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    • “devem ser duplicadas na parte de baixo e ambas devem ser duplicadas até o topo de cada uma na primeira argola”. (Êxo. 26:23, 24) Isto talvez signifique que cada escora ou armação de esquina, em vez de ser um retângulo, como eram as demais, tinha o formato dum triângulo retângulo, com o ângulo agudo no topo, assim servindo para dar maior estabilidade ao canto ou esquina. A argola mencionada era, sem dúvida, presa ao topo da armação, para receber uma das trancas, três fileiras das quais eram traspassadas pelas argolas nas armações de painel, para segurar a estrutura. Tais trancas eram de madeira recoberta de ouro. — Êxo. 26:26-29.

      Cada armação de painel tinha 10 côvados (c. 4, 40 m) de altura e 1, 5 côvado (c. 70 cm) de largura, e, pelo visto, 0, 5 côvado (c. 23 cm) de espessura. A espessura talvez possa ser calculada à base das seguintes considerações: As seis armações de painel transversais nos fundos teriam 9 (6 x 1, 5) côvados de largo, um côvado menos do que se entende que era a largura do tabernáculo. A largura das escoras de esquina (a fim de atingir a largura da estrutura), por conseguinte, seria de meio côvado cada uma. As armações das paredes laterais teriam, logicamente, a espessura das escoras de esquina. Quanto à espessura da madeira empregada: se todas as armações de painel, ajustando-se como o faziam, apresentavam o efeito de escoras quadradas entre os querubins emoldurados, a madeira teria 1/4 de côvado (c. 12 cm) de espessura. Em outras palavras, os lados de cada armação teriam duas pranchas com dimensões de 10 x 1/2 x 1/4 côvados.

      Colunas e alicerce

      Cinco colunas recobertas de ouro eram postas na frente ou entrada, e quatro de tais colunas sustentavam a cortina que dividia o Santo do Santíssimo. (Êxo. 26:32, 37) O alicerce de toda a estrutura consistia em 100 pedestais que possuíam encaixes para receber espigas na base de 48 armações de painel (dois pedestais para cada armação de painel; quatro pedestais serviam para as quatro colunas que dividiam o Santo e o Santíssimo). Estes pedestais eram todos de prata (Êxo. 26:19-25, 32), cada pedestal pesando um talento (c. 34 kg). (Êxo. 38:27) Adicionalmente, havia cinco pedestais de cobre para as colunas da entrada. (Êxo. 26:37) Segundo os cálculos delineados nesta consideração, os pedestais teriam cerca de 3/4 de côvado (c. 33 cm) de comprimento e 1/2 côvado (c. 22 cm) de largura. Considerando o peso da prata, tais pedestais não seriam muito grossos, mas seriam mais como que placas pesadas.

      O pátio

      O pátio que cercava o tabernáculo tinha 100 por 50 côvados (c. 44, 5 x 22, 25 m). A cortina à guisa de cerca em sua volta tinha 5 côvados (c. 2, 20 m) de altura. Os suportes de cada lado eram 20 colunas de cobre, e 10 para cada extremo da área. O reposteiro da entrada a E era feito de linho e tecido colorido, e tinha 20 côvados (c. 8, 90 m) de lado a lado. — Êxo. 38:9-20.

      Possíveis anexos

      Parece que, com o tempo, foram construídas câmaras, para serem usadas pelos sacerdotes, no pátio do tabernáculo, provavelmente nas laterais da estrutura. (1 Sam. 3:3) Também, talvez se tenham erguido barracas no pátio, onde alguns daqueles que ofereciam sacrifícios de participação em comum podiam comer os sacrifícios, junto com suas famílias.

      SUA LOCALIZAÇÃO NO ACAMPAMENTO DE ISRAEL

      O tabernáculo era o centro do acampamento de Israel. Os que acampavam mais próximos a ele, mas a uma respeitosa distância, possivelmente a 2.000 côvados (c. 890 m), eram as famílias da tribo de Levi, os zeladores da estrutura. (Compare com Josué 3:4.) A E ficava a família sacerdotal de Arão, ao S os coatitas (dos quais fora escolhida para o sacerdócio a família de Arão [Êxo. 6:18-20]), a O os gersonitas, e, ao N os meraritas. (Núm. 3:23, 29, 35, 38) Mais distante ficavam as outras doze tribos: Judá, Issacar e Zebulão a E; Rubem, Simeão e Gade ao S; Efraim, Manassés e Benjamim a O; e Dã, Aser e Naftali ao N. (Núm. 2:1-31) De qualquer parte do acampamento sempre se podia localizar facilmente o tabernáculo por causa da nuvem de dia e do fogo à noite, que pairavam sobre o Santíssimo, onde se localizava a Arca do pacto. — Êxo. 40:36-38.

      COMO ERA TRANSPORTADO

      Ao transportarem o tabernáculo, sua mobília e seus utensílios, os sacerdotes levavam a Arca do pacto, e os coatitas o mobiliário sagrado. Transportavam estas coisas em seus ombros, andando. (Jos. 3:8, 14; 4:10, 16-18; Núm. 4:4-15; 7:9) Os gersonitas, tendo duas carroças, transportavam os panos da tenda (exceto a cortina do Santíssimo, que era colocada sobre a Arca [Núm. 4:5]), as coberturas do tabernáculo, o reposteiro, as cordas relacionadas com a tenda e certos utensílios de serviço. (Núm. 4:24-26; 7:7) Os meraritas, com quatro carroças, cuidavam dos itens pesadíssimos, as armações de painel e as colunas, os pedestais de encaixe e as relacionadas estacas e cordas de tenda, tanto do tabernáculo como do pátio. — Núm. 4:29-32; 7:8.

      HISTÓRIA

      Depois de Israel atravessar o rio Jordão e entrar na Terra Prometida, o tabernáculo foi erguido em Gilgal. (Jos. 4:19) Foi relocado para Silo, durante a época da divisão da terra (Jos. 18:1), onde permaneceu durante anos (1 Sam. 1:3, 24) antes de ser levado para Nobe. (1 Sam. 21:1-6) Mais tarde, ficou em Gibeão. (1 Crô. 21:29) Quando Davi levou a Arca do pacto para Sião, ela não tinha estado no tabernáculo já por muitos anos. Mas, até que o templo foi construído por Salomão, os sacrifícios ainda eram oferecidos no tabernáculo em Gibeão, sendo chamado de “o grande alto”. (1 Reis 3:4) Após a construção do templo, Salomão fez com que o tabernáculo fosse trazido e, pelo visto, ali guardado. — 1 Reis 8:4; 2 Crô. 5:5; veja ARCA DO PACTO; LUGAR SANTO; SANTÍSSIMO; TEMPLO.

      EMPREGO FIGURADO

      O apóstolo Paulo elucida o significado pictórico do tabernáculo. Num contexto que considera o modelo representado pelo tabernáculo e os ofícios ali executados, fala de Jesus Cristo como “servidor público do lugar santo e da verdadeira tenda, que Jeová erigiu, e não algum homem”. (Heb. 8:2) Ademais, ele afirma: “Cristo veio como sumo sacerdote das boas coisas que se realizaram por intermédio da tenda maior e mais perfeita, não feita por mãos, isto é, não desta criação.” (Heb. 9:11) A tenda no deserto era um arranjo estabelecido por ordem de Deus para se ter acesso a Ele em verdadeira adoração — um arranjo para a remoção típica de pecados. Sendo uma ilustração (Heb. 9:9), podia prefigurar o arranjo que Deus estabeleceu, em que podia servir o grande Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, comparecendo no céu perante seu Pai com o valor do seu sacrifício, o qual pode realmente remover os pecados. (Heb. 9:24-26) Por meio deste arranjo, homens fiéis podem gozar de verdadeira aproximação a Deus. (Heb. 4:16) A celeste “tenda do testemunho”, ou tabernáculo, foi observada em visão pelo apóstolo João. — Rev. 15:5.

      O apóstolo Pedro, sendo filho de Deus, gerado pelo espírito, e tendo a esperança de vida celeste em associação com Cristo Jesus, falou do seu corpo carnal como sendo um “tabernáculo”. Era uma ’habitação’, mas era apenas temporária, uma vez que Pedro sabia que sua morte estava próxima e a sua ressurreição não seria na carne, e sim no espírito. — 2 Ped. 1:13-15; 1 João 3:2; 1 Cor. 15:35-38, 42-44.

  • Tabor
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    • TABOR

      [possivelmente elevação, lugar alto]. Notável monte do território de Issacar, em sua fronteira N. (Jos. 19:17, 22) Em árabe, é chamado de Jebel et-Tor. Acha-se situado a c. 19 km a O da ponta S do mar da Galiléia, e c. 8 km E-SE da cidade de Nazaré.

      Isolado de outros montes, o Tabor ascende abruptamente do vale de Jezreel a uma altitude de 562 m acima do nível do mar. Visto do O-NO, parece-se a um cone truncado, e, do SO, como o segmento duma esfera. De seu cume se tem magnífica vista em todas as direções. O impressionante destaque deste monte provavelmente explica por que o salmista menciona o Tabor e o monte Hermom juntos como notáveis exemplos da arte majestosa do Criador. (Sal. 89:12) Jeová também empregou a notável qualidade maciça do Tabor — que se ergue sozinho no vale de Jezreel — para ilustrar a qualidade impressionante da força que Nabucodonosor trazia contra o Egito. — Jer. 46:13, 18.

      O Tabor tornou-se especialmente famoso quando Baraque, sob a orientação de Deus, congregou 10.000 homens das tribos de Naftali e Zebulão contra Sísera e seu exército, que incluía 900 carros com “foices de ferro”. A um dado sinal, Baraque e suas forças se lançaram do Tabor encosta abaixo, e, depois que Jeová pôs os cananeus em confusão, os israelitas obtiveram decisiva vitória sobre as forças fugitivas de Sísera. — Juí. 4:4-16.

      Alguns anos depois, o Tabor testemunhou a matança dos irmãos de Gideão por Zeba e Zalmuna, reis de Midiã. (Juí. 8:18, 19) Em meados do século VIII AEC, as infiéis casas sacerdotal e régia de Israel eram “como uma rede estendida sobre Tabor”, utilizando possivelmente esse monte a O do Jordão como centro de idolatria, a fim de engodar os israelitas; Mispá pode ter sido assim utilizada a E do Jordão. — Osé. 5:1.

      O cume do Tabor, uma área plana um tanto elíptica com c. 400 m de largura de N a S, e o dobro do comprimento de E a O, fornecia uma posição de controle e um local muitíssimo apropriado para uma cidade fortificada. As ruínas mostram que tal cidade floresceu ali antes e depois do primeiro século EC. Isto fornece motivo para se questionar a tradição de que Tabor foi o local da transfiguração de Jesus, pois os relatos afirmam que Jesus e seus três companheiros achavam-se no monte “à parte”, “a sós”. O monte Hermom é, mais provavelmente, aquele “alto monte”, e acha- se próximo de Cesaréia de Filipe, nas cabeceiras do Jordão, onde Jesus se encontrava pouco antes da transfiguração. — Mat. 17:1, 2; Mar. 8:27; 9:2.

  • Tadmor
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    • TADMOR

      [pelo visto, de tamár, palmeira]

      Uma localidade do deserto, onde Salomão realizou construção algum tempo depois de 1017 AEC. (2 Crô. 8:1,  4) Tadmor é identificada comumente com a cidade conhecida pelos gregos e romanos como Palmira. Suas ruínas se situam num oásis na beirada N do deserto da Síria, a c. 209 km a NE de Damasco. Um povoado próximo ainda é chamado de Tudmur pelos árabes. Se for corretamente identificada como Palmira, Tadmor pode ter servido como cidade-guarnição para defender a distante fronteira N do reino de Salomão, e também como importante parada de caravanas.

      A Tamar (“Tadmor”, leitura marginal do Texto Massorético; ALA; IBB, nota), mencionada em 1 Reis 9:18 como estando “no país”, talvez seja a mesma que Tadmor. Estar ela situada “no país” pode simplesmente significar que Tamar era parte do domínio de Salomão

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