocarão a depressão, e, mesmo quando existe tal perigo, este geralmente envolve pequena porcentagem daqueles que consomem tal medicamento sob a devida supervisão médica.)

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